4 de junho de 2026

Porque o governo chinês não consegue parar os protestos

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Por Edson Marcon

Os protestos por mais liberdade em Hong Kong se intensificaram nos últimos dias.

O governo chinês quer indicar em quem os habitantes de Hong Kong vão votar.

Os protestos estão fortes.

Mas o governo chinês, que controla a internet na China, não consegue controlar os protestos em Hong Kong.

Por que?

Resposta: Redes Mesh.

do BR-Linux

Protestos em Hong Kong usam conexões que não dependem de redes Wi-Fi ou de celular

Os protestos prá-democracia em Hong Kong vem se intensificando, e dezenas de milhares de participantes já fizeram o download do Firechat, um app que estabelece, em aparelhos com Android ou iOS fisicamente próximos entre si, uma rede mesh, que não depende de servidores ou outra infra-estrutura – embora, se algum dos aparelhos integrantes dela tiver acesso à Internet, este acesso possa ser compartilhado entre os demais.

Além de permitir a coordenação de ações como essa (mesmo que a infraestrutura celular seja cortada) e a disseminação de informações e imagens em ambientes potencialmente hostis, os apps de redes mesh têm outras aplicações menos beligerantes, incluindo redes públicas municipais e regionais, comunicação durante desastres, em locais remotos, etc.

 

Mais aqui:

http://www.npr.org/blogs/alltechconsidered/2014/09/29/352476454/how-hong-kong-protesters-are-connecting-without-cell-or-wi-fi-networks

 

People check their phones at a pro-democracy demonstration in Hong Kong on Monday.

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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12 Comentários
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  1. KURK

    1 de outubro de 2014 11:23 am

    Será triste ver estes

    Será triste ver estes adolescentes serem executados e as familias terem de pagar a bala.

    1. Bruno Cabral

      1 de outubro de 2014 2:10 pm

      Executados?

      Nao esqueça que eles tem todos os rostos muito parecidos, o que torna bem mais dificil identifica-los, ainda mais com mascaras de protesto.

      O governo deve temer o povo, nao o contrario.

  2. Zanchetta

    1 de outubro de 2014 11:51 am

    Como assim “protestos

    Como assim “protestos pró-democracia”. A China, como a Venezuela, está inundada de democracia…

    1. ruyacquaviva

      1 de outubro de 2014 2:43 pm

      Occupy Wall Street

      Occupy Wall Street

      EUA inundado de democracia

      1. Athos

        1 de outubro de 2014 5:15 pm

        A democracia é linda!

        A democracia é linda!

  3. joao

    1 de outubro de 2014 11:57 am

    quem tem medo dos jovens
    ?
    Ditadura imposicao na brutalidade ignorancia medo temor estabelecidos frustados doentes mentais doentes fisicos a ciencia conhecida pais sociedade maes familia ruas a sociedade patrimonio heranca estados religiao adultos covardes a forca o pecado a razao com argumentos a palavra o pensamento tempo espaco dimensao concreto ferro bala.

  4. Álvaro Noites

    1 de outubro de 2014 12:06 pm

    Será esta mais uma “Revolução

    Será esta mais uma “Revolução colorida”?

  5. alfredo machado

    1 de outubro de 2014 12:58 pm

    China

    Nassif,

    O governo chinês se utilizará de uma alternativa que seja capaz de contornar os protestos.

    Assim como ocorreu com o Occupy Wall St. em NYC., movimento esvaziado pelo tempo, o senhor da razão, este chinês deverá ter o mesmo destino. O PCC deveria, isto sim, começar a alterar para melhor o seu ainda imutável controle político, assim como vem fazendo em relação ao padrão de vida de milhões ao longo doos últimos anos.

    Os líderes chineses já devem estar cansados de saber que a imprensa ocidental aguarda, de uma Hong Kong que não é NY (as cenas de violência que ocorreram para dispersar a turma naquela praça, ninguém sabe ninguém vu), por uma cena de violência para que possa bater tambor.    

     

  6. IV AVATAR

    1 de outubro de 2014 2:31 pm

    Fofinhos

    Todos lindinhos, não se sabe se amanhã, se o pais degringolar para uma situação como a da Síria, Líbia, Iraque, veremos estas cenas. Tentaram na Venezuela, Brasil…Ah me desculpem se estou sendo conservador ou pró-governo chinês e contra o sonho da juventude etc eh,,todo o meu apoio aos jovens de qualquer parte do mundo mas é que, vendo os frutos das tais primaveras na Espanha, Grécia, Oriente Médio, fico com um pé atrás, pois o que vimos foi que estes povos sairam do espeto e cairam na brasa.,,,por aqui a Marina nos promete uma “ventania de mudanças” desde que lhes entreguemos(ao Mercado) o pré-sal, bancos, BC, universidades públicas…humm…

    People check their phones at a pro-democracy demonstration in Hong Kong on Monday.

