
Carta aberta ao senador Cristovam Buarque
Brasília, 08 agosto de 2016
Senador Cristovam Buarque,
Os sonhos humanos é que justificam as vidas humanas. Por isso, essa matéria invisível como alicerces de orvalho, que sustenta e prefigura os passos com que desenhamos nosso destino, resiste. Resiste como uma luz acesa em cada escolha com que a História nos interpela. E nos cobra, depois, por cada escolha feita.
Os segmentos democráticos da sociedade no Brasil e no mundo voltam os olhos para o Senado Federal nesse agosto de 2016 para acompanhar o julgamento final da Presidente eleita Dilma Rousseff. Rigorosamente, chegamos a este agosto, quando ocorrerá o desfecho do processo sem que nenhuma instituição da República sustente a acusação inicial: o crime de responsabilidade que teria sido cometido pela Presidente eleita Dilma Rousseff. A acusação ruiu. Nem a própria assessoria técnica do Senado, nem o Ministério Público Federal lhe deram suporte. Não restou nada de pé. Na verdade, as pessoas já nem se lembram mais do que ela está sendo acusada. Outros preferem não se lembrar.
Se não houve crime de responsabilidade tal como tipificado na Constituição da República, cumpre buscar outras razões. As medidas anunciadas nessa longa interinidade que se aproxima dos 90 dias e já parece eterna, contribuem por si mesmas para esclarecer: o programa exposto pelo governo interino não é outro senão aquele que foi derrotado em quatro eleições sucessivas. Ora, governo interino não pode sequer ter programa próprio. É interino. É substituto. É provisório. Portanto, está agindo como se interino não fosse. Ou seja, atropela as instâncias de julgamento: o Senado Federal, ao qual pertence V. Exa. e a Suprema Corte. É, dessa forma, um governo usurpador. Se apropria de forma indevida de um poder conferido democraticamente pelo voto à Presidente afastada. No conteúdo e na forma afronta a “Soberania Popular” e as instituições a quem a Constituição atribui a condução do processo. Trata-se, portanto, de um governo golpista.
Os signatários desta Carta Aberta militaram ao seu lado travando batalhas em torno de bandeiras democráticas – os Programas “Bolsa Escola”, “Saúde em Casa”, “Paz no Trânsito”, “Temporadas Populares” e outros – e seguem acreditando naquele sonho humano que justifica vidas: não há invenção mais imperfeita nem mais generosa, como forma de governo, do que a Democracia. No entanto, dessa vez, nos demos conta de sua ausência entre nós.
Nós todos e o senhor sabemos que as elites brasileiras não se distinguem por estimar o que as Constituições ocidentais definiram como “Soberania Popular”. Sabemos também que lançaram mão do golpe de Estado todas as vezes em que verificaram sinais de emergência dos setores populares escravizados na Colônia e no Império, saqueados, reduzidos à extrema pobreza, mantidos à margem de qualquer oportunidade de alcançar uma vida digna, ao longo da mal chamada República, proclamada no fim do século XIX e nunca efetivamente construída. Neste momento assistimos, estarrecidos e indignados, em pouco mais de 60 dias à frente de um governo interino, um extrato político abjeto – que envergonharia os traficantes de escravos do século XIX – assumir uma ofensiva contra a soberania nacional e contra os direitos sociais conquistados a partir da Constituição de 88, fazendo com que o Brasil retroceda à barbárie da “Apartação Social”, denunciada pelo senhor em seus livros e ao longo de sua vida pública.
Há certos olhares do passado que se perpetuam na História porque foram capazes de projetar, como desenho, a nação que desejamos e, por isso mesmo, nos ajudam a elucidar o presente: não é ocioso indagar como reagiriam Paulo Freire, Anísio Teixeira e Darcy Ribeiro diante dos rumos tomados pelo Ministério da Educação do governo interino, orientados agora por uma gestão privatista e inspirada pelas reflexões da “Escola sem Partido” defendida por um ilustre educador que até pouco tempo dedicava seu talento pedagógico ao ensino em estúdios de gravação de filmes pornográficos.
