Estados civilizados protegem seus nacionais, por Andre Motta Araujo

Quando se deporta com humilhação um portador de passaporte brasileiro, é o BRASIL QUE ESTÁ SENDO HUMILHADO e desconhece-se até agora alguma NOTA do Itamaraty protestando

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Estados civilizados protegem seus nacionais

por Andre Motta Araujo

Há dez anos um jovem americano, de 19 anos, aprontou uma confusão em uma boate de Santa Catarina. Bêbado, começou uma briga, quebrou copos e garrafas e acabou levado preso a uma delegacia na madrugada. Oito horas depois, um vice-cônsul dos EUA, vindo de São Paulo, estava na delegacia para dar assistência a esse desordeiro.

No passado, brasileiros foram presos por tráfico em países da Ásia e nossos consulados deram assistência, mesmo sendo criminosos.

Uma das funções dos Estados nacionais, para o qual existem, é proteger seus nacionais no exterior e é do protocolo das relações internacionais que assim procedam, mesmo sendo no contexto fora da lei no país que os persegue. É uma tradição secular de proteção, não só ao cidadão como individuo, mas ao respeito que outros Estados devem dar ao passaporte e à cidadania do Estado a que pertence o perseguido. É o Estado que requer respeito.

A recém noticiada DEPORTAÇÃO de cidadãos brasileiros dos EUA para Belo Horizonte, algemados nos pés e mãos, mereceu reconhecimento positivo que, no quadro, se configura como um elogio à ação do Governo Trump, mundialmente condenado pelo tratamento desumano que dá a imigrantes que tentam a sorte nos EUA, do mesmo grupo humano onde estava o avô alemão do Presidente Trump, cuja primeira ocupação nos EUA foi ser dono de bordel.

Brasil e Estados Unidos foram construídos por grandes levas de imigrantes bem recebidos. Presidentes dos dois países foram filhos e netos de imigrantes, com Juscelino, Geisel e Medici no Brasil, Obama e Trump nos EUA. É uma indignidade do governo Trump os MAUS TRATOS a imigrantes. Mesmo em tempos recentes, a imigração mexicana foi essencial para os EUA no setor de serviços que americanos não fazem, os mexicanos são uma comunidade pacífica e trabalhadora, assim como os bolivianos no Brasil.

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Desprezar e maltratar imigrantes é um péssimo sinal civilizatório do governo Trump e o Brasil NÃO pode passar pano nessa política de agressão e desumanidade que nunca praticou. Recentemente estamos dando boa acolhida a imigrantes haitianos e venezuelanos, uma tradição brasileira mesmo em tempos difíceis no Brasil. Aceitar a política de Trump equivale a elogiar essa política.

Os imigrantes brasileiros deportados, mesmo que ilegais nos EUA, e essa condição de ilegal hoje é bastante discutível dentro dos EUA, o governo Trump força a barra e desconhece legislação protetiva de governos anteriores, como no caso dos DREAMERS. Os imigrantes brasileiros tinham PASSAPORTE BRASILEIRO e esse documento é uma representação de um Governo, ele é emitido por um Governo que requer a outros governos RESPEITO ao portador do passaporte.

Quando se deporta com humilhação um portador de passaporte brasileiro, é o BRASIL QUE ESTÁ SENDO HUMILHADO e desconhece-se até agora alguma NOTA do Itamaraty protestando quanto ao fato desses deportados viajarem algemados nas mãos e pés, nada justifica essa afronta.

Esses brasileiros deportados NÃO eram criminosos. Cidadãos brasileiros que, sem encontrar emprego no Brasil, no desespero, tentam encontrar trabalho nos EUA, pais para onde a imigração legal nestes tempos é quase impossível, são trabalhadores tentando a mesma sorte que outros, antes do governo Trump, tentaram e conseguiram. Há uma grande comunidade de trabalhadores brasileiros nos EUA, basicamente no setor de construção civil, os brasileiros dominam o setor de carpintaria para construção em Washington e arredores, é uma grande comunidade COM BOA REPUTAÇÃO de trabalho e comportamento.

