Jornal GGN – O Brasil deve enfrentar o pico do novo coronavírus entre 60 e 90 dias, segundo estimativa traçada pelo ministro da Saúde, Henrique Mandetta. O prognóstico é que os números aumentem entre abril e junho, atingindo a estabilidade a partir de julho.
“Nós estamos imaginando que nós vamos trabalhar com números ascendentes, espirais em abril, maio, junho. Nós vamos passar ai 60 a 90 dias de muito estresse para que quando chegarmos ao fim de junho, julho, a gente imagina que entra no platô”, disse Mandetta, em entrevista coletiva. “Agosto, setembro a gente deve estar voltando desde que a gente construa a chamada imunidade de mais de 50% das pessoas”.
Segundo o jornal Folha de São Paulo, Mandetta afirmou que as medidas restritivas no país poderão aumentar no período, mas outros detalhes não foram divulgados.
Mandetta disse que o governo estima que de 80% a 85% dos casos do novo coronavírus no Brasil vão requerer apenas cuidados básicos, e que nos outros 15% haverá necessidade de internação. Porém, ele afirmou que se houver uma taxa de 15% da população de uma cidade com necessidade de internação, isso ultrapassa a normalidade.
O ministro afirmou ainda que o governo ainda avalia o impacto da dispersão do COVID-19, e que ainda não é possível saber se a situação será semelhante a de outros países afetados, como Estados Unidos, China e a Europa.
Edivaldo Dias de Oliveira
17 de março de 2020 9:20 pmCom base em que dados? O Uol divulgou que o óbito de hoje não estava se quer relacionado entre os suspeitos. Informou também que hospitais particulares não estão obrigados a informar o quadro ao SUS/ms. Na semana passada vi informação do MS de que havia 121 casos confirmados, mas que não contabizava 98 casos confirmados do Albert Einstein. Como ficamos?