Sírio-Libanês veta médicos na reunião sobre cloroquina com Bolsonaro

Hospital entende que deve aguardar conclusão de estudos sobre o uso da substância contra o coronavírus

Jornal GGN – É desta no jornal O Globo desta quinta (2) que o hospital paulista Sírio-Libanês proibiu que seus médicos participassem de uma reunião convocada por Jair Bolsonaro para discutir o uso da cloroquina contra a COVID-19.

Segundo o diário, o hospital entende que “ainda é prematuro ter qualquer conclusão sobre o uso do medicamento no combate ao coronavírus. Como o tema do encontro seria esse, a determinação foi de que nenhum médico do hospital poderia participar do encontro, nem os da unidade de Brasília.”

O Sírio-Libanês, em parceria com o Albert Einstein e o Hospital do Coração, realiza pesquisa sobre a eficiência da hidroxicloroquina no tratamento do coronavírus.

O médico Luciano Cesar Pontes de Azevedo, do Sírio, disse ao jornal que o estudo vai demorar “ao menos dois meses” para ser concluído.

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2 comentários

  1. Certamente há ainda gente séria e responsável no país. Pelo histórico e atitudes insanas da atualidade, é claro que não se está referindo ao paraquedista que caiu na poltrona presidencial.

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