Como em outros momentos de crise política no Brasil, teremos agora em agosto aqueles senadores que, inspirados no perfil de Auro de Moura Andrade, buscarão alterar os ponteiros do relógio do Congresso para declarar vago o cargo de Presidente da República. Imaginam eles, com esse gesto, alterar os tempos da História. Da memória e do esquecimento. Outros vão preferir a inspiração de Teotônio Vilela no final de sua vida, pouco antes de se desatar o mais impressionante movimento de massas já visto na sociedade brasileira, a campanha das “Diretas Já”: “… não temos outra saída senão uma representação política capaz de reorientar a vida deste país. É quase que algo milagroso, é como se eu tivesse falando de coisas messiânicas, mas é assim mesmo que está vivendo hoje o brasileiro, (…). Se alguém ainda hoje vai para a urna votar, vai, sobretudo, tocado deste sentimento messiânico, da existência de uma mudança que ele não concebe, como não dá para concretizar exatamente, não sabe ainda porque aquele voto vai ter alguma valia. Mas ele vai votar. O brasileiro vai votar. Vai definir a vida deste país…” Romper com esse princípio básico: o voto. Romper com a soberania popular reconquistada a partir de 1988. É disso que vai tratar o Senado Federal ao definir sobre o impedimento, sem prova de crime de responsabilidade, da Presidente eleita com 54 milhões de votos, Dilma Rousseff, no julgamento de agosto. A História nos dirá, quais serão as consequências.
Com seu voto no julgamento final do Senado da República sobre se há ou não consistência nas acusações que se oferecem contra Dilma Rousseff, o senhor trilhará o caminho da cinza, da abjeção e, por fim, do esquecimento que dissolveram a figura de Auro de Moura Andrade ou, ao contrário, reforçará a luz que a coragem de Teotônio Vilela acendeu no declínio da mais feroz tirania que vivemos na História do nosso país.
Senador Cristovam Buarque,
A História o interpela com os olhos dos cidadãos que buscam pela Justiça.
Assinam:
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António Ibañez Ruiz – É professor do Departamento de Engenharia Mecânica da UNB, ex-Reitor da Universidade de Brasília e foi Secretário de Educação do Governador Cristovam Buarque;
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Arlete Avelar Sampaio – Médica e foi Vice Governadora do Governador Cristovam Buarque e foi Deputada Distrital;
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Boaventura de Sousa Santos – Sociólogo, Professor Catedrático Jubilado da Universidade de Coimbra e Diretor do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra;
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José Geraldo de Sousa Júnior – Professor de Direito, ex-Reitor da Universidade de Brasília;
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Pedro Tierra (Hamilton Pereira da Silva) – Poeta, escritor, foi Secretário de Cultura do Governador Cristovam Buarque;
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Roberto Aguiar – Professor de Direito, ex-Reitor da Universidade de Brasília e foi Secretário de Segurança Pública do Governador Cristovam Buarque;
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Swedenberger Barbosa – Foi Secretário de Governo do Governador Cristovam Buarque.
Norban
9 de agosto de 2016 10:17 pmÉ perda de tempo
O companheiro que vocês conheceram, que ajudou vocês nesses anos de luta, esta metaforicamente morto. Agora, ele é isso que todos nós vemos. O rei esta nu, como dizem. Podemos até pensar se ele sempre foi assim, se essa é sua verdadeira natureza ou se ele virou isso com a idade. É perda de tempo.
Vocês podem falar com ele o quanto quiserem. Ele vai chama-los de petistas, ser intencionalmente bastante grosseiro, e vai ignora-los,assim como fez com Fernando Moraes e o Emediato. É perda de tempo.
Só ha uma coisa a ser feita: Não votar nele em 2018 e mobilizar as pessoas para boicoita-lo lá no distrito federal. Qualquer outra coisa é perda de tempo.
Stella Pacheco Pimenta
10 de agosto de 2016 12:19 amNorban, você está certíssimo
Norban, você está certíssimo. Conheci o então Professor Cristóvam Buarque como aluna do curso de Ciências Econômicas da UnB, início dos anos 80.
De fato, testemunho que seus valores eram outros… pelo menos assim parecia.
Não sei de fato as pessoas mudam tanto assim, como ele aparentemente mudou, ou se revelam sua verdadeira natureza.
Cristóvam cuspiu na sua biografia, traiu a nação brasileira, e assim passará para a História.
