Conhecereis a ciência e a ciência vos libertará, por Sr. Semana

A divulgação científica na sociedade é o melhor antídoto contra a disseminação de fake news e projetos totalitários de dominação. A ciência, a arte e a democracia são os principais alvos do neofascismo.

Conhecereis a ciência e a ciência vos libertará

por Sr. Semana

O evento mais relevante da semana ocorreu nesta última quinta-feira: foi a Marcha Virtual pela Ciência, organizada pela SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) e dezenas de instituições científicas associadas. As hashtags #paCTopelavida e #MarchaVirtualpelaCiência foram, respectivamente, a segunda e quarta mais comentadas no Twitter no dia. A primeira difundiu o Pacto Pela Vida e Pelo Brasil, em defesa das orientações sanitárias de base científica que defendem a vida e de ações econômicas que garantem a sobrevivência dos mais pobres, assinado pela SBPC, pela Academia Brasileira de Ciências (ABC), pela OAB, pela ABI, pela CNBB e pela Comissão de Defesa dos Direitos Humanos Dom Paulo Evaristo Arns. Durante todo o dia foram realizados diversos painéis virtuais sobre a pandemia e assuntos científicos conexos. (Mais informações disponíveis em http://portal.sbpcnet.org.br/noticias/milhares-de-pessoas-participam-no-pais-inteiro-da-marcha-virtual-pela-ciencia/.) Um indício da importância desta reação da comunidade científica brasileira ao obscurantismo neofascista em vias de implantação no Brasil foi a invasão por hackers neonazistas, provavelmente norte-americanos, da mesa de debate virtual “Divulgação científica em tempos de coronavírus” (www.otempo.com.br/cidades/mesa-virtual-sobre-pandemia-entre-pesquisadores-de-mg-e-invadida-por-neonazistas-1.2334379).

A divulgação científica na sociedade é o melhor antídoto contra a disseminação de fake news e projetos totalitários de dominação. A ciência, a arte e a democracia são os principais alvos do neofascismo. A ciência, tanto quanto a democracia e a arte, ao mesmo tempo pressupõe e exercita a liberdade. Não são nem tanto as afirmações científicas elas mesmas que mais incomodam, mas o modus operandi científico que exige a adequação das afirmações às evidências empíricas disponíveis, que critica opiniões aceitas sem fundamento, impulsionadas por manipulações midiáticas, máquinas de fake news nas redes sociais, intimidações violentas de toda ordem e, principalmente, alegações de chancela religiosa para opiniões injustificáveis racional ou empiricamente. A primeira regra do método científico segundo Descartes é evitar cuidadosamente a prevenção e a precipitação. Estes dois fatores nunca se fizeram tão presentes como nas últimas eleições no Brasil. A prevenção sem base racional construída nos últimos dez anos alimentou o ódio que levou a um voto precipitado do qual tantos milhares já se arrependeram e torcem para terem a oportunidade—cada vez mais ameaçada—de corrigi-lo na próxima eleição presidencial.

Novas manifestações virtuais serão promovidas pela SBPC. A próxima já está marcada para o dia 8 de julho, Dia Nacional da Ciência e do Pesquisador. Tomara que sejam ainda maiores, com a adesão de outros cidadãos além dos cientistas. Sonhemos com um dia em que o Discurso do Método para Bem Conduzir a Razão de Descartes terá mais leitores que a Bíblia.

 

3 comentários

  1. Bem vê-se que os de esquerda estão falando empriricamente. Um exemplo está aí acima: falar que os que votaram no sinistro odioso para presidente da república já se arrependeram. Grasso erro, conheço pelo menos uma centena de eleitores do coiso, e todos, sem exceção estão cada dia mais fanáticos.

