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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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7 Comentários
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  1. D

    22 de janeiro de 2014 6:18 am

    Olha a vida!

    E ontem foi só alegria na missa de sétimo dia da minha amiga árvore feliz
    Agora é vida

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=ORyPbALk5tw#t=170%5D

    Compartilhado no Facebook com o seguinte adendo:

    Esse vídeo achei agora por acaso no Youtube ao acessar para baixar os registros de ontem E foi postado pelo meu amigo Hortêncio Obrigado Luciano Hortencio Luciano Carmo Luciano Kleibson Desativado Ah amigos e amigas Esqueci de dizer que Kierkgaard foi apresentado ao Spin Espelho por Antonio Pinheiro Grato,

    http://josecarloslima.blogspot.com.br/2014/01/olha-vida_5244.html

  2. Antonio Carlos Silva - RJ

    22 de janeiro de 2014 10:53 am

    Um dos mais prestigiados

    Um dos mais prestigiados músicos do século XX, o texano Billy Preston, que nos deixou em 06 de junho de 2006, tocou com The Beatles, John Lennon, Eric Clapton,  Paul McCartney, Nat King Cole, Quincy Jones, Rolling Stones, Sammy Davis Jr, Bob Dylan , George Harrison, Aretha Franklin, Jackson Five etc…. .

     

    Dançando e cantando , Double O Soul, com Ray Charles

    [video:http://youtu.be/YBF0SN88WIo%5D

    Cantando e tocando, My Sweet Lord, com um Eric Clapton, Paul McCartney, Dhani Harrison (filho de George Harrison), Ringo Star …

    [video:http://youtu.be/F6MNi6WJMjo%5D

    Destroçando o seu Hammond, tocando a belíssima, Summertime

    [video:http://youtu.be/YlxxmNP2MKw%5D

     

     

  3. jns

    22 de janeiro de 2014 2:13 pm

    Charlotte Rampling

    The Night Porter

    Imagem: Maravilhas Contemporaneas

    Charlotte Rampling, uma das mulheres mais bonitas da história do cinema, em ação no ‘O Porteiro da Noite’, filme de 1974, dirigido por Liliana Cavani.

    Rampling revela, mais uma vez, a sua beleza clássica, sofisticada e, ao mesmo tempo, enigmática, em interpretações sem grandes esforços dramáticos, porém intensas, sob o filtro do seu penetrante olhar.

    Há, nas sua atuações, certa frieza e algo contido, tornando-a mais instigante.

    No filme de 74, a atriz vive uma sobrevivente dos campos de concentração nazistas, que reencontra um de seus torturadores (Dirk Bogarde) e inicia com ele uma relação amorosa doentia.

    Ela o faz pisar em cacos de vidro e ele a prende com uma corrente à cama, para impedir que fuja, nos jogos com traços sadomasoquistas da excêntrica relação entre os dois.

    O filme gerou polêmica na época do lançamento, ao misturar o erotismo com os horrores do holocausto dentro de uma abordagem não convencional que, certamente, não poderia agradar a todos.

    Mas o filme resultou em repercussão positiva para Charlotte Rampling e a cena em que ela canta em alemão e dança pra os soldados nazistas, usando apenas um quepe, uma calça masculina, com suspensórios,  e luvas pretas, tornou-se icônica e uma das mais perturbadoras e intensas de todos os tempos.

    [video:http://youtu.be/vDG7Ytkj_a4%5D

    Nesta cena, Rampling executa uma dança erótica e canta uma canção Marlene Dietrich para a SS. No final da canção, como na história de Salomé, ela é presenteada, pelo seu amante, com a cabeça de um preso que havia abusado dela.

    Rampling teve outros papéis importantes na sua carreira e foi, sempre, muito seletiva na escolha dos seus papéis.

    Trabalhou com Luchino Visconti no ‘Os Deuses Malditos’ (1969), filme também polêmico, sobre a decadência moral de uma família alemã em meio à ascensão do nazismo, que têm o mesmo Dirk Bogarde (outro interessado por papéis polêmicos) com quem contracenara em “O Porteiro da Noite”.

    Atuou ao lado de Robert Mitchum em ‘O Último dos Valentões’ (1975), filme noir, adaptado do romance de Raymond Chandler.

    Esteve também ao lado de James Mason e Paul Newman em ‘O Veredito’ (1982), de Sidney Lumet; com Woody Allen no ótimo ‘Memórias’ (1980), uma homenagem do diretor à ‘Oito e Meio’, de Fellini e, recentemente, com Lars Von Trier em seu filme mais ‘Melancolia’, de 2011.

    Rampling viveu outro personagem incomum em ‘Max , Meu Amor’, dirigido por Nagisa Oshima, o mesmo de ‘O Império dos Sentidos’ (1976), em que vive uma relação conjugal com um chimpanzé.

    Max, Meu Amor  

    Sinopse: “A francesa Margaret (Charlotte Rampling) vive em Paris com o marido diplomata, Peter (Anthony Higgins), e o filho Nelson (Christopher Hovik). A aparente tranquilidade familiar desaparece quando Peter começa a desconfiar que é traído e descobre que Margaret frequenta um misterioso apartamento durante as tardes. Lá ela encontra seu amante Max, um chimpanzé. Buscando entender o relacionamento extraconjugal da esposa, Peter decide trazer o animal para dentro de casa.”

    Haja controvérsia.

    1. jns

      22 de janeiro de 2014 2:58 pm

      duran duran

      homenagem a charlotte rampling com referências à atmosfera sombria de “night porter”

      [video:http://youtu.be/ESPi5lqmsHU%5D

    2. jns

      22 de janeiro de 2014 6:08 pm

      The Mill and the Cross

      O filme, quase sem diálogos e visualmente extraordinário, começa com a representação da pintura O Caminho para o Calvário do mestre flamenco Pieter Bruegel, o Velho.

      Na sequência, algumas figuras, incluindo Jesus, se movem e andam dentro do quadro.

      [video:http://youtu.be/1ZeCX_zevJ0%5D

      CHARLOTTE RAMPLING

      [video:http://youtu.be/RXGlSklKuRU%5D

  4. jns

    22 de janeiro de 2014 2:21 pm

    zumbis

    zumbis

    cérebros humanos não são a única coisa da qual eles se alimentam

  5. Gilberto .

    22 de janeiro de 2014 4:28 pm

    Intervenção semiótica no Metro de SP

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