5 de junho de 2026

O acordo sino-brasileiro na área espacial

A queda do satélite sino-brasileiro, dias atrás, foi uma fatalidade chinesa. O satélite foi desenvolvido conjuntamente pelos dois países; o lançamento, responsabilidade chinesa. O lançador já havia enviado 36 satélites para o espaço. Falhou pela primeira e última vez na semana passada.

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Mas não compromete um acordo que começou em 1978 e se mantém com laços firmes entre o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e o setor aeroespacial chinês.

***

Nos 25 anos de acordo, foram desenvolvidos cinco satélites, o primeiro dos quais lançado em 1999. A série sino-brasileiro, os satélites CBERS (Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres) têm uma tonelada e meio de peso e são dotados de três câmeras.

***

O programa sino-brasileiro pode ser dividido em duas fases.

A primeira, de 1988 a 2002, contratou os CBERS 1 e 2. Assinado no final de 2002, a segunda etapa contratou os CBERS 3 e 4.

***

Nos anos 80, o acordo sino-brasileiro era a fronteira tecnológica da China. As primeiras câmeras colocadas no espaço foram celebradas como o quinto maior avanço tecnológico do país.

Em 2003 a China lançou a primeira nave tripulada, tornando-se o terceiro país a colocar o homem no espaço. A distância tecnológica entre os dois parceiros tornou-se enorme.

***

Na negociação da Fase 2 definiram-se os seguintes pontos:

1.    Manter-se-ia a proporção inicial de gastos de cada país: 30% do Brasil e 70% da China.

2.    O lançamento seria na China; a integração (montagem das peças) no Brasil.

3.    Não haveria mudanças no padrão inicial dos satélites, para minimizar riscos. Mas acabou-se mexendo na configuração, colocando câmeras de alta resolução.

***

O satélite permitiu ao INPE inovar no uso das imagens. Em vez de imagens de alta resolução, vendidas, optou-se por modelos mais simples que permitissem o mapeamento de problemas ambientais, de safras, de desastres naturais, trabalhando em bancos de dados abertos.

Hoje em dia, há 17 mil usuários dos CBERS. Uma pesquisa com 25% deles revelou que o aproveitamento dos dados resultou na criação de 2 mil empregos diretos.

***

 

O satélite permitiu inovações radicais na área ótica. Mas a construção conviveu com toda sorte de intempéries, das quais a maior foi a resistência do Departamento de Estado norte-americano em liberar a venda de componentes.

Todos os componentes são submetidos ao Regulamentos de Exportação de Armas de Fogo (International Traffic in Arms Regulations, ou ITAR). Pelo ITAR, qualquer plataforma orbital é considerada armamento.

***

Se a China tornou-se tão superior ao país no setor aeroespacial, qual a razão para manter a parceria?

Em parte, por lealdade. Na epidemia de SARS, que praticamente parou a China, missões diplomáticas chegaram a cerrar portas. Mas o INPE manteve-se firme. A segunda razão, mais substantiva, é a questão geopolítica e a necessidade da China estreitar relações com grandes produtores de matérias primas.

***

Segundo o presidente do INPE, Leonel Fernando Perondi, o acordo permitiu avanços em quatro áreas: estrutura, controle térmico, suprimento de energia, propulsão.

Para o Brasil ter autonomia completa, falta apenas o domínio do ciclo de controle de atitude e órbita.

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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53 Comentários
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  1. Fauzi Achôa

    18 de dezembro de 2013 9:47 am

    Satélite Brasil/China

    Quem está bem desenvolvido e necessitando parceria aeroespacial é o Irã. Acaba de lançar pela segunda vez um ser vivo ao espaço.

    Uma parceria a mais não faria mal ao Brasil principalmente se fosse no plano teórico, pois ainda nos ressentimos dos nossos principais técnicos, mortos em acidente (acidente?).

     

    1. Athos

      18 de dezembro de 2013 2:55 pm

      O Brasil não precisa de
      O Brasil não precisa de parceria.
      Precisa decidir-se por ir.
      Simples assim.

  2. Julio Palmieri

    18 de dezembro de 2013 10:24 am

    primeira e ultima

    primeira e ultima vez!!!!!

     

    como saber se será a ultima vez, esse tipo de operação e de alto risco, não e frequente mas esses acidentes ocorrem,  poderá infelizmente ocorrer novamente.

     

     

  3. F Pait

    18 de dezembro de 2013 11:06 am

    Em resumo, um desastre, mas tudo bem

    Em resumo, o acordo com a China é um desastre para o Brasil, que não ganhou nada que não pudesse ter sido comprado por uma fração do preço e perdeu o trabalho de anos. Mas tudo bem, vamos procurar aspectos positivos, porque a China é uma ditadura genocida anti-americana, e no final é só isso que importa, a luta contra a democracia.

    1. André LB

      18 de dezembro de 2013 12:04 pm

      “O satélite permitiu ao INPE

      “O satélite permitiu ao INPE inovar no uso das imagens. Em vez de imagens de alta resolução, vendidas, optou-se por modelos mais simples que permitissem o mapeamento de problemas ambientais, de safras, de desastres naturais, trabalhando em bancos de dados abertos.

      Hoje em dia, há 17 mil usuários dos CBERS. Uma pesquisa com 25% deles revelou que o aproveitamento dos dados resultou na criação de 2 mil empregos diretos.

       (…)

      Segundo o presidente do INPE, Leonel Fernando Perondi, o acordo permitiu avanços em quatro áreas: estrutura, controle térmico, suprimento de energia, propulsão.”

        Fala a verdade: você nem leu o texto, só sofreu um comichão incrível para criticar, não é?