  2. “…assinado pela SBPC, pela Academia Brasileira de Ciências (ABC), pela OAB, pela ABI, pela CNBB e pela Comissão de Defesa dos Direitos Humanos Dom Paulo Evaristo Arns…Elite Parasitária Fascista e seus Entulhos Corporativistas. Filinto Muller, parceiro de muito tempo, manda lembranças. Muito provavelmente do Inferno. Pobre país rico. mas de muito, muito , muito fácil explicação.

  3. A ciência não liberta coisa nenhuma. Quem liberta é a informação livre.

    I- O Jornal USP publicou em março no GGN um artigo assinado pela assessoria de comunicação do ICMC/USP — Celulares são uma arma contra a covid-19 —, que afirma o falso logo na primeira frase: «Uma das vantagens da tecnologia é possibilitar à humanidade desenvolver (novas) estratégias para lidar com (velhos) problemas». Peço desculpas ao autor daquele artigo por não ter uma ignorância igual à sua. O casal Lucena da TutaméiaTV entrevistou o economista François Chesnais que cita Robert Gordon, considerado a maior autoridade na área de processo de produção e tecnologia materializada nos produtos. Vale a pena ler essa entrevista.

    Para se ter idéia do que a ciência ao reboque da ideologia capitalista é capaz, eu cito um caso paradigmático: o engano do Flúor, um dos muitos casos contra o homem e o ambiente que hoje tem no 5G a novidade que ficará na história como a mais danosa criada pelo Homem, capaz de provocar mutação antropológica, biológica, genética porque introduz tecnologias com modalidades que nem mesmo o sistema complexo no qual surgiu a vida na Terra, conhece. Aqueles que possuem o controle de mais essa novidade podem ser os exterminadores da nossa espécie.

    De volta ao Flúor. Para evitar o alto custo de tratamento ecológico de uma escória industrial, cogitaram uma grande mentira e até hoje ganham dinheiro com ela:
    Flúor na água potável, na água mineral, no dentifrício, na goma de mastigar; Flúor recomendado por médicos para a saúde dos dentes e dos ossos, etc.. Lenda metropolitana que sobrevive ainda hoje não obstante o Flúor seja catalogado como elemento de alta periculosidade desde a sua descoberta. E’ um gás amarelo esverdeado, altamente tóxico que não existe de forma livre. Mesmo abundante na crosta terrestre, a dificuldade para obtê-lo no estado puro custa caro; o primeiro composto importante do Flúor é o Acido Fluoridrico que ataca até vidro. Transportá-lo é problema sério. Esse composto junto com o Flúor está na base de muitos processos industriais. Daí, a escória.

    Enganaram a opinião pública com a falsidade de medicamento. Para tanto foi necessário reunir talento de prestigiador, desprezo absoluto e completo pela natureza e pela vida humana, mentir despudoradamente, muita grana para cooptar, comprar e/ou eliminar fisicamente quem quer que seja e um desmesurado instinto de Tio Patinhas.

    | 1930| O dentista Henry Trendley Dean está investigando pela primeira vez um fenômeno comum entre populações isoladas dos Estados Unidos com fontes hídricas com alta concentração de flúor. Dean anota os danos da intoxicação nos dentes: esmalte manchado, descolorado, fortissima corrosão. Dados alarmantes que foram desprezados em favor de uma sua teoria inventada ad hoc: dentes fudidos sim, mas sem cárie! Conclusão: reduzir a quantidade de Flúor na água pode favorecer a saúde dental = Detalhe = Trendley Dean trabalhava para o Ministério do Tesouro e o referente dele era Andrew Mellon, um dos fundadores e principal acionista da “Alcoa” (Alluminium Company of America, que usa o Flúor na fabricação do aluminio). Os jornais não notaram esse detalhe.

    | 1939| O bioquímico Gerald Judy Cox fez experiências com ratos e concluiu: o Flúor combate a cárie e aconselha a fluorização da água como medida preventiva de saúde pública. = Detalhe = Judy Cox trabalhava no “Mellon Institute” do Andrew Mellon, centro de pesquisa da “Alcoa”. Os jornais não notaram esse detalhe. — Segunda Guerra Mundial; alumínio para uso bélico; fábricas com vidraças eivadas pela saturação de vapor de flúor, lesões cutâneas sérias nos trabalhadores, perda integral dos dentes e outras patologias. Os jornais não notaram esse detalhe.