Stella
m.helena almança
10 de agosto de 2016 1:32 amTens razão Norban, tentar
Tens razão Norban, tentar qualquer debate com esse Sr.é total perda de tempo, pois ou ele perdeu a razão, o que eu não acredito que tenha acontecido, ou ele foi comprado com os 140.000 bilhões que foram retirados dos cofres da nação para ser distribuidos para a compra de senadores como esse.O vil metal fala muito mais alto com gente que não tem carater; que se vende por 30 moedas.M.Helena Almança
peregrino
9 de agosto de 2016 10:35 pmse vale o quanto trai…
palavras bonitas só valorizam a traição
pedro luiz
9 de agosto de 2016 10:38 pmSenador vá para casa. Perdeu
Senador vá para casa. Perdeu o bonde da história e manchou sua biografia. Senador que já foi ministro da educação. O que dizer da sua educação com os 54 milhões de brasieleiros?.
Weverton
9 de agosto de 2016 11:53 pmCasa????
Aonde? Em Brasília ou em… Paris???
Acho que ele vai preferir a Cidade Luz.
francisco niterói
9 de agosto de 2016 10:53 pmMuita vela pra péssimo defunto
O cara é mal caráter, egocêntrico, vingativo e com uma das menores visões de realidade, isto se ele ainda possui algum resquício de esquerda.
Não devemos esperar mais nada dele.
Devemos, sim, devotar a esse personagem o maior desprezo. E denunciá-lo sempre ao mundo pois parece que com isso ele se importa muito.
Edoar
9 de agosto de 2016 11:34 pmFaço da suas palavras as
Faço da suas palavras as minhas…. pelo poder faz qualquer negócio…. pior que o mau caráter é o “sem caráter”!
Jotage
9 de agosto de 2016 10:58 pmDemocracia
Eu não conheço nehum regime de governo que possa substituir a democracia, ou seja o voto direto.Mas, ela se baseia no pressuposto da autocorreção, ou seja os frutos podres são retirados da cesta pelos outros eleitos com: caráter, honestidade, espírito patriótico, sentido de nação e não de classe, etc.
Chegamos então em um impasse, quando os frutos em sua grande maioria são podres, ou seja: corruptos, traidores da pátria, escravagistas, manipuladores da lei, etc.
Neste caso a democracia está arruinada e não existe mais retorno. Só bala?
xand
9 de agosto de 2016 11:07 pm?
Será que só eu tô vendo?!
O cara tá sendo chantageado!
O rancor, por si só, não explica essa presepada…
Moraes
10 de agosto de 2016 3:02 amNuma boa: qual é a
Numa boa: qual é a chantagem: Descobriram que o cara é viciado em paçoquinha? Ou em bola de gude?
Gilson AS
9 de agosto de 2016 11:40 pmNa boa, esse senador já deu
Na boa, esse senador já deu !
Está querendo aparecer, quer mídia. Está parecendo homem carente, quer carinho, atenção e cafuné. Saí fora zé mané traíra.
Se quer ser conhecido como golpista, que se dane, até porque não vai ganhar mais nada mesmo.
Essa praga vai morrer com ódio e rancor no coração.
Isso deve está corroendo ele por dentro.
Esses sentimentos de ódio, rancor e vingança, mata as pessoas sem que elas percebam.
gnsouto
10 de agosto de 2016 1:00 am“…quer mídia” . Tem
“…quer mídia” . Tem conseguido mídia espontânea, aqui e alhures…
Ivan de Union
9 de agosto de 2016 11:43 pmNenhum deles se lembrou de
Nenhum deles se lembrou de adicionar “Cristovam, va se fuder”…
Jose mestre Carpina
9 de agosto de 2016 11:55 pmPior que este peixe, traíra…
Cristóvam buarque……só outro: a piranha do senado !! Uma que pulou pro barco dos golpistas recentemente !!
ML
10 de agosto de 2016 12:03 amRepito e acrescento: um
Repito e acrescento: um pulha.
Na verdade, não é um voto contra a Dilma ou contra o PT, embora essa deva ser a sua motivação, como espírito mesquinho que é, além dos “mimos” que receberá do golpismo. Como se pode ser tão abjeto?
É um voto contra os direitos do povo; um voto que só pode ser fruto de um profundo desprezo pela democracia, pelo povo, pelo Brasil. Não será esquecido, por esse país que tanto esquece.
Nas hostes do golpismo, alguns merecem destaque, cada qual na sua área de atuação:
1) No senado, o Cristovam .Buarque. Porque há os cínicos, como o Anastasia ou a Simone Tebet, e os tolos, que se julgam espertos, como o Romário. Mas C. B. é uma síntese do golpismo: cínico e tolo.
