Coronavírus: Enquanto Paris impõe toque de recolher, Europa enfrenta número crescente de casos

Os casos da doença, que afetou a vida em todo o mundo e causou estragos sociais e econômicos, estão subindo além dos níveis vistos na primeira onda

Jornal GGN – A Europa se vê diante de nova onda de Covid-19, com milhões de europeus enfrentando novas restrições e governos se organizando para combater as infecções crescentes. A partir deste sábado, 17, Paris e outras cidades francesas serão colocadas sob toque de recolher noturno que poderá durar ao menos um mês.

O Reino Unido impôs restrições às reuniões de famílias mistas na capital, Londres, e a chanceler alemã, Angela Merkel, pediu aos cidadãos que permaneçam em casa sempre que possível, após a marca de 7.830 casos em 24 horas.

Os casos da doença, que afetou a vida em todo o mundo e causou estragos sociais e econômicos, estão subindo além dos níveis vistos na primeira onda, no início deste ano, quando muitos países procuraram conter a pandemia com bloqueios de vários graus.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) classificou o aumento de 44% nos casos europeus em uma semana como ‘muito preocupante’.

Diante deste aumento, os governos foram forçados a implementar medidas cada vez mais rígidas para controlar a propagação do vírus, ao mesmo tempo em que tentam evitar bloqueios totais.

O vírus já matou 1,1 milhão de pessoas em todo o planeta desde que surgiu pela primeira vez na China, em dezembro, com os Estados Unidos sofrendo o maior número de mortes de qualquer país, com mais de 218.000.

Na Itália, a rica região norte da Lombardia ordenou que todos os bares fechem à meia-noite, já que a área onde os primeiros casos de vírus da Europa surgiram em fevereiro enfrenta uma segunda onda.

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Em outros lugares da Europa, Polônia, República Tcheca e Bélgica anunciaram um número recorde de casos diários esta semana.

As autoridades belgas disseram no sábado que atingiram 200.000 casos menos de um mês depois de ultrapassar 100.000.

Com informações do Al Jazeera.

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3 comentários

  1. A verdade aos poucos vem a tona.

    Há muito venho batendo na tecla de que a Hidroxicloroquina tem sim eficácia e que os estudos divulgados contra são estudos mal desenhados e mal feitos tendo inclusive sido respondido até pela Lourdes Nassif em pessoa.

    Pois bem, agora saiu essa notícia na Folha de São Paulo: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2020/10/novos-artigos-sobre-hidroxicloroquina-e-covid-19-levantam-debate-estatistico.shtml

    Estatística é para os especialistas, mas o grande problema foi o de que grande parte dos estudos apontaram para um benefício, embora as amostras dos estudos publicados pela baixa qualidade e baixa quantidade de pacientes, não chegariam a um resultado estatístico de confiança.

    Seria como se fazer uma pesquisa para presidente da república feitos em 10 municípios. Embora individualmente não poderia apontar um vencedor, juntando os 10 já daria um grau de confiança para apontar quem está na frente.

    Mas além dos resultados estatísticos está o desenho dos estudos, feitos em pacientes já hospitalizados, que já apresentam sintomas há muitos e muitos dias, indo contra o maior dogma da medicina moderna que é o de que QUANTO ANTES SE INICIA UM TRATAMENTO PARA QUALQUER DOENÇA, MAIOR AS CHANCES DE CURA.

    Não adianta tratar pacientes em UTIs com HCL, nem já internados. Deve-se iniciar o tratamento o quanto antes, e esse é o mote da campanha que tomou conta do Brasil: TRATAMENTO PRECOCE SALVA VIDAS.

    Os estudos, mercê de uma falsa premissa de que HCL é perigosa para saúde, nos estudos prospectivos foram prescritos em pacientes hospitalizados com sintomas há dias ou até semanas.

    Não disseram e a grande mídia engoliu os estudos apenas pela capa, que o grande culpado pela toxicidade da HCL foram as grandes dosagens aplicadas. Mas qualquer remédio é toxico quando tomados em grandes quantidades. Quando começou a sair na grande mídia que a HCL é um remédio perigoso para se tomar em casa, mesmo prescritopor médicos já percebi que havia uma campanha contra.

    Isso porque era um remédio que se vendia sem receita médica e para uso contínuo, onde o paciente toma por muitos anos. De repente se tornou um medicamento que matava as pessoas se não tomado no hospital. Havia algo muito podre no ar.

    Mas a grande mídia engoliu essa falácia sem pestanejar. Isso porque os arautos do medicamento foram o Trump e depois Bolsonaro copiando. Criticar a HCL era como atingir o Trump e seu discípulo tupiniquim.

    Pesquisas a favor eram escondidas pesquisas contra eram divulgadas sem sequer se ler o conteúdo onde encontrariam mais indagações do que certezas.

    Temos um caso interessante para analise que é o município de Itajaí.

    Duramente atingido por sua vocação turística de praias, em julho morriam 2 pessoas por dia. Um verdadeiro horror com UTIs lotadas e mortalidade altíssima.

    Mas situações desesperadoras levam a medidas desesperadas e o município aderiu ao tratamento precoce inclusive profilático com Invermectina.

    Em setembro a mortalidade caiu para 13 mortes e agora em outubro nesses primeiros 17 dias 5 obitos.

    Criciúma que tem a mesma população nesse mes de outubro já teve em 15 dias 13 mortos.

    Vamos tirar o viés político sobre o medicamento e olhar as vidas que estão sendo perdidas com a não adoção, pelas secretarias estaduais e governadores da implementação maciça do tratamento precoce.

    A Dra. Nise Yamaguchi vaticinou que o Brasil seria um exemplo pro mundo. Tudo indica que ela estava certa.

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