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Ao deportar COM DESUMANIDADE, algemados nos pés e mãos, o governo dos EUA desrespeita o Brasil, o mesmo Pais que ISENTOU DE VISTO cidadãos americanos que entrem no Brasil, sem que o governo dos EUA tenha reciprocamente dado igual tratamento a brasileiros, estamos rastejando de graça.

Há uma espécie de ESCRÚPULO, de DIGNIDADE que qualquer País tem que assumir quando seus nacionais são desrespeitados. Em 2013 a Espanha barrou 6.803 brasileiros que desembarcaram no aeroporto de Barajas em Madrid. O Governo brasileiro PROTESTOU FORTEMENTE, o Consulado brasileiro em Madrid deu toda a assistência possível a esses deportados, que foram retornados em voos de carreira, como passageiros comuns. E, PARA DEFENDER A DIGNIDADE NACIONAL, nesse mesmo ano se barrou um grupo de turistas espanhóis que desembarcaram em Salvador, negando ingresso, sem dar explicações, ato considerado hostil pela Espanha mas que esta entendeu como resposta aos excessos cometidos pela imigração em Madri contra brasileiros e da mesma forma como foram barrados brasileiros em Barajas, sem explicações. A partir desse gesto do Brasil, diminui CONSIDERAVELMENTE a barreira para brasileiros em Barajas.

Em diplomacia TUDO É GESTO E FORMA e um Estado digno desse nome precisa fazer respeitar seus cidadãos com atitudes.

É lamentável a atual fase do Brasil apequenado, Pais de quarta categoria, aceitando que seus cidadãos trabalhadores sejam humilhados em deportações sem reagir e, ao contrário, achando normal o que faz o atual Governo americano, sem um mísero protesto, mesmo que formal, depois do Brasil ceder sem compensações a base de Alcântara, a entrada de etanol de milho sem tarifa, uma cota extra de trigo encalhado, isenção de vistos para americanos e só mais não deu porque os americanos não pediram, esquecem até que o Brasil existe, tal a inferioridade em que se colocou o País.

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Só falta colocar no Brasil guichês do INS, a imigração americana, como existe no Canadá e nas Bahamas. Aliás, o Governo americano já sugeriu a instalação de inspetores da imigração e da alfandega americana nos aeroportos de Guarulhos e Galeão, isso foi no governo Dilma, se repetirem a sugestão hoje seria provavelmente aceita com entusiasmo.

Lembrando que a isenção de vistos para americanos virem ao Brasil, sem reciprocidade, foi implantada sob a desculpa de que isso AUMENTARIA O TURISMO DE AMERICANOS PARA O BRASIL. Não aconteceu. Ninguém vai a um País para fazer turismo por não ter que tirar visto, é uma grande bobagem, a razão foi a vontade de ser subserviente. O Brasil nos últimos 10 anos está em 3º, 4º ou 5º lugar em viagens de turistas brasileiros aos EUA, um grande negócio para a Florida. Os brasileiros além de gastar em viagem gostam de comprar e deixam muito dinheiro nos EUA, algo que eles respeitam, mas o Brasil não exige nada em troca, nem respeito para seus cidadãos, como se viu nessa deportação.

Um Estado que não se faz respeitar nem precisaria existir, não tem função, melhor ser colônia de outro País que pelo menos defende seu passaporte.

AMA

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18 comentários

  1. Caro AMA,
    Você escreve tão bem, mostra bem o seu ponto de vista, mas, no meu ponto de vista, tem uma cabeça tão latina ao definir humilhação.
    Quando a polícia para alguém que directive um carro, aqui nos EUA, é comum algemar. E isso não é um sinal de humilhação, desumanidade, escrúpulo. Isso é apenas para evitar a fuga e reforçar a segurando do estado (nesse caso personificado de policial).
    Ao algemar um delinquente (essa é a palavra que é usada aqui para definir quem esta fora da lei (sem transitar em julgado)), o estado está buscando a sua proteção, e evitar a fuga, ou rebelião dos delinquentes.
    Não é humilhação estar algemado. Na minha opinião humilhante é ser delinquente.
    Eu vejo com frequência, especialmente os latinos, se preocuparem com a algema… mas entendo que deveriam se preocupar com a forma de evitá-la.

