5 de junho de 2026

Padre prega contra movimentos homossexuais e demoniza ativistas

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do Gospel Prime

Padre explica a importância da aliança política entre católicos e evangélicos

Ele cita a forte influência de movimentos homossexuais que querem destruir os valores judaico-cristãos

por Leiliane Roberta Lopes

O padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior postou um vídeo em seu canal no Youtube falando sobre a união entre católicos e evangélicos na política nacional.

Ele lembrou que há muitas pessoas que não aceitam essa aliança e até torcem contra ela. Azevedo Júnior propõe deixar de lado o que divide as duas crenças para buscar o bem comum. O padre se refere ao movimento homossexual que tem como objetivo destruir o patrimônio moral do ocidente.

“Um bando de celerados colocou na cabeça ‘que a moral judaico-cristã só fez desgraça, então nós temos que acabar com ela’, e acabar com a moral judaico-cristã é acabar também com essa instituição chamada família”, disse.

O pároco comenta que a maior parte da população é a favor da moral judaico-cristã e da família e para não deixar que católicos e evangélicos lutem por ela, elas estão dispostos a colocar as duas religiões uma contra a outra.

“Nós precisamos nos unir para que isto não seja destruído”, disse ele pedindo apoio também dos grupos espíritas que também estão empenhados a defender a família.

O padre, que já gerou polêmica ao chamar os protestantes de “otários”, disse que apesar das diferenças religiosas, os dois grupos precisam se unir para defender a família e a moral judaico-cristã.

“Nós católicos e os evangélicos estamos perfeitamente de acordo que neste campo (de crenças) não tem acordo. Mas não é neste campo que queremos firmar este acordo, é no campo político”, disse ele. O desafio dessa aliança polícia é aprender a respeitar as diferenças religiosas de ambas as partes e assim construírem uma força que vai salvar os valores morais da civilização.

“Nós vemos a nova invasão dos bárbaros”, disse ele se referindo ao movimento homossexual. “Mas não são bárbaros que vêm com a guerra, mas são bárbaros que vêm com a língua bifurcada como a serpente. Todos eles têm a língua bifurcada, eles dizem uma coisa, que para a população significa uma coisa, mas para eles outra”.

Ricardo Azevedo chama a atenção para a imposição do termo “identidade de gênero” que pode parecer tratar de igualdade entre homens e mulheres, mas que na verdade significa “transformar nossas escolas em fábricas de pessoas versáteis sexualmente”.

“O que eles estão planejando é acabar com a instituição familiar e para acabar com a instituição familiar eles precisam acabar com o papel de marido, mulher, macho, fêmea, filho, pai e mãe”, alerta.

No final do vídeo ele reafirma que os cristãos não aceitam esse tipo de ideologia e isso não significar desrespeitar as minorias. “Iremos respeitar todos os tipos de pessoas, mas não podemos tolerar é que as nossas escolas se transformem em fábricas de destruição do patrimônio moral”.

Assista na íntegra:

http://www.youtube.com/watch?v=DZbmxRczuWQ

Descrição do vídeo: Não se pode tolerar que as nossas escolas se tornem fábricas de destruição do patrimônio moral judaico-cristão. Por isso, católicos e evangélicos devem deixar de lado as suas diferenças para trabalhar juntos pelo bem comum e pelas nossas famílias, antes que seja tarde demais.

 

Lourdes Nassif

Redatora-chefe no GGN

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  1. Marcelo Castro

    15 de dezembro de 2013 11:28 am

    mitos e fatos

    Primeiramente, comungo com o padre Ricardo a idéia de que um debate destes só pode se dar num clima de respeito e tolerância.

    Quanto a invasão de “hordas de gays” pesquisei. Simplesmente não encontrei dados confiáveis que atestem acerca da real população de gays no Brasil ou no mundo

    Os dados são ambíguos e contraditórios. Alguns afirmam que a população gay no Brasil é de 2%, outros afirmam que é de 11%. Não encontrei dados oficiais.

    Existem sim, dados mercadológicos sobre os gays. Estes são amplos e variados.

    Como naturalista, minha tendencia é acreditar que a população gay tende a se estabilizar num patamar. Não considero isto uma “ameaça”.

    Quanto a tradição judaico cristã, meus respeitos. Mas apesar da tradição de 3000 anos, é muito recente a confrontação da humanidade com o novo paradigma. Poderia se dizer que a filosofia dos séculos XIX e XX apenas especulavam acerca da não existencia de Deus. Agora, no século XXI, trata-se de uma quase evidencia cientifica.

    Como estamos da era do saber e das comunicações, é provável não sejam necessários mais 3000 anos para que este conhecimento seja amplamente difundido.    

  2. JB Costa

    15 de dezembro de 2013 12:18 pm

    “Nós católicos e os

    “Nós católicos e os evangélicos estamos perfeitamente de acordo que neste campo (de crenças) não tem acordo. Mas não é neste campo que queremos firmar este acordo, é no campo político”, disse ele. O desafio dessa aliança polícia é aprender a respeitar as diferenças religiosas de ambas as partes e assim construírem uma força que vai salvar os valores morais da civilização.

    Isso é simplesmente uma declaração de guerra! Pois se é política, vamos para ela. 

    Toda vez que se evoca essa expressão “salvar os valores morais da civilização” podemos sentir no ar o cheiro de inquisição, de intolerância e de ódio. Desde as cruzadas que tem servido de mote para muitas das iniquidades na história da humanidade.

    Pois foi em nome dela que se dizimaram milhões de silvícolas no Novo Mundo; que Torquemada mandou milhares para o suplício; que mulheres foram queimadas vivas; que o maior esbulho econômico da história, o processo de colonolização, foi coonestado; que a escravidão negra persistiu por mais de quatro séculos. 

    Mais recentemente, foi a defesa desses alegados valores da civilização judaica-cristã que ensejou a matança centenas de milhares de iraquianos e afegãos. 

    Tem como se coadunar com esse tipo de postura? 

  3. alexis

    15 de dezembro de 2013 12:31 pm

    Movimento turbinado por ondas globais

    Acho legítimo o assunto levantado pelo Padre.

    Não acredito em causas LBGT espontâneas, mas sim em ondas propagadas por poderes e interesses globais. Vejo aqui o assunto do enorme crescimento populacional (e o perigo que isso representa), que faz ao mundo global propugnar a quebra do ciclo reprodutor das famílias, rompendo a estrutura delas e, ainda, propugnar a quebra do ciclo reprodutor entre heterossexuais, fomentando e espalhando pessoas “alternativas” sem possibilidades (ou até sem desejos) de se reproduzir.

    Como o mundo é também um “negócio”, leva-se em conta que o universo arco-íris representa um perfil de consumo extremamente elevado (comprovado em diversas teses e reportagens).

     

     

    1. JB Costa

      15 de dezembro de 2013 12:48 pm

      A homossexualidade, caro, ém

      A homossexualidade, caro, ém intrínseca à humanidade. Por que tu e teus iguais tentam negar isso? Sempre existiram e sempre existirão pessoas com orientação sexual fora do padrão standart.

      Há uma imensa e, parece, intransponível desonestidade intelectual no trato desse tema. Querem fazer dela – homossexualidade – um risco em potencial em termos de solução de continuidade para as sagradas famílias.

      Ora, mas que besteirol! Que embuste! Que disparate! A admitir tal absurdo ignoramos o quão forte é o instinto reprodutivo. O mais forte dentre os muitos que asseguram a nossa existência. 

      Mas dar dimensão desproporcional a um fenômeno é uma maneira ardilosa de combatê-lo sob a capa de boas intenções. Ou será que nossas escolas, nossos lares, as igrejas e templos, estão assediadas por hordas de gays?  

      1. alexis

        15 de dezembro de 2013 1:14 pm

        Ingenuidade também é “intrínseca”

        Observa-se um notório apoio da mídia às causas LBGT, caracterizando a onda global que afirmo existir. O homossexualismo existe há muito tempo, desde que o ser humano conseguiu cérebro suficiente para intelectualizar as suas relações. Mas, observamos nos tempos de hoje um incremento turbinado de pessoas alternativas, associadas muitas vezes ao sucesso comercial, em meios artísticos principalmente. O Gay consome mais que uma pessoa comum, tornando-o alvo preferencial do mundo global. Como se isso não bastasse, procuram legislação especial e super direitos. Ardilosos são ativistas que, em grupos pequenos – porém organizados, tentam apresentar-se como majoritários e donos da verdade, inclusive neste blog, graças a alguns desavisados, bajuladores ou omissos.

        1. JB Costa

          15 de dezembro de 2013 1:32 pm

          Caro Alexis,
          Me deixaste uma

          Caro Alexis,

          Me deixaste uma dúvida pendurada na última frase: afinal, em que me enquadro: como desavisado, bajulador ou omisso?

          Será que posso ter a honra de escolher? 

          1. Ed Döer

            15 de dezembro de 2013 1:36 pm

            Bajulador parece melhor, pois

            Bajulador parece melhor, pois se o alexis estiver certo, podemos ser membros honorários da “máfia gay”…hehe

          2. Gunter Zibell - SP

            15 de dezembro de 2013 5:02 pm

            Com certeza.

            Com certeza.

            Assim como qualquer branco que defenda ações afirmativas é da máfia ‘Black Power’, qualquer homem que defenda igualdade de direitos por gênero é da máfia ‘feminazi’.

            E dizem que eu, que combato o antissemitismo renitente e a falácia do negacionismo do holocausto, sou  ‘espião da Mossad’.

            Eu faço parte de tantas máfias que não terei direito de ir ao céu.

             

          3. Ed Döer

            15 de dezembro de 2013 5:34 pm

            Mossad é coisa do passado, a

            Mossad é coisa do passado, a moda lá fora é falar que alguém é membro da JDIF (http://www.thejidf.org/) …hehe

          4. alexis

            15 de dezembro de 2013 1:41 pm

            Escolha: “nenhum dos anteriores”

            Rs, rs, rs.

