17 de junho de 2026

Sem combustíveis, IPCA-15 seria superior a 0,73%, por Luis Nassif

Dentre os 9 grupos pesquisados, 6 tiveram alta. Caíram apenas Transportes (-5,24%), Habitação (-0,37%), influenciada pelos combustíveis e Comunicação (-0,30%). 
Referência na distribuição e na comercialização de combustíveis, BR Distribuidora foi privatizada pelo governo Bolsonaro em julho deste ano / Foto: Agência Brasil/Arquivo

A deflação do IPC-15 de agosto foi turbinada, da mesma maneira que nos anos 70. O IPCA-15 ficou em -0,73. Se tirar o efeito da redução dos combustíveis exclusivamente em Transportes. Se retirar Transportes da contagem, o IPCA-15 salta para 0,73.

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E nem se considerou o peso dos combustíveis no ítem Habitação.

Incluindo os combustíveis em Habitação, a influência total no IPCA foi de 1,31%. Portanto, o índice seria ainda maior

Dentre os 9 grupos pesquisados, 6 tiveram alta. Caíram apenas Transportes (-5,24%), Habitação (-0,37%), influenciada pelos combustíveis e Comunicação (-0,30%). 

No mês, a maior influência foi de Alimentação e Bebidas (+0,24%), seguido por Saúde (+0,1%).

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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1 Comentário
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  1. josé Oliveira de Araújo

    27 de agosto de 2022 8:52 am

    A aparente melhora da economia brasileira, lembra-me uma expressão popular chamada de: MELHORA DA MORTE. As pessoas diziam isso, quando ao visitarem um amigo ou parente moribundo, tinham a sensação que o doente teve uma melhora tão grande e repentina que se tratava de um milagre. Má logo em seguida recebiam a notícia de sua morte.
    Devido há algumas medidas eleitoreiras e de uma certa forma, da conjuntura internacional, o Brasil está vivendo a Melhora da Morte.

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