2) Na imprensa, o “otavinho”. O pai fez um enorme esforço para que os leitores esquecessem a colaboração infame com a ditadura. Foi bem-sucedido, em termos. O filhote tudo colocou a perder. A Folha, hoje, é conhecida como aquela que não perdeu, em momento algum da história, a oportunidade de apoiar um golpe.
3) No STF, o Celso de Mello. Insuperável, até mesmo pelo Gilmar.
Huca
10 de agosto de 2016 12:18 amPra mim ele sempre foi
Pra mim ele sempre foi dègoûtante. O papo em prol da educação nunca me convenceu. Menos um pra não me sentir enganada pela minha intuição pq nos tempos em q vivemos já vi mtos mitos virarem ratos, digo ratazanas dègoûtantes
Brasileira
10 de agosto de 2016 12:26 amque sossego ele terá em Paris?
Que sossego este homem terá em Paris para exercer o cargo na UNESCO que foi negociado em negociatas as custas do desmonte social do Brasil? Eu acredito que duas pessoas que enganaram seus leitores como ele e Marta Suplicio não terão sossego até o fim das miseraiveis e iindignas vidas! Devolvam os votos que vocês roubaram de seus eleitores…
Gilson AS
10 de agosto de 2016 12:46 amCaraca ! Estou achando esse
Caraca ! Estou achando esse senador muito caricato, muito fanfarrão.
Ou ele está realmente fora da realidade, e está com suas faculdades mentais abalada, ou ele está armando o circo para aprontar alguma na decisão final do impeachment.
Não é normal a postura de um senador como a do Cristovam.
Essa ida e vinda pró e contra o golpe, está estranho, está passando do limete do razoável.
Celio Mendes
10 de agosto de 2016 1:07 amApesar de todo o verniz
Apesar de todo o verniz acadêmico usa a mesmíssima estratégia de Cunha e quetais, valoriza o passe ao máximo para extorquir mais do usurpador golpista.
Paulo Figueira
10 de agosto de 2016 12:54 pmAcertou na mosca.
Acertou na mosca.
Antonio A. B. Neto
10 de agosto de 2016 12:57 amAlguém ainda gasta tinta com
Alguém ainda gasta tinta com este senhor, esta figura lamentável, um narcisista cheio de empáfia, um sujeito que perdeu uma eleição ganha para o Roriz por causa da soberba e complexo de superioridade, ele é pior do que o Hélio Gambiarra, de quem não se espera nada aqui no DF.
Está atrás de cargos, enganou muita gente durante muito tempo e agora está desnundado inteiramente na sua traição pública, que se recolha à sua insignificância e pusilanimidade e se alie aos mesmos da sua laia, os porcos se lambusam com os porcos, o chiqueiro lhes é perfumado sempre.
Luciano Prado
10 de agosto de 2016 1:01 amA alma já foi vendida.
A alma já foi vendida.
peregrino
10 de agosto de 2016 1:31 ammuitos do tipo compraram o golpe do Cunha…
e agora estão dando uma de cambistas
não vale nada o que temos como Senado
peregrino
10 de agosto de 2016 1:46 amgolpe mesmo foi admitir…
para poder votar à venda
peregrino
10 de agosto de 2016 1:49 amseguidos por Temer…
Brasil à venda
marcosomag
10 de agosto de 2016 1:42 amDeixem o Senador na lixeira na qual preferiu terminar seu dias.
Quando pessoas chegam a certa idade pode ocorrer uma situação onde têm duas alternativas na vida: uma aposentadoria tranqüila puxando o saco dos poderosos ou zelar pela própria biografia.
Cristóvam é apenas mais um que optou pelo caminho mais fácil, e acha que a versão de sua biografia pela Rede Globo abafará a dura análise que historiadores farão de sua trajetória.
Daria para fazer diferente. Por exemplo, Cláudio Lembo, um conservador, preferiu deixar um bom legado do que ser condenado pelo seu papel na História recente do país.
Já Cristóvam preferiu jogar a própria biografia na lixeira. Se ele prefere assim, deixemos ela lá.
Gabriel Moreno
10 de agosto de 2016 2:24 amTem que chamá-lo de golpista
Tem que chamá-lo de golpista aqui no Brasil e no mundo, pois é isso o que ele é. Sem descanso e sem trégua. É isso o que esse personagem merece.