            Não acho que você contribua ao ativismo deles. Você tem as suas convicções e idéias próprias e sempre acompanho com interesse os seus comentários.

            Por favor, não me considere “bajulador” de você.

          5. JB Costa

            15 de dezembro de 2013 1:48 pm

            Obrigado pelo retorno. Também

            Obrigado pelo retorno. Também leio tuas participações com interesse. Só que nessa questão em pauta divergimos democraticamente. 

        2. Marcelo Castro

          15 de dezembro de 2013 2:36 pm

          Apenas sou contra a violência

          Caro Alexis,como já deixei caracterizado em outros posts, minha simpatia pelos gays se limita a evitar uma violência ainda existente contra estes. Se isto me enquadra em algum de seus adjetivos, nada posso fazer.

          Análises freudianas rasteiras pouco me importam. Acho Freud bastante desatualizado.

          1. alexis

            15 de dezembro de 2013 3:01 pm

            Concordo Marcelo, a sua opinião está correta.

            Mas, acontece que eles também devem fazer o possível por serem aceitos e participar de uma única sociedade, que é de todos. Uma legislação em favor dos LBGT apenas irá ascender uma chama de ódio contra essa minoria esperta e com super direitos. Não se trata de não fazer nada, mas de criar consciência cívica sobre o interesse coletivo em relação ao interesse particular de certos grupos.

    2. Marcelo Castro

      15 de dezembro de 2013 12:51 pm

      apenas ,não são burros

      Caro Alexis, em toda população animal existe uma percentagem de individuos que tem comportamento sexual heterodoxo. É assim entre os macacos, os cachorros.

      Os donos do dinheiro sabem disto e apenas estão apostando para descobrir qual é o percentual sexualmente heterodoxo na população humana.  Simples assim.

    3. Ed Döer

      15 de dezembro de 2013 1:34 pm

      …quebra do ciclo reprodutor

      …quebra do ciclo reprodutor entre heterossexuais…

      Tirando o papa eu ainda não vi ninguém apontar os canhões para os casais “tradicionais” sem filhos, que provavelmente são uma parcela maior da sociedade que a comunidade LGBT.

      http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2013/11/ibge-mostra-crescimento-do-numero-de-casais-sem-filhos-no-brasil-4349521.html

      IBGE mostra crescimento do número de casais sem filhos no Brasil

       

      Em 10 anos, proporção subiu de 14% para 19%, segundo pesquisa sobre as condições de vida do brasileiro

      1. alexis

        15 de dezembro de 2013 2:23 pm

        Existe o aspecto comercial também

        Os atuais “arranjos” familiares consideram também casamentos de pessoas desquitadas que voltam a casar e, inclusive, parentes que protegem o seu patrimônio, e normalmente não tem filhos. Os casais tradicionais controlam também a natalidade e, com isso, a demografia do mundo, geralmente em forma voluntária (existem exceções, como China durante algum tempo). O crescimento populacional tende a reduzir por várias razões e os LBGT têm contribuído para isso.

        Embora sendo um grupo minoritário, os LBGT tendem a crescer turbinados pela mídia (está de moda, sai na novela, etc.) ou pela obtenção de super direitos na legislação. Ao serem excelentes consumidores, são mesmo os favoritos do mundo global.

         

      2. Gunter Zibell - SP

        15 de dezembro de 2013 4:56 pm

        Evidente, Ed.
        Na Alemanha se

        Evidente, Ed.

        Na Alemanha se caminha para 30% de casais hétero sem filhos. Em Nova York já são cerca de 20%.

        E muitos dos casais que têm filhos têm apenas um.

        É evidente que essa é uma tendência irreversível. Acabou a propaganda ideológica para se ter filhos, as pessoas descobrem que ter filhos não é uma obrigação. Tem quem quer.

        E é assim que deve ser.

         

      3. Zarastro

        15 de dezembro de 2013 5:40 pm

        A Hungria é a ponta de lança da ultradireita

        Na Hungria, a quarta emenda à “lei fundamental” do país (não se usa o termo constituição) redefiniu o significado legal da “família”. Sob a nova lei, são somente reconhecidos como “famílias” os casais heterossexuais com filhos. Casais heterossexuais sem filhos (casados ou não) ou agrupamentos heterossexuais com filhos mas sem casamento formal não são mais reconhecidos como famílias. Crianças sob guarda provisória pelos pais também não constituem família, de acordo com essa lei.

        Um relatório mais ou menos completo sobre as barbaridades patrocinadas pela lei pode ser conferido em http://livewire.amnesty.org/2013/03/12/hungarys-constitutional-undermining-of-internationally-protected-human-rights/. Uma pena, porque se trata de um belo país, que é receptivo aos povos do mundo inteiro, inclusive os brasileiros. Gostei muito de ir para lá, mas não sei se tenho vontade de financiar um regime como o deles.

    4. Não Otario

      15 de dezembro de 2013 2:44 pm

      Não tenho literalmente nada
      Não tenho literalmente nada contra os homossexuais, o que me parece estranho nisso é a orquestração do movimento. Essa lei acabou de passar na França, Argentina, vários estados americanos, e uma dezena de outros países. Será que é tudo espontâneo? Qual o objetivo final? Se deixassem isso claro seria melhor.

  4. maria rodrigues

    15 de dezembro de 2013 12:37 pm

    Eu tenho verdadeiro nojo

    Eu tenho verdadeiro nojo desses “representantes”de Deus que se acham donos da verdade. 

    Eu vi há pouco o Papa responder a um jornalista aqui no Brasil sobre esse tema, e a reposta foi essa: “Não podemos julgar”. As palavras foram outras, mas encerravam isso aí.

    Padre não devia falar tanto em família, se ele mesmo resolveu, pra servir a Deus, abandonar a família. Esse celibato até poderia existir, mas nunca ao nível de se abandonar pai, mãe, irmãos, e viver longe da família.

    Essa história de padre querer dar o braço aos evanvélicos chega a ser risível. Começa que entre essas siglas de igrejas ditas evangélicas existem coisas pra todos os gostos. Já ouvi até dizer que tem uma igreja, acho que Renascer, onde há até boite pro  pessoal remexer o esqueleto.

    Esse padre, depois dessa apresentação ridícula, nos dá meios pra contestar tudo que ouvimos. Mas, eu finalizaria a minha participação agora com a seguinte recomendação a ele: primeiro o senhor e seu colegas cuidem bem dos pedófilos, homossexuais que estão dentro da igreja, e esforcem-se bastante para nós, católicos, não vermos mais falar em tantos escândalos dessa ordem.

     

  5. Sérgio T.

    15 de dezembro de 2013 12:57 pm

    Família

    Primeiro sofiama: quem disse que a formação da família é uma invenção judaico-cristã? A família já existia antes do judaísmo, cristianismo e islamismo, existia e existe nos países asiáticos que são em sua maioria budistas, hinduístas e xintoístas, e existe no mundo inteiro porque a sua formação é antropológicamente explicada. Sem essa de religião inventar a família. Isto é uma mentira!

    Segundo sofisma: na maioria dos (parcos?) estudos e estatísticas sobre o assunto, se verifica que os números da população gay se mantém percentualmente estáveis em relação ao número total de habitantes na sociedade. Não há “invasão” nenhuma de hordas de gays. A única coisa que se tenta modificar atualmente é a quebra da necessidade dos gays ficarem “escondidos” em seus guetos, a fim de não ferir as sucetibilidades certas “pessoas de bem”. Não existe um estudo acadêmico digno de nome, uma opinião de um biólogo, psicólogo, psiquiatra, antropólogo, sociólogo, neurologista, neuro cientista, ou de qualquer outro ramo, que se arrisque a afirmar que homossexualidade é uma questão de “escolha”. Isso só cabe na cabeça de gente que sente preconceito e necessita de uma explicação “racional” a fim de mitigá-lo. 

    Enfim o padreco apenas se mantém na lógica de toda religião instituída, quer vigiar comportamentos, cagar regras, prometer paraísos cheios de harpinhas e nenhum sexo, enquanto ameaça com dores e castigos eternos os que não comungam com sua doutrina.

    Um abraço.

    1. Ed Döer

      15 de dezembro de 2013 1:40 pm

      Bem lembrado, existem

      Bem lembrado, existem culturas e/ou crenças orientais que “honram” bem mais a família que nosso ocidente judaico-cristão de passado greco-romano.

       

    2. Vânia

      15 de dezembro de 2013 2:32 pm

      outro

    3. Gunter Zibell - SP

      15 de dezembro de 2013 4:49 pm

      Você tem toda razão,

      Você tem toda razão, Sérgio

      Muito lúcido o comentário.

  6. CELSO ORRICO

    15 de dezembro de 2013 1:06 pm

    aliança do Capeta..

    Igreja Católica aliada aos Evangélicos contra o homessualismo, depois dos inúmeros escândalos do padres pedófilos, isso que eu chamo uma verdadeira Aliança do Capeta..vade retro..

    1. CELSO ORRICO

      15 de dezembro de 2013 1:07 pm

      corrigindo: homossexualismo

      corrigindo: homossexualismo

      1. Helio J. Rocha-Pinto

        15 de dezembro de 2013 3:34 pm

        Corrigindo a correção:

        Corrigindo a correção: homossexualidade

  7. Zarref

    15 de dezembro de 2013 1:22 pm

    Padres, podres poderes

    O mais engraçado, se é que podemos dizer, é esses padres-curas pregam o bem estar da “família judaico-cristã”, mas quando acaba a pseudô-missa, correm para as boates e saunas gays com seus párocos. Isso sim é uma covardia,pois deviam assumirá sua opção e não se esconder atrás de uma falsa moral, enganando a população com falsos gestos e palavras preconceituosas em prol da mora.

  8. Obelix

    15 de dezembro de 2013 1:42 pm

    É um pouco mais. Por Tutatis.

