Jornal GGN – O Ministério da Saúde admitiu que o prazo para a compra da vacina Covaxin foi estourado, e procurou reduzir os impactos da quebra de contrato pela Precisa Medicamentos.
O processo entrou na mira do MPF (Ministério Público Federal) e da CPI da Covid, no Senado Federal – em inquérito civil público, a Procuradoria da República no DF apontou a existência de cláusulas benevolentes no contrato assinado entre a Precisa Medicamentos e a pasta.
Também foram encontrados sinais de quebra de contrato, já que os prazos acertados não foram cumpridos, além da suspeita de favorecimento da empresa, que intermediou a aquisição da vacina mais cara dentre todas as obtidas pelo ministério.
Por encontrar sinais de crime, o MPF desmembrou a investigação, e a parte ligada à compra das vacinas foi encaminhada para um ofício da Procuradoria responsável pelo combate à corrupção. As informações são do jornal Folha de São Paulo.
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