    2. Roberto Monteiro

      18 de dezembro de 2013 12:07 pm

      Tens certeza?

      Então tu preferes a democracia genocida norte-americana? Ou vais me dizer que invadir, estimular e patrocinar invasões e revoltas mundo a fora que causam milhares de mortes não é genocídio? Também não concordo com as mortes impostas pelo regime chinês, mas pelo menos eles (os chineses) não se escondem sob o manto da democracia. Quanta hipocrisia!

      1. leonidas

        18 de dezembro de 2013 2:34 pm

        Eu acho que prefiro ( imagino

        Eu acho que prefiro ( imagino que voce tambem )   viver na hipocrisia norte americana e brasileira do que na hipocrisia chinesa…

        Pois ainda que seja ( na suas palavras ) tudo ” igual ” na hipocrisia norte americana /brasileira vc é livre para postar coisas como essas, ja na hipocrisia chinesa voce teria problemas

        Entao melhor a gente tambem deixar de HIPOCRISIA na hora de querer falar algo né? rs 

        1. ruyacquaviva

          18 de dezembro de 2013 3:58 pm

          Se você quer propor parar de

          Se você quer propor parar de hipocrisia, deveria começar primeiro. Mas acho que isso está além da sua natureza.

          A decantada liberdade americana já não é a mesma coisa.

          Os EUA tem a maior população carcerária do mundo, com maioria disparada de negros, que são uma minoria na população em geral.

          Tem calabouços em Guantánamo e outras partes menos conhecidas do mundo, onde pessoas presas por motivação política. sem acusação definida e sem direito a um processo legal e sem direito a defesa, são torturadas sem o menor respeito aos direitos humanos e às leis internacionais.

          Os EUA invadem a privacidade de seus cidadãos, espionam e prendem pelos motivos mais banais, tudo em nome do que chamam de “segurança nacional”.

          A China tem cinco mil anos de civilização e nunca foi uma democracia. Este é um dos períodos de maior liberdade que essa civilização já teve, incluindo aí o período em que foram colonizados pelos ocidentais. Não há hipocrisia, é uma sociedade repressiva como sempre foi.

          Mas os EUA usam a sua propalada liberdade e democracia de forma absolutamente hipócrita. Você tem liberdade enquanto o que você diz não afeta o governo e os donos do poder econômico (que manda no governo). Se começar a juntar pessoas em prol de uma causa que não seja de interesse do poder econômico a liberdade se acaba e você vai ser reprimido.

          Claro que um mentiroso compulsivo que vive propalando mentiras e agindo de forma insidiosa, vai preferir a hipocrisia americana porque age de acordo com o seu próprio modus operandi (mentira, insídia e má-fé).

          1. leonidas

            18 de dezembro de 2013 4:25 pm

            O Ruy ataca novamente! rsele

            O Ruy ataca novamente! rs

            ele só nao cita que na China ele nao poderia estar fazendo o que faz aqui , exceto e claro que lá talvez ele tambem fosse procurador do PC chines e neste caso teria direito a falar do que jeito que gosta ou seja flexibilizando todos os conceitos caros a qualquer humanista à luz de sua conivencia e para isso mistura fatos como a China desconhecer o que seja democracia ( caso da Russia tambem como o oriente medio ) para legitimar totalitarismo e torna-los aceitaveis apenas pq na democracia ocidental ocorra espionagem que tambem ocorre na China e no mundo totalitario ( a diferença é que la o numero de pessoas presas, torturadas e executada é infinitamente superior ao que ocorre no mundo ocidenta

            Não que isso justifique o mundo ocidental mas a gente tem que lembrar dessas coisas quando a má fé de certas pessoas tenta manipular os fatos para tirar proveito politico

            Interessantissimo nesse tipo de progressista é que ele defenda regimes totalitarios como China e Cuba mas obviamente prefere faze-lo morando em um pais ocidental com a democracia burguesa e vivendo , e usufrindo do modo de vida capitalista e imperialista…rs

          2. Julião

            18 de dezembro de 2013 6:43 pm

            O que eu entendi

            Eu entendi da escrita do Rui é que o estado chines é repressivo desde 40.00 anos atrás e isto é verdade. Tambem o momento atual é o mais demodrático da história chinesa e isto tambem é verdade. Vale o mesmo para o Japão, que só no pós  guerra ficou mais democrático (mais não tanto) e no momento torna-se mais duro.

            Já os USA tem uma história um pouco mais democrática, lembrando sempre que o extermínio dos indios e a escravidão negra são períodos de extrema repressão e genocidio.

            O fato principal é que os USA nos anos do pós guerra vendeu uma imagem de democracia plena e tolerancia aos desvios internos e externos (na opinião das suas elites). No momento eles porem dividiram o mundo básicamente em quatro grupos: o primeiro é branco e congrega USA, Canada, Europa, Austrália. parte da Russia e outros menores.

            O segundo é o mundo amarelo (|China, parte da Russia e Japão) que só num tempo presente, foi considerado como humanos. Atrualmente são levados em consideração pela seu potencial de consumo.

            O terceiro grupo são os latinos americanos, vulgos CUCARACHAS que são os preguiçosos, bandidos, traficantes de drogas e incivilisados, que sempre foram e os USA acham que devem continuar a ser, o seu quintal. A não ser o Brasil o restante é desimportante quanto a vizão do Deus Mercado e todos são e deverão a ser fornecedores de matérias primas e comida.

            O quarto são os islamistas (arabes e não árabes) que é o grupo de terrorristas e devem ser mortos por drones guiados pela CIA, sem saber quem são as pessoas que estão sendo mortas. No momento são os inimigos eleitos na falta de outros melhores pela sua incapacidade de reação.