    Prezados, permitam-me um pouco de delírio matinal:

    Não há um estudo científico que determine se há vínculo de causa e efeito no dado, mas a verdade é que desde que a população mundial aumenta na mesma proporção das taxas de acumulação compostas do capitalismo mundial.

    É prematuro dizer, mas há uma tentação conceitual que nos ronda para estabelecer: Se o capitalismo precisa de cada vez mais gente para trabalhar, consumir (e principal: ficar no exército de reserva), não faz sentido construir ideologias de tolerâncias a opções sexuais que desafiem a procriação.

    Não é à toa que todas as “três grandes irmãs” (desculpem pelo xiste com a 4 irmãs), o judaísmo, o islã e o catolicismo, se resolvem bem no sistema capitalista.

    Claro que a hegemonia coube ao ramo judaico-cristão, de onde o domínio é da Igreja Católica, pelas razões que a História nos ensina.

    Mas o fato é que a heterossexualidade (ou não) é um tema crucial para o sistema que domina corpos e mentes, embora, às vezes, a gente esqueça disto, de tão “natural” que parece.

    Eu creio, sem ser especialista no tema, que não há como estabelecer, cientificamente, um traço determinista sobre opções sexuais, que aliás, são erradamente confundidas com gênero: mulher ainda é mulher e homem ainda é homem do ponto de vista fisio-biológico, que não tem nada a ver com quem escolhem para morar, dividir bens, beijar, transar ou conversar.

    Via de regra, seus aparatos reprodutivos estão intactos.

    O problema para o sistema capitalista-religioso é o controle do uso destes “instrumentos”.

    Fazendo uma piada ruim, se gays e lésbicas assinassem um contrato com os governos, se obrigando a reproduzir com parceiros de outro sexo quando fossem exigidos, esta conversa mole já teria acabado, e boa parte do poder das igrejas se esfarelaria.

     

    Atenção: não pretendo ferir suscetibilidades de ninguém, nem sou defensor de nenhuma forma de preconceito.

    1. alexis

      15 de dezembro de 2013 2:43 pm

      Pouca gente, mas de alto consumo

      O capitalismo não quer gente para trabalhar, mas apenas para consumir. As maiores empresas mundiais, cada vez que querem reduzir custos, demitem gente, ao invés de reduzir consumo de insumos, principalmente energia. O capitalismo precisa de consumidores, não necessariamente de mais gente, principalmente se esta é pobre. Um cruzeiro gay deve gerar mais dinheiro que o PIB inteiro do Haiti. Na sua grande maioria, o mundo Gay é composto de pessoas com bom nível de renda, até por que a manutenção do seu nível de vida o exige. Gay pobre é ainda uma “bicha” (sem ofensa) e não interessa tanto ao sistema, assim como aumento de população em favelas, pois eles não consomem, mas apenas “atrapalham” aos consumidores.

      1. Obelix

        15 de dezembro de 2013 3:25 pm

        Senhor Alexis,
        Obrigado por

        Senhor Alexis,

        Obrigado por participar de meu comentário:

        Veja, eu ouso discordar de ti. O paradoxo capitalista previsto por Marx permanece: é preciso renda para consumir (gente) , é verdade, mas esta renda desta gente não pode ameaçar a acumulação rentista, portanto, como não se  pode sempre inibir o consumo para deprimir o preço da mão-de-obra (recessão), tem que se diminuir seu preço (da mão-de-obra) pelo excesso de oferta (de mão-de-obra), o que ele chama de exército de reserva. Esta lógica, não foi superada.

        Você tem razão sobre outro paradoxo capitalista, ou seja, as inovações tecnológicas (telemática, eletrônica, mecatrônica, etc) e de negócios (lazer, entretenimento) possibilitam ao capital experimentar taxas de lucratividade enormes, dada a baixa concentração de investimentos e de gente (mão-de-obra) para tocá-los, em uma relação  de custo-benefício fantástica.

        Mas o que fazer com o excedente destes lucros?

        Dinheiro parado é como água parada, em uma metáfora ruim, apodrece, e joga o mundo em crises cícilicas de excesso de liquidez (como já vimos sempre).

        Portanto, o capital sai à cata de mais territórios e mais gente para reiniciar seu ciclo primário de acumulação, que agregam, eu concordo, as facilidades tecnológicas de trasnposição de barreiras físicas (fronteiras, aduanas, etc), onde é possível produzir uma peça de 20.000 reais para um boutique Loui Vitton por menos de 1 dólar a hora em Bangladesh, e investir e transferir dinheiro por fibra ótica.

        O capitalismo, Sr Alexis, tenta, mas ainda não pode prescindir de gente, e de gente amontoada para sustentar sua acumulação.

        Os processos tecnológicos e negócios “novos” (turismo gay) só realimentam o processo de “reciclagem” de enormes contingentes de gente, incorporando alguns (os mais adaptáveis) e excluindo montanhas de gente (como aconteceu nas cidades dos EEUU que tiveram as fábricas de automóveis “exportadas”).

        Mas esta montanha de gente acaba sendo tragada pela atividade econômica “marginal” (informal) que, por sua vez, engorda o lucro das atividades formalizadas, realizando um outro tipo de lucro, ainda mais selvagem, porque à maargem dos arranjos tributários nacionais.

        Veja que por coincidência, o recrudescimento das leis moralizantes da Europa e EEUU (criminalização de prostituição, proibição a aborto, etc) acontece quando as taxas de longevidade estão altas naqueles países, mas contraditoriamente, as de natalidade despencam (fim do bônus demográfico),  de onde vem o afrouxamento das leis de imigração (EEUU) ou o controle sobre a reprodução e costumes sexuais (Europa).

        No mesmo sentido vem a ultrapopulosa China, se preparando para novo ciclo de expansão, e flexibilizando os controles de natalidade.

        Mas veja, eu posso estar errado, e tudo pode ser apenas uma enorme coincidência.

    2. Ed Döer

      15 de dezembro de 2013 3:22 pm

      As igrejas defendem a família

      As igrejas defendem a família tradicional e atacam os gays, em parte, porque é dentro do núcleo familiar que a religião é repassada para as novas gerações, se apoiando na autoridade parental e aproveitando o momento de “fragilidade mental” de crianças que teriam pouca base ou coragem para questionar a “verdade” que é mostrada sobre o funcionamento da realidade.

      Sem esse núcleo “duro”, a própria existência da igreja estaria ameaçada, pois tentar “fisgar” alguém mais velho é mais difícil, exceto se tal pessoa está passando por alguma dificuldade ou situação que geraria uma “fragilidade” que poderia ser explorada. Basta ver a atuação de certos grupos religiosos evangélicos, onde um problema financeiro ou de qualquer outra espécie mundanda pode ser transformado num “encosto” que precisa ser abordado de forma mística.

      Por mais que tenha sido piada, existem exemplos na ficção (Admirável Mundo Novo é um dos casos mais emblemáticos) onde o Estado assume o papel de cuidar e ser responsável pela reprodução humana. Tal cenário hipotético seria fatal para as igrejas considerando o que o apontei anteriormente.

      E praticamente não tem mais “mercado” para explorar (e se expandir) espiritualmente como teve no passado com o uso de jesuítas e outros grupos pregadores dentro dos vários processos de colonização dos últimos séculos. Os islâmicos estão “fechados” no seu mundo, na China tem o Estado e uma cultura milinar servindo de muralha e a África é um caso complexo, que varia de Estado para Estado.

      1. Obelix

        15 de dezembro de 2013 4:00 pm

        É dando que se recebe.

        Prezado Ed,

        Permita-me uma observação sobre seu comentário:

        A acumulação material permitida por anos e anos de capitalismo é letal para a expansão religiosa, no sentido que mais conforto econômico e conhecimento formal diminuem a militância religiosa (não confundir com a fé ou crença, propriamente ditas), mas aquele engajamento em causas e “cruzadas”, como renovação carismática, neopentecostalismo, ou o extremismo islâmico.

        Via de regra, o fundamentalismo se alimente da desigualdade, embora os fanáticos nem sempre sejam pobres. é bom lembrar.

        Junto com a acomodação econômica capitalista (riqueza) vem a diminuição das famílias (as taxas de fertilidade do mundo rico são, há anos, menores que o crescimento dos PIB).

        Ou seja: o radicalismo no discurso é traço característico desta dupla crise: falta gente para expandir a denominação religiosa e faltará gente para tocar o novo fluxo de expansão capitalista.

        E as religiões só se expandem pela radicalização, porque sem “ameaças” ninguém se reúne na igreja, e prefere manter seus rituais em âmbito privado domiciliar.

        A coesão religiosa depende de crises morais constantes para que algum conforto seja oferecido em troca da adesão, como nos ensina São Francisco em sua famosa oração.

        Não é á toa que os mercados emergentes sção duplamente cobiçados, e não por coincidência nossa nova classe média parece ser alvo da disputa das religiões aqui estabelecidas, como forma de construir um ethos político para este contingente que saiu da miséria e começa a ser incluído.

        Eu arrisco dizer que o que eu disse não pode ser visto de forma planificada e homogênea, mas é mais ou menos por aí, eu acho.

        1. Ed Döer

          15 de dezembro de 2013 5:53 pm

          Também fazendo uma observação

          Também fazendo uma observação partindo de uma frase sua …

          E as religiões só se expandem pela radicalização, porque sem “ameaças” ninguém se reúne na igreja, e prefere manter seus rituais em âmbito privado domiciliar.

          O caso da ICAR é pior, pois ao sacramentar santos e derivados (que são combatidos pelos pentecostais como idolatria), a instituição acaba oficializando uma religião distante do templo e da organização. Pois qual a razão de ir até a igreja se tudo pode ser feito “remotamente”, até mesmo a obtenção de milagres?

          A Igreja Católica hoje é basicamente um local pra batismo, casamento e missa para morto. E sua influência no universo de católicos (em sua maioria “não-praticantes”) é cada vez menor. 

