Bancada da Bíblia e Lógica de Ação Mercantil-Religiosa, por Fernando Nogueira da Costa

Bancada da Bíblia e Lógica de Ação Mercantil-Religiosa

por Fernando Nogueira da Costa

Se tem campanha na igreja

O candidato está errado

Seja na missa ou no culto

Está mal-intencionado

Aquele que pede seu voto

Em um momento sagrado

 

Campanha também não pode

Se for na televisão

Ou no programa de rádio

Da sua religião

Porque não se usa a fé

Pra ganhar uma eleição

O Ministério Público Federal do Amapá começou campanha nas redes sociais com versos de cordel intitulado “Nenhuma Religião Combina com Eleição”. Tal advertência é necessária haja visto o papel conservador da bancada evangélica no Congresso Nacional.

Por exemplo, quando o presidente temeroso preparava uma ofensiva para conquistar votos a favor da reforma da Previdência, ele fazia uma articulação com lideranças de igrejas evangélicas como com o pastor-presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em São Paulo. Temer recebeu também no Planalto o apóstolo fundador da Igreja Mundial do Poder de Deus. O golpista buscava o convencimento dos fiéis por meio dos pastores, e sobretudo dos parlamentares comandados por esses líderes religiosos e integrantes da bancada evangélica na Câmara.

No início do ano, Fabio Murakawa (Valor, 15/01/18) informou os líderes de igrejas evangélicas e partidos ligados a elas tinham traçado uma estratégia para ampliarem suas bancadas na Câmara e no Senado a partir de 2019. O objetivo na eleição de 2018 é aumentar de 93 para cerca de 150 o número de deputados federais e quintuplicar, de três para 15, o total de senadores.

A estratégia, no caso do Senado, é lançar apenas um candidato por Estado, evitando dois candidatos evangélicos concorrerem entre si. Neste ano, 54 cadeiras estarão em jogo no Senado, duas por Estado. No caso da Câmara, também há a ideia de fazer uma espécie de “distritão evangélico”, com um ou poucos candidatos ligados às igrejas disputando votos em cada região, independentemente do “partido de aluguel”.  Isto é visto como mais difícil de realizar se comparado à eleição ao Senado.

O conselho de pastores tem condição de mapear as regiões, para saber onde dá para eleger um ou dois deputados representantes de seus negócios. Um desafio é conquistar o eleitor evangélico das regiões Norte e Nordeste, ainda muito fiel ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Com uma bancada maior, os evangélicos pretendem defender ainda mais uma agenda conservadora: antiaborto, contra liberação das drogas e do jogo, e em prol do que chamam de “família natural”: casal heterossexual composto homem e mulher. Essa coordenação extrapartidária, também pode negociar apoio a um candidato a presidente, desde logo, em um eventual segundo turno. Caso eleito, cobrará o apoio.

Na economia, a preferência dos líderes evangélicos é pelo modelo neoliberal, adotado no governo golpista.

Conversas sobre a tática eleitoral começaram a se intensificar desde outubro de 2017. Participam representantes das igrejas batistas, além da Assembleia de Deus, Evangelho Quadrangular, Universal do Reino de Deus, Internacional da Graça de Deus, Mundial do Poder de Deus, Terra Nova, Fonte da Vida e Sara Nossa Terra, entre outras.

As articulações são costuradas pelo senador Magno Malta (PR-ES), golpista ex-candidato a vice-presidente de Bolsonaro. Conversam com membros da Frente Parlamentar Mista Católica Apostólica Romana. Eles têm agendas conservadoras em comum com a dos evangélicos. Outra frente de mobilização está na Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil (Concepab), presidida pelo bispo líder da Sara Nossa Terra.

Apesar da força adquirida na pauta conservadora do Congresso nos últimos dois anos, líderes religiosos e políticos da Frente Parlamentar Evangélica se acham sub-representados. Citam pesquisa Datafolha, em dezembro de 2016, ter estimado em 29% o total de evangélicos no país. O argumento é terem 28% a 33% de representatividade religiosa na população, mas serem ainda 15% do Congresso como este Poder Legislativo tivesse de representar a divisão religiosa da população! Confundem política e religião!

