
A indicação de Nelson Barbosa para Ministro da Fazenda veio acompanhada de uma Medida Provisória das mais relevantes – embora com 12 meses de atraso. É a Medida Provisória para a Lei de Leniência – destinada a resolver a situação da cadeia produtiva do petróleo e gás.
A MP visa permitir às empresas declaradas inidôneas poderem voltar a fechar negócios com o governo, sem prejuízo das multas e das punições criminais. O texto é semelhante a um que tramita no Senado, mas cuja processo de aprovação poderia ser mais demorado.
***
Até agora, Nelson Barbos vinha atuado em segundo plano, deixando o protagonismo para o Ministro da Fazenda Joaquim Levy.
Desde antes do final do primeiro governo Dilma, no entanto, já tinha diagnósticos muito mais realistas sobre as estratégias de recuperação fiscal, com uma redução dos subsídios aos patamares pré-2013. Seria uma redução gradativa, ao contrário de Joaquim Levy que pretendeu o impossível: um cavalo de pau no transatlântico da economia, com resultados imediatos.
***
Dias atrás, antes de ser indicado para a Fazenda, tive uma conversa com Barbosa que definiu as estratégias para 2016 em três pontos:
1. Estabilizar o nível de atividade econômica, que ainda está em queda. O primeiro passo é recuperar investimentos da União e da Petrobras estabilizando através da demanda. A MP da Lei de Leniência caminha nessa direção.
2. Definir um cenário fiscal plausível o mais rapidamente possível afim de destravar os investimentos em infraestrutura. A previsão é até maio aprovar a CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) e começar a arrecadar a partir de setembro.
3. Depois, iniciativas institucionais gerando oportunidades de negócio fazendo pensar para frente.
Entram aí as novas concessões e as reformas microeconômicas. As novas concessões de aeroportos estão para sair do forno. Nos últimos dias o Planejamento recebeu os resultados das consultas públicas a respeito dos estudos apresentados. Em seguida, os estudos serão remetidos para o TCU (Tribunal de Contas da União). Liberados, entre março e abril haverá novas rodadas de leilão.
Há também 21 novas concessões de portos para desovar no próximo ano. E já estão prontos os estudos de três novas ferrovias, a Norte-Sul, trecho sul, a Norte-Sul, trevcho norte e a Ferrogrão, de Lucas do Rio Verde a Mirituba.
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Dentre as micros reformas, uma das relevantes é a MP da desapropriação, visando destravar um dos grandes problemas atuais das obras públicas. Por ela, quando desapropria, o ente público já fica com a posse do imóvel. Havendo contestação na Justiça, se perder paga. Mas não haverá mais o problema de desapropriações travadas por anos e anos devido a questões judiciais.
CPMF previsão de aprovação até maio. Para começar a arrecadar a partir de setembro.
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O esvaziamento das manobras de impeachment permitirá ao governo Dilma respirar. Em questão de dias, a imagem do vice-presidente Michel Temer desmanchou-se com uma rapidez surpreendente. E as manobras de Gilmar Mendes e de uma certa oposição incendiária perderam eficácia, sufocadas por manifestações legalistas por todo o país, culminando com a sessão histórica do STF.
O Brasil legalista devolveu o comando político a Dilma. Restará saber se terá grandeza e sensibilidade para entender a nova etapa do jogo.
O sucesso da aposta em Nelson Barbosa dependerá do grau de autonomia que tiver. Se o mercado o vir como mera extensão da vontade de Dilma, terá vida curta. Ele terá que dispor de poder de fato, para poder negociar com o Congresso, com empresários, enquadrar o Banco Central e, ao mesmo tempo, resistir aos apelos fáceis do desenvolvimentismo a qualquer preço.
Voto de confiança em Barbosa e esperança na racionalidade de Dilma. O país enfrentará um primeiro trimestre terrível, com efeitos nos empregos e na luta política. Mas com uma estratégia sólida, se poderá esperar um início de recuperação a partir do segundo trimestre.
PS – Minha admiração pelo profissionalismo e senso de responsabilidade de Levy, em que pese os erros de diganóstico.
Francy Lisboa
18 de dezembro de 2015 10:14 pmEsse PS do
Esse PS do Nassif….Precisava? Qual a intenção depois de tanto bater? Guido Mantega foi chamado de “cachorro morto” numa certa altura do campeonato, mas…são idiossincrasias…
Ivan de Union
18 de dezembro de 2015 10:36 pmNao entendi seu comentario.
Nao entendi seu comentario. O Nassif tava dizendo que ELE, Nassif, errou no diagnostico pois Levy era aposta errada ate mesmo dele.
luisnassif
18 de dezembro de 2015 11:03 pmO Francy tem visão monofásica
O Francy tem visão monofásica do mundo. Se crítico a política econômica do Levy tenho que criticar também a postura pessoal, a família, o corte de cabelo. Ele não consegue captar que é possível criticar o pensamento e elogiar a postura.
Ivan de Union
18 de dezembro de 2015 11:24 pmMeus comentarios sao mais generosos:
“Levy sempre teve louvavel postura… mesmo com aquele corte de cabelo pavoroso e uma olhelha maior que a outr…”
Joel Neto
18 de dezembro de 2015 11:44 pmMetendo a colher
É meu caro Cândido (sua Poliana) eu nem critica mais suas Ofelices políticas (na velocidade que você vai, passa ja pela Ofélia da política brasileira já já). Mas, que tal a gente aumentar a aposta?
Vamos o meu salário?
Recebo 1.100 reais por mês
luisnassif
19 de dezembro de 2015 1:12 amApostar o que?
Apostar o que?
Joel Neto
19 de dezembro de 2015 8:38 amMeu Cândido faz pergunta difícil para resposta fácil
Como Dilma elege seu sucessor.
Já esqueceu da aposta dos 100 reais? Assim fica ruim, posso nem cobrar. Mas, acho que consigo encontrar o comentário e resposta tua, meu Cândido.
Se tiver duvida, pesquisa comentário do Briguilino em 02 de Fevereiro deste ano, quando tu decretou o fim do governo Dilma.
Feliz Natal
Próspero Ano Novo
Saúde e Paz para Família
Felicidade!
Por mim a aposta já está valendo.
Riajda
19 de dezembro de 2015 1:50 pm02/02/2015
Apesar de ser leitor esporádico deste blog, não resisti à curiosidade e tive que ir lá em 02/02/2015 ver o tal do Brigulino: O PMDB é traíra; demitir os indicados por Temer.
Acho que tu tens 100 contos a receber.
Flics
18 de dezembro de 2015 11:51 pmColocar o país em recessão
Colocar o país em recessão para não perder grau de investimento e perder o grau de investimento não é apenas erro de diagnóstico… foi incompetente mesmo.
luisnassif
19 de dezembro de 2015 1:08 amUm desastre.
Um desastre.
