5 de julho de 2026

O Conselhão e a dura batalha das expectativas

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No período da tarde haverá o renascimento do Conselhão. Em outros tempos era uma das principais ligações do governo com a sociedade civil, assim como os conselhos empresariais da ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial), os conselhos da sociedade civil do ex-Ministro Gilberto Carvalho, o conselho de gestão e outros que foram sendo desativados por insensibilidade e falta de visão política.

Por si, o Conselhão não resolverá nada se o governo não definir um roteiro prévio. Montam-se planos econômicos e políticos em ambientes menores, com grupos de estudo e representantes de setores envolvidos. Espera-se que no último mês esse trabalho esteja sendo elaborado internamente. Dadas as linhas centrais, amplia-se o debate, em locais tipo o Conselhão, recolhem-se as sugestões e amplia-se a informação sobre as metas pretendidas.

A tal reversão das expectativas não pode ficar restrita a mudanças constitucionais ou apenas mudanças da política econômica.  É um todo muito mais amplo.

A base é a ideia-força, orientadora, levantada pelo chefe político, a presidente da República.

Depois, desdobra-se nos planos e projetos de cada Ministério e secretaria. Cabe à presidente, junto com o respectivo Ministro, definir o ponto central de cada Ministério subordinado à ideia-força, assim como as sinergias entre as diversas áreas, especialmente aquelas que atuam de forma horizontal.

Obviamente não se monta esse desenho em decisões fechadas de gabinete. Exige-se uma metodologia de organização de grupos de trabalho para cada tema, definição clara de atribuição de cada parte envolvida, hierarquização das prioridades, tudo sob a orientação do Ministério mais diretamente envolvido com o tema. Depois, a montagem de sistemas de avaliação e cobrança, a cargo da Casa Civil, como braço da presidência da República.

Já se cometeu a tolice de tirar o status de Ministério de várias das secretarias que atuavam horizontalmente, para economizar miçangas. De qualquer modo, elas poderão ganhar status na definição dos programas, dependendo da vontade política da presidente.

Depois, botar o bloco na rua e ter paciência para a colheita.

As expectativas serão revertidas quando começarem a pipocar resultados das diversas frentes. Com um sistema centralizado de controle das informações e, principalmente, valendo-se do discurso presidencial, a disseminação dos resultados das partes irá consolidando na opinião pública a noção do todo..

Não me perguntem qual é, em minha opinião, a probabilidade do governo montar esse plano estratégico, para não estragar o dia.

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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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15 Comentários
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  1. Cláudio José

    28 de janeiro de 2016 12:32 pm

    PROJETO: MADE IN BRASIL
    PROJETO: MADE IN BRASIL  Caros amigos (as) o Brasil pode gerar muitos empregos e sair da crise, se a industria voltar  ser competitiva, para as exportações. Pensando nisso, gostaria de sugerir um projeto: O MADE IN BRASIL, onde o governo buscaria formas de aumentar as exportações, mas como fazer isso? Amigos (as) nós temos milhares de estudantes em inúmeros países, que com um bom treinamento do Sebrae (on line), eles poderiam no seu tempo livre serem os grandes representantes do Brasil, e ajudariam a vender os produtos brasileiros, para o mundo inteiro. Amigos (as) todo mundo ganha com essa iniciativa do bem, o pobre povo brasileiro, que está desempregado,  teria um grande aliado (os amigos estudantes) que também poderiam ganhar um bom dinheirinho extra, por fazer esse belo trabalho, de ajudar o Brasil a sair da crise. Sei que tem gente, que ganha muito bem, para buscar soluções, para ajudar o Brasil e o mundo, mas não ligo, sou rico da graça de Deus, pois fazer o bem, faz bem.  Atenciosamente:
    Cláudio José, um amigo do povo, da paz, da ONU e um Beija-flor da floresta do Betinho. 