Consideram o problema da baixa representatividade mais agudo no Senado, onde o grupo ocupa apenas 3 das 81 cadeiras da Casa, além de Magno Malta, são evangélicos atuantes apenas um senador do PSDB-SE e outro do PRB-RJ, suplente do prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB), e, como ele, bispo licenciado da Universal. Os evangélicos demandam um político com perfil articulador no Senado.

Do grau de sucesso da negociação entre as diferentes igrejas depende o futuro de lideranças importantes, como o deputado Marco Feliciano (PSC- SP). Ele é um pastor da igreja Assembleia de Deus, conhecido por ter presidido a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara. Antes, em 2011, tinha publicado mensagens homofóbicas e racistas em seu Twitter sobre homossexuais e afro-brasileiros. Em sua trajetória como pastor, chegou a ser denunciado por estelionato pelo procurador-geral da República em 2009. O processo foi remetido ao STF em razão do foro privilegiado. Tem de manter isso, viu?

Como político oportunista contumaz, disse na maior cara-de-pau:  – “Meu sonho é o Senado. Mas, se não houver uma boa articulação entre as igrejas, não vou trocar o certo pelo duvidoso”. Depois da campanha nos templos, ele foi eleito para a Câmara em 2014 com 398.087 votos, o terceiro mais votado em São Paulo.

Por que tanta sede pelo poder mundano e abandono do espiritual? As igrejas estão entre as maiores lavanderias de dinheiro sujo do país. Se os fiéis declarassem à Receita Federal o total de dízimos pagos por eles talvez ficasse mais difícil a lavagem. Mas o lobby evangélico a defende. O MP se ocupa só com a perseguição política a Lula.

Uma igreja poderá informar à Receita Federal ter recebido de dízimo qualquer valor desejado, ignorando a diferença com o valor de fato arrecadado dos “fiéis” tementes das pregações. De acordo do Lauro Jardim, de “O Globo”, as igrejas declararam à Receita em 2013 terem recebido em dízimo e doações R$ 17 bilhões, quase 24% a mais em relação a 2011. Quanto dessa quantia elevada teria sido lavagem de dinheiro?

Pelo fato de as igrejas desfrutarem de privilégios fiscais, a Receita Federal não arrecada nem expõe na internet o “faturamento” das igrejas. Não se sabe, por exemplo, quanto cada igreja obteve dos fiéis e de outras fontes, qual é o destino desse dinheiro, quais das igrejas foram submetidas a auditorias fiscais, etc.

Havia suspeita de determinadas igrejas lavarem dinheiro do tráfico de drogas e de políticos. Foi confirmada pela prisão pela PF (Polícia Federal), no dia 21/02/18, de dez pessoas suspeitas de colaborar com o tráfico de drogas administrado pela facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) na cidade de Itaquaquecetuba (Grande São Paulo). Entre os suspeitos, estavam um traficante do PCC e seu irmão, além de um pastor de uma igreja evangélica. O dinheiro do tráfico era juntado ao dízimo na igreja. Esta foi construída só para essa função.

Se um traficante de drogas e um politico corrupto quiserem lavar o dinheiro sujo, basta eles criarem uma igreja e declararem ter recebido um montante em dízimos de fieis inexistentes. Se existem, não doaram senão um percentual mínimo do registrado por um contador como dizimo. Não gera nota fiscal nem é declarado para imposto de renda, porque igrejas são isentas.  A PF tem de saber como rastrear a procedência dos dízimos.

A bancada da bíblia visa principalmente salvaguardar a imunidade tributária aos templos, privilégio alvo de discussões e debates desde 2015, quando foi realizada campanha popular com petição pedindo o fim da isenção. De acordo com o art. 150, VI da Constituição Federal, é vedado à União, aos Estados, ao DF e aos municípios instituir impostos sobre templos de qualquer culto. Entidades religiosas não sofrem tributação e nem pagam impostos sobre aluguel de imóveis, bens possuídos e serviços prestados.