            Tem um outro grupamento mas não são considerado humanos pelos americanos, que são os africanos negros e que foram legados ao esquecimento e desejando que exterminem-se uns aos outros. Não participam do mercado global e não interessam e não existem a não ser na hora de vender armas para que matem-se uns aos outros.

            Então, caro Leonidas, QUE TIPO  DE DEMOCRACIA É ESTA QUE LÁ EXISTE?  O país que atualmente desagrega todo o mundo, promove todos os golpes político contra governos democráticos onde quer que seja, mantem um estado de guerra permanente que algum outro país, internamente controlador, invasor e repressivo, externamente agressivo e manipulador, sistema financeiros capaz de criar crises financeira mundiais por seu sistema financeiro ávido e canalha, com uma política antisocial internamente e muito mais.

            Não estamos falando que morar na China é bom, mas morar no resto do mundo está ficando difícil, devido a interferencia americana em todo local onde “acreditam ter seus interesses contrariados”.

          3. Julião

            18 de dezembro de 2013 6:44 pm

            Errei

            O estado chines é repressivo a 4.000 anos!

          4. leonidas

            18 de dezembro de 2013 8:01 pm

            Não existe democracia


            Não existe democracia perfeita

            Sao conceitos que apesar de falhos devem ser almejados ainda que nunca em sua totalidade

            Pensar assim e tentar relativsar o conceito de democracia do mundo ocidental é algo meio infantil

            Morar na China nao é bom e a interferencia americana ( norte americana ) e inerente a condiçao deles de Super Potencia

            Alias entre outras coisas essa interferencia ( cultural, cientifica , politica , etc ) é que permite a voce e a nos dispor de GPS, Internet, Facebook entre outras coisas

            O mundo real é assim mesmo, quem pode mais chora menos, existem paises que mandam e paises que obedecem, uns admitem sua condiçao de submisso outros preferem se auto enganar com retorica

            Ao inves de tomarem vergonha na cara e dotar seus parques industriais com condiçoes tecnoligicas e educacionais para alcançar verdadeira soberania ( caso da China, Japao , Coreia do Sul ) ficam chorando pelos cantos com magoa e ressentimento e atribuindo seu fracasso como naçao a perseguiçoes yankees… 

          5. ruyacquaviva

            18 de dezembro de 2013 9:27 pm

            O Leonidas parece um

            O Leonidas parece um dicionário de chavões e clichês copiados de algum manual da guerra fria.

            Deve ter arrematado uma cartilha do CCC em algum sebo da TFP e decorado tudo.

            E como chuta o sujeito!

            Ele sabe que não é bom morar na China, que os EUA são um pedacinho do céu na Terra, é capaz até de saber como é o clima em Saturno… Afinal ele não precisa ter estado em um lugar e nem te conhecer, para saber exatamente como você irá se sentir em cada um desses lugares.

            Tudo com uma certeza cristalina, típica dos doutrinados acríticos.

            A mediocridade de sujeito é tanta que ele não conseguiu enquadrar minha avaliação sobre a China e os EUA em outro contexto que não seja no manual de macartismo que ele decorou.

            Não consegue enxergar que o discursinho de “liberdade” da sua cartilha vale não para o ser humano, mas para o dinheiro. Não entende a diferença entre a liberdade de um milionário, de uma  pessoa de classe média e de um pobre. Não vê que a liberdade nos EUA e para quem pode pagar por ela. E nem consegue conceber um mundo que não esteja enquadrado no maniqueísmo medíocre que parece ser a única coisa que cabe em sua mente limitada.

            Ele fala como se todo mundo que fosse morar nos EUA fosse ficar rico e usufruir da liberdade conquistada pelo dinheiro, quando na verdade a maioria dos que para lá se mudam vive uma realidade muito diferente do que é vendida pelos deslumbrados americanófilos, principalmente os mais fanáticos como esse tal de Leonidas, sendo submetido à velha máxima direitista de que “manda quem pode e obedece quem tem juizo”.

          6. Julião

            18 de dezembro de 2013 9:37 pm

            A resposta não invalidou

            A sus resposta não invalidou nada do que eu escrevi. O berço da chamada “democracia americana” nada mais é de que um país, com governo reacionário, militarista, agressivo, desestabilizador econômico do mundo  e fundamentalmente SACANA. Se, na sua opinião,  a condição atual de superpotencia dá direito a ser esta porcaria, não sou obrigado a concordar com isto. 

    3. jluizberg

      18 de dezembro de 2013 12:28 pm

      Tecnologia Chinesa

      Os chineses acabaram de colocar um veículo na lua, e se tornaram o terceiro país no mundo (EUA, Russia e China) a conseguir fazer isso.

      Ontem eu estava ouvindo um especialista Britânico elogiando o programa espacial Chines na BBC, e contando uma série de peculiaridades sobre ele, entre elas uma importante: ao contrário de outros lançamentos, esse veículo não tinha um lugar exato determinado para o pouso. Ao fazer a aproximação, o lançador mapeou o solo e determinou por inteligência artificial o melhor lugar, que foi um sucesso completo.

      Essa tecnologia nem EUA nem Russia tem, e mostra a diferença entre os Chineses e eles: ao invés de ficar fazendo guerrinhas e se metendo nos problemas internos dos outros, eles sentam a bunda na cadeira e estudam até dominar completamente a tecnologia. Deixam os idiotas lutarem contra ou a favor da democracia, e eles lutam a favor deles mesmos.

      É exatamente esse tipo de tecnologia que o Brasil e os brasileiros, principalmente os com complexo de vira-latas precisam aprender, a cuidar dos seus problemas e fazer parcerias com quem pode trazer vantagens ao país.