     

    1. leonidas

      1 de outubro de 2014 3:51 pm

      Não esta sendo

      Não esta sendo conservador

      Apenas desavergonhado, pois é um totalitario de carteirinha travestido de pensador democratico.

      O PC chines se considerar necessario matara todos como frangos a exemplo do que ocorreu em 89 e os progressistas mantem silencio sepulcral 

      A China Comunista é uma ditadura e como tal se achar necessario ira matar e ponto final , se alguem gostar disso ( voce ) ou nao pouco importa ela o fara pois ela pode.

      E simples e tragico assim…

  7. Athos

    1 de outubro de 2014 5:13 pm

    http://www.planobrazil.com/li

    http://www.planobrazil.com/lideres-do-movimento-de-protesto-na-china-foram-treinados-por-servicos-de-inteligencia-americanos/

     

    Foto: AP/Wally Santana

    Líderes do movimento de protesto Occupy Central, que desde junho estão organizando atos maciços em Hong Kong, foram especialmente treinados por serviços de inteligência americanos. Este comunicado da mídia chinês poderia tornar-se sensacional, mas, em geral, não deixa chocado quase ninguém.

    A Revolução das Rosas na Geórgia, a Revolução Laranja na Ucrânia, a Revolução das Tulipas no Quirguistão e a Revolução Árabe no Oriente Próxima… Os nomes mudam, mas a essência continua a mesma. Instrutores internacionais (com a participação de patrocinadores ricos) ensinam a jovens a tática de atos de protesto, a estratégia das conversações com as autoridades e o trabalho nas redes sociais, anunciando como objetivo a propagação dos valores democráticos. Na realidade, porém, dão lições de influenciar a situação interna no país e de instaurar uma nova regime social.

    Segundo a mídia chinesa, o Occupy Central nasceu no America Center de Hong Kong. Em seminários especiais, estudantes ativistas foram instruídos a “contribuir para o aprofundamento da compreensão mútua entre chineses e americanos”. Foi exigido que jovens ativistas “façam avançar mudanças democráticas”, prometendo-lhes apoio de Washington, inclusive a possibilidade de estudar e viver na América.

    Essas atividades foram frequentadas por funcionários do consulado geral dos EUA. O próprio dirigente do Centro, Morton Holbrook, que havia ocupado o cargo no ano passado, é um agente da inteligência americana com o tempo de serviço de 30 anos. Jornais chineses destacam também as relações próximas entre o diretor do centro, o magnate mediático Jimmy Lai, patrocinador da oposição, e o antigo ministro da Defesa dos EUA, Paul Wolfowitz. Anteriormente, nos anos de serviço na CIA, Wulfowitz foi um dos autores do relatório sobre a ameaça soviética. Agora, chegou a vez da ameaça chinesa.

    Ativistas do movimento Occupy Cetral exigem que em 2017 em Hong Kong sejam realizadas eleições diretas do chefe da administração, que hoje é eleito por um colégio eleitoral. Sob a pressão de ativistas, as autoridades de Pequim já emendaram o sistema eleitoral, aprovando uma ordem de acordo com o qual os habitantes podem votar num dos candidatos propostos por colégio. Mas, pelo visto, receando que a situação se agrave, a China continental bloqueou a rede social de imagens Instagram, visando travar a difusão de fotografias e vídeos sobre os protestos.

     

     

    Fonte: Voz da Rússia

     

  8. alexis

    1 de outubro de 2014 6:13 pm

    “DEMOCRACIA”, MAS PARA OS OUTROS

    Tentando frear a China e explodir uma torre de babel “ocidental” dentro da sociedade chinesa, ondas neoliberais chegam à juventude de diversas formas. A juventude é presa fácil para os EUA; tradicionais exportadores de “democracia” para os outros. Os EUA possuem apenas dois partidos, e há 200 anos fingem que estão numa democracia (e os norte-americanos acreditam!). Ainda, com todos esses trâmites de voto em representantes, etc., para fugir do voto direto. É um jogo de solteiros contra casados, ou do boi Caprichoso contra o Garantido. Assim como os EUA não deixam entrar opções socialistas no jogo, China deve resistir e convergir para a democracia na forma que quiser, apenas quando soberanamente quiser.

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