          Considerando um universo de brasileiros religiosos efetivamente praticantes, possivelmente os evangélicos já são maioria. Mas felizmente vão continuar fragmentados pelas lutas internas em busca de almas, poder e dinheiro. Basta ver a relação entre IURD, Igreja da Graça e IMPD. Mesmo na Assembleia tem ocorrido “separações”, com gente querendo voar mais alto, como o Malafaia.

          1. Obelix

            15 de dezembro de 2013 6:13 pm

            Tabelinha de menires.

            Emendando seu toque de letra (sem trocadilho), eu digo:

            a) retire dos “serviços” sacramentais o rito mortuário, que hoje(e quase sempre) é feito longe de igrejas, mas em capelas próximas aos cemmitérios ou em casa, as chamadas missas de corpo presente.

            b) outro problema das denominações religiosas, todas elas, é que para alcançarem um número maior de adesões, elas têm que radicalizar no primeiro momento, e depois, estabilizadas, partem para a suavização dos dogmas, a ponto de ameaçá-los, e aí, como em um ciclo, eles endurecem e afrouxam, a cada demanda nova dos tempos;

            Neste sentido, esta é a explicação para a extrema tolerância que há entre religiosos de todas as denominações no Brasil, embora haja um claro movimento de disputa e estreitamento, com exceção dos ritos afros, que sempre foram execrados ou tolerados pela hipocrisia (ou dogma de sobrevivência) chamada sincretismo.

            Isto explica também que embora sejamos um país cristão( católico e pentencostal), o aborto chegue a cifra de milhões por ano, sendo que boa parte das praticantes são fieis de alguma denominação.[

            Ou adultério e outras práticas que são censuradas nos templos.

            E aí, deste jeito, toda vez que os líderes religiosos são expostos a este ambiente hostil (vacilação moral dos fieis, disputas por fieis, etc) eles buscam no estamento normativo do Estado a saída para reagrupar seu rebanho.

            Sempre associados e antenados aos movimentos hegemônicos das economias e dos arranjos institucionais ideológicos.

            Não deixa de ser um sistema admiravelmente engenhoso, e não é à toa que suscita tantas paixões, até aqui entre nós.

            Grato pela chance de tabelar contigo

      2. Gunter Zibell - SP

        15 de dezembro de 2013 4:43 pm

        Existe muito de forçado e

        Existe muito de forçado e inflado nisso de igrejas atacarem gays. O que é válido no Irã, Rússia e estados americanos do Bible Belt não é válido para o Brasil.

        Por pesquisas recentes 60% dos LGBT brasileiros têm religião. Judeus, budistas e espíritas são notórios simpatizantes (mais que ateus e católicos não-praticantes, que também são.)

        Até 2008 não havia essas rixas em público, que são fomentadas apenas por um grupo de pastores-políticos (quase todos de uma denominação só, diga-se, a Assembleia de Deus)

        Então, não há razão para se questionar igrejas em geral, apenas os que falseiam as coisas.

        Há questões envolvendo a fragilidade emocional das pessoas de baixa renda? Na realidade eles são bem antigos. Antes das conversões ao neopentocalismo havia também um grande contingente de pessoas católicas dogmáticas, beatas, etc.

        Na média e ao longo do tempo o pensamento é cada vez menos conservador, ao contrário do que alguns políticos querem fazer pensar.

        https://jornalggn.com.br/blog/gunter-zibell-sp/as-religioes-e-os-direitos-civis-lgbt

        1. Ed Döer

          15 de dezembro de 2013 6:00 pm

          Então, não há razão para se

          Então, não há razão para se questionar igrejas em geral, apenas os que falseiam as coisas.

          Blz, me apresenta uma que faça a pregação da VERDADE e eu paro. Se o pensamento é menos conservador é justamente pelo afastamento secular, em maior ou menor grau, da religião organizada (pra diferenciar de uma espiritualidade mais “individual”), reduzindo seu espaço para decidir o que é o certo e o errado sem questionamentos, pois o simples questionamento da verdade é condenável.

          1. Gunter Zibell - SP

            15 de dezembro de 2013 7:12 pm

            Várias doutrinas esclarecem

            Várias doutrinas esclarecem que se deve aceitar a verdade científica sempre que se apresente. Eu considero que isso é válido para o kardecismo, espiritualismo independente, judaísmo não-ortodoxo, budismo.

            O mesmo foi proposto em 2010 por Bento 16 para o catolicismo (só que apenas para ciências naturais, não incluindo ciências sociais, posto que Bento 16 não gosta de pesquisas na área de gêneros.)

            Eu, pessoalmente, não me importo com o grau de afastamento de cada doutrina moderna vis-a-vis dogmas superados do passado. Várias coisas são de foro íntimo e assim devem ficar.

            Posso, quando muito, em conversas, oferecer uma visão de uma ou outra coisa a crentes disto ou daquilo, mas não mexo com o direito dos outros de crerem.

            Mas não aceito, em hipótese alguma, que se coloque religião de um grupo (ainda que majoritário) como base para legislação.

            Eu questiono portanto, apenas algumas igrejas (como versões ultraortodoxas das religiões monoteístas) que tentam impor valores e teorias sobejamente ultrapassados, tão somente por interesses políticos ou prestígio temporal de seus líderes.

            E coloco junto nessa crítica aqueles que se dizem não-fundamentalistas (ateus inclusive), mas que por interesse pessoal abraçam alegremente essa falsidade.

        2. Marcelo Castro

          15 de dezembro de 2013 6:23 pm

          mídia e igreja amigas ou inimigas dos gays ?

          Caro Gunter, este debate está sendo esclarecedor para mim e me ajuda a firmar conceitos.

          Para mim ficou claro que a mídia presta amplos serviços para os gays mais abastados, mas como ficariam os gays favelados e mais desfavorecidos diante da cultura de viiolencia e alienação tão presentes na nossa mídia ?

          Você alega de que as igrejas estão “menos xenofobas” em relação aos gays, no entanto, como no exemplo do padre Ricardo ,eles abrangem doutrinação em amplo espectro social. E como ficam os gays sujeitos a pregação dos Malafaias em favelas e nas ruas ?

          Sua opinião me seria importante.

          1. Gunter Zibell - SP

            15 de dezembro de 2013 8:02 pm

            Marcelo, por que você quer

            Marcelo, por que você quer minha opinião?

            Para me acusar de sofismar depois?

            Esclareça primeiro que acredita em minha sinceridade e que não usará subterfúgios como fez ontem.

            Eu sou uma pessoa muito bem disposta a contribuir para a construção de conhecimento.

            Mas apenas quando ele for bem-vindo e não atacado tão somente por não combinar com interesses partidários.

            E eu falo sim que A ou B sofisma ou, ao menos, caiu em sofismas ou os reproduz.

            Só que, por coerência, não fico pedindo a opinião da pessoa. Seria ilógico.

          2. Marcelo Castro

            15 de dezembro de 2013 8:18 pm

            subterfúgios ,não

            Caro Gunter, tenho outras atividades além do teclado (embora não pareça). Ontem o tempo me era escasso e realmente achei que voce sofismou.

            Por que quero sua opinião ?

            Bem, pelos meus calculos, nos padrões correntes devo estar no status “jogador”.

            A intenção, quando escrevi, era a de te devolver teu lema : “Pense um pouco em tudo o que passou”.

          3. Gunter Zibell - SP

            15 de dezembro de 2013 8:31 pm

            Ok. Então, quando você tiver

            Ok. Então, quando você tiver tempo para avaliar se confia ou não na opinião dos outros, e tempo de se desculpar caso julgue que se precipitou, aí você pede as opiniões, certo?

             

             

          4. Marcelo Castro

            15 de dezembro de 2013 8:52 pm

            avaliações morais, Gunter ?

            Conhece minha vida a ponto de dizer que me precipitei ?

            PA-RA-BENS

          5. Gunter Zibell - SP

            16 de dezembro de 2013 4:47 am

            Não, não conheço.
            Estou

            Não, não conheço.

            Estou conhecendo agora. E achando meio chato, pra falar a verdade.

            Você escreveu:

            “Ontem o tempo me era escasso e realmente achei que voce sofismou.”

            Ora, se o tempo lhe era escasso, e você cometeu um equívoco (entender que eu sofismei), pareceu-me que você se precipitou.

            E achar que alguém se precipitou não é uma ‘avaliação moral’.

            Tchau.

    3. zegomes

      15 de dezembro de 2013 4:15 pm

      Tenho prá mim que Obelix é

      Tenho prá mim que Obelix é uma outra face de Titia Morgana. A mesma profundidade, o mesmo estilo, exceto o sarcasmo e a ironia em grau máximo. Nassif, não deixe um ser humano morrer na curiosidade… diga se é…

      1. Obelix

        15 de dezembro de 2013 4:59 pm

        Na Gália não há bruxas, há druidas. Os celtas curtem as bruxas.

        Caro José,

        Creio que sua “percepção” está impregnada de “carinho”, tanto pelo personagem que me atribui (morgana?), quanto pela minha suposta capacidade de estar a altura dela.

        É bom lembrar que profundidade, ironia, ideias, ou qualquer outro atributo, ainda que caracterizem mais uns e menos outros (dependendo da referência de quem olha), não sçao monopólio de ninguém.

        Eu poderia dizer-te  que, em relação a alguns comentaristas, minha forma de agir(embora pareça sempre ser a mesma) é tão irônica quanto possível, o que, em nenhum dos casos, invalida o que tenho a dizer.

        O legal de conversar é isto.

        Agradeço a comparação, e vou tentar ser o máximo eu mesmo para que esteja a altura da personagem que você gosta.

        Fraternalmente,  

        1. zegomes

          15 de dezembro de 2013 5:46 pm

          Obrigado. Desculpa tá,

          Obrigado. Desculpa tá, Obelix. Mas… você não me engana, é Titia Morgana atacando em pose formal.  Tudo bem, formal ou ninja, você é ótimo(a).