      Aliás, a China é uma ditadura genocida anti-americana, mas não tenho conhecmento de que eles tenham invadido inúmeros países e matado centenas de milhares de pessoas sob alegações falsas. Também só conheço um único país que já usou não uma, mas duas bombas nucleares contra alvos civis, e absolutamente sem motivos. Agora ficamos sabendo também que países “guardiões da liberdade” violam comunicações no mundo todo, e apoiam ditaduras sanguinárias e bélicas no Oriente Médio, desde que suportem suas políticas e hospedem suas bases militares.

      Ai vemos uma política de um desses países declarar que quando o “líder do mundo livre” aperta a mão de um ditador como Raul Castro, está corroborando suas atitudes. Gostaria de dizer a essa senhora que se o Brasil é considerado parte do tal “mundo livre”, eu não escolhi ningúem para ser meu líder, e aliás, acho que o líder que ela escolheu não possui a menor qualificação moral para isso.

      Só escrevi isso para mostrar que em política externa, os problemas dos outros países devem ser resolvidos pelos outros países, ou no máximo pela ONU (se ela funcionasse de verdade). Enquanto isso, precisamos cuidar dos nossos problemas, e por isso a parceria com a China é excelente para o Brasil, e absolutamente estratégica não só pela capacidade técnica deles, mas pela disposição de compartilhá-la, o que não ocorre com os “líderes do mundo livre”.

       

      1. André LB

        18 de dezembro de 2013 12:32 pm

          CLAP CLAP CLAP CLAP
         

          CLAP CLAP CLAP CLAP

          Colega jluizberg, seu texto só tem um defeito: a inveja que causa em mim por não tê-lo escrito. Resposta irretocável.

      2. leonidas

        18 de dezembro de 2013 2:29 pm

        Certamente voce nao considera

        Certamente voce nao considera o tibet um pais certo?

        rs

        E calma la com o andor que se a China nao se expandiu milirtamente contra naçoes vizinhas nao o fez por falta de contexto ( chegou tarde para poder brincar disso ) pois la na asia ao contrario daqui existe naçoes serias que levam a serio sua capacidde de defesa

        A PLAN tem que se virar com a Marinha Coreana ( fortissima ) com a Japonesa, e a de Taiwan para nao falar da Indiana

        Naquele continente nao ha bufoes que só fala  abobrinha e um oceano de pelegos que saem atras deles avalizando ideias de pais potencia por ouvir dizer

        Sobre a supremacia tecnologica chinesa…rsrsrs

        Ela é tao grande que os caças J 20 estao usando motores russos e nao ha previsao de quando poderao utilizar as turbinas de desenho local

        O caça J 11 foi feito com ferramental e planos comprados junto aos ucranianos e muita engenharia reversa mas mesmo assim a China ainda tem problemas a serem resolvidos prova disso que esta negociando a compra de caças Su 35 da Russia 

        Menos amigo , menos…rs

         

        Obs: A exploraçao absolutamente predatoria do ponto de vista economico por parte da China ja é uma realidade na Africa e se depender de certos ufanistas /pelegos sera por aqui tambem…

        1. Athos

          18 de dezembro de 2013 3:56 pm

          Sabia que o próximo

          Sabia que o próximo “presidente” do Tibet é Americano?

          Presidente entre aspas porque aquilo era uma ditadura monoteista.

          1. leonidas

            18 de dezembro de 2013 4:26 pm

            O que nao muda o fato de ter

            O que nao muda o fato de ter sido invadido …

          2. rmoraes

            18 de dezembro de 2013 8:31 pm

            Sim, sim! A China levou ao

            Sim, sim! A China levou ao Tibet a democracia, do mesmo modo que os norte-americanos a levaram à Líbia!

            Ah, democracia, palavra prostituída….. tantos fascistas que frequentam o blogue se escondem atrás desta palavra….

          3. rmoraes

            18 de dezembro de 2013 8:41 pm

            História do Tibet

            Há tempos eu escrevi/traduzi extenso material sobre ao Tibet. Quem tiver paciencia de seguir o link interno e achar os sete artigos sobre o asssunto, aí vai o primeiro: http://my.opera.com/rmoraes/blog/o-tibet-e-o-conturbado-seculo-xx

          4. leonidas

            18 de dezembro de 2013 8:55 pm

            Na verdade quem mais usa a

            Na verdade quem mais usa a palavra democracia é totalitarios de esquerda

            A palavra foi banalizada para sofismas por parte dos tais que chegam ao absurdo de afirmar que em Cuba as coisas sao resolvidas em debates democraticos…rs

            Vejam só como se fosse possivel conciliar democracia com ditadura

          5. rmoraes

            18 de dezembro de 2013 11:24 pm

            Cuba… ora Cuba….

            Bem, Leônidas, eu não disse que VOCÊ era um fascista! Mesmo porque eu nem o conheço. Agora, uma coisa é certa: são esta laia de gente que, para acabar a conversa apontam Cuba (como se eu mesmo não tivesse dados estatísticos sobre o que lá se passa), geralmente com o dedão ainda pingando o sangue de sem-terra, indios, sem- teto e o mais que seja…. O fato é que “Democracia” é o que a gente pode fazer em casa e estamos ainda capengando nesta tarefa.

      3. Jr

        18 de dezembro de 2013 3:39 pm

        Tá doidim?

        Acha que os EUA não tem a tecnologia? FAz qto tempo que os EUA não mandam foguete pra lua camarada?

      4. Athos

        18 de dezembro de 2013 3:55 pm

        O fato deles não escolherem o

        O fato deles não escolherem o local de pouso não é uma vantagem ok.

        Mostra simplesmente que eles não controlam a tragetória 100%.

