@luisnassif NOVO VÍDEO ONDE O DESEMBARGADOR CHAMA POLICIAIS DE CAGÕES: youtube.com/watch?v=wEsBfx…
http://www.youtube.com/watch?v=wEsBfxEwwlI
Luis Nassif
Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
Nem deveriam trazer videos, pois o testemunho das várias pessoas no restaurante deveria já ser suficiente para enquadrar esse cidadão.
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Magistrados e suas preferências:
PORTARIA Nº RJ-PGD-2007/00073 de 3 de agosto de 2007 RESOLVE: Nos prédios da Seção Judiciária do Rio de Janeiro na Capital haverá em cada bloco ou anexo, 01 (um) elevador que será privativo e preferencialmente utilizado por Magistrados, Desembargadores e membros do Ministério Público, o qual será identificado com a placa de “privativo”. a) quando da chegada dos Magistrados desta Seção Judiciária em suas dependências seja por suas entradas principais ou pelo estacionamento, será imediatamente feito contato pelo Agente de Segurança ou pela Vigilância com o ascensorista do elevador privativo para que este fique aguardando e proceda ao embarque da Autoridade; b) quando da saída do Magistrado, a respectiva Vara deverá fazer contato com a segurança para que esta providencie o elevador privativo; c) as demais Autoridades deverão se identificar a um Agente de Segurança para poderem fazer uso privativo e preferencial do elevador II – Na hipótese de não haver Autoridade para fazer uso do elevador privativo, e sendo vislumbrado um grande fluxo de servidores e usuários em geral desta Seção Judiciária o elevador privativo poderá ser utilizado por estes;
Traduzindo: – Segurança: Oi, assenssorista, chegou uma Otoridade!! Traz o elevador que o dotô não quer ficar esperando como as pessoas comuns (ralé).
– Ascensorista 1: nossa! Tem uma fila enorme e esse elevador privativo das otoridades vazio! Será que não podemos liberar o elevador privativo nesse caso? – Ascensorista 2: diz aqui que se não tiver nenhuma Otoridade pode liberar. Mas diga a eles para limpar os pés antes de entrar. – Funcionário da Vara: Oi, Segurança. O dotô tá querendo ir embora. Chama o elevador urgente. Se tiver algum mortal dentro joga pela janela, ok? Obrigado!
Quando vejo esse tipo de juiz, e toda vez que vejo a placa de elevador privativo para magistrados no tribunal, lembro de como essa música brilhante ainda é atual e quanto trabalho temos a fazer. E olha que sou branco meio alemão, e não sou exatamente do samba.
Se temos alguns entulhos da ditadura, diria que esse tratamento dispensados ao juízes é entulho da monarquia. E olha que os nossos juízes são doutrinariamente do tipo que nasceu na Revolução Francesa, quando a idéia era ser julgado por seus pares, não por um nobre superior.
Mas que pares são esses, que não andam de ônibus, que não querem ser chamados de servidores públicos, que têm tratamento de celebridade, que não podem apertar um botão de elevador, nem podem se misturar no elevador com a população que estão julgando, no mesmo lugar em que convivem advogados adversários e partes em conflito, sem medo?
Em Osasco, há algum tempo, um Juiz do Trabalho envolveu-se numa confusão num Motel com o marido de uma advogada que tinha impetrado “embargos extrajudiciais de vagina”. O Juiz garanhão, a advogada infiel e seu marido cornudo foram levados à Delegacia. Quando o auto de fragrante por agressões mútuas estava sendo lavrado sua excelência resolveu dar uma “carteirada”. Para azar do Juiz havia jornalistas na Delegacia e a história acabou sendo manchete num jornal local. Ha, ha, ha… todos riram muito da noticia na cidade, exceto os envolvidos na patranha sexojudicial.
Estados pre-medievais, Rio Grande do Norte , o de pior governança do Pais e o pior ainda, o Maranhão e ainda dizem que o Brasil é a “”6ª potencia do mundo” com essa gente.
Jorge Nicolau
5 de janeiro de 2014 2:01 amDesembargador?
Já tinhamos o Batman , agora encontramos o Robin!
Fulvia
5 de janeiro de 2014 11:48 amA foto do Robin, tínhamos o
A foto do Robin, tínhamos o criador, agora temos a criatura.
alessandroaf
5 de janeiro de 2014 12:35 pmJuiz Robin
e ainda amarelou. Precisou ficar se escondendo atrás da polícia, depois do esculacho que levou do cidadão.
valeu, Mídia Ninja.
implacavel
5 de janeiro de 2014 2:20 amNinja
Midia Ninja, uma nova forma de fazer jornalismo…
Anarquista Lúcida
5 de janeiro de 2014 2:37 amSó consegui ouvir a voz da moça q filmava…
Nao tô duvidando da história, que acho plausível, só dizendo que o vídeo nao a prova, nao deixa clara a ofensa do sujeito.