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    • Meu caro, normalizar a barbarie não faz a barbarie deixar de ser barbarie. Não é normal deportação
      por irregularidades documentais e não pelo cometimento de crimes ALGEMAR o deportado, não faz
      sentido, trata-se de uma viagem longa, não é como algemar numa abordagem, achar normal isso
      não é normal, trata-se de uma agresão a direitos humanos, que tem regras universais.

    • Você no afã de bajular o Uncle Sam, não arguiu nada sobre a temática principal: a simbologia de subserviência na não interferência do Estado nacional em situações de fragilidade em terras alheias para defesa de seus cidadãos. Fora que nãos e está falando de intevenções de cidadãos americanos e sim de imigrantes ilegais com chancelas para transitar, a priori, por outros países com passaporte que indica plena cidadania, precisa desenhar?

    • Como eu também residi no exterior, assim como V.Sa. e André Araújo (suponho, mas com muitas relações relevantes), uma coisa bastante comum é encontrar braZileiros deslumbrados, que começam a se achar de outra “raça”, talvez por quererem pelo menos se ver como “vira-latas de pedigree”.
      Quando vc se refere a “latinos”, fico imaginando qual será a sua origem…
      Talvez hindu, finlandesa, mongol, saudita, germânica, irlandesa, belga…qual será? Ibérica é que não é, “némêz”?
      Mas fico “orgulhoso” de constatar que tão “não latina” pessoa escreve português fluente. Que orgulho!
      Talvez vc ainda não tenha descoberto que dentre os países ditos desenvolvidos, este que lhe deslumbra é dos que tem dos PIORES índices de criminalidade (St.Louis tem quase o dobre da taxa de homicídios do Rio) e outros indicadores sociais, apesar da riqueza e poder econômico e militar ímpares. Portanto há exemplos melhores por aí para vc se deslumbrar.
      Voltando ao assunto, colocar algemas não é “pela delinquência” em si, mas pelo eventual risco de reação, fuga, etc. Eu mesmo já fui parado muitas vezes, seja por mera fiscalização, seja por alguma infração, tipo velocidade. Portanto sou eventualmente um “delinquente”, mas jamais fui algemado. Nem ameaça…
      E olha que nem sou loiro nem tenho olhos azuis.
      Sou latino mesmo.
      Saudações sulamericanas.

  2. “Um Estado que não se faz respeitar nem precisaria existir, não tem função, melhor ser colônia de outro País que pelo menos defende seu passaporte.”

    Como assim, “melhor ser colônia”? Já entregou a vitória ao inimigo, caro André? Melhor para quem? Tá bom, tanto para o inimigo quanto para colonizados capitães do mato pode ser. Mas para nós, o país invadido, não pois que as colônias vão se sempre empobrecidas para que o invasor enriqueça.

    Mas pode deixar: enquanto há quem ache que melhor é ser colônia, há quem trabalhe sem descanso tanto para sabotar o invasor quanto para reafirmar valores e interesses nacionais. Além disso, nessa altura do campeonato, muitas outras sociedades nacionais estão esperando e criando oportunidades para abreviar a decadência iminente e inexorável do que se pretende império. Com certeza todos os que têm sido atacados vão se unir. Por mais simpático que seja, não há algoz que se mantenha por muito tempo, o pessoal gosta de liberdade e prosperidade.

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  3. Ora…..se nem os brasileiros reclamaram……….desse desgoverno capacho e entreguista é que não vira nenhuma atitude a favor……mais fácil o orange hair pedir indenização e o desgoverno miliciano pagar…..