    | 1948| O “Journal of the American Dental Association“ publica em agosto um artigo hoje considerado o supra sumo da maldade, da manipulação, do cinismo e desprezo pela pessoa humana que nem mesmo um Paulo Guedes bem inspirado faria melhor: Peter P. Dale e H. B. McCauley, ambos envolvidos no “Progeto Manhattan”, relatam que os operários ocupados na produção do fluoruro destinado à fabricação de armas nucleares (enriquecimento do urânio), apresentam menos cárie dos colegas que estão fora daquele ciclo industrial. O estudo é real mas os dois canalhas, Dale e McCauley — acreditem — não dizem que a maior parte dos operários em exame eram banguelas! — Teve início então a importante e custosa campanha publicitária a favor da fluorização da água e foi nessa ocasião que apareceu Edward Bernays que trabalhava nessa campanha desde 1930, contratado pela “Alcoa”…

    NOTA: O atual grupo secreto de cientistas e bilionários liderados pelo médico de 33 anos, Tom Cahill, para estudar a solução da pandemia do Covid-19, declarou-se inspirado no Progeto Manhattan. Não é coincidência.

    Edward Bernays, numa entrevista em 1993: «Vender o Flúor foi fácil demais. O cidadão confia na autoridade médica. Você pode praticamente fazê-lo aceitar qualquer coisa; deve-se considerar também a lei estatística: tem sempre alguém, em qualquer campo, predisposto à novas idéias (The Fluoride Deception, de Christopher Bryson, 2004).

    Alguns malefícios causados pelo embuste dessa “estratégia tecnológica”: Fluorosi ossea, osteoporosi e artrite; Disfunção da tiroide; danos aos rins; Efeitos negativos nas funções cerebrais; Câncer.

    Maiores aprofundimentos no livro (italiano) de Lorenzo Acerra: Fluoro, pericolo per i denti, veleno per l’organismo – 2000.

    Fonte : Federico Povoleri, https://www.luogocomune.net/21-medicina-salute/4929-la-bella-favola-del-fluoro

    Wikipedia: No governo do general Ernesto Geisel, foi implantado a fluoretação de águas públicas. Foram levantadas questões éticas a respeito dessa medicação em massa sem prescrição médica: pessoas com algum grau de autismo são ainda mais prejudicadas pela fluoretação obrigatória, inclusive de alimentos, pois este é depressor do sistema nervoso central.” Foi provado que a fluoretação tem eficácia menor de 5% na redução da cárie mas ainda hoje a OMS a defende…

    E’ o poder do dinheiro no desenvolvimento de estratégias tecnológicas para lidar com problemas. O aparecimento do covid-19 foi criado em laboratório e sua difusão foi intencional como transpareceu nas palavras do secretário de Estado Mike Pompeo, “é um exercício ao vivo” (Mike Pompeo em “O que os serviços de inteligência dos Estados Unidos realmente sabiam sobre o ‘vírus chinês’?”, Pepe Escobar, Brasil247)

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    II- Jornal da USP: «Não é de hoje que os vírus aterrorizam os humanos.»