  2. Ivan de Union

    28 de janeiro de 2016 12:39 pm

    “Não me perguntem qual é, em

    “Não me perguntem qual é, em minha opinião, a probabilidade do governo montar esse plano estratégico, para não estragar o dia”:

    Nem precisa!  A sentenca previa eh “Com um sistema centralizado de controle das informações e, principalmente, valendo-se do discurso presidencial”…

  3. Raí

    28 de janeiro de 2016 1:33 pm

    Será que agora vai ?

    Este tipo de Conselho de Notáveis, já foi tentado no governo Lula, e por absoluta falta de sintonia, entre o Estado, propulsor das idéias, e a sociedade civil produtiva, alí representada pelo que tinha de melhor(na teoria) morreu de inanição, pois o que se via nas reuniões, eram empresários eou representantes de orgs. civís e ONGs, querendo mais “têtas” para “mamar” os recursos do “velho e bom Estado” e que uma vez agraciados pelas benesses e isenções fiscais para seus representados, nada fizeram, exceto desviar recursos, e posarem de bonzinhos, para seus apaniguados.

    Valeria a pena, tentar de novo, uma parceria Estado-empresariado, para tentar viabilizar os planos do Executivo, e correr o risco, de novamente ser tachado de ter criado mais um cabide empregos e de está aparelhando o Estado, e encarecendo a administração, com mais encargos  ?

    Acho que devemos dar um voto de confiança, para o atual Min.da Fazenda, que tem em mãos planos macro-econômicos, para tirar o país da recessão, fazer as lições de casa, reverter este processo de inflação com investimentos que geram empregos e consumo, basta que a sociedade civil e o Congresso, não atrapalhem. 

  4. drigoeira

    28 de janeiro de 2016 1:37 pm

    Brasil é terra virgem…

    Existe uma demanda reprimida de tudo dentro do país, mas o governo insiste em “acelerar um carro com o freio de mão puxado”.

    A política economia atrasada é o maior problema atualmente. As decisões tomadas no ano de 2015 sobre a política economica foram todas erradas.

    1- O setor energético deve ser subsidiado;

    2- Os juros devem baixas;

    3- A matriz produtiva brasileira deve ser baseada na agroindústria.

     

  5. MARCOS AURELIO CORREIA DE OLIVEIRA

    28 de janeiro de 2016 1:42 pm

    Crise Política/Econômica

    Este Conselho será reunido algumas vezes, idéias surgirão, ações serão iniciadas, mas se não forem resolvidos os problemas Políticos, a Guerra instalada pelo Poder, poucos resultados efetivos teremos. Hoje, nossa Presidente não possui sustentação Política para continuar no Poder. O PT não acredita nela, os Partidos aliados não querem mais acreditar nela e a Oposição quer que ela caia. E, a culpa de tudo isso é da própria Equipe de Governo. Nosso País conquistou nos últimos anos seu ponto de equilibrio Econômico. Sempre foi uma situação muito delicada, mas estavamos vivendo um momento de Bonanza, calmaria há muito tempo esperado. Fomos soberbos, ainda no Governo do EX-PRESIDENTE Lula, quando teve início a crise Mundial. Fomos incapazes e incompetentes no atual Governo Dilma. Com este Conselho, o governo tenta novamente desviar o foco e se eximir de culpa. Não acredito que Lula, Aécio Neves, Temer, sejam a solução ao Problema instalado em nosso País – falta de Governo, mas alguma coisa tem que acontecer. Nossa Presidente Dilma não está mais Governando o Brasil. Está apenas vendo os dias passarem. Problemas na Saúde, Educação, Infraestrutura, … estão crescendo e nada de positivo acontece. Pelo nosso País, saia Presidente Dilma. Que sejam convocadas novas Eleições JÁ.

  6. altamiro souza

    28 de janeiro de 2016 1:44 pm

    eu confio que esse programa

    eu confio que esse programa para que se concretize a reversão de expectativas

    será montado pelo governo através da participação desse conselhão…

    é um desejo,mas que desejo!!!

    pois disso depende a manutenção do projeto de inclusão social pelo qual se lutoui tanto

  7. joel lima

    28 de janeiro de 2016 1:59 pm

    Um conselhão com quase 100

    Um conselhão com quase 100 pessoas só serve se o presidente já tiver todo um projeto em mente e objetos claros. Aí ele usará esse conselhão para fazer os ajustes finos. Agora se o presidente for sem nenhuma ideia, projeto, aí corre-se até o risco de algum grupo que souber fazer mais barulho conseguir encantar o presidente e este comprar a idéia dele , sem ver o quanto esta ideia irá entrar em choque com os demais grupos. Enfim, o melhor é que esse conselhão não dê em nada, porque, se der, a chance é que não seja coisa boa. 