  4. Conheceis a Verdade. E a Verdade Vos Libertará. E a Verdade é Libertadora. “A Justiça não deve ser usada nunca para a vingança, até porque ao chicote pode mudar de mãos”. É exatamente o que diz o Governador e Deputado Federal Paulo Salim Maluf. Congressista Brasileiro jogado à sanha e vingança política, exercido por INTERPOL, através da Justiça NorteAmericana. Um Congressista que não é defendido pelo Estado Brasileiro?!! José Maria Marin, também ex-Congressista e Presidente da CBF, entregue aos lobos e hienas, quando viajava na Suíça. Extraditado para os EUA, com a cumplicidade das Autoridades Brasileiras. Mas o diabo não merece perdão !!! Mas não merece Defesa? Não merece Advogado? Não merece Cidadania? Não merece Representatividade? Não merece Respeito? Quando se nega isto a um Cidadão, se nega a própria Nação e o próprio Estado. É a Nação que se torna escárnio e menosprezo do Mundo. Então qualquer um pode rotula´-la de ‘Anão Diplomático’. A omissão, o abandono, a pequenez, a covardia pareciam certos nestes casos? Então não reclamem, quando fazem o mesmo com a Petrobrás. Nem quando fizerem isto com Aqueles com quem simpatizam. Nem quando for Você ou um dos Seus, algemados, expulsos e humilhados nas Alfândegas e Fronteiras Internacionais. Não esperam nada do seu Estado Nacional e sua Cidadania. Até porque o chicote muda de mãos….Pobre país rico. Mas de muito fácil explicação.

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  5. Alguns comentaristas gostam mesmo de deturpar o artigo.
    Qdo o AMA diz ” …. melhor ser colônia de outro País …” ele simplesmente ta reforçando o que ja somos muito embora n agrade alguns e continuem se iludindo e tentando se contrapor a esta verdade!
    Nao so o Brasil mas quse todos os outros latinos americanos o sao , exceto Cuba, que é até hoje, a pedra no sapato dos gringos.
    Sofrem o que sofrem por conta do bloqueio economico,mas ainda continuam de pé e como disseram ” hoje muitas crianças estao dormindo ao relento em varios paises mas em Cuba nao!”
    Ideologias à parte, o fato é que somos agora mais que nunca a colonia explorada e vendida pelos q ocupam hj a governo e parecem que imploram para serem extuprados !
    Pobre Brasil tao perto dos EE>UU e tao longe de DEus”, copiando alguem que ja o disse !!
    Andre voce com seus artigos sao excelentes muito emboa os obtusos da hora nao o compreenda .
    Abs.

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  6. Agora, quanto a querer vender o peixe de que os EUA são civilizados porque defendem seus interesses já é demais, hein? Que definição de civilidade é essa? As amebas são civilizadas ṕorque fagocitam, os cães são civilizados porque defendem seus territórios, Átila era civilizado porque defendeu seu bando de hunos, até Hitler era civilizado porque defendeu a Alemanha…

    Civilidade é aquisição exclusivamente humana, embora seja uma potencialidade que nem todos os humanos desenvolvem. Ainda se se tentasse defender que os EUA são civilizados usando da falácia que prega que civilidade é desenvolvimento de tecnologia… Ora, quem desenvolve tecnologia e a utiliza para atacar o outro pode ser considerado um monte de coisas mas nunca civilizado. Com certeza Átila, o bárbaro, desenvolveu tecnologia em armas e em estratégia para praticar a barbárie. O mesmo fazem os EUA: são a mais primitiva e bárbara sociedade nacional da atualidade. Saqueadores, piratas, bárbaros mesmo, são os EUA o pior que ainda há no mundo em termos de civilidade. Não conseguem conviver com ninguém, não respeitam tratados, culturas, diferenças… em poucas palavras, são o país que mais mal tem feito aos outros todos. Se são campeões em algo, esse algo é justamente a barbárie, a agressividade e a hostilidade.

    Entendo seus interesses em defender um inimigo de nosso país como os EUA, caro André, lembrei de um outro forista que defendia interesses de um lobby do petróleo, mas daí a achar bacana um brasileiro, ainda que “diferenciado”, depreciando assim nosso país… entendo mas não acho legal nem bacana.