    No video POTENZIARE LE DIFESE NATURALI, o medico italiano, Doutor Carlo Alberto Zaccagna recorda já no início: «Somos velhos com milhares de anos; as bactérias são velhas com milhões de anos; se chegamos a um estágio de pacífica convivência não foi por gentil concessão delas em nosso benefício, foi o contrário, elas sentem-se à vontade no nosso organismo: temperatura constante, umidade constante, Ph constante, açúcar abundante e quando não o damos elas o retiram de própria iniciativa». Estão numa boa e nesse meio tempo, sem querer, nos defendem. Certo, existem as do tipo bolsonacoco mas antes de danejar-nos as bactérias danejam-se entre si. O problema é quando “as reds” chamadas probióticos são em minoria. «Não pense que depois de ingerir hamburger, batata frita e Coca-Cola teu sistema não sofra sérias consequências; as pessoas mal educadas desconhecem o próprio potencial de defesa natural e de consequência desprezam o próprio sistema imunitário. Conclusão: o problema não é -o- vírus, é a ignorância. E’ preciso aproveitar esse momento para difundir uma educação sanitária profilática, única arma verdadeira de defesa do corpo humano».

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    III- Jornal da USP: «Nossos antepassados não tiveram a chance (Sic) de ter nas mãos uma poderosa arma na guerra contra inimigos: os telefones celulares.»

    A assessoria de comunicação da USP menospreza nossa inteligência quando evoca terrores passados e defende o celular como arma na guerra contra um inimigo; linguagem no mínimo é imprópria, sobretudo porque “o inimigo” se aninha em cada um de nós. E’ preciso despertar a coletividade e impedir esse programa de domínio: o real objetivo dos financiadores desse programa não é a saúde pública, é o controle social. O coronavírus é produto de engenharia genética como garante o professor Francis Boyle, autoridade no assunto, autor da S.993 – Biological Weapons Anti-Terrorism Act de 1989; O “vírus chines” alardeado é fake news. O governo dos EUA esconde que o serviço secreto já sabia da presença do vírus no território estadunidense muito antes dos casos chineses (ver artigo do Pepe Escobar), como foi confirmado pelo diretor do CDC estadunidense Robert Redfield, diante de uma comissão parlamentar sobre casos reconhecidos oficialmente como gripe normal mas que na verdade eram de coronavirus. Essa foi a razão dos chineses no dia 13 de março cobrarem no tuíte a versão oficial do governo Trump: «2/2 CDC was caught on the spot. When did patient zero begin in US? What are the names of the hospitals? It might be US army who brought the epidemic to Wuham. Be transparent! Make public your data! US owe us an explanation!, Lijian Zhao» – Os chineses também suspeitaram do fechamento no verão passado, por motivo de segurança nacional, de um laboratório de bio-tecnologia em Maryland, (titulo do NY Times: «Deadly Germ Research Is Shut Down at Army Lab Over Safety Concerns»). Bill Gates previa essa pandemia, basta lembrar a John Hopkins University com a simulação em 2019 no EVENT201-Global pandemic exercise e um artigo publicado sempre em setembro que aborda o tema da difusão intencional de vírus (Preparedness for a High-Impact Respiratory Pathogen Pandemic) onde instruía «os governos nacionais de preparar-se para o uso intencional de patógenos de tipo respiratório».

    A assessoria de comunicação da USP é claramente ao serviço dos financiadores e organizadores desse controle social, que ninguém sabe quem são oficialmente. Uma leitor muito atento do GGN postou o seguinte: «Acredito que a chegada da pandemia no Brasil, onde há exploração da força de trabalho, racismo estrutural, luta de classe e diferenças sociais extremas, foi uma oportunidade para a realização das mais sádicas fantasias de poder da classe fascista eleita com Bolsonaro sob a tutela das FFAA. O momento ficou propício para esses governantes aprovarem leis e agirem contra o meio ambiente, atacar as populações mais vulneráveis, marginalizadas e fazê-las desaparecer fisicamente no maior numero possível (pobres, desocupados, aposentados, anciãos). Estão aproveitando a situação para passar leis em caráter emergencial, que de emergência, não têm nada». Lula fala de falência do capitalismo mas para mim é mais sério: convivemos com brasileiros inimigos declarados do Brasil e da maioria do seu Povo, representados por Moro, Dallagnol, procuradores, magistrados e generais, etc. Alguém escreveu aqui no GGN que precisamos do nosso 25 de abril, lembrando da revolução dos cravos. Eu digo que precisamos de outro 25 de abril e penso aos partigiani italianos. Preciamos da nossa Liberazione contra os fascistas de casa e o alieno invasor das nossas consciências!