Antenor
19 de dezembro de 2015 1:52 amMÉRITO DE DILMA
Se o projeto econômico de Levy foi um desastre, então todo o mérito desse “desastre” pertence à Dilma!
O Jaques Wagner afirmou e confirmou, em entrevista coletiva, que “quem comanda a economia é a presidenta Dilma” , disse ele em claro e bom som.
Assim, conclui-se o óbvio!
Francy Lisboa
19 de dezembro de 2015 8:10 amEu só gostaria de um pouco
Eu só gostaria de um pouco mais de homgeneidade nas criticas, Nassif. A visão mofásica da qual você me acusa também pode ser vista quando se percebe claramente que há pessoas no Blog que vão ao cúmulo do desrespeito contra pessoas que são ou saíram do Governo. Vide o exemplo do Zé Cardoso que, por mais que seja incopetente, vem sendo a ponta de lança do Blog para bater em Dilma e no seu Governo. Percebe quantas pessoas daqui começaram a achar que “é só tirar o Min da Justiça”. E eu que sou o monofásico? Não creio.
-Charlie-
19 de dezembro de 2015 2:32 pmO Francy tem visão monofásica
O Francy tem visão monofásica do mundo
Dizer que militante petista tem visão monofásica do mundo é pleonasmo.
Doney
18 de dezembro de 2015 11:52 pmRefere-se aos erros de
Refere-se aos erros de diagnóstico do Levy no comando da economia.
luka
18 de dezembro de 2015 10:20 pmFalta um Ministro da Justiça,
Falta um Ministro da Justiça, porque até agora ninguem sabe , ninguem viu, e uma santa alma que consiga observar o plano geral. Alguém que imediatamente tome providências em setores atacados com vistas ao desmonte com foram o setor de petróleo e o de construção civil.
Já parece claro que os ataques da midia recairão sobre as obras das olimpiadas sob responsabilidade de Dilma e seus defensores, Paes e Pesão.
Cunha cai mas leva a galera junto.
MANREL
18 de dezembro de 2015 10:22 pmMEU QUERIDO
Só para constar, o Nelson Barbosa, sempre foi o querido do Nassif
Ivan de Union
18 de dezembro de 2015 10:48 pmProve o com links entao:
Prove o com links entao: quando foi que Nassif disse isso mesmo? OU ce ta pensando que ta lidando com idiotas?
Nassif, tem tanto post infiltrado com trolls burros hoje que da um desanimo… TEM ALGUM TROLL INTELIGENTE POR AI????
SAIBAM QUE EU JA FIZ FARINHA DE VARIOS DELES. INCLUSIVE O AN, opa, isso eh outra historia de fora daqui! Perdoem minha falha…
MANREL
19 de dezembro de 2015 1:49 pmMEU QUERIDO IVAN
Ivan, meu querido, eu não sou troll, sou um dos primeiros cadastrados no Blog do Nassif, depois recadastrado.
Pelo fato do Nassif conhecer do assunto e o Nelson, norteio-me tambem por ele para algumas avaliações, portanto, por outros artigos e como exemplo o link abaixo deduzo que o Nelson Barbosa é muito bem quisto pelo Nassif.
Devo parabenIzá-lo pelo pronto papel de advogado do Nassif, porem, não sou promotor de nenhuma acusação, o Nassif neste caso deveria ser o Juiz, abraços.
https://jornalggn.com.br/noticia/as-boas-e-mas-noticias-sobre-os-novos-ministros
Ivan de Union
19 de dezembro de 2015 6:01 pmSorry, Manrel!
(Ups! Eu nao tava sendo “advogado” de ninguem nao! Eu achei que tava lidando com troll mesmo!)
Ivan de Union
18 de dezembro de 2015 10:34 pm“Estabilizar o nível de
“Estabilizar o nível de atividade econômica, que ainda está em queda. O primeiro passo é recuperar investimentos da União e da Petrobras estabilizando através da demanda. A MP da Lei de Leniência caminha nessa direção”:
MARQUEM ESSAS PALAVRAS: Moro vai desandar com a LavaBunda pra todo lado pra impedir isso.
ESCREVAM NA PEDRA.
Nandex
18 de dezembro de 2015 10:35 pmCreio que a Dilma de entender
Creio que a Dilma de entender que com o juros menor não seria necessário tantos subsidios para o crescimento da industria interna e a valorização do real. Não entendo o medo de baixar o juros. O juros está desvalorizando a moeda e consequentemente aumentando a dívida mais e mais junto à inflação.
eu
18 de dezembro de 2015 10:40 pmEspero que vc esteja certo…
Espero que vc esteja certo…
Que sua analise sobre Barbosa, que sempre defendeu.
Necessitamos de um negociador, espero que seja o Barbosa.
Achava que seria um politico de maior peso, mas vamos ver.
Anna Dutra
18 de dezembro de 2015 11:06 pmA racionalidade neoliberal
http://caviaresquerda.blogspot.com.br/2015/12/a-racionalidade-neoliberal.html?m=1
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
A racionalidade neoliberal
Gustavo Castañon
Só um PhD em economia pela Universidade de Chicago tem a capacidade de arruinar 3,5% da produção nacional em um ano e ser chamado de competente pela mídia. Depois falam que os evangélicos é que são irracionais… é porque você não conhece um neoliberal.
Allex
18 de dezembro de 2015 11:13 pmEspero que antes de iniciarem
Espero que antes de iniciarem obras faraônicas de novas ferrovias, retomem a construção da FIOL (Ferrovia de Integração Oeste-Leste), que liga zonas produtoras do Tocantins até o litoral da Bahia, onde será (seria?) construido um porto. As obras da FIOL foram bruscamente interrompidas, deixando um rastro de calotes, desemprego e graves problemas sociais nas pequenas cidades do seu entorno. Na região, Dilma é mais demonizada do que o próprio capeta, mesmo porque a sucursal local dos golpistas põe lenha na fogueira diuturnamente. Se um passante tropeça em um buraco na calçada, a culpa é da Dilma, do Lula e do PT.
junior50
18 de dezembro de 2015 11:34 pmProblemas ambientais
Faltam licenciamentos ambientais em varias areas, assim como em relação ao aumento do Porto de Ilhéus, cuja expansão esbarra em legislações estaduais, minicipais e federais, relativas a preservação da mata atlantica, o terminal proposto originalmente seria na Bahia da Camamu, o qual foi negado, novamente por problemas ambientais, e sem um porto definido, a ferrovia não sai da situação que se encontra.
Pereira LF
18 de dezembro de 2015 11:14 pmBarbosa por Barbosa….. por que não o Joaquim?
Ah….o Nelson Barbosa…paciência…. tudo bem. Mas se fosse o Joaquim Barbosa…….
Macieira PF
18 de dezembro de 2015 11:54 pmAí ficaria mais fácil comprar apto.empresa por $10 em Miami
O cara é ruim até na área dele, imagine na Fazenda!
