10 de junho de 2026

Emergência no Sul: 6 mortos após tornado e equipes federais chegam

Com 55 municípios e 31 mil pessoas atingidas, a Defesa Civil do Paraná confirma seis mortes e 125 feridos após o evento climático
Foto: Jonathan Campos/AEN

▸Equipes emergenciais do governo federal são mobilizadas para auxiliar vítimas de tornado em Rio Bonito do Iguaçu, Paraná. Mais de 31 mil pessoas afetadas, com 6 mortes confirmadas.

▸Força Nacional do SUS atua no local, priorizando atendimento em saúde e apoio psicossocial à população afetada. Unidades de saúde destruídas, atendimento redirecionado para Hospital Regional de Laranjeiras do Sul.

▸Missão federal coordenada pela Força Nacional do SUS e Defesa Civil Nacional, com possibilidade de instalação de hospital de campanha modular para até 150 atendimentos diários. Ações incluem recomposição de serviços locais e apoio psicossocial.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

Equipes emergenciais mobilizadas pelo governo federal seguem para a região Sul do país após um tornado de grande intensidade devastar o município de Rio Bonito do Iguaçu, no Paraná, na madrugada deste sábado (8).

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Segundo a Defesa Civil do Paraná, o tornado atingiu 55 municípios e afetou mais de 31 mil pessoas. Em Rio Bonito do Iguaçu, 10 mil moradores — o equivalente a 77% da população — foram impactados. Além das seis mortes confirmadas, há mais de 125 feridos e mil pessoas desalojadas.

O evento climático ocorre em meio às discussões sobre mudanças climáticas na COP30, em Belém. “O Governo do Brasil não medirá esforços para a assistência aos atingidos, e o MDS está em campo para prestar todo apoio necessário. A ordem do presidente Lula é que não falte nada às pessoas afetadas”, afirmou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS), Wellington Dias.

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) enviou uma equipe técnica ao estado, acompanhando a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, para avaliar os estragos. A Força de Proteção do Sistema Único de Assistência Social (ForSUAS) começou a ser mobilizada e será deslocada para as áreas mais afetadas.

Desde os primeiros alertas de tempestade, o MDS mantém contato com os gestores municipais da região Sul para coordenar a resposta. Criada após as enchentes no Rio Grande do Sul, em 2024, a ForSUAS atua no cadastramento de famílias, apoio técnico às prefeituras e gestão de recursos emergenciais.

Saúde em alerta e força-tarefa no local

O Ministério da Saúde também mobilizou a Força Nacional do SUS (FN-SUS), em nível operacional intermediário, com capacidade de resposta imediata. A equipe é composta por médicos, enfermeiros, sanitaristas e especialistas em saúde mental para atuar na recomposição dos serviços locais e no apoio psicossocial à população.

“Colocamos a Força Nacional do SUS à disposição para apoiar a população do Sul do país. Nossa prioridade é garantir que cada pessoa atingida receba atenção em saúde, escuta e acolhimento”, declarou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O secretário-executivo da pasta, Adriano Massuda, acompanha a comitiva federal que se deslocou ao Paraná.

Parte das unidades de saúde de Rio Bonito do Iguaçu foi destruída, e o atendimento de urgência foi redirecionado ao Hospital Regional de Laranjeiras do Sul, que atua como referência provisória. Há comprometimento nos estoques de medicamentos e vacinas, além de falhas no abastecimento de energia.

A missão federal é coordenada pela Força Nacional do SUS em parceria com a Defesa Civil Nacional, o CENAD, a Secretaria de Estado da Saúde e a prefeitura do município. Entre as medidas previstas, está a possibilidade de instalação de um hospital de campanha modular, com capacidade para até 150 atendimentos diários.

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Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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2 Comentários
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  1. Fábio de Oliveira Ribeiro

    8 de novembro de 2025 5:38 pm

    Gaúchos, catarinenses e paranaenses fazem campanha contra o Brasil, dizem que o país dele é o Sul, rejeitam eleições definidas por eleitores “inferiores” do nordeste e exigem a fragmentação do território brasileiro. Mas quando tem uma dor de barriga eles correm para pedir ajuda do governo federal. Velhacos, vis e vagabundos todos esses sudestinos de merda.

  2. Creni dos Reis

    9 de novembro de 2025 5:28 am

    Parece castigo! Imigrantes sem eira nem beira; acolhidos pelo Brasil , ganharam terras para plantar e hoje se acham “superiores! Raça ingrata!

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