    E por que não? O próximo passo pode até ser uma lei tipo “Patriot Act” assinada por generais como o atual Presinistro Brega Nato e o lesa-pátria Vaselinas-Boas, general de quatro rodas que em ocasiões passadas disse não querer saber de luta de classe. Esse general escroto, na melhor tradição de Caxias, seria até capaz de sair de cadeira de rodas com um saco de urina pendurado, ao comando da sua tropa (300 mil soldados “pret-a-porter”, o número é dele). E não por ser um militar corajoso mas porque é moleza usar fuzil e baioneta contra trabalhadores, desempregados, estudantes, donas de casa, chefes de família, aposentados, índios, brancos, pretos, mulatos e marginalizados em geral.
    Resumindo: um grupo de poder quer estabelecer o distanciamento social e usar o celular como instrumento de controle e domínio, monitorar a vida de todos, 24/24, sete dias por semana e pode contar com o suporte do atual comando das forças militares. Não é demais repetir: distanciamento social e celular nada tem a ver com saúde.

    Link dos vídeos que vale a pena assistir e educar-se (em italiano):

    – POTENZIARE LE DIFESE NATURALI https://www.youtube.com/watch?v=58u5kBeh9yk&feature=emb_rel_pause
    – Dott. Trinca Covid e medicina biologica integrativa Video ainda mais importante. Encontra-se na pagina: http://www.youtube.com/user/luogocomune2

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    IV – Jornal da USP: «A gente pode ter problema com isso. Os dados podem cair em mãos erradas? Sim.»
    «E’ estratégia com limitações, você tem erros da casa de 50 metros ou, dependendo do celular, até mais. […] Para obter dados mais exatos da proximidade entre pessoas é necessário utilizar o Bluetooth, que possibilita a conexão sem fio do celular com outros dispositivos eletrônicos, e só funciona se as pessoas estiverem perto umas das outras.»

    Sobre distanciamento social o Byoblu24, blog italiano, entrevistou um dos maiores analistas de assuntos militares, Manlio Dinucci, geógrafo e jornalista. — Aterrador — Ele analisa e esclarece citando fontes. O distanciamento social irá muito além do período de pandemia como prevê o artigo publicado na revista do Massachusetts Institute of Technology, MIT Technology Review, edição de 17 de março com o titulo WE’RE NOT GOING BACK TO NORMAL. Os especialistas do MIT abrem o jogo: é inútil iludir-se. As medidas de distanciamento não são provisórias. São permanente; e acrecentam peremptoriamente: vão mudar o nosso modo de vida. O pessoal do MIT cita um estudo do grupo Covid-19 Response Team do Imperial College de Londres, publicado no dia anterior, onde delinearam um modelo no qual o distanciamento social também é norma permanente.

    Diante disso Dinucci faz uma pergunta: trata-se de um modelo médico, necessário para enfrentar a atual pandemia ou tem mais coisa aí? Ele teme que não seja apenas uma medida de segurança contra o vírus. O que emerge é um modelo social sem precedentes na história da humanidade. A coisa é tão séria que os dois colossos que se combatiam com faca nos dentes, deram os braços para desenvolver juntos um App de contrôle à distância (far-ranging) – Jornal NY Times: APPLE AND GOOGLE TEAM UP TO “CONTACT TRACE” TO CORONAVIRUS.

    Como o leitor do GGN escreveu, com pouca mobilidade, pouca visibilidade e muitas falhas de comunicação, as leis movimentam-se como nunca antes.

    Titulo da entrevista do Dinucci no YouTube: TRA MICROCHIP E PUNTI QUANTICI DIVENTEREMO ANTENNE UMANE – Manlio Dinucci – Byoblu24

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