A menos que seja aquela do FHC, do sobradinho em Osasco…
Celio Mendes
19 de dezembro de 2015 10:32 amO joaquim só faz e fala
O joaquim só faz e fala barboseiras, ser ex-ministro do STF já é mais do que merece.
Arthur Rafael de Salve Agostinho
18 de dezembro de 2015 11:15 pmTorçamos pelo novo ministro.
Que Barbosa possa ter a competência que sempre faltou a Mantega, e a visão que, infelizmente, Levy não tinha.
Jesuis
18 de dezembro de 2015 11:21 pmSegunda-feira o dólar volta
Segunda-feira o dólar volta aos 4 reais.
junior50
18 de dezembro de 2015 11:26 pmFerrovias
Os estudos estão praticamente prontos, é verdade, alem do que existem capitais interessados no financiamento de todos estes trechos, até mesmo, algo que não foi contemplado, em relação a hidrovia até o Porto de Santarem, uma ação que “fecharia o circulo logistico”, mas:
Todos estes projetos necessitam de varios RIMAs, e licenciamento do IBAMA, negociações com a FUNAI, e ainda ( desde 2014 ), o MMA e/ou IBAMA sequer apresentou um relatório preliminar, algo que pode dificultar o processo de concessão, até mesmo impedi-lo, o governo alem destas MPs deveria arrumar uma forma de “centralizar ” e dar prazo definido, tanto para o MMA como para a FUNAI, emitirem seus relatórios, e claro, delimitar de alguma forma as prerrogativas dos varios entes dos MPs estaduais e federais, e dos juizes de 1a instancia, em sua sanha de paralisar obras.
CB
18 de dezembro de 2015 11:32 pmE o “ministro” da justiça,
E o “ministro” da justiça, quando vai trocar? Ou vai dizer que isto que aconteceu não é assunto dele?
http://www.brasil247.com/pt/247/poder/210287/Depoimento-de-Lula-na-Lava-Jato-vaza-para-o-JN.htm
Diogo Costa
18 de dezembro de 2015 11:42 pmÚltima chance de Dilma???!!!
Perceberam, senhoras e senhores, a gravidade do título deste post? É inacreditável!
Desde quando a presidenta Dilma precisa de uma “chance”, se ela tem um mandato inteiro para cumprir, ungida que foi pelo povo brasileiro, nas urnas?
Dilma não tem última nem penúltima e nem antepenúltima “chance”. O que a legal e legítima presidenta Dilma Rousseff tem é um mandato popular, conquistado de forma lícita, nas urnas, em outubro de 2014.
Este mandato conquistado legítima e democraticamente através das urnas teve data para iniciar (1º de janeiro de 2015) e tem data constitucional para acabar (1° de janeiro de 2019).
Toda e qualquer tentativa de abreviar este legítimo mandato popular, que expira apenas no primeiro dia de 2019, é uma fraude e um golpe de estado. E nada mais.
A presidenta Dilma Rousseff não cometeu nenhum crime. Nenhuma irregularidade. Nenhum ato que enseje a sua queda, mediante um evidente golpe de estado. Logo, falar em “última chance” é única e simplesmente uma bravata!
O Brasil é um país presidencialista e pouco importa se um presidente, governador ou prefeito está com baixa popularidade ou se faz um governo ruim, regular ou ótimo.
A única coisa que importa, no regime presidencialista em que vivemos, é que os mandatários eleitos pelo povo, salvo o cometimento de crimes previamente cominados, terminam os seus mandatos de forma regular.
Cabe ao povo brasileiro, mediante o sufrágio universal, secreto e regular, eleger ou não estas ou aquelas candidaturas e estes ou aqueles partidos.
De modo que esse estória de “última chance” fica bem na boca de um Aécio destrambelhado, fracassado e golpista. Não na boca de um grande jornalista como é o sr. Luis Nassif.
Dilma fica até o último dia do seu mandato por duas razões muito simples e singelas: ela não cometeu crimes alguns e ela não precisa de nenhuma chance adicional além daquela que já conquistou, no dia 26 de outubro de 2014.
Anna Dutra
19 de dezembro de 2015 12:00 amSegundo do dia
Diogo, teu segundo comentário do dia que deveria ser elevado a post. O primeiro foi apontado mais cedo por um outro comentarista, com o qual eu concordo.
Gosto muito quando você se manifesta por aqui; pena ser esporádico. É um tal de última chance, agora vai, Dilma faz assim, Dilma faz assado. OK, são usos da linguagem por força da expressão, mas você tem razão. Também acho que Dilma fará a seu tempo, sua escolha, seu ritmo. Foi legitimamente sufragada e adquiriu esta prerrogativa.
Excelente.
Edna Baker
19 de dezembro de 2015 12:11 am“Grandeza e sensibilidade”
“Grandeza e sensibilidade” certamente não faltam à Dilma. Então o jogo certamente estará ganho.
luisnassif
19 de dezembro de 2015 1:07 amDiogo,
não te considero um sujeito de má fé. Então o que o levou a concluir que a “ultima chance” se refere ao mandato de DIlma?
Fala sério! Depois de tudo o que o blog se envolveu, em defesa da legalidade e do mandato presidencial, a troco de quê sairia por aí ameaçando com impeachment?
Está claríssimo que a última chance se refere à condução da economia. Depois de uma queda de quase 4 pontos do PIB em 2015, de uns 2 pontos em 2016, 2017 dependerá do que fizer agora. Se errar, não salva 2017 nem 2018.
Vindo de um leitor eventual, até aceitaria. Mas de quem está sempre por aqui, é incompreensível essa conclusão.
Diogo Costa
19 de dezembro de 2015 1:20 amCaro Luis Nassif
Te peço desculpas então pelo mal-entendido. De fato eu as vezes, ou quase sempre, extrapolo na condição de ‘patrulheiro’.
Já acendi por aqui um cachimbo da paz.
Pereira LF
19 de dezembro de 2015 1:36 amPara acalmar o Diogo Costa…..
Sua veemência ao contestar a locução “ultima chance” faz sentido. Mas há um detalhe: é uma interpretação literal e, nesse caso, concordo, imprópria, pois Dilma foi constitucionalmente eleita para o periodo 2015/2018 como você bem afirma.
O titulo do post pretende um efeito metafórico: Dilma está dificuldades na area econômica (e na política tambem) e a troca de ministro é uma chance de virar a mesa, rearrumar a casa, etc. para não queimar o filme de vez. E não afirma que se der errado tem que pegar o boné (ou a bolsa ou a sombrinha) e ir pra casa.
Também afirma que Dilma não cometeu nenhum crime, que há intenção de golpe, etc.. Ninguem discute ou questiona sua honorabilidade pessoal. Mas, entre outras coisas, ela infringiu a LRF (inclusive em 2015) e o foi o TCU que abriu a discussão. Aí deu oportunidade para o pedido de impedimento que é perfeitamente legal. Se é justo, não sei. O trio de advogados pegou carona no fato confirmado pelo TCU e a oposição tambem embarcou de maneira oportunista.