    P.S.: Se precisar de FATOS demonstrando o quanto os EUA têm sido nossos inimigos há pouco mais de 150 anos, é só perguntar.

    • Olá Renato,
      passe as referências desta parte: “Se precisar de FATOS demonstrando o quanto os EUA têm sido nossos inimigos há pouco mais de 150 anos, é só perguntar.”. Agradeço

      • Não pensei em 150, pensei em 50. Desculpe o erro de digitação, não há como editar mensagens no GGN…

        Mas você mesmo pode começar a procurar partindo de “Operação Brother Sam”, na década de ’60, e vindo até os dias atuais, de espionagem industrial e até da presidente Dilma, “lawfare”, apoio ao golpe de 2016 contra nossa democracia, derramamento de petróleo do pré-sal pela Chevron… isso sem contar os ataques travestidos de “ajuda” (USAID, missionária Dorothy Stang, que está morta, mas milhares de outros e outras vivos e trabalhando até hoje contra nosso povo, etc.) e as milhares de tentativas de destruição diuturna de nossa cultura.

        A lista é enorme e tenho certeza de que qualquer pessoa pode chegar a ela com facilidade, tanto no nível Google quanto em exame de documentos diplomáticos e estudos acadêmicos. Se quiser acrescente à sua pesquisa os termos “Olavo de Carvalho”, “Steve Bannon”, “Cambridge Analytica”, “Snowden”… Se você delimitar o escopo de sua pesquisa entre os anos de 1960 e 2010, que dá os pouco mais de 50 anos, e tirando Sérgio Moro, Deltan Dalagnol, Ellen Gracie, Jair Bolsonaro e filhos, Augusto Aras, Raquel Dodge, José Serra, Rodrigo Janot etc., que esses são colaboradores do inimigo mas são brasileiros, já terá suficiente demonstração.

        No entanto, se quiser aproveitar do meu lapso, pode estender sua pesquisa aos tais 150 anos (ou até um pouco mais que isso), e encontrará as mesmíssimas barbaridades, só que contra outros países. O que, de forma indireta, também nos tem prejudicado pois que vivemos um planeta em que unidades nacionais são interligadas: o que afeta a um, afeta a todos.

  7. Governos “progressistas”anteriores respeitavam e muito o seus nacionais,investiram e valorizavam a sua MAIOR empresa(Petrobrás)como um precioso indutor de civilidade e da economia,SÓ ISSO JÁ É TUDO,q saudade !!!
    Obs: COBREM Q FAÇAM MELHOR Q OS GOVERNOS PETISTAS,O POVO ESTÁ CONTROLADO MENTALMENTE,VAI DOS INTELECTUAIS ATÉ A RALÉ , MOTORISTAS ENGENHEIROS DA UBER Q DESCEM A LENHA NO PT Q O DIGAM,ESQUENTEM NÃO, VAI MELHORAR,MITOOOOI !!!!

  8. Parabéns ao André pelo artigo.
    Com efeito, o desgoverno atual avilta a cada dia o Brasil e os brasileiros. De resto, foi exatamente para isso que foi eleito. Quem sabe, até o fim (?) do mandado, ou quando for implantada uma ditadura aberta, o atual presidente implante o dólar como moeda oficial e doe a Amazônia (sem os índios, ribeirinhos, pretos e miseráveis) para o Tio Sam.
    Um abraço ao André, com quem sempre estou a aprender.

  9. Parabéns ao André pelo artigo.
    O atual governo, apoiado pela chamada elite e a oficialidade das Forças Armadas reduziu o Brasil a isso: um tipo de capacho dos EUA, como era Cuba antes da Revolução.
    Uma vergonha infinita.
    Uma observação. Alguns comentaristas demonstram dificuldade para compreender texto. O texto do André é uma análise crítica do entreguismo do atual governo em face dos EUA e não uma apologia ao Tio Sam.

  10. + comentários

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