    4. Bob_

      18 de dezembro de 2013 1:01 pm

      Mais realista que o rei…

      Engraçado, as empresas americanas não se importam nem um pouco em fazer negócios com a ditadura comunista genocida anti-americana…

      Lembra quando um avião de espionagem americano caiu na China e Mr. Bush pediu que o mesmo fosse reenviado aos EUA? Tomou um NÃO na cara, enfiou o rabo entre as pernas e ficou pianinho!

      Por que será que isso aconteceu? Porque Bush é esperto, ele sabe que qualquer ato contra a China vai resultar em retaliação contra empresas americanas… as mesmas que financiam os partidos!

      Ou seja, o governo americano não se importa nem um pouco se a China é uma ditadura comunista genocida anti-americana (do mesmo jeito que não se importa com monarquias medievais no Golfo Pérsico), o que importa é dinheiro na conta: capitalismo, lembra? É que o capitalismo lá é mais avançado, pra eles dinheiro não tem pedigree, sobrenome nem classe social, diferente do pensamento medieval/ibérico predominante em certas regiões pouco desenvolvidas do globo.

      É mais ou menos o mesmo princípio do Noriega: eles são uns fdps, mas são nossos fdps!

    5. Antonio Carlos Silva - RJ

      18 de dezembro de 2013 3:59 pm

       
      Desastre insuportavelmente

       

      Desastre insuportavelmente caro para o povo brasileiro é o tesouro nacional bancar isto aqui :

       

      uarta-feira, 18 de dezembro de 2013

      STF tem 269 funcionários por gabinete. Mais do dobro do Senado

       
      Sempre alvo de denuncismo no noticiário – muitas vezes merecido – o Congresso Nacional foi constantemente criticado como se fosse o poder mais perdulário nos gastos públicos. Principalmente o Senado por ter apenas 81 senadores, enquanto a Câmara possui 513 deputados. Pois não é que o Supremo Tribunal Federal (STF) deixa o Senado no chinelo! O STF tem 269 funcionário por ministro, enquanto no Senado a relação é de 105 funcionários por senador. Os números, obtidos nos portais da transparência, incluem concursados, comissionados e terceirizados. Com apenas 11 ministros, o STF tem 1086 funcionários efetivos (concursados), 576 comissionados (nomeados sem concurso), e cerca de 1297 terceirizados. Todos os números chamam atenção pela excesso, mas em especial os 576 comissionados, em um órgão de natureza técnica, com os ministros tendo cargos vitalícios. Para quê tantos cargos escolhidos a dedo, sem concurso? Vá lá que cada ministro leve 2 ou 3 assessores de sua estrita confiança. Mais do que isso, deveriam utilizarem-se dos recursos humanos concursados à disposição. Além do elevado número de funcionários, a Corte inflou o número de beneficiários do plano de saúde STF-Med, segundo reportagem  de um jornal carioca publicada no domingo (15), — e que não foi propagado pela grande imprensa. Informou ao Ministério do Planejamento, para efeito de repasse de verbas, haver entre 6,1 mil e 6,7 mil servidores e dependentes nos últimos três anos, quando o número real era 4,2 mil beneficiários. O erro onerou indevidamente o tesouro nacional em R$ 5,6 milhões por ano, acima do valor que deveria ser repassado. Outra notícia envolvendo o STF  que também não teve repercussão na imprensa, foi o fato de o ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), determinar  ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ/SP) que restabeleça a remuneração completa do desembargador Arthur Del Guércio Filho, afastado das funções desde 3 de abril por suspeita de corrupção e alvo de procedimento disciplinar. Del Guércio está sob investigação da Polícia Federal, por ordem do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A apuração mostra que era hábito do magistrado enviar torpedos por celular para advogados solicitando quantias em dinheiro, até R$ 35 mil na maioria das incursões. “Tudo a sugerir um verdadeiro padrão de comportamento desbordante da mais comezinha postura expectável de um magistrado”, recriminou o presidente do TJ, desembargador Ivan Sartori, quando foi aberto o procedimento disciplinar, há 8 meses. Para Joaquim Barbosa, “a irresignação (de Del Guércio) merece acolhida

       

       

       

       

      1. Antonio Carlos Silva - RJ

        18 de dezembro de 2013 4:07 pm

         
        “..Com apenas 11 ministros,

         

        “..Com apenas 11 ministros, o STF tem 1086 funcionários efetivos (concursados), 576 comissionados (nomeados sem concurso), e cerca de 1297 terceirizados….”

         

        Creio que nem na Arábia Saudita exista um judiciário tão inconsequente  .

         

        1. Alexandre Augusto Godinho de Oliveira

          19 de dezembro de 2013 12:33 am

          … e improdutivo, com

          … e improdutivo, com chicaneiro no comando.

    6. Didico

      18 de dezembro de 2013 7:27 pm

      Sinto lhe informar, mas vc

      Sinto lhe informar, mas vc não entende nada deste assunto. Se eu fosse vc, apagaria seu comentário.

  4. Alexandre Weber - Santos -SP

    18 de dezembro de 2013 12:27 pm

    Kia e Foguetes

    Quando a Kia chegou ao Brasil com as Bestas me perguntei, como um país sem tradição na indústria automobilistica consegue, do nada, construir carros com capacidade de concorrer com os japoneses e americanos. Alguns anos depois descobri que a tecnologia vinha dos USA, que com problemas com os sindicatos, que não deixavam robotizar as fábricas de lá, exportaram a produção de novos veículos, com marcas asiáticas, para a coreia. Se não me engano a GM dá a tecnologia da Kia e a Ford a da Hyunday.