  8. Clever Mendes de Oliveira

    28 de janeiro de 2016 2:24 pm

    Faltou indicar quanto tempo levará para aparecerem os resultados

     

    Luis Nassif,

    Em governos democráticos, modelados pela democracia representativa, os Conselhos assumem mais uma função decorativa e de propaganda. Quem tem uma visão mais técnica, com suporte na racionalidade acrescida de uma grande falta de sensibilidade e de visão política, como é o caso da presidenta Dilma Rousseff, tende realmente a os desativar.

    A não ser em casos extremos como o que ocorreu após as manifestações de junho de 2013, a reversão das expectativas faz-se realmente pelo lado dos resultados. Com um Congresso bastante contrário ao governo, sendo que a esse Congresso se submete o Plano Plurianual elaborado pelo governo, a Lei de Diretrizes Orçamentárias também elaborada pelo governo e a Lei Orçamentária também elaborada pelo governo, não vejo muito espaço para uma reversão das expectativas, seguindo o modelo proposto por você, em que me pareceu faltar a informação do lapso de tempo necessário para aparecer os resultados que vão reverter as expectativas: seriam dois, três ou quatro anos?

    Em razão disso eu sempre vi com bons olhos a desvalorização da moeda para operar a reversão das expectativas. Infelizmente com o sistema de meta de inflação e o câmbio flutuante não tivemos um processo normal de recuperação das expectativas via desvalorização da moeda. Um processo que deveria ocorrer em um só momento, ocorreu em três etapas: início de 2015, agosto e setembro de 2015 e início de 2016. E toda a desvalorização associada com a queda brutal dos preços da commodities, embora se reconheça que em todas as pressões de valorização do dólar no mundo nos últimos 30 anos, houve, associado, uma pressão pela queda de preços das commodities.

    Ainda assim, imagino que já está ocorrendo resultados favoráveis para o setor exportador que induz o setor a mudar as expectativas e voltar a investir. É claro que o setor exportador, a menos que possa sentir que as exportações dele estão aumentando em quantidade, não iniciará os investimentos que ajudam a espraiar pela economia a reversão das expectativas. Vai ser necessário comparar o quantum exportável em 2015 com o quanto exportável em 2016 para ver ser há razão para otimismo ou pessimismo.

    Clever Mendes de Oliveira

    BH, 28/01/2016 (Em Pedra Azul)

  9. José Horácio Ferreira Lang

    28 de janeiro de 2016 2:38 pm

    Conselhão

    Dilma não confia em ninguém.

    Com seu estilo tosco inibe a criatividade e iniciativas de alguns talentos de que poderia se cercar.

     

     

  10. Rabuja

    28 de janeiro de 2016 2:51 pm

    Viche, tá feita a coisa… até os otimistas estão desistindo

    “Não me perguntem qual é, em minha opinião, a probabilidade do governo montar esse plano estratégico, para não estragar o dia.”

     

  11. Bonna

    28 de janeiro de 2016 4:29 pm

    Conselhão

    Nassif, não que eu queira estragar seu dia, mas cabe perguntar :

    Conselho desenvolvimento econômico sem representantes da infraestrura e da cadeia de óleo e gás ?

    Cadê as empreiteiras ???

    Sequer o Presidente da maior empresa do país ???

    Uma falta muito sentida também, de um participante assíduo de outras reuniões, é a de José Carlos Bumlai.

     

  12. Chico O Cavalo Manso

    29 de janeiro de 2016 3:17 am

    Você precisa de mil e uma
    Você precisa de mil e uma estruturas para o aumento considerável das capacidades do governo, dentre elas a de realizar a gigantesca tarefa de arquitetura social.

