12 de junho de 2026

Deputados bolsonaristas que apoiaram o terrorismo em Brasília podem ter diplomação suspensa

Caberá ao STF analisar o pedido da bancada do PT, que detalha a participação de 4 bolsonaristas nos atos de domingo
Pâmela Bório postou fotos dela invadindo o Congresso Nacional - Foto: Reprodução Instagram

Deputados bolsonaristas que apoiaram os atos terroristas deste domingo (08) poderão ser responsabilizados judicialmente. A análise caberá ao Supremo Tribunal Federal (STF), em resposta a uma representação protocolada na Corte, nesta terça-feira (10).

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O pedido tem como mira os deputados Clarissa Tércio (PP-PE), Sílvia Waiãpi (PL-AP), André Fernandes de Moura (PL-CE) e a suplente na Câmara Pâmela Bório (PSC-PB).

A ação foi ingressada no Supremo pela bancada do PT na Câmara dos Deputados, assinada pelo líder da bancada Reginaldo Lopes (MG) e pelo deputado Zeca Dirceu (PR). Eles afirmam que os deputados mencionados “incitaram, apoiaram e/ou participaram diretamente das ações antidemocráticas”.

A depujtada do PP Clarissa Tércio divulgou vídeo nas redes sociais exaltando a invasão do Congresso Nacional; Sílvia Waiãpi divulgou mensagens de apoio aos atos criminosos; André Fernandes de Moura convocou pessoas a realizar o ato na Praça dos Três Poderes, no domingo, que terminou nos atos criminosos; e a suplente Pâmela Bório participou, diretamente, da invasão ao Congresso Nacional.

“Tratam-se de fatos gravíssimos, praticados por quem deveria, como princípio e obrigação basilar, na condição de Parlamentares eleitos, defenderem a Constituição, as Instituições e o processo democrático delineado e reforçado através do sufrágio universal”, afirmam.

Diante da participação dos deputados nos atos criminosos, a bancada do PT pede a abertura de uma investigação criminal e a responsabilização dos parlamentares bolsonaristas, com cópias encaminhadas aos tribunais eleitorais e a suspensão da diplomação desses deputados, que ocorreria no próximo 2 de fevereiro, até o julgamento do caso.

Leia a petição ingressada no STF:

Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

1 Comentário
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  1. AMBAR

    10 de janeiro de 2023 7:38 pm

    Assim sim.

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