10 de junho de 2026

Brasil em Transe: morrer jovem (parte 4), por Arkx

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Brasil em Transe: morrer jovem (parte 4), por Arkx

em Super-8, as Eleições de 1978 no Rio de Janeiro, em direção à redemocratização e ao nascimento do PT.

caso então um extravagante e diabólico anjo se materializasse para revelar que 40 anos depois estaríamos nesta deplorável situação atual no Brasil, a resposta viria no ato: “É preferível morrer jovem!”.

“E o Deputado que fizer promessas, ele é um demagogo, ele é um mentiroso, é um cara que quer enganar o povo.

Um Deputado deve ter um único compromisso. O compromisso de estar na luta junto com os trabalhadores e o povo. O compromisso de visitar o povo pobre. O compromisso de encaminhar as lutas nas entidades.

O compromisso de estar com vocês em cada bairro pobre, em cada fábrica, em cada sindicato.

E nós, junto com vocês, vamos fazer um movimento forte. Junto com vocês, junto com a sua luta, vamos conseguir vitórias. Vamos conseguir fazer um movimento com todo o pessoal. Da Rocinha, do Catumbi, do Borel, de Nova Iguaçu, de Caxias.”

Brasil em Transe: morrer jovem

Brasil em Transe: morrer jovem (parte 2)

Brasil em Transe: morrer jovem (parte 3)

vídeo: Super 8: Para Deputado – 1978

.

 

 

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5 Comentários
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  1. ze sergio

    9 de agosto de 2018 12:21 am

    40 ANOS MEDÍOCRES. A CONTINUIDADE DO FASCISMO DE 1930

    Lembro muito bem de 78. Lembro do Comicio de Lula no campo do time de São Bernardo. O Exército cercando o local. Helicópteros sobrevoando. Uma sensação que algums tragédia aconteceria a qualquer momento. Lembro dos Anistiados chegando no Aeroporto, logo depois da implantação da lei. Lembro que a esperança eram Escolas, Ensino com Qualidade,  Saúde, Segurança, Empregos, Empregos Qualificados, Infraestrutura, Saneamento, Oferta de Moradias, Urbanização, Melhoria no Transporte Público, Retomada das Linhas Férreas que haviam sido sucateadas no final dos anos 60, Representação Política, Democracia, Justiça, Judiciário funcionando, Redes de Agua Potável, Defesa Nacional sem absurda ingerênca de Intereses Internacionais,… 40 ANOS DEPOIS? O mesmo Brasil esta aí. Só que agora mais velho, mais caduco, menos otimista. Vendo que novamente perdeu praticamente meio século parado no mesmo lugar. Novas Elites surgiram substituindo antigas. O corpo que sofria com antigos parasitas continua o mesmo. Acostumado, agora, a novos hospedeiros. Elite que nunca quer se enxergar Elite. Pobre País Rico. O que foi feito de você em 40 anos desperdiçados?   

  2. arkx

    9 de agosto de 2018 12:22 am

    Brasil em Transe: morrer jovem (parte 4)

    preste atenção

    por um momento perdi minha chance

    de caminhar contra o vento

    sem nunca parar… sem pausas

    mas não sei se prefiro mudar de vida

    ou seguir sozinho e nunca amar

    vídeo: Listen Paul Bryan (TRADUÇÃO) HD (Lyrics Video)

    [video: https://www.youtube.com/watch?v=HTZy8O9xqRk%5D

    .

    1. ze sergio

      9 de agosto de 2018 12:47 pm

      ESQUERDO FASCISMO IMPLANTADO A PARTIR DE 1930

      A Censura nada esconde, pelo contrário, muito revela. E neste caso revela o quanto o pensamento fascista de Elites Esquerdopatas contribuiram para esta farsa ditatorial fantasiada de Democracia. O Brasil é de muito fácil explicação.

  3. Nender, o tal.

    9 de agosto de 2018 12:20 pm

    Telegramas de Pasárgada…

    “eles venceram, e o sinal está fechado para nós, que somos (nem tão) jovens”.

     

    Boa parte da moçada aqui, incluindo o dono do buteco, o sêo Nassif, continua achando que bolsonaro é uma exceção, que há um capitalismo moderno que possa ser tocado com o tucano haddad, que o stf vai voltar aos eixos (quando é que esteve lá?), enfim, que movimentos como esse, de trump, ou de Hitler sejam aberrações históricas, e não o contrário, ou seja, momentos únicos quando a barbárie humana perde o medo e sai do armário da hipocrisia.