    Os satélites e foguetes chineses são a mesma coisa, russos, com um a mais, o aporte da tecnologia de ponta que os expatriados chineses que estudam na Europa, no Japão e nos USA importaram para a China. Fora a imensa tradição chinesa nas artes manuais, que se expandiu para a manufatura.

    O Brasil, se não estivesse atolado nos Juros Pornográficos que manietam nosso desenvolvimento estaria hoje, com certeza, em patamar de desenvolvimento igual ou superior.

    1. Athos

      18 de dezembro de 2013 3:51 pm

      Sua abordagem quanto as

      Sua abordagem quanto as montadoras coreanas está incorreta.

      Vc induz as pessoas a pensar que houve acordo entre montadoras. Os coreanos simplesmente contrataram gente.

      A Hyunday contratou da Mercedes e trocou toda sua linha de carros. Estratégia comercial pura e simples.

       

      E no ramo de propulsão de foguetes, não há acordo tecnológico nem como roubar tecnologia. Os chineses estão lá porque estudaram e fizeram.

      Ninguém fornece tecnologia de propulsão. Absolutamente ninguém!

      1. Alexandre Weber - Santos -SP

        18 de dezembro de 2013 5:05 pm

        O espirito da coisa

        Realmente não sei se existiu acordo ou roubo de patentes no caso dos carros da Hyunday, mas sendo da Ford ou da Mercedes não invalida o meu ponto, que era ressaltar a inaptidão dos coreanos para produzirem carros com tecnologia competitiva sem o auxílio externo.

        No caso dos sistemas de propulsão de foguetes, as turbinas, nem Russos, nem Americanos, a tecnologia era Alemã e foi levada de lá quando terminou a segunda guerra mundial. Penso que neste ramo de atividades TUDO SE COPIA, mesmo porque, ninguém vai discutir patentes em empreendimentos militares secretos. Quanto a se comprar estes conhecimentos ou artefatos para a engenharia reversa, corre por ai que os Ucranianos venderam arsenais atômicos  a quem pagasse, se até ogivas foram negociadas, muito mais facilmente meia dúzia de turbinas com seus planos.

        O Brasil deveria estar neste mercado se não estivesse submetido ao garrote dos juros pornográficos.

        1. junior50

          18 de dezembro de 2013 11:09 pm

          Ucrania

             Que a Ucrania é uma “praga” em atravessar embargos de armas, é uma verdade que a ONU está careca de saber, Somália, Sudão, libia, Siria, Geórgia, Nagorno Karabash, sempre tem ucraniano no rolo, tanto com a Yulia Timoshenko como com o Yanuchevich.

              Mas no caso de engenhos nucleares, ogivas, missieis e demais vetores que eles possuiam, desde 2001 dentro do programa Lugar – Nunn ( senadores americanos), e o pagamento pelos Estados Unidos de US$ 1,3 Bilhão, eles se desfizeram de todo este arsenal, que ou foi desativado com supervisão americana e européia (OCCAR e Cons. Segurança Europeu), ou entregue para a Russia ( aviões e misseis IRBM e ICBMs, sem as ogivas).

              O DTRA ( Lugar – Nunn Program), alem das ogivas ucranianas, tambem financiou o desarmamento nuclear da Bielorussia, Kazaquistão, Azerbaijão e Quirguistão – ex republicas soviéticas que armazenavam armas nucleares, a um custo aproximado de mais de US$ 5,0 Bilhões.

               Mas em armas convencionais, Ucrania é o seguinte: pagou levou – e quem “toma de conta” das vendas é diretamente com o Presidente, tanto que no coflito da Geórgia x Russia, em 2008, um regimento inteiro de misseis SAM ucraniano, que ficava estacionado próximo a Kiev, apareceu na Geórgia em menos de dois dias – nem foi “vendido”, foi alugado (leasing operacional), depois retornou a Ucrania. Abateu 3 aeronaves russas, incluindo um TU-22MS, e varios helicopteros.

    2. junior50

      18 de dezembro de 2013 8:28 pm

      Daewoo e chineses

        Os modelos Daewoo eram internamente ( motor e cambio ) da GM, tive um que calçava peças do Monza/Vectra e Omega, e quanto aos demais “chaebols” sul-coreanos (Hyundai, Samsung etc..), quase estatais, eles tiveram um grande impulso após os anos 50, devido a alguns acordos de cooperação industrial e tecnológica (sem custos), firmados após a 2a GM, com o Japão e após a Guerra da Coréia, com os Estados Unidos.

         Quanto aos chineses, podemos pegar por exemplo a Chery:

          – desing/motor/cambio: elaborados através de contratos entre os chineses e empresas de consultoria em engenharia européias, caso dos motores ACTECO cuja patente original é da autriaca AVL, hj. fabricados na China, e fornecidos inclusive para alguns modelos europeus da FIAT.

          – parte elétrica e eletronica: Bosch e Siemens, sob encomenda e supervisão chinesa, hj. estas empresas estão instaladas na China ( obrigatório o treinamento de mão de obra local ).

          – internacionalização: em 2012, a Chery adquiriu parte significativa da Jaguar/Land Rover na Inglaterra, agregando valor futuro a sua linha luxo: Qoros.

          – outras empresas parceiras da Chery: AC Delco (USA) e Valeo (França).

           Inversamente do Brasil e outros paises como o México, os chineses primeiro analisaram o que o mercado externo e interno desejavam, contrataram consultorias para realizar estes projetos, e depois convocaram as industria de auto-peças e sistemas automotivos para “montar” o veiculo idealizado, em fábricas chinesas.

           Já fizeram o mesmo processo, com tratores e guindastes (Caterpillar p.ex.), helicopteros franceses (acordo dos anos 80, que dura até hj.), com aeronaves russas e ucranianas.