Aleandro Chavez
5 de janeiro de 2014 3:02 amO fato de a polícia ter sido
O fato de a polícia ter sido chamada para resolver uma pendência pessoal como essa já depõe contra ele.
Mardone
5 de janeiro de 2014 8:36 amNem precisa de vídeo
Nem deveriam trazer videos, pois o testemunho das várias pessoas no restaurante deveria já ser suficiente para enquadrar esse cidadão.
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Magistrados e suas preferências:
PORTARIA Nº RJ-PGD-2007/00073 de 3 de agosto de 2007
RESOLVE:
Nos prédios da Seção Judiciária do Rio de Janeiro na Capital haverá em cada bloco ou anexo, 01 (um) elevador que será privativo e preferencialmente utilizado por Magistrados, Desembargadores e membros do Ministério Público, o qual será identificado com a placa de “privativo”.
a) quando da chegada dos Magistrados desta Seção Judiciária em suas dependências seja por suas entradas principais ou pelo estacionamento, será imediatamente feito contato pelo Agente de Segurança ou pela Vigilância com o ascensorista do elevador privativo para que este fique aguardando e proceda ao embarque da Autoridade;
b) quando da saída do Magistrado, a respectiva Vara deverá fazer contato com a segurança para que esta providencie o elevador privativo;
c) as demais Autoridades deverão se identificar a um Agente de Segurança para poderem fazer uso privativo e preferencial do elevador
II – Na hipótese de não haver Autoridade para fazer uso do elevador privativo, e sendo vislumbrado um grande fluxo de servidores e usuários em geral desta Seção Judiciária o elevador privativo poderá ser utilizado por estes;
Traduzindo:
– Segurança: Oi, assenssorista, chegou uma Otoridade!! Traz o elevador que o dotô não quer ficar esperando como as pessoas comuns (ralé).
– Ascensorista 1: nossa! Tem uma fila enorme e esse elevador privativo das otoridades vazio! Será que não podemos liberar o elevador privativo nesse caso?
– Ascensorista 2: diz aqui que se não tiver nenhuma Otoridade pode liberar. Mas diga a eles para limpar os pés antes de entrar.
– Funcionário da Vara: Oi, Segurança. O dotô tá querendo ir embora. Chama o elevador urgente. Se tiver algum mortal dentro joga pela janela, ok? Obrigado!
Ricardo.,.,.,.
5 de janeiro de 2014 5:07 pmQuando vejo esse tipo de
Quando vejo esse tipo de juiz, e toda vez que vejo a placa de elevador privativo para magistrados no tribunal, lembro de como essa música brilhante ainda é atual e quanto trabalho temos a fazer. E olha que sou branco meio alemão, e não sou exatamente do samba.
Se temos alguns entulhos da ditadura, diria que esse tratamento dispensados ao juízes é entulho da monarquia. E olha que os nossos juízes são doutrinariamente do tipo que nasceu na Revolução Francesa, quando a idéia era ser julgado por seus pares, não por um nobre superior.
Mas que pares são esses, que não andam de ônibus, que não querem ser chamados de servidores públicos, que têm tratamento de celebridade, que não podem apertar um botão de elevador, nem podem se misturar no elevador com a população que estão julgando, no mesmo lugar em que convivem advogados adversários e partes em conflito, sem medo?
http://www.youtube.com/watch?v=j59LwZB2ihw
Mardone
5 de janeiro de 2014 6:23 pmUm presente procê, Ricardo. Hehe
P.S: se tiver algum magistrado aqui, por favor pegue esta placa e… coloque-a onde desejar. Obrigado.
alexis
5 de janeiro de 2014 8:27 amProva confusa
O que vale aqui é a presença massiva de testemunhas em apoio ao empresário que denunciou ao Juiz
Fábio de Oliveira Ribeiro
5 de janeiro de 2014 9:35 amEm Osasco, há algum tempo, um
Em Osasco, há algum tempo, um Juiz do Trabalho envolveu-se numa confusão num Motel com o marido de uma advogada que tinha impetrado “embargos extrajudiciais de vagina”. O Juiz garanhão, a advogada infiel e seu marido cornudo foram levados à Delegacia. Quando o auto de fragrante por agressões mútuas estava sendo lavrado sua excelência resolveu dar uma “carteirada”. Para azar do Juiz havia jornalistas na Delegacia e a história acabou sendo manchete num jornal local. Ha, ha, ha… todos riram muito da noticia na cidade, exceto os envolvidos na patranha sexojudicial.
Motta Araujo
5 de janeiro de 2014 6:02 pmEstados pre-medievais, Rio
Estados pre-medievais, Rio Grande do Norte , o de pior governança do Pais e o pior ainda, o Maranhão e ainda dizem que o Brasil é a “”6ª potencia do mundo” com essa gente.