  9. JB Costa

    15 de dezembro de 2013 1:45 pm

    Esse post de certa maneira

    Esse post de certa maneira dá margem para a  continuação  do debate iniciado ontem com o post do Diogo Costa, entitulado “A longa luta contra a homofobia e a tramitação do PLC 122”. 

    Num das minhas réplicas ao colega Gunter Zibell evoquei a questão de numa guerra termos de reconher os VERDADEIROS INIMIGOS, quais sejam aqueles que tem a REAL CAPACIDADE de nos imobilizar e ao final, nos destruir, 

    É notório, não podemos ignorar, que há uma parcela(se expressiva, não sei) da dita comunidade Gay com o PT sob a alegativa de que abandonou a luta contra a homofobia. Aqui no blog o destaque nesse afã é o nosso respeitado Gunter, pessoa séria, preparada e imbuída com o propósito de defender suas causas. 

    Discordo frontalmente dessa visão, merce de respeitá-la. Arrisco-me apenas a levantar a seguinte questão: tudo bem, o PT, como instituição, foi omisso;poderia ter ousado mais. Mas isso JUSTIFICA UMA RUPTURA da comunidade com o Partido, mas, E PRINCIPALMENTE, com os seus filiados, simpatizantes e eleitores? 

    Será que eleger o PT como símbolo, e até como referência, em termos eleitorais como indesejável é uma tática política correta? Afinal, será a comunidade gay assim tão simplória ao ponto de avaliar haver qualquer tipo de simpatia e acolhimento pelo grosso dos demais partidos políticos, máxime de seus eleitores conservadores, na melhor das hipóteses, e reacionários, na pior?

    E por falar em reacionarismo, eis aí um lídimo representante da “classe”. Esse aliança preconizada por ele, um anti-petista-esquerdista doentio, renderá frutos, sim! Esboça-se o arco  do conservadorismo para derrotar o atual esquema de Poder. Aí nosso amigo Gunter remete a uma NEO OPOSIÇÃO como uma espécie de alternativa política quando na realidade(pelo menos ainda para a próxima eleição) se manterá a mesma dualidade nascida em 2002 e agudizada de 2006 para cá.

    Não que ela seja boa. Ao contrário. Mas em política as palavras “boa” e “má fé” adquirem sentido próprio a depender dos contextos. E o que se vislumbra para 2014 ainda é um impregnado pelo radicalismo e pelo sentimento de vingança. Esse é o clima que emana nos bares, nos lares, nas redes sociais. 

    Concluo repisando na mesma tecla: será realmente uma decisão acertada essa declaração de guerra contra petistas  por parte de uma parcela da comunidade gay? A alegada omissão vale uma troca incerta e recheada de riscos? Se ficasse, no caso o Gunter Zibell, na simples crítica ao PT e às suas lideranças, até que seria tolerável. Mas, não. Um elogio e uma declaração de votos a figuras notoriamente rejeitadas pelos simpatizantes do PT, a exemplo de Roberto Freire e Sonia Fancine, depois de uma defesa enfática do governo FHC, convenhamos, é contraproducente. Perde, talvez para sempre, aliados(mesmos que omissos) por conta de parcerias futuras incertas e, quem saberá?, até antagônicas.. 

     

    1. Gunter Zibell - SP

      15 de dezembro de 2013 5:31 pm

      This comment has been deleted.

      1. Ed Döer

        15 de dezembro de 2013 5:37 pm

        E os do Rio de eleger

        E os do Rio de eleger Frouxo.

        Quem é esse Gunter? Não seria o Freixo?!…o cara pode ser tudo, menos frouxo…hehe

        1. Gunter Zibell - SP

          15 de dezembro de 2013 5:47 pm

          Ai meu Deus, mil perdões!

          Ai meu Deus, mil perdões, Freixo! É um caso leve de dislexia. Ando assistindo novela demais (Frouxo é o apelido ‘doméstico’ do vilão, interpretado por  Marcelo Novaes, de Além de Horizonte)

          Apaguei o comentário com a terrível gafe com meu querido Freixo por não ser mais possível editar.

          1. Ed Döer

            15 de dezembro de 2013 8:05 pm

            Pior, nunca tinha reparado

            Pior, nunca tinha reparado que não dá para editar depois que alguém responde.

            Normalmente nem tem esse bloqueio por aí, só ficando a indicação que o comentário foi alterado na hora X. Provavelmente o Nassif quer evitar situações em que ocorra alguma “mudança de opinião” para sacanear alguém. Uma alternativa é fazer como o Argolo fez esses dias, deletou o comentário em função de um ataque e postou mais acima.

          2. Gunter Zibell - SP

            15 de dezembro de 2013 8:14 pm

            Sim, o que Argolo fez nesse

            Sim, o que Argolo fez nesse dia, no meu post sobre prostituição, pareceu-me correto.

            E não tem problema se o sistema aqui é esse, de não se poder editar o que já foi respondido.

            Se for para esclarecer, posta-se resposta adicional.

            Se for para evitar a perpetuação de um erro, apaga-se e reposta-se, como fiz.

             

    2. Gunter Zibell - SP

      15 de dezembro de 2013 5:41 pm

      E apenas para aclarar algumas coisas

      Omissão é uma coisa. Trabalhar contra é outra.

      Não é uma diferença que se possa escamotear com semântica.

      http://www.jornalggn.com.br/blog/gunter-zibell-sp/2014-a-ultima-parada-gay

      E vamos parar também com essa estória de que eu defendo ‘causas específicas’.

      Nem 20% dos meus posts são sobre LGBT

      E na época em que eu mostrava as desinformações sobre pesquisas eleitorais fui muito ‘útil’. Depois que a pessoa não é mais útil joga-se fora o bagaço, não é mesmo?

      O que uma mesma pessoa expressa consistentemente no tempo, somente é válido quando interessa a um discurso oficial? Isso não tem lógica.

      Ocorre apenas de eu defender uma causa que não interessa ao poder. Em outras épocas, como nos anos 1970, isso seria até elogiado…

      A lista das causas que defendo:

      https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/resistire-por-duo-dinamico

      A lista dos posts que expressam meu pensamento.

      https://jornalggn.com.br/blog/gunter-zibell-sp/de-poeta-e-louco-todos-tem-um-pouco

      São mais de quatro anos. Eu não mudei minha forma de pensar, é consistente. O PT mudou, então, paciência.

      Se eu não sou ‘petista’, é uma circunstância da vida.

      Mas 80% dos brasileiros também não o é, posto que se não fosse assim o PT não teria apenas 18% dos deputados.

    3. Gunter Zibell - SP

      15 de dezembro de 2013 5:44 pm

      O ‘Fim da História’ não é o PT

      JB Costa, obrigado pelos elogios e respeito consignados, mas…

      Você está sendo um pouco messiânico nessa, não?

      Que princípio científico de ciências sociais lhe autoriza a demonizar os políticos do PPS? Isso é fé?

      Respeito à oposição e ao contraditório mandou saudades não é mesmo?

      Se os eleitores da Bahia têm o direito de eleger Walter Pinheiro, se os eleitores do Piauí têm o direito de eleger Fonteles, os eleitores de São Paulo têm o direito de eleger Soninha. E os do Rio de eleger Freixo.

      Eu acho engraçado o seguinte…

      De 1998 a 2010 eu votei principalmente no PT. Ainda que a maioria dos meus amigos presenciais fosse tucana, ninguém me discriminou por essa opção política.

      Agora que eu pretendo votar no PSB, PPS, PSoL ou PV, eu noto um assédio muito forte, como se deixar de votar no PT fosse um crime de apostasia.

      Ora bolas, o PT cresceu nos anos 1990 e 2000 tirando eleitores do PMDB e PSDB. É um processo contínuo, partidos perdem e ganham eleitores.

      Vamos parar de pensar que o ‘Fim da História’ é o PT?

      Se o PT teve o direito de crescer em uma época, outros também têm.

      Se o PT pode fazer discurso conservador moral e festejar o seu crescimento junto a evangélicos, porque outros partidos não podem fazer discurso modernizante e angariar preferências também?

      Aqui não é a Rússia nem Lousianna, até onde eu sei…

      E não tente impor aos outros noções pessoais de quem são os ‘verdadeiros inimigos’. Isso depende de diagnósticos pessoais.

      Se existisse um diagnóstico único, por que não defender sistema de partido único, não é mesmo?

      E olha só: não tem essa de ruptura com simpatizantes e eleitores. Quase metade dos meus amigos presenciais é tucana e quase toda a outra metade é de petistas. Tenho poucos amigos psolistas, pepessistas, pessebistas ou verdes.

      Quem faz isso, de demonizar eleitores dos outros, são militantes xiitas.

      Eu critico o que não gosto em alguns partidos e elogio o que gosto em outros partidos.

      Mas não me atribua personalismos, porque eu respeito o desejo e diagnóstico das pessoas que preferem PSDB ou PT. Eu somente desadiciono no meu mural de facebook aqueles que fazem comentários homofóbicos.

      Enfim, se alguém estiver infeliz por Roberto Freire, Gabeira, Soninha e PSDB-SP de São Paulo serem simpatizantes de primeira hora dos LGBTs é fácil: que proponha para os deputados e senadores que elege serem simpatizantes também!

      Não é proibido pela nossa constituição, ao contrário, é até recomendado. Consulte-se o artigo 5º.

      1. Gilberto .

        15 de dezembro de 2013 6:32 pm

        Votar em simpatizantes pode ser frustrante

        Gunter,

        Apoio o seu direito de votar em quem quer que seja.  Considero no entanto que a sua inteligência e viés crítico o fará escolher entre os simpatizantes figuras melhores e mais consistentes que Freire e  Soninha. Gabeira largou a atividade política. 

        Não é preconceito meu contra nenhum dos dois.  É uma simples questão de verificarmos o passado político deles. Podemos fazer isto até mesmo em seus sites pessoais.  Veremos que até mesmo ali, não há como dourar a pílula.  A atividade política e o desempenho dos dois é bem fraca, para dizer o mínimo. Sem falar da falta de coerência em suas trajetórias.