Maria Carvalho
10 de agosto de 2016 3:44 am“Poisé”…
o preço do voto do eleitor para muitos candidatos se elegerem sempre foi uma ninharia… (dentaduras/consulta médica/vestimentas,etc).
Agora, como eleitores do “golpe”, muitos parlamentares vendem o voto por muito mais do que eles próprios valem.
Esse aí, sempre ficou se oferecendo, como num leilão, até que conseguiu alguma vantagem (um cargo na unesco) e, caso seja verdade como se divulga na mídia, o cargo é desproprocional em relação ao seu caráter.
GalileoGalilei
10 de agosto de 2016 5:02 am.
Quem nasce para Cristóvão Buarque, sequer chega a Kátia Abreu.
eleni moreno
10 de agosto de 2016 7:10 amEssa criatura já sabe que
Essa criatura já sabe que perdeu os votos para qualquer candidatura!
Então,o raciocínio pe óbvio! : Já perdi tudo! Então vou me da bem! Apoio o impeachment e de quebra levo uma bouquinha em PARIS!!!
eleni moreno
10 de agosto de 2016 7:34 amNão perco meu tempo com este
Não perco meu tempo com este FDP!
sabe que no varejo não em mais dim dim!
Então , vai no atacadão, mesmo!
alexis
10 de agosto de 2016 9:27 amCarta ao Ciro Gomes
Para de falar tanto e converse com os seus dois senadores golpistas do PDT, dois de apenas três.
Por isso é que o discurso do Ciro é vazio, fala como general que não tem comando nenhum na sua tropa.
Agora, só nas ruas mesmo e, ainda, tentar juntar as esquerdas nestas eleições municipais.
Marcelo33
10 de agosto de 2016 12:38 pmExato !!!
Exato !!!
DjalmaSP
10 de agosto de 2016 10:09 amInacreditável
Por isso podemos entender o que ocorre a nível de planeta, com suas guerrars atentados, genocídios, estupros, etc; ou seja; tudo de ruim que nos leva a questionar como pessoas assim procedem e impõe às outras tanto sofrimento.
Eis um exemplo na figura abjeta desse senador sobre o qual certamente farei campanha contra junto a todos que conhecer.
Como pode o mesmo vir a público dar explicações esfarrapadas sobre seu voto no processo no senado.
Chega a ser muito mais que lamentável ver sua indigência moral.
Por isso volto a repetir, quando acontecer uma guerra, um atentado ao invés de se perguntarem como e porque pessoas fazem isso…lembrem-se de cristovam buarque.
João Vergílio Gallerani Cuter
10 de agosto de 2016 11:25 am2018
A esta altura, nem a Dilma quer que a Dilma volte. A se acreditar nos economistas, o desemprego ainda vai estar alto em 2018, criando um clima excelente para bater nos escrotos do PSDB que aderiram ao golpe, e em figuras ainda menores, como o senador Cristóvam, que emprestaram sua biografia a essa palhaçada institucional. Dona Dilma Rousseff que vá para a casa dela, cuidar de sua vida privada, e não nos incomode nunca mais. O impeachment é conveniente para quem se opõe a gente como Meirelles, Serra, Temer, Cunha, Barbalho e congêneres. Eles é que sairão fritos dessa história toda – se não forem para a cadeia antes disso. Se o senador Cristóvam faz tanta questão assim de nadar na gordura quente, que dê o seu mergulho, ora, essa. O diabo que o carregue. Temos que preparar um discurso unificado para 2018. Em torno de Lula, de Ciro, de Jean Wyllys (por que não?), de quem for. Mas temos que ficar juntos. Pelo menos para isso, dona Dilma Rousseff dá uma contribuição generosa. Ela é a excelente desculpa que temos, hoje, para nos unirmos. Façamos de conta que torcemos pela sua volta. Silenciosamente, cada um de nós é livre para dizer “Deus me livre e guarde!”.
Marcelo33
10 de agosto de 2016 12:35 pmTeremos eleições em 2018 ???
Teremos eleições em 2018 ??? E se tivermos, permitirão alguma candidatura progressista ???
Acorde !!! Não existem mais regras, não existe democracia !!! A direita rasgou tudo já !!!