    Sua ilusão a respeito do assunto se baseia num momento onde tudo parecia funcionar sem mudanças substanciais na estrutura devido a ventos externos altamente favoráveis.

    Ou seja, os resultados foram pífios na gestão Lula, continuarão sendo agora.

    Me desculpe muito, mas você não faz a mais pálida ideia do que é preciso para o Estado caminhar.

  13. Alexandre Weber - Santos -SP

    29 de janeiro de 2016 10:43 am

    Desemprego => Robos cada vêz mais eficiêntes e baratos

    The world’s first robot-run farm will harvest 30,000 heads of lettuce daily

     

    ⑤棚アップ (1)Spread

    The Japanese lettuce production company Spread believes the farmers of the future will be robots.

    So much so that Spread is creating the world’s first farm manned entirely by robots. Instead of relying on human farmers, the indoor Vegetable Factory will employ robots that can harvest 30,000 heads of lettuce every day.

    Don’t expect a bunch of humanoid robots to roam the halls, however; the robots look more like conveyor belts with arms. They’ll plant seeds, water plants, and trim lettuce heads after harvest in the Kyoto, Japan farm. 

    “The use of machines and technology has been improving agriculture in this way throughout human history,” J.J. Price, a spokesperson at Spread, tells Tech Insider. “With the introduction of plant factories and their controlled environment, we are now able to provide the ideal environment for the crops.”

    ⑦検査SpreadA worker at the Kameoka Plant. Not a robot.

     

    The Vegetable Factory follows the growing agricultural trend of vertical farming, where farmers grow crops indoors without natural sunlight. Instead, they rely on LED light and grow crops on racks that stack on top of each other.

    In addition to increasing production and reducing waste, indoor vertical farming also eliminates runoff from pesticides and herbicides — chemicals used in traditional outdoor farming that can be harmful to the environment.

    The new farm, set to open in 2017, will be an upgrade to Spread’s existing indoor farm, the Kameoka Plant. That farm currently produces about 21,000 heads of lettuce per day with help from a small staff of humans. Spread’s new automation technology will not only produce more lettuce, it will also reduce labor costs by 50%, cut energy use by 30%, and recycle 98% of water needed to grow the crops.

    The resulting increase in revenue and resources could cut costs for consumers, Price says.

    “Our mission is to help create a sustainable society where future generations will not have to worry about food security and food safety,” Price says. “This means that we will have to make it affordable for everyone and begin to grow staple crops and plant protein to make a real difference.”

    ④棚Spread

    Spread is also developing sensors to provide data about how specific type of crops grow. These sensors would alert human workers if a crop is not growing correctly, allowing them to adjust techniques as necessary.

    Farm robots will certainly eliminate some human jobs, but they could also create new and more interesting jobs for people. Spread’s human farmers, for example, will be able to concentrate on developing sustainable farming methods and learning how to produce higher quality vegetables.

    The Vegetable Factory will open next year, and eventually, Spread hopes to build similar robot farms around the world. 

    SEE ALSO: The future of agriculture is an indoor vertical farm half the size of a Wal-Mart

     

    1. Alexandre Weber - Santos -SP

      29 de janeiro de 2016 7:40 pm

      Questões complexas, mesmo hard, novo soft, AI dando show

      A Google com seu deep learning e seus algorímos de inteligência  artificial está no limite de mudar a forma como lidamos com o nosso planeta.

       

      Google’s Go Triumph is a Milestone for Artificial Intelligence Research

      Thu, 01/28/2016 – 10:11amPeter Cowling and Sam Devlin, University of York Whether we’ll see AlphaGo as a step towards Hollywood’s dreams (and nightmares) of AI agents with self-awareness, emotion and motivation remains to be seen. Whether we’ll see AlphaGo as a step towards Hollywood’s dreams (and nightmares) of AI agents with self-awareness, emotion and motivation remains to be seen.Researchers from Google DeepMind have developed the first computer able to defeat a human champion at the board game Go. But why has the online giant invested millions of dollars and some of the finest minds in Artificial Intelligence (AI) research to create a computer board game player?