        Contar portanto,  que por serem simpatizantes,  farão alguma coisa concreta contra a homofobia é pueril demais.  De um lado um político que teve que mudar de estado, pois não se elegeria para nada em sua terra natal. De outro uma política que obteve o seu único mandato pelo PT,  depois passou a servir a pessoas tão dispares como Serra, Kassab e ainda foi obrigada a apoiar Alckmin por seu partido. Mas tudo isto pode ser o de menos para você,  então pergunto:

        O que fizeram os dois contra a homofobia quando ocuparam cargos para os quais foram eleitos?

        Nada! São duas pessoas que passaram em branco.  Não desempenharam nenhum papel importante na política. E não só no assunto homofobia… Apesar de tudo, confio no seu taco. Acho que a escolha destes nomes como exemplo,  foi só provocação mesmo.

        1. Gunter Zibell - SP

          15 de dezembro de 2013 7:32 pm

          Oi Gilberto .
          Quer que eu lhe

          Oi Gilberto .

          Quer que eu lhe inclua no grupo de facebook que discute homofobia e política?

          O farei, depois se você não gostar basta se excluir.

          Lá há simpatizantes de várias correntes partidárias, nomeadamente PT, PSDB, PTB, PSB, PSOL, PV e PPS. Tem a Diversidade Católica também.

          Um dos candidatos em 2012 a vereador pelo PPS no RJ está apresentando o histórico simpatizante desse partido, que é consistente e antigo.

          Ainda não é o momento de se fazer propaganda política aqui.

          Não há provocação nenhuma de minha parte. Nunca. No máximo eu falo verdades inconvenientes ao poder ou faço algumas gracinhas com as contradições dos outros.

          Ao contrário do que colegas dizem, eu não sofismo, não minto e também não provoco intencionalmente. As pessoas podem aceitar isso, ou não. Não me importo.

          Apenas as coisas em que eu acredito não agradam a uma corrente de pensamento mais comum aqui. E sei disso.

          Se as pessoas não reconhecem minha boa-vontade ou sinceridade, talvez seja melhor eu apenas redigir posts e me afastar das áreas de comentários. Mas ainda vou insistir mais um pouco.

          Mas, como você é meu amigo e temos alguma intimidade em interações, ainda que ainda não presencial (em 2014 resolveremos isso!) vou fazer uma provocaçãozinha…

          Não é raro que me elogiem aqui ou ali por perceber coisas. Posso citar algumas falácias em análises de pesquisas eleitorais em 2010, certo? E algumas antecipações de discursos que noto desde pelo menos 2011…

          No entanto, quando o que eu falo não combina com o desejo do interlocutor, eu passo subitamente de ‘perspicaz’ para ‘ingênuo’, ‘pueril’, ‘inocente’.

          Faz sentido isso? Não sou a mesma pessoa?

          Então proponho o seguinte. Percorra meus textos publicados no blog nos últimos 4 anos e identifique aquilo que você considera que se revelou infundamentado.

          Você está comprometido com um partido, entendo. Isso pode obnubilizar um pouco.

          Mas eu não estou comprometido com organizações que podem ser passageiras ou mesmo mudarem 180º seu comportamento.

          Eu sou comprometido apenas com informações, tendências, ideais e conceitos.

          E eu falar algo que supostamente não seria esperado para os juízos de valor de alguém não quer dizer, portanto, que seja uma provocação. 

           

           

          1. Gilberto .

            15 de dezembro de 2013 8:38 pm

            Pueril?

            Gunter,

            Não tenho ligação partidária.  Sou muitas vezes crítico ao PT. 

            Conheço as suas opiniões expostas no bog. A puerilidade que cobrei foi pontual e baseada em “informações, tendências, ideais e conceitos”,  sobre os simpatizantes Soninha e Freire. Sobre isto você não comentou. .. Eles nunca fizeram nada no exercício dos seus cargos pela causa dos direitos.  

            Todos somos pueris às vezes.  Impossível escapar.  Não foi uma ofensa ou uma ironia. 

            Abs

          2. Gunter Zibell - SP

            16 de dezembro de 2013 6:06 am

            Uai… comentei

            Uai… comentei sim…

            Adicionei você ao grupo, lá tem um militante do PPS que sempre está postando o que eles, principalmente Freire, fazem.

            Recentemente ele pôs num post uns 10 discursos de vários períodos do passado.

            Freire, por exemplo, foi dos poucos políticos que criticou o abandono do “Escola sem Homofobia”. Mesmo ele sendo aliado de Serra, que apoiou o governo federal nisso de abandonar sem mais nem menos um projeto… copiado pelo MEC de Serra em 2009!

            (Isto é, Freire foi coerente no tempo, Serra e Haddad, não)

            O Simplicio (acho que esse é o nome) foi o único deputado que discursou contra o projeto ‘cura gay’ (os colegas no blog gostam de criticar João Campos, mas nenhum deputado do PT o criticou no Congresso não…)

            Soninha foi objeto de uma campanha ‘destruidora de reputações’ depois que foi a única candidata ano passado a defender o Casamento Gay (nem o Giannazi tocou no assunto)

            Eu não sei dizer sobre projetos em relação a direitos LGBTs e outros temas. Talvez tenham proposto coisas e tenham sido boicotados pelas comissões, sempre governistas. Com os projetos do Wyllys isso acontece sempre, as mesas dirigidas pela bancada governista não deixam nada dele passar.

            Mas quanto a projetos você teria que perguntar para Eliseu Neto, do grupo.

            Importante é que não há votos do PPS contra nada relevante a direitos. Lembre-se que PPS e PSoL foram favoráveis, em 2011, a um reajuste maior do SM, o PT foi contra. Fora isso, em causas de direitos, o PPS vota junto com PT.

            Mais não faz porque não tem cargos, né?

            E agora Freire, após ser procurado por militantes LGBT, mas sobretudo pelo ‘Mães pela Igualdade’, concordou em apresentar a Adin sobre a inoperância do Congresso em não criminalizar a homofobia.

            Neste momento, nas redes sociais, Freire está sendo acusado de oportunismo. Mas isso é mais um hoax, pois não foi dele a ideia, foi de grupos de DHs que percorreram outros partidos também, ele que topou (o que me causa um pouco de mágoa por o PSoL não ter topado.)

            Procure no facebook ‘Mães pela Igualdade” que terá a história.

            Gente, será que vocês não percebem que a situação é muito grave? 

            Os direitos civis LGBT no Brasil foram jogados ao mar sem boia. Nem deixar serem votados deixam… (na verdade é o PT que não deixa, mas se eu falar no singular vão me acusar…)

            Se Freire (ou o PPS) estende um pedaço de pau já é muito, é a possibilidade de sobrevivência.

            Acho que seria pueril não reconhecer isso.

             

             

      2. JB Costa

        16 de dezembro de 2013 4:42 am

        Messiânico? Não entendi.

        Messiânico? Não entendi. Desrespeito ao contraditório? Quando?

        Onde e quando desrespeite a oposição? Fizeste ilação errada. 

        Minha crítica a tua crítica ao PT em resumo é: ela tem, terá um preço. Como tudo na vida. 

        Alegar isso é messianismo? 

        Não te atribuí personalismo nenhum. Tens todo o direito(isso é óbvio, não?) de fazer tuas escolhas políticas ou em qualquer outra área.

        Agora, se são públicas, aguente as consequências. Persisto na minha percepção de que TRANSPARECEU ser uma posição afrontosa tua declaração de voto ao Roberto Freire e a Soninha. Isso não quer dizer que esteja negando, mesmo porque não sou tão obtuso assim, o teu direito de votar(e elogiar) quem quer que seja, Sublinhei apenas que tais referências TALVEZ fossem apenas para acentuar mais ainda a tua repulsa ao PT e com isso perder simpatia à causa que abraças.

        Deixar de votar, de apoiar, não é apostasia. Onde deixei entrever isso? Essa imputação é absolutamente FALSA! E repilo com toda ênfase! 

        Meu texto é bem claro: fizeste uma escolha. Certa, errada, boa, ruim, isso é problema teu. Agora, as justificativas e as consequências é problema comum. 

        Não tentei, nem nunca tentarei, impor nada a ninguém, Emiti apenas uma opinião que ora ratifico: o PT não é o maior inimigo da causa. Na minha O P I N I Ã O isso é uma equívoco, Entendo tua chateação, mas não compreendo teu ativismo anti-PT na presente conjuntura, Sei que declarar isso te incomoda, mas sou sincero e não disfarço minhas percepções. 

        Minha única preocupação, que infelizmente não foi devidamente apreendida(paciência):  chamar a atenção para um risco que me parece evidente: a perda de apoio à causa que militas em função do que me parece circunstancial.

        Enfim, dispenso conselhos com referência ao artigo 5 da Constituição. Sinceramente, não esperava esse tipo de ironia da tua parte. Mas foi até bom. Fico dispensado ora em diante de comentar tuas opiniões. 

        1. Gunter Zibell - SP

          16 de dezembro de 2013 4:56 am

          Messiânico, JB, no sentido de

          Messiânico, JB, no sentido de julgar sem maiores argumentações que votar em PSB, PPS, etc seria um erro por si só.

          Não é. Outros partidos são um ‘contraditório’ ao discurso governista, e é isso que deve ser respeitado.

          Como você pode se atribuir o direito de considerar afrontoso votar no PPS? Isso é um julgamento pessoal seu!

          Desse jeito você estaria dando razão a quem considera ‘afrontoso’ votar no PT (coisa que nunca fiz, nunca disse “não votem no PT”. Meu discurso sempre é “Eu não voto no PT por isso e aquilo.”)

          E a citação ao artigo 5º é a justificativa da Adin do Roberto Freire e é crítica ao PT ter retirado o PLC 122/06, que atenderia a esse artigo.

          Você achar que é recomendação pra você é mal-entendido.

          O meu ativismo anti-PT é na verdade ativismo anti-concessões a partidos fundamentalistas.