A justificativa para tal imunidade tributária seria o fato de as religiões serem consideradas como de interesse social e igrejas serem organizações sem fins lucrativos. Teoricamente, não comercializam produtos ou vendem serviços religiosos. Na prática, a fonte de renda das igrejas inclui, além do dinheiro recebido diretamente dos fiéis, a venda de bens e serviços, e os rendimentos financeiros com o capital acumulado.

Em um Estado laico não faz sentido dar imunidade tributária a uma parcela das instituições do Brasil apenas porque são religiosas. Qualquer organização usada como negócio para levar seus líderes ao enriquecimento pessoal, inclusive listados pela revista Forbes, deve ser tributada. Escândalos envolvendo organizações religiosas motivaram a ação coletiva pelo fim da imunidade tributária a templos de qualquer culto. Entendeu toda a importância dada à eleição de uma maior “bancada da bíblia”?

Fernando Nogueira da Costa – Professor Titular do IE-UNICAMP. Autor de “Brasil dos Bancos” (2012) e “Bancos Públicos no Brasil” (2016). http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/ E-mail: fernandonogueiracosta@gmail.com.
 
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18 comentários

  1. Até que enfim..

    Alguém botou o dedo na ferida: as “Igrejas” possivelmente são a maior lavanderia de dinheiro do país. Seu ‘conservadorismo social’ é fachada para atrair clientes, a maioria dos ‘pastores’ não pratica absolutamente nada que prega. E quanto mais a população fica aterrorizada com problemas economicos (produtos do neoliberalismo pregado pelas ‘igrejas’) e da segurança mais clientes são atraidos. As vezes eu me pergunto se as ‘igrejas’ não atuam para produzir a ‘demanda’ de seu produto.

    São empresas mafiosas e ninguém tem coragem de botar o dedo nessa cumbuca, porque se pode atacar qualquer coisa no Brasil de hoje menos a ‘religião’ – inclusive pessoas de esquerda pulam quando se fala da ‘religião’ – e os mafiosos da alma estão infiltrados no judiciário e na policia. O pastor Caio Fabio denuncia isso há muito tempo; é alguém de dentro, sabe o que está falando.

  2. E por falar em GOLPISTAS, do Estado que pretendem totalitário:

    No auge da campanha pelo impeachment da Presidente eleita Dilma Roussef, e de difamações contra o ex-presidente Lula, o GOLPISTA  Marcelo Rossi bradava em seu templo : “Vamos sair do Vermelho” (clara alusão às cores do PT), ” A bolsa das mulheres estão pequenas, por causa da crise” (como se eles fossem os arautos da salvação da pátria), entre outras CANALHICES que repete em sua propaganda goobeliana diária, pela rádio grobo, misturada com anjos, santos, …para enganar bobo, e distribuir propinas/esmolas.

    Quer dizer então, que se for por baixo do pano, confirmada por senhas pré determindas, as dita cuja “igrejas” podem continuar ROUBANDO na políticas e suas eleições fajutas? Quem não analisa os golpes da católica, é porque também é GOLPISTA !

  3. Jesus queria o Reino de Deus, mas nós demos a Ele a Igreja

    “A expressão que usei no programa de “De frente com Gabi”, “Jesus queria o Reino de Deus, mas nós demos a Ele a Igreja” é uma expressão muito usada nos bastidores acadêmicos que frequentei em minha vida, e está distante da proposta herética que ela já representou em outros tempos. O significado evoluiu.

    Nossa Fundação é Santa, pois fomos instituídos pelo Cristo. “A Igreja é um corpo, em que nós somos os membros e Jesus Cristo é a cabeça (Col 1,18; I Cor 12,27). Na cabeça o Reino já está estabelecido. Em Cristo, o Reino já está plenamente manifestado. Mas os membros do corpo ainda estão no contexto da busca, pois continuamos arrastando as consequências adâmicas do nosso pecado. E por isto, mesmo que em Cristo o Reino já esteja plenamente manifestado, em nós, Igreja, povo de Deus, ele continua sendo a meta que nunca deixamos de buscar.”  (Fábio de Melo, em seu blog)

     

    • Habitat
       

      Maria,

      Fechei o navegador e reabri no GGN pra ver se era mesmo GGN ou um site religioso.

