8 de junho de 2026

Pesquisa revela parcialidade de Moro nos processos contra Lula

97,5% de professores das áreas de direito consideram que a relação de Moro com a Lava Jato violou ao dever de equidistância das partes no processo penal envolvendo Lula
Foto: Lucas Pricken/STJ

Jornal GGN – Seis grupos oriundos de universidades brasileiras se uniram na produção de um estudo sobre o olhar da comunidade acadêmico-jurídica em relação à parcialidade do ex-juiz Sérgio Moro na condução dos processos criminais instaurados contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a repercussão no instituto da suspeição previsto no artigo 254 do Código Processual Penal.

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Em suma, dos 283 professores das áreas de Direto que participaram da pesquisa, 97,5% consideram que a relação de Moro com a Força Tarefa da Lava Jato violou ao dever de equidistância (imparcialidade) das partes no processo penal envolvendo Lula.

Confira a íntegra da pesquisa:

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  1. ANTONIO CARLOS GUIMARAES DE SOUSA PINTO

    15 de agosto de 2020 5:10 pm

    “Pesquisa revela imparcialidade de Moro nos processos contra Lula”. Estaria correta essa manchete? O correto não seria “parcialidade de Moro”?

    1. Lourdes Nassif

      15 de agosto de 2020 5:32 pm

      Sim. Foi um erro. Já refeito o título. Obrigada pelo alerta.

  2. jcordeiro

    15 de agosto de 2020 6:46 pm

    Nassif: o TogaSuja, tanto quanto o TenenteJair, é rabo de cobra. Já te disse. São daquela laia que por uns trocos matam a mãe por um gole de pinga. E o mundo tá cheio deles. Sai um vem um montão. Esses foram escolhidos para missão, o primeiro (desde o BANESTADO) pra aprimorar técnicas Jurídicas contra Esquedopatas e Kummunistas. Lógico, o SapoBarbudo era a cereja o bolo. O outro, filhote do pico das Agulhas ganhou o posto para se redimir dos atos de terrorismo inconclusos, que não conseguir implantar à época de sua expulsão mas pelos quais foi obsequiado com o posto de Capitão. E fica todo mundo investindo em cima deles mesmo sabendo que como os tais eles têm aos milhares. Tiram e botam quando lhes convem. Não que os bonecos sejam flor que se cheira. Fedem. Mas na fonte de onde sairam o que não falta é desse tisco viscoso e nojento. Tem mas é que secar a Fonte…

  3. Jair Oliveira

    16 de agosto de 2020 12:59 am

    É muito difícil realmente empregar corretamente a palavra “parcial e “imparcialidade”.

    A dica é pensar matematicamente em “partes”, se juiz escolhe uma das partes do processo
    você transforma a “parte” um dos lados que ele escolheu em “parcial”. Se ele escolheu uma parte
    ele é PARCIAL. Fica mais fácil entender assim escolhe uma PARTE = PARCIAL.

    Se ele é um bom juiz e não escolheu PARTE nenhuma, então SEM escolher PARTE = IMPARCIAL.

    Então ser IMPARCIAL (sem parte) é que é o bom juiz, que não escolhe nenhuma parte da balança da justiça não pende para nenhum lado, julga com os olhos vedados. Já o juiz PARCIAL ele escolhe um lado, uma parte, da balança da justiça então é um juiz corrompido. A dica então é trocar parcial para “partial”.

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