Jornal GGN – A Precisa Medicamentos não declarou ao governo federal, em dezembro do ano passado, a existência de funcionários celetistas em seu corpo de colaboradores, o que aumenta as suspeitas em torno da empresa que já fechou ou intermediou contratos que chegam a R$ 1,67 bilhão junto ao governo federal.
Tais informações foram reveladas pelo jornal O Estado de S.Paulo, a partir de dados obtidos via Lei de Acesso à Informação. Embora uma empresa não precise contratar funcionários celetistas para fechar um contrato com o governo, investigadores e auditores entrevistados consideraram “estranho” que uma empresa com contratos bilionários junto à administração pública não possua funcionários registrados em regime CLT.
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O Ministério da Saúde e a Precisa fecharam um acordo para a aquisição de 20 milhões da vacina Covaxin por R$ 1,6 bilhão, o que corresponde a US$ 15 por dose – o mais caro dentre os imunizantes já comprados. O contrato só foi suspenso em julho, após recomendação da Controladoria-Geral da União (CGU).
Tal contrato também entrou na mira da CPI da Pandemia, da Polícia Federal, do Ministério Público Federal (MPF) e do Tribunal de Contas da União (TCU).
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