          Quem é que mais alimenta isso? Quem é o favorecido por isso? Quem faz isso por vontade, mas sem precisar?

          É necessário compreender o processo envolvido. 

          Em outra resposta elaboro um outro aspecto.

           

          1. JB Costa

            16 de dezembro de 2013 5:40 am

            Não me atribuo direito

            Não me atribuo direito nenhum, Gunter. A conotação dada ao termo afrontoso foi de “provocativo”, Agora, se não foi essa a tua intenção, acredito.

            Afrontoso porque Roberto Freire e o PPS são hoje os maiores inimigos do PT. Esse político pernambucano é o mais abjeto injuriador do Lula. Aliás, ele odeia o ex-presidente. Talvez seja entre os anti-petistas o mais rejeitado. Daí porque usei o termo em questão. Um paralelo seria “falar de corda na casa de enforcado”. 

            Claro que isso é julgamento pessoal. Como poderia ser diferente?

            Acho que entendo bem o processo envolvido. Apenas acho ser taticamente em termos políticos um erro esse ativismo. 

            Bem, mas basta por aqui, Só o devir mostrará afinal quem está equivocado.

            Sinceramente, espero que seja este modesto opinador.

            PS: acolhida e entendida a clarificação acerca do artigo 5º.

             

          2. Gunter Zibell - SP

            16 de dezembro de 2013 7:25 am

            Que bom que você pôde

            Que bom que você pôde voltar!

            Olha, eu sabia que petistas e outros lulistas não gostavam de Roberto Freire por este ser considerado injuriador de Lula.

            Só que isso não circula muito. Eu mesmo não conheci as falas de Roberto Freire a respeito.

            Mas isso é certamente julgamento pessoal. Se Freire comete injúrias, Lula se defende.

            Porque eu deveria me envolver nessa briga?

            Eu tenho que deixar de apreciar o trabalho de alguém por esse alguém não gostar de Lula (caso seja isso mesmo)?

            Isso não me parece razoável…

            Quer dizer, isso não parece razão para considerar que as 200 ou 300 mil pessoas que votam em Soninha ou Roberto Freire estejam fazendo uma afronta. Estão fazendo apenas algo que não agrada a um julgamento pessoal comum entre petistas. Estão votando no PPS como votam no PSDB, DEM, etc.

            Eu nunca votarei em Feliciano, por exemplo. Ele efetivamente comete injúrias e contra um grupo de milhões de pessoas. E é cortejado por alguns setores do PT. 

            Mas eu não acho que os 300 mil eleitores que votaram nele estão cometendo uma afronta. Nunca falei algo assim. 

            Não se deve passar o objeto da crítica do político candidato ou partido para o eleitor!

            Quem pode cometer afrontas, a direitos humanos inclusive, são os políticos. Mas os eleitores cometem afronta ao votar em políticos?

            Enfim, isso não é importante. Mas eu não afronto a ninguém, apenas estou defendendo uma causa. Que no momento o PT parece querer renegar (digo ‘parece’ porque depois de tanta visibilidade negativa da decisão de sexta 13, há indícios de que o PT poderia voltar atrás e levar o PLC 122 a votação na 4a. 18. Aguardemos, mas a credibilidade já se perdeu.) E que no momento só Freire vai atrás, melhor até que o PSoL ou PV.

            Então, lamento se isso desagrada, mas Freire é hoje dos poucos políticos posicionado contra a homofobia e isso conta na balança a favor dele.

            Lula ou Dilma poderiam fazer uma fala a respeito de homofobia também, por que não? Obama fez e não teve prejuízo político nenhum com isso…

             

        2. Gunter Zibell - SP

          16 de dezembro de 2013 5:37 am

          Em geral, as pessoas não vêem assim

          Agora não vou falar só de minha opinião pessoal, mas do que observo em grupos específicos, especialmente um de facebook que sempre recomendo aos outros, com 35 mil assinantes e uns 200 colaboradores mais ativos.

          Se bem que minha opinião pessoal é muito parecida com a média desse grupo, e, na verdade, influenciada por ele.

          É sobre a parte “a luta é prejudicada por não apoiar o PT”?

          “Minha crítica a tua crítica ao PT em resumo é: ela tem, terá um preço. Como tudo na vida. “

          Aqui você parece estar dizendo que abandonar o PT em eleições terá um preço? Para direitos LGBTs? Então, se entendi bem o traço de messianismo seria julgar o PT o melhor caminho sempre, e que votando em outros, PPS, PSB ou PSDB viria o preço. Não há certeza nenhuma disso, atualmente parece o contrário até, que o preço está sendo pago agora.

          Você poderia dizer de todo um outro modo: “minha crítica a sua crítica é que há riscos envolvidos, como tudo na vida.” E só. O grau de certeza de que criticr-se o PT trará ônus é um pouco messianismo.

          “TRANSPARECEU ser uma posição afrontosa tua declaração de voto ao Roberto Freire e a Soninha.”

          Isso já falei abaixo, não tem sentido nenhum. Não é afronta nenhuma votar em pessoas com as quais concordamos em várias coisas. Nem é oportunismo, nunca critiquei esses políticos na verdade. Eu até falei bem de Soninha nas municipais passadas e isso não causou estranheza nenhuma aqui, na época. Acho que ambos são objetos de muitos hoax e spams motivados por raiva de algumas pessoas por eles terem, no passado, retirado o apoio ao PT e o passado a Serra. Mas agora eles não apoiam mais Serra, apoiam Eduardo Campos.

          “acentuar mais ainda a tua repulsa ao PT e com isso perder simpatia à causa que abraças.”

          Isso não é problema. Eu sou uma pessoa apenas, não uma coletividade. Quem pode perder simpatia dos outros sou eu. 

          Quem tem que ter simpatia para uma causa é a sociedade civil. A partir daí, os partidos decidem se levam as bandeiras ou não.

          Imagine, por exemplo, não privatizar como uma ‘causa’. Se alguém manifestar repulsa ao PSDB irá causar perda de simpatia a essa causa? Não tem lógica.

          Assim, trocando ‘não privatizar’ por ‘causas LGBT’ e PSDB por PT, você verá que repudiar a política atual do PT é justamente a causa em si!!

          A causa é criminalizar a homofobia. Ou igualar direitos civis. Mas quem barra esses projetos em comissões na Câmara e no Senado? Os presidentes das comissões-chave, que são do PT ou de aliados.

          Ou você acha que depois de apanhar tanto do PT os militantes LGBT deveriam ainda ficar elogiando o mesmo na esperança de algum dia receber algo? Isso seria de uma ingenuidade atroz! 

          “Deixar de votar, de apoiar, não é apostasia.” Você não claro, colegas daqui. Desculpe se pareceu indireta a você.

          “Agora, as justificativas e as consequências é problema comum.” Com certeza.

          “o PT não é o maior inimigo da causa.” Isso não posso concordar. O PT é o favorecido atual pelo abandono da causa, pela troca de favores com a bancada fundamentalista. E são dirigentes e ministros do PT que tomam as decisões que levam a abandonar programas federais. Não vemos o mesmo em estados governados por outros partidos.

          O que eu posso entender é que é constrangedor perceber que um partido de predileção esteja fazendo algo tão assim questionável. Mas está, só é que duro para os simpatizantes reconhecerem. 

          Mas fora dos simpatizantes do PT as pessoas não têm dificuldade de perceber isso não… 

          Eu acho que é um pouco como se diz no popular ‘aceita que doi menos’. 

          “mas não compreendo teu ativismo anti-PT na presente conjuntura”

          Já expliquei. O processo contrário a direitos LGBT é de interesse político do PT. Se aprofunda ano após ano. Faz parte de uma estratégia que já apelidaram de ‘esquerda beata’. Essa estratégia é usada em muitos países por partidos que querem o voto dos mais simples. 

          É como substituir o antigo voto de cabresto, instigado por coroneis, por um novo voto de cabresto, intermediado por líderes religiosos.

          Se alguém é a favor do Estado Laico, da despenalização do aborto, de educação sexual para jovens e dos direitos LGBT, percebe que precisa ser anti-PT porque é o PT quem alimenta e se favorece disso.

          “Sei que declarar isso te incomoda, mas sou sincero e não disfarço minhas percepções. “

          Não incomoda não, ao contrário. Sou igual a você nisso.

          “chamar a atenção para um risco que me parece evidente: a perda de apoio à causa que militas em função do que me parece circunstancial.”

          Sei que o interesse é sincero, mas garanto, e aí é a opinião ‘média’ que eu falei no início. O PT não pode mais nos ajudar de tanto que já se afundou na aliança com o conservadorismo moral-religioso. Não é circunstancial, é estrutural. O PT hoje representa o que CDU e Republicanos representam na Alemanha e EUA. Não em economia, mas em dependência de voto moralista.

          Se um dia o PT pareceu aliado, o ponto é que não é mais. Nem é percebido assim. Novamente, se tiver interesse participe do grupo que eu recomendo. Você verá qual é a imagem do PT junto aos LGBTs mais politizados e verá que quase não há elogios ao PT.

          Havia algumas esperanças de que o PT quisesse nosso voto, mas isso se perdeu de vez na 6a. passada.

          Claro, isso não é unânime. Eu ainda tenho amigos LGBT que votarão no PT. Mas eles assumem que não dão mais importância ao combate à homofobia e acreditam nos medos disseminados em relação a PSDB/PSB. Opção pessoal deles. E não participam em grupos de discussão, etc.

          Quantos % são de uma visão e quantos % de outra, não se sabe, os institutos de pesquisa não segmentam por orientação sexual.

          x-x-x-x-x-x-x-x-x

          E você apenas fala de riscos para LGBT. Não vê riscos para PT com esse desgaste junto à opinião pública? Não vê riscos eleitorais se outros partidos pegarem essa bandeira?