A LRF é coisa pra se levar a sério. Quercia e Fleury, ex-governadores de São Paulo, quebraram o Banespa que acabou sendo liquidado por Mario Covas e FHC. Não existe mais. Ainda não havia a LRF. Se deixar à vontade, o Governo Federal pode quebrar a Caixa e o Banco do Brasil.
Aproveitam a “deixa” da LRF para castigá-la pela ineficiência politica e administrativa, pelas mentiras de campanha, pelas dificuldades economicas, frustração e por revanchismo também. Pouco a culpam pelo Petrolão porque alí mamaram os principais partidos e nesse caso é melhor cada macaco esconder o seu rabo.
Da minha parte, acho suficiente que Dilma leve uma chacoalhada política. Sou contra o impedimento. Cria intranquilidade social, insegurança, reflexos negativos no exterior, desconfiança de empresarios, queda de investimentos, etc.
Vito
19 de dezembro de 2015 2:11 amToda vez que leio um
Toda vez que leio um comentario do Diogo o imagino vestido de Napoleão, digitando na frente do ecrã.
Marcos Antônio
18 de dezembro de 2015 11:45 pmÉ pegar os recursos que
É pegar os recursos que engordam o PIG e criar um local onde O GOVERNO VENDA SEUS PROJETOS À POPULAÇÃO!
Seja atraves de:
1 – Conferências, mostrando o que se pretende fazer
2 – Debates, onde especialistas nacionais e interncionais possam melhorar o projeto
3 – Viabilidade financeira para os agentes
4 – Desdobramento finaceiros para médias, pequenas e micro-empresas com o projeto em si e como consequencia. Assim estes empresas podem aproximar do projeto.
Tudo isso exposto em video, que possa ser visto a qualquer hora, em textos, e que tenha blogs de cada tema onde especialistas cadastrados possam debater.
E local para a população dar suas opiniões!
Num site simples E OBJETIVO, SEM MUITAS COISAS QUE NOS TIRE DO TEMA – SITES DO GOVERNO SÃO CHEIOS DE QUADRADINHOS, DE INFORMAÇÃO EM TODO CANTO, NÃO PRECISA PARECER SITE DA GLOBO!
Se esperar divulgar projetos pelo PIG, vão naufragar, pois até hoje pouco ou nada vi por exemplo da Norte-Sul, transposição do chico na proporção dos VALORES INVESTIDOS!
Videos das obras me andamento, da melhoria do local, dos desafios vencidos…
Ou seja o governo GASTA BILHÕES E BILHÕES EM OBRAS que através de sinergia COM UM GRANDE PUBLICO poderia gerar milhares de empregos, atração de novos investimentos e QUE NÃO ACONTECEM POR FALTA DESTA INFORMAÇÃO CHEGAR AS PESSOAS….
CHEGA DE ENTREGUISMO, EU QUERO É UFANISMO!
emerson57
18 de dezembro de 2015 11:47 pmemprego
O governo tem que ter um foco: EMPREGO.
Parar as demissões e gerar mais postos de trabalho. Sem isso não há salvação. Nem para o Brasil dos brasileiros nem para o PT.
Urge que se governe. Não dá para ficar na única aposta Barbosa. Há que se ver o ministério da justiça entre outros. O tempo passará muito rápido. As ações são para hoje. Dilma aprenda com Haddad: debaixo do fogo cerrado faça o que for possível. Não dá para ficar dando dinheiro para banco e para rico. Alguém, um dia, vai ter que acabar com as sinecuras e com os salários fora da lei nesse pais. Auxílios de toda sorte para funcionários que recebem mensalmente tres ou quatro vezes o salário da presidência da República, desmoralizam qualquer governo.
alext4e
18 de dezembro de 2015 11:49 pmenquadrar o Banco Central
Nassif, nada vai funionar se o Banco Central não abaixar os juros e você sabe muito bem disso. Vi o programa Brasilianas com o Delfin e ele se enrolou todo quando você perguntou sobre os juros, ou seja, nem o maior economista do Brasil consegue entender como uma economia em recessão e desemprego, aumenta juros com a desculpa esfarrapada de conter a demanda. Que demanda? CPMF, ajuste fiscal, superavit primário, seja lá o que for, não vai dar certo sem a redução da selic. E outra, gostaria muito que em sua próxima coluna você escrevesse mais desse crime na economia brasileira que é a política de juros do banco central.
Marco André
18 de dezembro de 2015 11:53 pmRealismo fantástico
Minha TV mostrou o Bonner, em uma única edição do JN, mandar prender o Nelson Barbosa e o Lula.
Tô precisando de outra dose!
EJ
19 de dezembro de 2015 12:00 amMinistros
Ótimo. Já temos um Ministro da Fazenda, tudo indica que melhor do que aquele que sai e nunca devia ter entrado. Também temos um novo Ministro do Planejamento. Só o Ministério da Justiça continua vago, desde janeiro de 2011.
joel lima
19 de dezembro de 2015 12:01 amChutei que seria o Barbosa.
Chutei que seria o Barbosa. Acertei ( gostaria de acertar mesmo são 6 números -rs ). Me guiei por um princiípio = que nome de peso vai ter a coragem ( ou o parafuso a menos rs ) para ir pra cadeira elétrica do ministério da fazenda. Se Barbosa se mostrar um mero executor do pensamento econômico tosco de Dilma, o país vai pra roça -rs . Outra coisa = se Dilma fosse alguém com mínimo de cintura, juntaria o Barbosa e Levy e tentaria achar um caminho do meio, para evitar que se desse um cavalo de pau na economia ou uma mudança lenta demais que parecesse que não sairia do lugar. Mas, enfim, Dilma é assim= ela não consegue trilhar o caminho do meio, deixa tudo pelo meio do caminho.
altamiro souza
19 de dezembro de 2015 12:14 amdepois de ouvir vários
depois de ouvir vários comentários de economistas
sobre a substituição dos ministros, começo a ler a matéria do nassif
e me surpreendo com o título,
mas logo em seguida vejo uma enxurada de boas informações
como a lei de leniencia, as concessões, refoirmas microeconomicas,
possibilidade da cpmf.
é a primeira vez que vejo informações que podem ajudar na melhoria
da economia, pois a maioria dos economistas ficaram no
papo do a favor ou contra, sem nenhuma informação
sobre o estado da economia.
portanto, acho que o artigo do nassif vai além do elogio a barbosa oui não,
nassif põe questões relevantes para o debate…
sobre o título, comcordo com o diogo .
já comentei dia desses que as chances de dilma são inifnitas até o fim do mandato.
cada gesto, cada segundo, é uma oportunidade.
mas prefiro acreditar que haja a crenlça de que barbosa
fique até o final do governo e realize um excelente trabalho
para a retomada do crfedcimento da economia brasileira, desejo de todos nós, óbvio..