       

      Go is not just any board game. It’s more than 2,000 years old and is played by more than 60M people across the world — including a thousand professionals. Creating a superhuman computer Go player able to beat these top pros has been one of the most challenging targets of AI research for decades.

      Read more: Beyond Chess: Computer Beats Human in Ancient Chinese Game of Go

      The rules are deceptively simple: two players take turns to place white and black “stones” on an empty 19×19 board, each aiming to encircle the most territory. Yet these basics yield a game of extraordinary beauty and complexity, full of patterns and flow. Go has many more possible positions than even chess — in fact, there are more possibilities in a game of Go than we would get by considering a separate chess game played on every atom in the universe.

      AI researchers have therefore long regarded Go as a “grand challenge”. Whereas even the best human chess players had fallen to computers by the 1990s, Go remained unbeaten. This is a truly historic breakthrough.

      Games are the ‘lab rats’ of AI research

      Since the term “artificial intelligence” or “AI” was first coined in the 1950s, the range of problems which it can solve has been increasing at an accelerating rate. We take it for granted that Amazon has a pretty good idea of what we might want to buy, for instance, or that Google can complete our partially typed search term, though these are both due to recent advances in AI.

      Go originated in China over 2,000 years ago and is played by millions. AlanCC BY

      Computer games have been a crucial test bed for developing and testing new AI techniques — the “lab rat” of our research. This has led to superhuman players incheckerschessScrabblebackgammon and more recently, simple forms ofpoker.

      Games provide a fascinating source of tough problems — they have well-defined rules and a clear target: to win. To beat these games, the AIs were programmed to search forward into possible futures and choose the move which leads to the best outcome — which is similar to how good human players make decisions.

      Yet Go proved hardest to beat because of its enormous search space and the difficulty of working out who is winning from an unfinished game position. Back in 2001, Jonathan Schaeffer, a brilliant researcher who created a perfect AI checkers player, said it would “take many decades of research and development before world-championship-caliber Go programs exist.” Until now, even with recent advances, it still seemed at least 10 years out of reach.

      The breakthrough

      Google’s announcement, in the journal Nature, details how its machine “learned” to play Go by analyzing millions of past games by professional human players and simulating thousands of possible future game states per second. Specifically, the researchers at DeepMind trained “convolutional neural networks,” algorithms that mimic the high-level structure of the brain and visual system and which have recently seen an explosion in their effectiveness, to predict expert moves.

      This learning was combined with Monte Carlo tree search approaches which use randomness and machine learning to intelligently search the “tree” of possible future board states. These searches have massively increased the strength of computer Go players since their invention less than 10 years ago, as well as finding applications in many other domains.

      Only human: Fan Hui at a tournament in 2006. lyonshinogiCC BY-SA

      The resulting “player” significantly outperformed all existing state-of-the-art AI players and went on to beat the current European champion, Fan Hui, 5-0 under tournament conditions.

      AI passes ‘Go’

      Now that Go has seemingly been cracked, AI needs a new grand challenge — a new “lab rat” — and it seems likely that many of these challenges will come from the $100 billion digital games industry. The ability to play alongside or against millions of engaged human players provides unique opportunities for AI research. At York’s centre for Intelligent Games and Game Intelligence, we’re working on projects such as building an AI aimed at player fun (rather than playing strength), for instance, or using games to improve well-being of people with Alzheimer’s. Collaborations between multidisciplinary labs like ours, the games industry and big business are likely to yield the next big AI breakthroughs.

      A computer can run through thousands of these per second.

      However the real world is a step up, full of ill-defined questions that are far more complex than even the trickiest of board games. The techniques which conquered Go can certainly be applied in medicineeducationscience or any other domain where data is available and outcomes can be evaluated and understood.

      The big question is whether Google just helped us towards the next generation ofArtificial General Intelligence, where machines learn to truly think like — and beyond — humans. Whether we’ll see AlphaGo as a step towards Hollywood’s dreams (and nightmares) of AI agents with self-awareness, emotion and motivation remains to be seen. However the latest breakthrough points to a brave new future where AI will continue to improve our lives by helping us to make better-informed decisions in a world of ever-increasing complexity.