  5. Gilberto de Aquino

    18 de dezembro de 2013 12:44 pm

    CBERS

    Gostaria de parabenizar o Nassif por sempre nos trazer para discusão temas tão relevantes e nacionalistas. Esses assuntos deveriam ter maior divulgação e espaço na mídia.

  6. Fábio de Oliveira Ribeiro

    18 de dezembro de 2013 12:59 pm

    Ao invez de importar

    Ao invez de importar cacarecos chineses com defeito, deveriamos nos concentrar em desenvolver nossa própria tecnologia. A substituição de importações (fundamento do getulismo) tem que se aplicar ao setor aeroespacial. Nossos satélites, nossos foguetes, nossos softwares. É disto que precisamos, nem que para isto sejamos obrigados a cometer erros e aprender com eles (como fizeram os outros povos que ousaram). 

    1. Didico

      18 de dezembro de 2013 7:15 pm

      Temos tecnologia para lançar

      Temos tecnologia para lançar um satélite de sensoriamento remoto? Antes de chamar de cacareco chines, saiba que temos muito a aprender com os chineses e só temos a ganhar com esse acordo. Adquirir esta tecnologia vale ouro.

  7. drigoeira

    18 de dezembro de 2013 12:59 pm

    Fatalidade???

    Não tem nada de fatalidade na queda do satélite. Pesquisa tecnológica é isto aí meu caro. Erros e acertos. E mais erros que acertos. Por isto que a pesquisa é cara, é difícil acertar. E todo lançamento de foguetes são novas tecnologias sendo testadas.

    Só que no Brasil temos que ser certinhos, qualquer erro vira um tsunami. Principalmente para a imprensa golpista.

  8. Maria Izabel L Silva

    18 de dezembro de 2013 1:51 pm

    Eu nem sabia que o Brasil

    Eu nem sabia que o Brasil tinha um acordo com a China, para desnvolvimento de satelites espaciais. Também não sabia que esse acordo era tão antigo. Esse “negocio da china” é pouco discutido e divulgado. Ou eu que estou muito desatualizada?? O setor aero espacila brasileiro só vira noticia quando alguma coisa dá errado. Quando dá certo ( pela materia do Nassif parece que a parceria é um sucesso, apesar desse  fracasso recente e pontual), ninguem diz nada para elogiar. Muito menos a velha midia …

    1. leonidas

      18 de dezembro de 2013 2:47 pm

      A sra esta desatualizada…

      A sra esta desatualizada…

  9. Conejo 10

    18 de dezembro de 2013 2:07 pm

    Inversão das noticias

    Nassif, tem alguma coisa errada no seu blog. As notícias velhas aparecem no inicio e as notas novas, do dia, somente no bloco seguinte.

    Assim, ao abrir o site, a gente dá de cara com a noticia velha e abandona a continuação.

    Isso vem ocorrendo há umas duas semanas.

     

    Entendo que o correto seja as notícias mais novas primeiro e as mais velhas após, embora perceba que você, por estratégia de formatação, mantinha a notiícia principal do dia sempre no começo. Mas era a principal notícia do dia. Jornal velho nem açougueiro quer mais.

    1. Didico

      18 de dezembro de 2013 7:12 pm

      Acho que tem que clicar em

      Acho que tem que clicar em atualizar ou refresh. Também tive esse problema e faço isso.

  10. Curioso

    18 de dezembro de 2013 2:09 pm

    Gostaria de mais informações

    Olá Nassif e colegas comentaristas.

     

    Não conheço muito sobre o acôrdo entre China e Brasil. Mas há um ponto que li sobre o qual gostaria que alguém me esclarecesse: Li no jornal da Globo que o custo de perder esse satélite foi em torno de R$ 260 milhões, e que não havia seguro, ou seja, houve perda total desse valor. Houve até quem dissesse que isso foi um golpe e que essa quantia iria para o caixa 2 do governo. Então pergunto: Não houve mesmo seguro? E por que não? Afinal, a China foi “contratada” como transportadora do satélite, e até eu que sou leigo sei que se vou realizar uma operação cara e de alto risco, preciso fazer um seguro exatamente para o caso de não dar certo. Aguardo informações e agradeço.

    1. Athos

      18 de dezembro de 2013 3:45 pm

      Amigo, não há seguro porque

      Amigo, não há seguro porque provavelmente nenhuma seguradora vai aceitar um lançador chines. Tecnologia de ponta é isso aí.

      O LHC, que custou E$10bi, acha que tem seguro para caso não funcione ou exploda?

      Vc acha que o VLS tinha seguro?

  11. Calvin

    18 de dezembro de 2013 2:11 pm

    Tremendo azar a perda do

    Tremendo azar a perda do satélite. Aliás na área espacial esta administração deu muito azar. Houve a explosão de Alcântara assim que assumiu em 2003.

  12. Casores

    18 de dezembro de 2013 2:36 pm

    Muitas dúvidas são geradas.

    Muitas dúvidas eu tenho sobre esse incidente na China.

    É só pesquisar um pouco mais sobre o interesse americano na região onde está a base de Alcantara e tudo começa a ficar mais claro.

    O que aconteceu em Alcantara foi acidente??

  13. jc.pompeu

    18 de dezembro de 2013 4:28 pm

    foi pro espaço!

    O acordo sino-brasileiro na área espacial

    … foi pro espaço!

    uma coisa é fabricar pintar e bordar – guerra nas estrelas – viagem à lua com minha tia – aventura em marte – a corrida espacial – o vingador das galáxias – como brinquedos immetro e jogos infantis no mundo da fantasia, para dominar o comércio fake da 25; outra coisa é o mundo real patente original da vida como ela é… no cosmo acirrado pelas potências tradicionais e seus países-satélites alta tecnologia de ponta operando cooperando se frequentando no estilo de um exclusivo clube inglês fechadérrimo by elite cósmica.