Marcelo Castro
19 de dezembro de 2015 12:26 amcorreção de rumo necessária
Dilma mais uma vez da provas de tratar-se de pessoa transigente e democratica. A nomeação de Joaquim Levy foi muito mais politica do que técnica. Uma tentativa de apaziguar as forças conservadoras que apesar de derrotadas nas urnas, ainda detém o monopólio do comando economico do país. A estratégia demostrou-se duplamente fracassada. Além de não não apaziguar o conservadorismo ainda resultou em retrocesso economico. O governo começa de verdade agora que Dilma retoma a correção de rumos na economia e não tem mais necessidade de fazer acenos ao conservadorismo.
Nimue
19 de dezembro de 2015 12:27 amMinistro Barbosa
Esse é o Gênio que vai mudar a economia do Brasil?????
Nelson Barbosa compara “pedaladas” na Caixa a contrato de aluguel Por Murillo Camarotto | Valor BRASÍLIA – O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, comparou a um contrato de aluguel as “pedaladas” fiscais apontadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no pagamento de benefícios sociais do governo. Na mesma linha do que já vem dizendo a Advoc
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Jorge Vieira
19 de dezembro de 2015 12:48 amNo post abaixo deste, Nassif
No post abaixo deste, Nassif declara que Dilma, com a decisão do STF, teria sua terceira oportunidade, pressupondo, portanto, que teria uma quarta, uma quinta, etc.
Agora, neste post, logo em seguida, ele já diz que Dilma terá sua ÚLTIMA oportunidade com a nomeação de Barbosa.
Que exagero. Nassif está parecendo o Toffoli que para defender sua tese dá ênfase a determinadas sílabas das palavras que compõem sua argumentação, exposta em voz alta para encobrir sua fragilidade lógica.
Aliás, estou esperando uma análise do Nassif sobre o deficit em conta corrente do Balanço de Pagamentos, que despencou este ano, e cuja projeção para o ano que vem está em míseros U$ 20 bilhões de dólares.
Anos atrás, quando este assunto era escandalizado como um grave problema de nossa economia, eu disse que, no futuro, com a óbvia desvalorização do real, o problema se resolveria naturalmente.
Entretanto, alguns comentaristas não entenderam do que se tratava.
Hoje, estamos numa situação em que o país não tem problema nenhum para fechar o BP.
As questões se concentram no front interno. Pelo exposto, parece-me que Dilma e o Barbosa têm plenas condições para recolocar a economia nos trilhos, realizando um ajuste fiscal gradativo, retomando os investimentos, derrubando e controlando a inflação, recuperando os empregos e a renda do trabalho e deixando para o sucessor o país crescendo moderadamente.
Bonna
19 de dezembro de 2015 12:51 amOxalá
Já que vivo nesta economia, sou pequeno empresário e quero o melhor para mim mesmo.
Sobre a MP, um desastre. Se há um projeto análogo sendo analisado na Câmara, já aprovado pelo Senado, o correto seria o Executivo aguardar o Legislativo fazer o seu trabalho, e não atropelá-lo com uma MP de igual teor. Isso é usurpação de poder e não ajuda em nada no fortalecimento das instituições.
NÂO se faz um país com atalhos casuístas.
Além do mais, a MP me parece ferir o Art 62 da Carta Constitucional.
Sobre a MP da desapropriação, elogiar uma MP que dá permissão a Concessionários promover desapropriações em nome do Estado é algo que chega a ser surreal. Cuidado se você tem uma casa em Santos e os concessionários do Porto acharem que precisam do terreno para seus negócios.
Ainda sobre concessões, privatizar portos e aeroportos neste momento, é como aquele cidadão que resolve vender sua casa e seu carro depois de passar dois anos gastando mais do que arrecada. Vão torrar patrimônio público para fazer caixa, no melhor estilo FHC.
E na entrevista o novo Ministro falou tanto em melhorar ambiente de negócios que eu pensei até que ele tinha esquecido da CPMF. E infelizmente nenhuma das antas as quais foram dado o direito de fazer perguntas perguntou sobre a CPMF. Melhorar ambiente de negócio enfiando uma taxação a cada transferência bancária, a cada movimentação de dinheiro que um empresário precisa fazer para que seu negócio funcione ? Isso é coisa de maluco.
Ozzy
19 de dezembro de 2015 12:57 amO diagnóstico brilhante do
O diagnóstico brilhante do Barbosa se resume, então, em arrecadar mais imposto e gastar mais dinheiro. Confiando que irão conseguir reerguer a economia metendo a mão nos nossos bolsos e financiando grandes grupos privados que, se tudo der certo, irão aparecer para arrematar as tais concessões.
Triste epílogo do governo do PT, dependendo de tunga e privatização pra tentar não levar o país à ruína. Pior que não irão conseguir. E vamos afundar mais três anos.
Gabriel Moreno
19 de dezembro de 2015 1:09 amEu acho que Dilma tem que
Eu acho que Dilma tem que sinalizar claramente uma mudança mais à esquerda. Algo com grande valor simbólico e que aponte mesmo uma contnuidade nos avanços sociais que já tivemos. Ok, as manifestações legalistas foram importantes, mas é preciso mais. E ela precisa falar mais, explicar para o povo qual o projeto de país, dar entrevista para blogs e internet, sem cair nas armadilhas do PiG, que no final distorcem tudo. De resto, é luta, porque o golpe ainda não terminouj.
Vito
19 de dezembro de 2015 2:06 amO problema é que o dinheiro
O problema é que o dinheiro acabou, amigo. Não dá mais para virar mais à esquerda.
Andre B
19 de dezembro de 2015 8:04 pmO dinheiro acabou, mas a
O dinheiro acabou, mas a riqueza ainda existe. É só tirar ela dos ladrões que roubam e exploram o povo e dar para os trabalhadores que a produzem. Mas fique tranquilo, o PT nunca vai fazer isso,ele é recheado de exploradores dos trabalhadores.
Maeda
19 de dezembro de 2015 4:23 amConcordo com ressalva…
Acredito que Dilma deva sim Fazer algo tão GRANDE do tipo que foi o Bolsa Familia no 1 governo do Lula… Talvez uma desoneração para os itens basicos “Arroz/Feijão/Carne, etc… e DOBRAR/TRIPLICAR o imposto sobre itens de LUXO…Vamos deixar a CLASSE GOLPISTA pagar a conta… e também não fazer maiores desonerações para o setor automobilistico, pois eles devem se “reinventar” para sobreviver… Quanto a tatica de MIDIA…concordo Totalmente… Caia fora das armadilhas do PIG… BLOG… Videos bem feitos e direccionados para disponibilizar na Rede…Youtube…Whatsup…etc… Acho que o Governo se perdeu no uso EFICAZ das midias web… Deveria redobrar o cuidado nisso…
carlos rosalvo barreto e silva
19 de dezembro de 2015 1:47 amEscolas de Macroeconomia
Há muitos jornalistas que imaginam a existência da unanimidade economica; o que é, naturalmente, ledo equívoco. Na Macroeconomia há, em suma, duas escolas: monetaristas e keynesianos, Joaquim Levy é monetarista: entende que o governo deve contar gastos, pois geram inflação, que o multiplicador keynesiano dos investimentos é exagerado etc. Nelson Barbosa é keynesiano: entede que os gastos e subsídios do governo não geram inflação, queo o multiplicador keynesiano é efetivo etc. Quando o ministro Levy falava ajustes na política fiscal, na verdade falava em reduzir a política fical em prol da políticas monetária: redução dos gastos e subsídios do governo, controle da inflação e redução da oferta da demanda por moeda via aumento da taxa de juros. Essa política é o mainstream dos economistas europeus, onde tal política monstrou resultados pífios, afora a redução da inflação.