      E não é que o GGN NÃO É UM SITE RELIGIOSO?

      Então, Maria, seu discurso vai ficar mais legalzinho lá no site do Padre Fábio de Melo e congêneres.

      Vai lá, irmã!

      Êle vai confortar a sua alma.

       

      http://www.fabiodemelo.com.br

       

         

      • É inacreditável irmã! Você não entendeu o texto e nem contexto.

        Eu estou comentando um texto que fala de religião e para tanto coloquei um comentário de alguém pertencente à instituição igreja católica, no qual o referido deixa claro que essa instituição é composta por pecadores, passíveis de correção. Afinal de contas, quem leva religião a sério sabe que o Espírito Santo é dado a todos sem distinção.

        E o mais interessante é que, eu que procuro levar religião à sério,me refiro à outros cristãos pelo nome, sem me obrigar a chamar por um título que o próprio Jesus falou para não ser usado entre cristãos (Pai, Padre). Já você se obriga a isso.

        No auge do golpe, o senhor Fábio de Melo foi o “pastor” queridinho das “globelezas”. Por eu não ter mencionado isso, você se confundiu inteira, acreditando que eu também possa confundir qualquer ser humano limitado com Deus. 

         

        • Reiterando
           

          Irmã Maria M.

          Se eu entendi a sra. ou não, pouco importa.

          Se a senhora não me entendeu, posso explicar.

          Aqui não é lugar para falar de igreja, cristo, bíblia, mensagens cristãs, judaicas, muçulmanas, e congêneres.

          Há locais específicos para isso, um dos quais, os de suas próprias fontes.

          Sabemos que é da natureza dos fundamentalistas a evangelização, ou seja, a propaganda insistente e massiva que, em não conseguindo seu intento de convencer a vitima,  se transforma em assédio, podendo chegar ao limite da violência, como sói acontecer com as religiões que se pretendem totalitárias.

          Assim,  esclareço, que de minha parte, vou sempre me opor às suas investidas, pessoalmente e por motivos óbvios, até cair a sua ficha.

          Outrossim, a sra. poderá solicitar ao poprietário do jornal que destine uma seção para o assunto, onde a senhora poderá expressar-se com a liberdade que alcança e sem as oposições que possam lhe incomodar.

          Peça a ele, em nome de Jesus e a senhora consegue.

          Que lhe parece?

    • De frente com Gabi
       

      Irmã Maria M.

      Se eu entendi a sra. ou não, pouco importa.

      Se a senhora não me entendeu, posso explicar.

      Aqui não é lugar para falar de igreja, cristo, bíblia, mensagens cristãs, judaicas, muçulmanas, e congêneres.

      Há locais específicos para isso, um dos quais, os de suas próprias fontes.

      Sabemos que é da natureza dos fundamentalistas a evangelização, ou seja, a propaganda insistente e massiva que, em não conseguindo seu intento de convencer a vitima,  se transforma em assédio, podendo chegar ao limite da violência, como sói acontecer com as religiões que se pretendem totalitárias.

      Assim,  esclareço, que de minha parte, vou sempre me opor às suas investidas, pessoalmente e por motivos óbvios, até cair a sua ficha.

      Outrossim, a sra. poderá solicitar ao poprietário do jornal que destine uma seção para o assunto, onde a senhora poderá expressar-se com a liberdade que alcança e sem as oposições que possam lhe incomodar.

      Peça a ele, em nome de Jesus e a senhora consegue.

      Que lhe parece?

       

      • Ao sr. proprietário do jornal GGN:

        Caro sr Luis Nassif, que pelo pouco tempo de que disponho para navegar neste site, acredito ser o dono do Jornal GGN.

        Atendendo o gentil conselho da colaboradora acima, eu gostaria de saber se, não seria possível abrir uma seção exclusiva, para que eu possa comentar OS PODRES dos membros da instituição igreja católica.

        Membros estes que se fazem de santinhos (alguns até poderiam ser mesmo, mas por covardia se colocam a serviço de quem é o oposto), para subliminarmente, ou por baixo do pano, e até descaradamente tentar pregar o GOLPE num país inteiro.