    Eles falam como se os sentimentos manifestados pelo bolsopata não fossem regados e adubados a ódio de classes todos os dias pelas latrinas editoriais, só que com nomes e apelidos ideológicos suavizados.

    Eu me lembro, por exemplo, que quando o Morro do Alemão foi invadido, teve comemoração e análises de muita gente boa, inclusive do sêo Nassif, concordando e aplaudindo.

    E agora, choram Marielle. Putz.

    Olha o trechinho do comnetário que coloquei lá no post do poliglota poliana rogério (que fala do bolsopata):

     

    “(….)Primeiro erro histórico: A tradição católica conservadora ibérica é bem anterior a Guerra Civil espanhola, e o isolamento de Espanha (e Portugal) remonta a queda de Pombal, e talvez bem antes, com a ascensão de Fernando e Isabel (a época de Colombo, lembra?).

    Tem gente (boa) que pensa que foi justamente essa hegemonia da carolice católica que afundou a península que tinha ousado dominar a globalização da época (as invasões ultramarinas, chamadas ideologicamente de “descobrimentos”).

    Não à toa foram os luso-espanhóis que exportaram a versão CIA-Guantánamo da época, a Inquisição, que por tão competente e profunda, está presente até hoje, como legado mórbido, seja nos Inquéritos Policiais das Ordenações Manoelinas, seja na tortura mesmo, ainda presente em todas as esferas da persecução penal, desde as masmorras policiais e incluindo aí o sequestro de pessoas para delações “premiadas”.

    Bom, com esse caldo de cultura, dizer que bolsopata e os seus sejam uma “novidade”, ou uma aberração do cenário político nacional é besteira, bobagem ou cinismo mesmo.

    O bolsopata é a expressão mais acabada do ethos político brasileiro, apesar de polianas como você, o Nassif e um tal de Fábio Ribeiro achem que nossa tradição é democrática e que estamos em um período de exceção ou um ponto fora da curva da nossa “estabilidade”.

    Arf.

    Nossa estabilidade é essa: machista, violenta, racista, excludente, cruel.

    Talvez aí resida o verdadeiro perigo do bolsopata, ou seja, se ele for capaz de rasgar o véu da NOSSA hipocrisia, e tirar do armário nossa violência enrustida e latente, aí f*deu meu caro.

    Foi isso que trump fez por lá, e como somos filiais da matriz (x), é bem provável que sigamos nosso destino manifesto.

    Foi isso que Hitler fez na Europa: vocalizou um antissemitismo e um delírio de grandeza euroepicêntrica do “Velho Mundo” que estavam “entalados” na garganta deles fazia séculos.

    França capitulou porque boa parte se filiava a ideia de uma Europa “grande” e sem judeus, assim como boa parte de Bélgica, Polônia, Áustria e os nórdicos adoraram aderir ao Führer.

     

    Vou repetir mais uma vez e quantas forem necessárias:

    Desde 1889, TODOS os movimentos políticos de ruptura passaram ou foram afiançados pelos gorilas das casernas.

    Não somamos mais de 50 anos “democracia”, se é que podemos chamar o regime pós 88 de democracia (eu não chamo).

    Como ensina a propaganada da FIAT, está na hora de você rever seus conceitos. São muito, mas muito ruins.”

     

    E o pior, caro amigo Arkx, é que se nos EUA e na Europa, a violência serviu a domínio e expansão, que resultou em algum conforto aos setores médios que acabam (como sabemos) aplacando e adormecendo consciências (sempre!), por aqui, nossa versão periférica de brutalidade não gera herois de guerras épicas, mas milicianos a soldo da banca.

     

    1. arkx

      9 de agosto de 2018 3:22 pm

      Brasil em Transe: morrer jovem (parte 4)

      -> Talvez aí resida o verdadeiro perigo do bolsopata, ou seja, se ele for capaz de rasgar o véu da NOSSA hipocrisia, e tirar do armário nossa violência enrustida e latente, aí f*deu meu caro.

      -> Desde 1889, TODOS os movimentos políticos de ruptura passaram ou foram afiançados pelos gorilas das casernas.

      “eles venceram, e o sinal está fechado para nós, que somos (nem tão) jovens”.

      vídeo: Elis Regina – “Como nossos pais” (1976)

      [video: https://www.youtube.com/watch?v=wzXWlWPPHU0%5D

      .

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