heitorjcampos
19 de dezembro de 2015 2:39 amResumo da gestão Levy:
1)
Resumo da gestão Levy:
1) Desemprego maior;
2) PIB menor;
3) Inflação maior;
4) Juros maior;
5) Rombo no caixa;
6) Rebaixamento da nota do Brasil.
A sua saída era urgente.
Foi por justa causa.
leonidas
19 de dezembro de 2015 11:56 amFoi o Levy que fez
Foi o Levy que fez isso?
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Adroaldo Gomes
19 de dezembro de 2015 8:12 pmBoa!
Boa!
Roberto Babo
19 de dezembro de 2015 1:33 pmLevi x Nelson
Todos são bons, mas creio q nenhum deles leu o discurso de posse do melhor min. da Fazenda: Oswaldo Aranha.
Agora : Minj. da Fazenda e tèc. de futebol, de time grande, não pode peder nunca! Cai sempre nua boa, por melhor q ele seja. Nunca tem autonomia para decidir com o q ele sabe o q é certo
Miguel A. E. Corgosinho
19 de dezembro de 2015 3:13 amA Rede Globo/Globo News fake
A Rede Globo/Globo News fake (esta última quartel general do golpe) não desiste de assegurar a continuidade da crise para os ganhos do seu maior cliente, o mercado financeiro, via formular cenários catastróficos perante seu principal rival: o governo.
Na medida que possui o conteúdo pensante da economia, buscam destruir agressivamente a imagem de Lula e Dilma. Com efeito, em grupos de comparsas dialogando com um só espíríto – estranho às potências – que desqualificam qualquer perspectiva de penetração do governo para revestir a forma ideal, com outras apostas especulativas do mercado; geram para o país proposições contraditórias.
Isto não tem outro nome senão conspiração anti-democrática.
Pode-se assim falar de um estado de instrução no sentido da vida e das finanças e outras particularidades negativas que entre elas se explicam e se realizam.
Temos que protestar contra essa subversão da ordem como um fato gravíssimo contra o regime do país.
Considerando o ponto de vista de subverter a lógica da vontade, não é atoa que a sociedade já pôde concluir que é por intermédio da vontade facciosa que às diversas faces da realidade entram em existência no pensamento e todo estado de confiança desaparece.
Presidente do Sul
19 de dezembro de 2015 3:28 amAposto! 4 meses, que ele cai em.
Nassif, ainda não é a ultima chance é a penaultima, pra ultima vai sobrar só a pena!!!
Todos cairão, ta escrito quer apostar? ele cai em Março.
mcn
19 de dezembro de 2015 10:15 amSenhor Separatista,
Pare de urubuzar as decisões do governo, que tenta acertar.
A estratégia do “quanto pior, melhor” já se mostrou ineficaz para a oposição. É que nem cuspir pra cima.
Somos um só país.
Alexandre Weber - Santos -SP
19 de dezembro de 2015 3:54 amIsca, anzol, linha e vara. O Governo está aprendendo
A manobra para neutralizar a turma do golpe foi certeira e bem orquestrada. Acertou na veia, cairam sem reação.
Resta saber se quem elaborou o drible da vaca na oposição têm gabarito para fazer o mesmo com o pessoal das finanças graúdas. Tenho minhas dúvidas, o nível do jogo sobe muito, varios desvios padrões na minha opinião. Nem na maladragem de botequim, nem na sorte, acredito que só com uma estratégia para lá de boa, destas tipo a que a Kishner usava para guardar suas economias, em Dólar, enquanto a população era obrigada a usar o peso. Destas proibidas para reles governos de bananas como o brasileiro
Dilma, acorda!
Zé Colméia
19 de dezembro de 2015 8:55 amNão deu tempo
Não tive nem tempo de começar minha campanha para indicar o nome do Nassif para ministro da Fazenda e o Levy caiu.
Mas o que faz alguém ser habilitado para assumir uma bucha desse tamanho?
Eu sou leigo no assunto de economia e planejamento, mas vejo que as análises do Nassif são muito coerentes.
É preciso trânsito no meio econômico? Ele tem. Suas opiniões são lidas e comentadas. ..
Sustentação política talvez falhe, mas isso a Dilma deveria dar, o que, no momento ela não tem esse capital político todo.
O pensamento progressista do Nassif muito me agrada e penso que ele “tem régua e compasso”.
Por quê não?
Francy Lisboa
19 de dezembro de 2015 9:01 amMonofásico
Somos todos doutrinadores. Alguns em maior extensão outros menos. Não há escrita imparcial, que seja capaz de transmitir a sensação de neutralidade. Mas há a forma, e essa pode causar grandes estragos no conteúdo. A pergunta é: quando isso acontece?
Começo essa prosa tratando da conceituação de monofásico atribuída pelo capitão dessa Nau informativa àqueles que enxergam desproporcionalidade na forma de bater em pontas de lança do Governo Dilma.
A entrada de Joaquim Levy, homem que traria a fada da confiança de novo para o lado do Brasil, trouxe o arrocho fiscal e colocou fim nas medidas anticíclicas que vinham sendo adotadas pelos governos petistas para combater os efeitos da crise de 2008. Redução dos juros, estímulo ao consumo pelas famílias conseguiram fazer com que o Brasil fosse louvado como um dos primeiros a escapar do crash mundial.
O então Ministro da Fazenda, Guido Mantega, ganhou musculatura, mas caiu na armadilha de achar que ser heterodoxo era a regra, mesmo com a economia começando a dar sinais de baixa arrecadação. As críticas ao Guido vieram de todos os lados, dos liberais que enxergam a economia como ciência exata e daqueles que até outro dia estouravam champanhe pelos sucessos do capo italiano da Fazenda.
O conteúdo das críticas era o mesmo: a inefetividade de um ciclo mais extendido de políticas anticíclicas. Mas, falando particularmente desse espaço que, reconheço, dá espaço para que todos possamos nos expressar, a forma com que Guido foi criticado sempre esteve na faixa da acidez e algumas vezes, na minha opinião, descambou para o desrespeito. No final da pancadaria o que se percebia é que muitos comentaristas se tornaram monofásicos ao irem a reboque das críticas ao Guido, principalmente no que diz respeito à forma. Lembrando que até de cachorro morto o ex-ministro foi chamado.
