5 de junho de 2026

União Africana quer ampliar esforços contra Boko Haram

Jornal GGN – A União Africana está solicitando a criação de uma força regional para combater o crescimento do grupo nigeriano Boko Haram. O comissário Nkosazana Dlamini-Zuma falou após o encontro do Conselho de Paz e de Segurança. “O Boko Haram está abusando da crueldade inqualificável, do total desrespeito pelas vidas humanas e da destruição gratuita de bens. Por isso, é recomendado que os países da região sejam autorizados a aumentar a Força Conjunta Multinacional para 7,5 mil homens”, solicitou.

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União Africana pede criação de força regional para derrotar Boko Haram

Da Agência Lusa

Para a Agência Brasil

Soldados nigerianos exibem tanque capturado do grupo Boko HaramAgência Lusa/EPA/Tony Nwosu

A União Africana pediu hoje (30) a criação de uma força regional de cinco países, com 7,5 mil integrantes, para combater o aumento de insurgentes do grupo extremista nigeriano Boko Haram.

“O Boko Haram está abusando da crueldade inqualificável, do total desrespeito pelas vidas humanas e da destruição gratuita de bens”, afirmou o comissário da União Africana, Nkosazana Dlamini-Zuma. Ele falou após o encontro do Conselho de Paz e de Segurança. “Por isso, é recomendado que os países da região sejam autorizados a aumentar a Força Conjunta Multinacional para 7,5 mil homens”, acrescentou.

Para ele, o Boko Haram é uma ameaça que ultrapassa as fronteiras da Nigéria e a atual crise exige “resposta coletiva, eficaz e decisiva” por parte das nações africanas.

“O terrorismo, em particular a brutalidade dos extremistas do Boko Haram contra o nosso povo, é uma ameaça à nossa segurança e desenvolvimento coletivos”, destacou Nkosazana Dlamini-Zuma, no discurso de abertura da Cúpula da União Africana, em Adis Abeba, na Etiópia.

O grupo Boko Haram quer instaurar um califado no Norte da Nigéria, majoritariamente muçulmano, ao contrário do Sul, de maioria cristã.

A República do Chade, que já apelou à formação de uma coligação de países da região contra o grupo extremista, enviou um contingente militar para os Camarões, país que faz fronteira com a Nigéria, para ajudar a combater os ataques do Boko Haram.

A violência do Boko Haram e sua repressão pelas Forças Armadas nigerianas já causaram mais de 13 mil mortes desde 2009 e cerca de 1,5 milhão de refugiados e deslocados.

Matéria alterada para acréscimo de informações

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4 Comentários
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  1. Lucinei

    30 de janeiro de 2015 6:46 pm

    Sem identificar claramente as

    Sem identificar claramente as causas do surgimento e permanência desses psicopatas – que passa inevitavelmente pelo comércio de armas – só vai aumentar a corrida armamentista no sofrido continente africano.

    1. adolpho

      30 de janeiro de 2015 7:15 pm

      Proponho um grupo de estudos

      Proponho um grupo de estudos transversal, que vá a campo realizar coletas de dados socio-antropológicos (sem se importar em tropeçar nos esqueletos dos que foram trucidados por esse psicopatas), tabule os resuldados, discuta-os na ONU, e, depois de laudas e mais laudas de recomendações, futos dos mais sérios debates, o dcoumento final seja – que será produzido em aproximadamente 15 anos – seja entregue ao lider do bando. Esse senhor, naturtalmente, irá ler com todo o cuidado o dcoumento produzido e depois pegá-lo-á e ira usá-lo como tocha para acender o pavio de algum armamento apontado para alguma aldeia remanescente…

      1. Lucinei

        31 de janeiro de 2015 3:46 pm

        Tem outra alternativa: criar

        Tem outra alternativa: criar o Boko Haram II; pior ainda que o primeiro. Basta armar até os dentes um outro grupo qualquer para “combater” o primeiro e vê-lo, depois, sair totalmente do controle.

        Eis uma fórmula de comprovado “sucesso”.

  2. Gabriel Rocha

    30 de janeiro de 2015 7:14 pm

    Bem que os ditadores africanos

    que foram beneficiados com o perdão de dívidas bilionárias pelo apedêuta poderiam ajudar nessa…

     

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