        Querem nos enfiar um “santo” picolé de chuchu goela abaixo, para nos livrar de fundamentalistas evangélicos. O candidato escolhido pela maioria dos brasileiros, eles mantém CRIMINOSAMENTE na cadeia.

        Como sugerido, eu então peço, EM NOME DE JESUS. porque só assim a HEMORROÍSSA garantiu que me deixaria em paz !

         

         

          • Só um porém, como são

            Só um porém, como são espertinhas, as jornalistas e globelezas em geral, sentindo que a idade chega, começam a desconfiar que existe algo Totalmente superior ao “irmão” Fábio de Melo, ou seja DEUS.

            E se a senhorita não ficar esperta, elas te precederão, tanto no Reino dos Céus quanto da Terra. Esse segundo ao que parece é só o que por enquanto te importa! O seu Fundamentalismo Terreno, acredito que só não te trouxe danos, porque se apoia em amizades  QUE LEVAM deus A SÉRIO.

          • Aimda que ninguém mais leia,

            Aimda que ninguém mais leia, além do mediador, CORREÇÃO: …amizades que levam DEUS a sério.

  4. Creio na FÉ da Igreja. Presto culto à Deus, não à pecadores.

    “O Concílio Vaticano II, através de sua Constituição Dogmática Lumen Gentium, enfatizou que a Igreja é povo de Deus. O povo é errante, pois apesar de estar mergulhado nas graças do batismo, ainda sofre as consequências da fragilidade que o pecado lhe deixou. O mesmo Concílio declarou “O Reino de Cristo já presente em mistério, cresce visivelmente no mundo pelo poder de Deus…” (LG 3).”   –   Fábio de Melo, em seu blog, (apenas o que está entre aspas)

     

  5. O título de Pai (Padre) !

    Qual é, então, o perfil da comunidade de Jesus? Todos somos irmãos e irmãs, sem privilegiados. O título de pai, que era atribuído a líderes religiosos e ao imperador, só se deve dar ao Pai celeste. O único Mestre e Líder é o Messias, que veio, não para explorar, mas para servir.

    (Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp) – DIA 25/08/2028  – SÁBADO 

    https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria#.W4F8YM5KjIU

     

    • Se refere à :

      Naquele tempo, 1Jesus falou às multidões e aos seus discípulos: 2“Os mestres da lei e os fariseus têm autoridade para interpretar a lei de Moisés. 3Por isso, deveis fazer e observar tudo o que eles dizem. Mas não imiteis suas ações! Pois eles falam e não praticam. 4Amarram pesados fardos e os colocam nos ombros dos outros, mas eles mesmos não estão dispostos a movê-los nem sequer com um dedo. 5Fazem todas as suas ações só para serem vistos pelos outros. Eles usam faixas largas, com trechos da Escritura, na testa e nos braços e põem na roupa longas franjas. 6Gostam de lugar de honra nos banquetes e dos primeiros lugares nas sinagogas. 7Gostam de ser cumprimentados nas praças públicas e de serem chamados de mestre. 8Quanto a vós, nunca vos deixeis chamar de mestre, pois um só é vosso mestre e todos vós sois irmãos. 9Na terra, não chameis a ninguém de pai, pois um só é vosso Pai, aquele que está nos céus. 10Não deixeis que vos chamem de guias, pois um só é o vosso guia, Cristo. 11Pelo contrário, o maior dentre vós deve ser aquele que vos serve. 12Quem se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado”. (Mateus 23,1-12) –  DIA 25/08/2028  – SÁBADO – https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria#.W4F8YM5KjIU )

       

  6. Falta uma lei.

    O Brasil IGjá está passando da hora de votar uma lei impedindo que representantes de religiões (todas e qualquer uma) se candidatem a cargos eletivos. Segundo a Constituição, o país é laico, consequentemente não faz sentido garantir assento a representantes de religiões onde se fazem as leis laicas. Não se iluda, quando a bancada da bíblia atingir a maioria no parlamento irá implantar uma teocracia no país, quer queiramos ou não. 

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