      Peter Cowling, Professor of Computer Science, University of York and Sam Devlin, Research Fellow in Artificial Intelligence and Digital Games, University of York. This article was originally published on The Conversation. Read the original article.

       

  14. Alexandre Weber - Santos -SP

    29 de janeiro de 2016 8:46 pm

    Divagações sobre o que sei de economia mundial em macroquestões

    Repito mensagem colocada em :

    Menor produção e fim de choques tarifários ajudam a conter inflação, diz Tombini

    Há uns 15 anos atrás frequentava um site americano que discutia assuntos políticos e econômicos, no site existia um forum, o DR forum, que não existe mais e acreditem ou não, desapareceu da Net sem deixar o menor vestígio, logo uma coisa vocês podem ter certeza, é possível se apagar todas as informações que circulam no mundo virtual, ou pelo menos deixarem elas invisíveis para nós, usuários comuns.

    Neste forum, onde eu era o único brasileiro explícito, comentavam uma plêiade de investidores e economistas que me ensinaram praticamene tudo que sei de macro-economia e geo-política mundial, não um ensino formal, mas um bate papo, onde com meu Inglês macarrônico fui me enturmando e esclarecendo como o mundo gira prá valer. Muitos do site eram ligados a uma associação chamada GATA, mas não era um site deles e sim da Agóra publicações, que foi vendida.

    Se eu posso dizer uma característica do forum era seu viés cínico, humorista e cético com relação ao desenrolar dos fatos, como muitos por aí, mas a semelhança encerra-se por ai, pois as informações que eram postas em discussão eram de tal ordem, sofisticação e antecipação, que até hoje não encontro paralelo em nenhum site que frequento, para se ter uma idéia, mesmo o pessoal do I-tulip não dava para o gasto, o grau de conhecimentos e informações que os frequentadores dispunham era de tal ordem que na época o petróleo estava ainda abaixo dos US$ 100,00 o barril e iria subir a quase US$160,00 nos anos seguintes e lá já se discutia o empoçamento do dinheiro, as idéias do Keynes em fazer buracos e depois tapá-los e um tal de “shale oil”, que eu traduzia por xisto, mas não tinha a mais pálida idéia do que era.

    Contada parte da história, vamos ao que diz respeito ao comentário que o Tombini fez para sua platéia.

    Primeiro que ou o Tombini não têm informações realmente privilegiadas do que ocorre no mundo, ou ele considera  seu público um bando de morons, que não merecem respeito, nem consideração e assim fala só obiviedades ultrapassadas, sem nenhuma repercursão no futuro econômico do Brasil. Na minha opinião, ambos.

    Segundo que este conselho só ganha mídia se os outros biombos do Pão & Circo atual negarem fogo, não serve para nada de útil ou bom para o povo e a nação. Pura perda de tempo.

    Terceiro, o Brasil precisa ser pensado com a antecedência que o pessoal do DR tinha nos assuntos que realmente fazem a diferença para uma nação, se nós e aqui falo tanto no particular do blog, como do governo brasileiro, não conseguirmos ter acesso aos assuntos macro econômicos que irão moldar o ambiênte econômico do planeta, então é melhor jogar a toalha e se associar a um país que consiga e assim dar um Norte e um Rumo para nossas políticas.

    Por último, para não dizer que perdi meu otimismo, ainda acho que dá para reagir se a Dilma fizer a reforma ministerial com 14 pastas e 72 secretarias e criar as 100 zonas de produção especial, de no mínimo 100 hectares cada, onde colocaremos todo o potencial brasileiro para o trabalho, inovação e indústria para produzir riquezas para os brasileiros.

    Acorda, Dilma!

    The only question is whether we are able to look reality in the eye and face what is coming in an orderly fashion, or whether it will be disorderly. Debt jubilees have been going on for 5,000 years, as far back as the Sumerians. (Willian White, former Ceo BIS 19/1/2016)

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