E mesmo que existam, se eles privatizarem o pré-sal, não rasgaremos contratos !!! Eles tem dois anos para destruir o país…depois, vão sair como os militares, deixando terra arrasada, com o agravante da venda do patrimonio público, que não será revertida… A esquerda administrará terra arrasada no dia que voltar !!!
Sinceramente, voltar pelo voto não vale mais a pena !!! Só vale a pena voltar com uma submetralhadora e acabar com essa corja e rasgar todos os contratos de entrega do país…
emerson57
10 de agosto de 2016 1:32 pmresto
A sua idéia parece boa. Isto é, se sobrar Brasil.
Adma Andrade Viegas
10 de agosto de 2016 2:34 pmE você acha que essa gente
E você acha que Temer, Meirelles, Cunha, Renan, Gilmar, Moro vão para a cadeia?
E você acha que teremos eleições em 2018?
Ô dó!!!
Maria Silva
10 de agosto de 2016 11:54 amNão custa nada tentar …
E deixar registrado. Mas esse senhor já foi comprado há muito tempo. Que se dane …
maria rodrigues
10 de agosto de 2016 11:55 amO que move Cristóvão Buarque
O que move Cristóvão Buarque é muito ódio, advindo da mágoa, quando fora do brasil, servindo ao governo Lula, foi demitido por um e-mail, ou um telefonema. Aquilo não caiu bem na goela do camarada, e até certo ponto ele tem lá suas razões de manter-se magoado demais.
Por outro lado, sendo um ex-reitor de uma grande universidade, governador do DF. e tantos anos no Senado, poderia, pelo seu histórico, e pelos seus discursos de naionalismo, pensar no Brasil em primeiro plano, e ver, enxergar, o que está por trás desse golpe, que ele sabe ser um golpe, como pode antever as consequências dele, bem como o futuro incerto do Brasil, hoje nas mãos de um bando de gente da pior espécie. Mas, infelizmente, dá pra sentir que Cristóvão desta vez tá se lixando pro Brasil, e já conta que dentro em breve fará parte da corja, talvez recebendo o cargo já prometido por Temer.
Francisco Andrade
10 de agosto de 2016 11:58 amo cristovam já sabe disso tudo,…
…. mas a grana que ele recebeu “para a campanha” …. anestesiou (ou devo dizer, “anastasiou” ) a consciência dele, …
Emma
10 de agosto de 2016 12:06 pmVirando o cocho
Da lápide dele deverá constar a frase lapidar ( com perdão pela redudância) que proferiu há pouco tempo: ” Não fui eu que envelheci, foi a esquerda”!
André élebê
10 de agosto de 2016 2:21 pmIsso é uma verdade.
Isso é uma verdade. Cristovam está antenado e se adaptou aos novos tempos: transformou-se em um canalha, safado, asqueroso. Modelito Brasília 2016/20xx.
ML
10 de agosto de 2016 12:12 pmGrande pronunciamento do
Grande pronunciamento do Roberto Requião! (http://www.conversaafiada.com.br/politica/requiao-e-o-golpe-dos-35-da-odebrecht). Com um final que é uma pedrada em tipos como o Cristovam Buarque:
Parar. Parar não paro.
Esquecer. Esquecer não esqueço.
Se caráter custa caro
pago o preço.
Pago embora seja raro.
Mas homem não tem avesso
e o peso da pedra eu comparo
à força do arremesso.
Um rio, só se for claro.
Correr, sim, mas sem tropeço.
Mas se tropeçar não paro
– não paro nem mereço.
E que ninguém me dê amparo
nem me pergunte se padeço.
Não sou nem serei avaro
– SE CARÁTER CUSTA CARO
PAGO O PREÇO!
(Poema de Sidônio Muralha,português que se exilou no Brasil durante a ditadura de Antônio de Oliveira Salazar)
André élebê
10 de agosto de 2016 2:17 pmTenho para mim que
Tenho para mim que Cristovam adora essas manifestações. Que se alegra. Até que se regozija, sentindo o sabor de ver a aflição e alimentá-la.
Não há ali alguém a se convencer. Ele sabe bem o que faz, e faz com uma caradura que só engana os que, por bom coração ou ilusão, acha que ele está aí para ser convencido de algo. A canalhice de atribuir a Fernando Morais o fim de suas dúvidas é o que é: canalhice desbragada.
A essa altura, apenas me alivia fazer coro ao Ivan de Union: Cristovam, VÁ SE FODER.