Os dados abaixo são de um estudo especial do Jornal GGN.
O saldo comercial brasileiro vem crescendo ao longo dos últimos anos. Em 4 anos, quase dobrou, passando de US$ 34,4 bilhões no acumulado de 12 meses até junho de 2019, para US$ 72,3 bilhões nos 12 meses terminados em junho de 2023.
Chama atenção, no entanto, a queda no preço médio dos principais produtos de exportação. O saldo acumulado de junho de 2023, poderia ter sido US$ 21,23 bilhões maior, se mantidas as cotações de 6 meses atrás dos 10 principais produtos da pauta. Em 48 meses, a perda foi de US$ 48,27 bilhões.
A queda das cotações foi compensada pelo aumento na quantidade, conforme pode-se conferir nas tabelas abaixo:
Este quadro mostra de forma mais detalhada as variações nas cotações.
A China continua sendo a grande garantidora dos saldos comerciais brasileiros.
O quadro abaixo, mostra a relação entre exportações para os Estados Unidos e para a China. Em junho de 2015, os EUA chegaram a representar quase 70% das exportações brasileiras para a China. Atualmente, está por volta de 40%.
O mesmo ocorre com as importações dos EUA, em relação às da China.
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