Chanceler de Bolsonaro articula derrubada do governo da Venezuela

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN – Além de propagar ideias ridicularizadas em nível internacional sobre o aquecimento global e o “globalismo”, Ernesto Araújo marca seu início de gestão como chanceler de Jair Bolsonaro “articulando” – nas palavras do jornalismo de O Globo – a deposição do governo da Venezuela.

Na noite de quarta (16), Araújo recebeu em Brasília 3 importantes líderes da oposição a Nicolás Maduro, que estão no exílio: o ex-prefeito de Caracas Antonio Ledesma, o ex-presidente da Assembleia Nacional Julio Borges e o número 2 do partido Vontade Popular, Carlos Vecchio.

Nesta quinta (17), desembarca em Brasília, para reforçar o time de conspiradores, o presidente do Tribunal de Supremo de Justiça Miguel Ángel Martín, também exilado.

A oposição que vem ao Brasil, segundo o jornal, “frequentemente discorda da que ficou” na Venezuela.

O Brasil, assim como outros 40 países, não reconhece a eleição de Maduro. Na quarta, com a presença de Maurício Macri, presidente argentino, em Brasília, o governo Bolsonaro reforçou o entendimento de que o poder legítimo está nas mãos da Assembleia Nacional, que é comandada pela oposição desde 2015.

Há alguns dias, a AN declarou Maduro um “usurpador” por ter sido eleito num pleito que foi boicotado pela oposição. O resultado foi considerado uma fraude.

O Globo diz que ouviu de fontes sob anonimato que Bolsonaro e Macri discutindo opções para a Venezuela, inclusive a militar. A ideia seria apoiar que o TSJ no exílio designe o novo presidente venezuelano – provavelmente o atual comandante da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, do partido VP.

Bolsonaro tem pego leve na questão da Venezuela, em seus discursos por 3 razões: “o Brasil tem uma fronteira de mais de 2.000 km com a Venezuela; Roraima depende da energia daquele país; e a legislação nacional não seria ‘tão vasta’ como a de vizinhos para a aplicação de vários tipos de sanções”, afirmou o jornal.

 

 

8 comentários

  1. Não entendi esta frase

    “Bolsonaro tem pego leve na questão da Venezuela, em seus discursos por 3 razões: “o Brasil tem uma fronteira de mais de 2.000 km com a Venezuela; Roraima depende da energia daquele país; e a legislação nacional não seria ‘tão vasta’ como a de vizinhos para a aplicação de vários tipos de sanções”, afirmou o jornal.

    Enesto Che Araujo não me parece uma liderança real, mas ficcional, assim como estes líderes da oposição Venezuelana, que como os anticastristas, ganharam muito dinheiro e fortuna enganando os americanos quanto às suas possibilidades de vitória. Nós aqui continuamos sem saber qual é a realidade na Venezuela.

    O que restará, será a violência das sanções.

  2. os caras são malucos totais –

    os caras são malucos totais – não tem vergonha na cara de colocar ambos os

    países numa frA danada, sob fogo cruzado Ados interesses armamentistas internACIONAIS…..

  3. Ernesto Araújo será derrubado

    Ernesto Araújo será derrubado pelos milicos que não desejam uma aventura na Venezuela.

    Esse sujeito está aloprando.

    Tudo bem não apoiar essa seita do aquecimento global, mas é importante ele pontuar logicamente o porque. Senão fica a impressão que ele apenas quer impor a sua religião, sua seita, seus dogmas contra um globalismo (que existe) marxista (???) difuso.

  4. Ja que os “cabra são macho”……

     sugiro que devem “partir pra ignorancia”…….que declarem guerra a Venezuela e encarem os “sovieticos” de frente e de peito aberto……..e se os “discipulos de Mao” entrarem na briga, pau neles………mas tem que por o (sem) Chance-ler na linha de frente junto com os generais de pijama……para os generais de pijama, se der ruim, não se preocupem…….a  boa vida das filhotas ta garantida……a gente paga feliz da vida…..

  5.   Alvíssaras! Maduro já pode

      Alvíssaras! Maduro já pode dormir tranquilo.

      Com esse pateta articulando qualquer coisa, é certeza a desarticulação dos opositores.

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