           

  10. Vânia

    15 de dezembro de 2013 2:09 pm

    (Sem título)

  11. jbonifacio

    15 de dezembro de 2013 2:58 pm

    “EM DEFESA DA FAMILIA…”

    Me preocupa muito estes discursos onde se coloca a “defesa da família” como justificativa de um confronto político, pois historicamente nunca deu bons resultados, o golpe militar no país é um resultado deste tipo de “apelação”. Ademais,o discurso do “nosso padre” parece que não está em consonância com a visão do Papa Francisco.

  12. alfie

    15 de dezembro de 2013 5:29 pm

    O padre que veio da Inquisição

    Esse padre é assustador. Em pleno século 21, época de tantos avanços na evolução dos costumes, na tolerância e respeito a diversidade, a orientação sexual, ele prega a intolerância com argumentos frágeis e demagógicos em defesa do núcleo familiar. Esse padre é assutador. Parece saído da época da Inquisição, quando seres humanos eram queimados em nome de Cristo, por serem suspeitos de práticas judaícas ou bruxaria. Esse padre parece ter passado pelo governo de Hitler, quando os nazistas eliminaram seis milhões de judeus com requintes de crueldade. Mania de certos padres , em nome do catolicismo, terem atitudes impositivas e repressivas.

  13. Marcos Chiapas

    15 de dezembro de 2013 8:36 pm

    Consequências

    As declarações do Chiquinho estão deixando alguns padres denorteados. Não se admirem se começar um movimeto migratório destes para o evangelismo.

    Esse aí mesmo, já foi da crítica aos evangélicos a flerte com os mesmos.

  14. Stanilaw Calandreli

    15 de dezembro de 2013 10:06 pm

    O anti marxista

    O Pe Paulo Ricardo foi autor de uma palestra que aparece no Youtube com o nome Curso Revolução e Marxismo Cultural, em quatro vídeos de uma hora, onde ele declara ser o enviado de Bento XVI para combater o marxismo católico. Ele declara que o comunismo não perdeu a guerra, e sim se retraiu para organizar seus combatentes que estariam infiltrados em todas as entidades do mundo capitalista, e que nunca esteve tão forte como agora.

    Se foi, realmente, o enviado do antigo Papa, acredito que perdeu a função, mas ainda continua combatendo em favor da causa.

    Tenho alguns amigos que são padres e nenhum deles me informou ter conhecimento da existência de tal padre, me parece ser uma andorinha fazendo o verão, sozinha.

    Uma coisa eu garanto, não deem o microfone a ele, pois o estrago será grande. Ele tem controle impecável da palavra. Foi muito bem preparado para isso.

  15. JOSE CARLOS DE CAMARGO

    15 de dezembro de 2013 10:09 pm

    Pe. Paulo Ricardo

    O Pe. Paulo Ricardo é um grande Sacerdote, grande Teólogo,  dotado de grande  Espiritualidade  e ferrenho  DEFENSOR das grandes TRADIÇÕES JUDAICO-CRISTÃS. Sua LUTA procede, pois há um movimento avassalador para DERRUBAR

    as grandes Colunas Sustendadoras da Religião Cristã!  Êle terá grande respaldo nessa batalha e a grande Militância Cató-

    lica o APOIARÁ!  Quem viver, VERÁ!

    1. André LB

      16 de dezembro de 2013 2:02 am

      “(…)DEFENSOR das grandes

      “(…)DEFENSOR das grandes TRADIÇÕES JUDAICO-CRISTÃS.”

       

        Por mim podem derrubar as duas. Até ajudo a empurrar.

       

    2. Regina Ribeiro

      15 de junho de 2015 10:57 am

      À Luta!
      É eu estarei junto nesta luta e em apoio incondicional ao pe paulo Ricardo!

    3. João Paulo Azevedo

      22 de setembro de 2017 3:58 pm

      Sacerdote exemplar!

      Matéria mal redigida e tendenciosa! 

       

      Cultura judaico-Critã, você não gosta? Então muda para o oriente porque tudo que existe de bom em nosso mundo ocidental (Universidades, hospitais, asilos, creches, orfanatos e vários outros…) foi criado por nós Cristãos…. infelismente a versão iluminista está impregnada em todas as nossas escolas, mas se tiver alguém interessado em estudar o que fazem questão de esconder o faça, tenho certeza que não vão se arrepender.

       

      Sobre o padre? Excelente! Dele temos informações com conteúdo, profundidade, sabe o que fala, obviamente ele fala para católicos, se você não é católico ignore, pronto.

  16. Raí

    16 de dezembro de 2013 1:58 am

    Em todas as classes sociais, há “bestas”

    Enquanto o Santo Padre, o Papa Francisco, defende uma reflexão ideológica da igreja que condúz, e prega um ecumenismo, que abranja as demais seitas, em prol de uma releitura do movimento de libertação dos adéptos e simpatizantes dos movimentos conhecidos como transexuais e defensores da liberdade sexual, com parcimonia, esta “besta” vem a público, contrariar a tendencia das religiões preocupadas com a realidade, em aceitar que aquelas pessoas ditas “diferentes(sexualmente falando) que têm que rever os valores, até então aceitos comos os corretos por suas religiões.

    Estas minorias(crescentes, diga-se de passagem) são parte efetiva e participante da sociedade atual, e devem ser considerados atores do momento, e assim sendo, ouvidos.

    Fugir desta realidade, e “pregar na montanha, para uma audiencia nula” pela preservação de uma conduta arqueológica, é burrice e esta pregação e tentativa de aliciamento ideológico/cristão de outras religiões, está fora da realidade, e não deve ser aceita, nem pelos católicos, nem pelos crentes de outras religiões.

  17. Raí

    16 de dezembro de 2013 2:08 am

    A igreja de todos nós.

    Cristo enquanto este ve entre nós, pregou a igualdade entre as pesoas, independentes de suas preferencias sexuais e de seus sexos, pois o Deus que enviou-o à terra, para trazer o evangelho, não escolhe as pessoas, e sim quem quer ser salvo, e assim sendo, ele juntou-se aos mais pobres, aos cobradores de impostos, às prostitutas e aos considerados(pela hipócrita sociedade) como pecadores irreconciliáveis e irrecuperáveis, e prometeu, que a quem confessasse seus pecados e voltasse-se a Deus, teriam a vida eterna. Porque tentar mudar esta pregação ? 

  18. André LB

    16 de dezembro de 2013 2:21 am

      Até entendo o padre.  

      Até entendo o padre.

      Pra ele tem que estar tudo no seu lugar: a mulher de boca calada na cozinha (porque mulher falando é a perdição da moral), preparando a jantinha do maridão, arrumando a cama do filhão e ensina a filhona como deve se pentear pra arrumar homem bom igual o pai, que ataca a empregada quando o resto da família vai visitar a vovó, que abortou umas três vezes mas é católica praticante das melhores, até reza praquela pretaiada deixar de ser vagabunda e salvar as próprias almas trabalhando em algo honesto com um salário condizente, ou seja, um ou dois pratos de comida. O filho, se tiver uma tendência “errada”, pode até atacar um amigo, mas jamais o contrário, porque daí ele é “viado” e vixe maria! Isso dá um zilhão de anos no inferno.

      E claro, uma molecadinha nova pra ajudar o padre lá na sacristia. Taí o “edifício moral judaico-cristão”.

  19. Selma D

    10 de abril de 2014 1:03 am

    Interessante!
     
    Vejamos,

    Interessante!

     

    Vejamos, desde que o Ser Humano habita a terra a homossexualidade está presente. A mesma está presente também no mundo animal… Por quê tanta polêmica? Alguém realmente acredita que Deus está preocupado com isso? 

    Supondo que estivesse, creio que já deveria ter tomado alguma providência, não? Seja como for, cabe a Ele tomá-las, não?

    Não seria mais simples aceitar que existem DIFERENÇAS? … As pessoas são únicas, e sua forma de viver e lidar com o mundo e com tudo que há nele – inclusive a sexualidade – também será única. Nem entre heterossexuais há homogeneidade de comportamento… E jamais haverá essa padronização em qualquer coisa que se refira a comportamento humano.  O fato é que a questão existe, sempre existiu e sempre existirá; não serão leis ou ausência delas que mudarão uma realidade antropológica.  O tempo passa e nossos Totens e Tabus continuam os mesmos. A família não é e jamais será ameaçada pela aceitação social ou jurídica da homossexualida. Afinal, ambas coexistem desde os primórdios, ao contrário de ameaçar, creio que ninguém mais precisará esconder-se atrás de máscaras, casando-se por conveniência e transformando o vínculo familiar em ruínas. Ora, deixem as pessoas serem o que são… Chega de opressão, agressão, deminização, violência ou qualquer inferiorização ou supervalorização das pessoas por sua orientação sexual. Todos são SERES HUMANOS dotados das mesmas facudades mentais. Onde reside o problema? Em Deus? Então, lembrem-se que a Biblía diz que a salvação é individual. Parem de querer ser  “enviados”, “juízes”  a serviço de DEUS. Deixem que Ele julgue, se for o caso, o que tiver que ser julgado. Mas, como para Deus não existe “pecadinho” ou “pecadão” , ninguém estará livre de ser julgado. Por quê não cuidar da sua própria conduta? … O respeito ao semelhante é fundamental para a vida em sociedade. E nos julgamos evoluídos …

  20. Peter Roger

    19 de maio de 2014 12:11 pm

    Intolerancia e Fanatismo

    Esse padre é a personificação do  fanático religioso. Os dias desse tipo de padre estão contados no pontificado de Francisco. Pode ser até que ele tenha a proteção do Bispo local, mas assim que o Bispo que o protege se aposentar já era!E para piorar esse Padre fanático e intolerante é discipulo e seguidor do pseudo-intelectual Olavo de Carvalho – o ex-astrologo de jornal que resolveu dar uma de intelectual e é mestre na comunistofobia chegando ao ponto de enxergar comunismo até em histórias infantis como a da Chapeuzinho Vermelho. Pena que esses tipos intolerantes tem proliferado alimentando o fanatismo e conseguindo uma legião de idiotas úteis que os seguem.

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