Curiosamente, as pessoas hoje pedem ações da Fazenda que relembrem a pró-atividade do Governo na Economia, não necessariamente o mesmo conteúdo, mas a forma sem dúvida. Isso faz sugerir que o Cachorro morto italiano não era tão morto assim, mesmo insistindo excessivamente em determinado modelo de pró-atividade não mais condizente com as circunstâncias brasileiras.
Mesmo com o fiasco do Plano Levy, o garoto de Chicago jamais teve na tratativa de sua pessoa adjetivações tão depreciativas. Como por puro desencanto, percebeu-se que a solução de Mercado não era a ideal, e que a fada da confiança não viria porque o Mercado também tem a sua ideologia, pois só mesmo estando a reboque do medo do espantalho bolivarianista para entender empresários criticando o motor de seus lucros – o consumismo nos governos petistas.
Assim, a questão parece ser essencialmente de forma. Por que a forma nas críticas é diferente? Por exemplo, o Delfim Neto, mesmo tendo feito trapalhadas muitos maiores durante seu período de superpoderoso da economia brasileira, é tratado com a elegância que deveria ser extendida a todos os outros, incluindo Mantega. Mas não é isso que ocorre. Talvez, penso eu, em futuro distante os erros de Mantega serão obliterados, e ele passará, assim como Delfim, a ser tratado com um dos oráculos econômicos para questões de pró-atividade estatal na economia. Talvez morra a pecha do cachorro morto, de ministro fraco, etc.
Essas distorções de forma estão relacionadas à busca incessante pelo realismo sem viseiras ideológicas. Existem outros exemplos que poderiam ser elucidados aqui. Um deles o do Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo.
Reconhecidamente inoperante, Cardozo vem sendo a ponta de lança do Blog para demonstrações de imparcialidade em relação ao Governo. Mas essa insistência no Ministro da Justiça, ora vejam, fez com que o caráter monofásico também aflorasse por estas bandas. Isso porque não é difícil chegar a conclusão por meio de leitura rápido dos comentários que os excessos da PF, e de todos aqueles que investigam malfeitos do Governo seriam extintos com a simples saída do Ministro da Justiça.
Será que a PF, depois de sentir o gosto do sangue seria domada por qualquer outra pessoa que não fosse ideologicamente similar à maioria dos delegados? Alguém realmente acredita que o “é só trocar” garante alguma coisa? Se somos acusados de sermos monofásicos essa criação de expectativas dentro do Blog também pode ser chamada de monofásica e nos faz lembrar que nada é tão simples como parece.
Francisco Fabio de Paula Colares
19 de dezembro de 2015 10:29 pmMONOFÁSICO
Assino em baixo. Pena é ter que ser longo e fazer pensar.
Penso que temos que localizar os atos no contexto do momento dos atos. Falar hoje que o Mantega errou é facil. Mas acho que quando ele praticava os aotos estava certo. A POLÍTICA USADA ESTAVA CERTO PARA AQUELO MOMENTO. (FIM DE PAPO). O erro foi depois e erro da Dilma mas culpa da mídia. Estava claro que tinha de ser feito alguns (repito: alguns) ajustes. Mais aí a mídia, que tinha o fito de desancar o PT, não pelos erros do PT mais pelos acertos, volta a tirar da cartola um assunto que sempre foi recorrente, CORRUPÇÃO. Sabemos que em qualquer tempo e em qualquer lugar, se for procurada ela será achada, e achada em qualquer lado. Mais aí apareceu o célebre: “Isto não vem ao caso” do Moro. E a Dilma, que o maior defeito é não ser política num cargo que requer um político. caiu na esparrelha de chamar o Levy. A mídia se esbaldou. Sorte foi o povo entender e não aceitar. Por sorte não caimos no que a Argentina caiu (Será péssimo para a Argentina pois o caos se instalará lá e isto alertará o Brasil). O Nelson Barbosa falará em ajuste é claro! Mas será uma outra face de ajuste. Não sei se estou certo, pois nada é tão simples assim…
alexis
19 de dezembro de 2015 9:27 amBom faro do André Araujo
O André, ontem, em excelente texto, cantou a bola. Foi preferido, finalmente, um perfil mais político ao ministro de fazenda.
Embora entenda o conceito do Nassif em relação ao momento crítico de tomar decisões estruturais sobre a economia (última chance), de outro ponto de vista posso sentir que esta é a primeira chance de Dilma governar da forma em que os seus eleitores realmente imaginaram e concluir o terceiro turno da eleição. Sou mais inclinado a entender essa movimentação para 2016 como uma chance de começar tudo de novo. Estou otimista.
NabucoPensador
19 de dezembro de 2015 9:41 amDilma deu murro na mesa
Essa troca, a meu ver, é apenas mais um movimento em que Dilma, após traições consecutivas de supostos aliados, resolveu se ater a seus princípios que levou à esquerda ao poder. Deu um soco na mesa após a cartinha de Temer e disse: chega! Vou pras cabeça s! Chega de ser refem de bandidos!!
é preciso reagir de forma mais enérgica ao golpismo, e fazer pontes fisiológicas com quem possui o mínimo de ética , por exemplo a briga pra trocar o comando do PMDB
Acho que a primeira batalha foi vencida, e o Imoeachment foi devidamente nocauteado . Ainda há tempo de recuperar o respeito da classe humilde do país, a quem este governo deve sempre priorizar, e assim chegarmos fortes em 2018 , pra desespero da elite golpista paulista
mc
19 de dezembro de 2015 9:57 amEnquanto isso, em algum lugar do mundo tinha gente aplaudindo…
Um texto muito bom sobre os riscos criados pelas políticas recentes e sobre o cenário que se abre agora, mais centralmente da perspectiva internacional, é este do embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, Nassif e pessoal – não sei se leram, coloco por via das dúvidas:
O AJUSTE LEVY (ATÉ HOJE), A CRISE E OS INTERESSES DAS GRANDES POTÊNCIAS
Samuel Pinheiro Guimarães (no 247)
O Brasil não se encontra em um vácuo econômico e político mundial, pois o Brasil não é um pequeno país de qualquer ponto de vista, seja de território, de população, de recursos naturais, de parque econômico.
Além de tudo aquilo que seus trabalhadores e empresários conquistaram e construíram, o Brasil tem um enorme potencial econômico em termos de mercado, de recursos naturais, de parque industrial, agrícola e de serviços instalados. E um enorme potencial político.
Mas o Brasil se encontra no meio, e sofrendo os efeitos, de uma persistente, quase crônica, crise econômica internacional.
E duas graves disputas políticas, em esferas regionais, se desenrolam entre os Estados Unidos e a Rússia e entre os Estados Unidos e a China, com consequências para a América do Sul.