  14. Marcelo Nascimento

    18 de dezembro de 2013 6:07 pm

    Para quem gosta de teorias

    Para quem gosta de teorias conspiratorias, o programa espacial americano teve 17 mortes de astronautas sobre 277, 6% de fatalidades.

    Para qualquer um, 6% de fatalidades eh um risco elevadissimo. Isso sem contar as mortes de tecnicos, explosoes, etc, etc, etc

    http://www.wisegeek.com/what-is-the-safety-record-of-the-us-space-program.htm#slideshow

    Alcantara, eu diria, foi apenas mais um dos acidentes que ocorrem em programas espaciais. O satelite, pelo menos nao morreu ninguem.

  15. Orlando Soares Varêda

    18 de dezembro de 2013 7:56 pm

     
     
    Os japas copiaram dos

     

     

    Os japas copiaram dos americanos, os chineses dos russos e dos americanos, os russos dos americanos, os americanos dos nazistas teutões. Os nazi-teuões do imperio romano, e, por ai vai…

    O que se pode aproveitar dessa bobagem, é: sem a criação da roda, do “zero”, da escrita, do vaso sanitário e do sutiã. Provavelmente, teria sido mais difícil para o governo petista do Brasil, em plena crise do capitalismo rentista, retirar milhões de miseráveis da mais absoluta fome.

    Tudo o mais, não passa de quinquilharias, bugigangas, coisas de real insignificância.

     

    Orlando

    1. rmoraes

      19 de dezembro de 2013 12:00 am

      Cansado de fascistas

      Isso Orlando! Sua declaração merece ser repetida várias vezes até que todos possam ouvi-lo! Eu estou cansado de debater com sub-intelectuais que ficam gritando asneiras na rede! Isto porque não se assumem como fascistas: ou lhes falta coragem  (e a isso se dá o nome de covardia) ou auto-crítica (e a isso se chama imbecilidade) para tanto. Estes últimos são o tipo mais comum, pois saem repetindo bobagens que ouviram, sem apresentar um dado estatístico sequer. Recentemente eu ouvi sobre o “um milhão de tibetanos” mortos pela invasão chinesa. Um levantamento demográfico de 6 anos antes da invasão chinesa ao Tibet dão conta de que a população era de cerca de 1.300.000 habitantes. Dados não oficiais falam de 2 milhões. Ora, não tenho como defender o regime chinês, mas usar um argumento mentiroso como este é o fim da picada! É  abusar da minha inteligência. Como os chineses teriam feito um milhão de mortos sem transformar o país em um imenso vazio demográfico (aliás, já era o terceiro maior vazio demográfico do mundo)? É também verdade que os chineses chegaram em uma região onde não havia UM ÚNICO hospital público e SEQUER UMA escola (mesmo onde o conhecimento se encontrava, nos monastérios, pequeníssima parte dos iniciados eram alfabetizados).

  16. junior50

    18 de dezembro de 2013 8:00 pm

    É 50%

      Corrija a informação:

       No acordo de 11/2002, a participação brasileira foi elevada de 30 para 50%, referente aos satélites 3 e 4, conforme está claro em http://www.cbers.inpe.br/sobre_satelite/descricao_cbers3e4.php

       Entrevista de José Raimundo Correa – atual Pres. da AEB e ex- gerente-geral do programa CBERS, em 07/2013: ” Extensão por mais 10 anos desta parceria de mais de 24 anos, O CBERS já deixou de ser importante por ele mesmo e passou a ser um instrumento de geopolitica dos dois governos. Não é apenas uma parceria, e sim uma marca internacional, por isso esta marca deve ser preservada. …. Uma inovação do CBERS é a distribuição gratutita das imagens do satélite, até então estas imagens eram vendidas”

        Tanto que o ultimo contrato firmado pelo Programa CBERS, foi realizado este ano com o governo da Africa do Sul (centralizador), englobando tambem com tributários das imagens, Zimbabue, Namibia, Angola, Moçambique.

         Com relação a falha no LM 4, a unica em mais de 30 lançamentos, que suspeita-se ter sido na ignição antecipada em 12 segundos, do 3o estagio, o que levou ao erro de colocação em orbita mais baixa que a prevista do satélite, ela é muito semelhante a uma falha ocorrida com o lançador LM 3B, que levava um satélite chinês, em 08/2011.

         Outra informação que deve ser bem analisada, não por jornalistas, é a respeito dos seguros envolvidos nesta operação, são varias as apólices, cuja taxa de risco varia de lançador para lançador, no caso chinês dos LMs, ela gira em torno de 4 a 5% do valor total ( 4,6% no LM4), o lançador Ariane europeu, é na base de 3,0% – é norma da industria aeroespacial o seguro da operação do lançamento, não do lançador, quanto ao seguro da carga util (satélite) é analisado caso a caso. Por exemplo: um satélite de comunicações, sempre é assegurado com cobertura total, um de sendoriamento remoto e imageador, nem sempre – os militares, nunca.

          Para uma melhor compreensão relativa aos sistemas chineses, consultem: http://www.cgwic.com

  17. anarquista sério

    18 de dezembro de 2013 9:26 pm

     
    E ganhou o Casablanca.
     

     

    E ganhou o Casablanca.

      Como assim?

       Eu não sei,mas sugiro:

       ”Prendam os suspeitos de sempre”.

       Ou leia o primeiro parágrafo da coluna de Tostão de hoje.

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