Nas redes sociais, vencem as manifestações contra o Projeto de Lei antiaborto, em comparação às repercussões favoráveis à medida que equipara a interrupção da gravidez de 22 semanas a crimes de homicídio.
A Quaest monitorou os dados das redes sociais em torno da PL 1904/2024 nos últimos 3 dias: 52% das postagens são de críticas e contrárias ao projeto e somente 15% a favor.

Foram analisadas mais de 1 milhão de publicações. O ápice das postagens foi no dia de ontem, com quase 700 mil publicações. Apesar de o gráfico mostrar uma aparente queda das postagens desse tema nesta sexta-feira, não há uma conclusão, uma vez que o estudo coletou dados até às 13h30 de hoje.
Entre as principais palavras-chaves para comentar o PL estão “crianças” e “estupro”. A constatação ocorre porque estudos mostram que as crianças vítimas de estupro são as principais gestantes que tentam interromper gravidez após 22 semanas de gestação, no Brasil, atualmente.

De acordo com o diretor da Quaest, Felipe Nunes, os dados foram coletados nas três principais redes sociais: X, Facebook e Instagram, e o número de interações classificadas (likes, compartilhamentos e comentários) chegou a 5.1 milhões.
Carlos Lima
14 de junho de 2024 11:17 pmÉ possível, pedir o Impeachment do Lira, por desestabilizar a governança e impor padrões religiosos em uma sociedade laica, desobedecendo a constituição, usando do poder parlamentar para intentos pessoais fora da pessoalidade do cargo?
JOSE OLIVEIRA DE ARAUJO
15 de junho de 2024 8:14 amOs seguidores da TEOLOGIA DA ABERRAÇÃO, querem implementar uma lei com a falsa presunção de protejer a vida dos que ainda não não nasceram em detrimento da vida de quem já nasceu.