A Operação Lava Jato e o Ajuste Levy (que esperamos possa ser abandonado com a substituição de Joaquim Levy por Nelson Barbosa) criaram uma crise econômica interna de graves consequências e seu desenrolar tem se verificado muito útil às Grandes Potências, inclusive aos interesses da China.
Ao lado dos efeitos catastróficos do Ajuste Levy, a economia e o Estado, às vésperas de um necessário programa de expansão da infraestrutura brasileira, em que extraordinários recursos terão de ser investidos pelo Estado, são atingidos pela Operação Lava Jato.
Esta Operação, executada através de um sistema autoritário de delações premiadas, seletivamente vasadas para a imprensa, e de punições extremas, sem condenação final, de executivos das principais empresas brasileiras de capital privado as tornam vulneráveis a aquisição por megaempresas multinacionais de engenharia, em nome de um moralismo unilateral e midiático, que tem data no tempo, pois, até 2003, como todos sabemos, o Brasil vivia no paraíso das virgens e dos anjos emplumados de longos bicos.
O fracasso do Ajuste Levy, que criou a recessão e o desemprego, através de altíssimas taxas de juros, do corte de investimentos auto-justificado pela queda das receitas tributárias, permitiu, apesar de fracassado, que executassem seus objetivos ocultos de privatização, flexibilização do mercado de trabalho, redução das conquistas e programas sociais e desnacionalização, com o objetivo de agradar ao “Mercado”, sempre insaciável.
Executam um programa de privatização, disfarçado de venda de ativos das empresas estatais, tal como a alienação de dois dos mais lucrativos campos do pré-sal; está em curso um processo de desnacionalização da economia, sem que haja qualquer reação das autoridades, como mostram os episódios recentes da compra de 27% da AZUL pelos chineses, e do IBMEC, por 750 milhões, por uma empresa americana, entre dezenas de outras aquisições, inclusive nas áreas estratégicas da educação e da saúde.
Os movimentos sociais defendem a democracia contra o golpismo e a legitimidade do mandato da Presidente Dilma Roussef, e deixam claro que este apoio se verifica na medida em que a Presidenta execute um programa de desenvolvimento e abandone o programa de recessão e desemprego, que é o Ajuste Levy, ou que nome tenha.
É indispensável e urgente que os movimentos sociais enxerguem para além da situação interna e indaguem a quem, no exterior, o Ajuste Levy e a recessão estão beneficiando.
O Brasil, como projeto de fortalecimento de uma economia mista capitalista, com inclusão social e soberania externa, está sendo desarticulado pela ação dos grupos conservadores que, no Brasil, adotaram a ideologia econômica neoliberal em sua forma extremada, em aliança com aquelas Grandes Potências, e seus pequenos associados, a quem não interessa o desenvolvimento autônomo do Brasil e a emergência de uma nova Potência.
alexandre buddenberg dos santos
19 de dezembro de 2015 10:45 amReformas são necessárias
Observando os diferentes comentários, a maioria com funda mentos econômicos, creio que este país necessita é de amplas reformas que possam dar base para sair deste atoleiro criado pelo Governo. Até dentro de uma residência é fácil de entender que não se gasta mais do que se ganha. E como se faz para ganhar mais? Com as reformas, fiscais, trabalhista e penal, para começar. Somada a isso investimentos na infra-estrutura e, o que penso ser mais urgente, a diminuição do tamanho do Estado, que diminuirá os gastos fazendo com que se fuja da medida fácil de meter a mão no bolso do contribuinte, criando ou aumentando impostos.
Para comcluir, investir em educação pois temos os exemplos de várias nações que seguiram por este caminho.
No mais, é só discursão ideólogica que não leva a lugar algum.
Pedro Cypriano
19 de dezembro de 2015 2:18 pmConcordo plenamente.
Concordo plenamente.
m.cubiak
19 de dezembro de 2015 4:29 pmÉ um péssimo exemplo. E se
É um péssimo exemplo. E se alguém de sua casa ficar doente, como faz? Não gasta, não faz dívida?
E se a escola pública de onde seu filho estuda for fechada pelo Alckmin tendo que se deslocar horas pela cidade, você não vai manter o gasto?
Um país não é um casa. É muito individualismo pensar assim.
__claus__casto
19 de dezembro de 2015 9:16 pmEstá difícil pensar com
Está difícil pensar com racionalidade em relação aos gastos públicos. Muitos falam com a convicção plena de que os recursos do Estado brasileiro são ilimitados. Não interessam responsabilidade fiscal, limites físicos decorrentes do que consta na conta do governo, nada. A oposição mesmo, que tanto se jactava da sua suposta responsabilidade fiscal, o que fez a respeito? Encampou as tais pautas bombas, com aumentos extravagantes de gastos em diferentes frentes.
Claro que é necessário repensar gastos. Não para cortar serviços essenciais, sobretudo quando prestados à população mais pobre, como educação e saúde, mas sim para usar com racionalidade aquilo de que dispõe o governo. Fazia sentido a apresentação de várias pautas de aumentos salariais extravagantes para diversas categorias do serviço público federal logo num ano como 2015, da crise? Não. Mas foi exatamente a canoa na qual embarcou a oposição, com o fito único e exclusivo de sangrar o governo.
Enquanto a oposição brinca de oposição irresponsável e o PMDB faz seu papel de sempre, estados e municípios seguem sem dinheiro para o feijão com arroz da administração pública. Sorte do Aedes Aegypt, que anda se fartando do nosso sangue enquanto causa essa epidemia horrenda de microcefalia em nosso país.
Sem racionalidade orçamentária, sem gasto de qualidade na senda pública, o país seguirá sendo o que é. Uma pátria de contrastes, onde a microcefalia dos de baixo convive com os cuidados que o dinheiro dos melhor situados consegue comprar, através de planos de saúde e moradias em zonas bem servidas de saneamento básico.
Gasto desordenado afeta primordialmente aqueles do andar de baixo. O surto de microcefalia não ocorre agora à toa. O motivo é falta de recursos em estados e municípios. É impossível negar a relação. Andaram gastando demais com prioridades questionáveis até o ano passado. Não sobrou dinheiro para se prevenir para velhas pragas, agora renovadas por um vírus que ninguém entende direito como funciona.
Esse é o Brasil do descontrole orçamentário.
levemente
19 de dezembro de 2015 12:32 pmNovo ministro, velhas preocupações
Nelson Barbosa ministro da fazenda. O financismo de Joaquim Levy dá adeus, vez que o ajuste fiscal não foi implementado e tal política econômica não pôde se mostrar profícua na manutenção do grau de investimento do país, recentemente perdido — o que representa dinheiro do investidor estrangeiro voando, de preferência para os EUA, que há pouco aumentaram sua taxa de juros.
Talvez, por um lado, seja um sinal bom. O desenvolvimentismo parece ser mais de acordo com o interesse nacional, pelo menos diante do que o que se dizia a “boca até grande” sobre Levy, quando se dava nota de sua proximidade para com o setor financeiro internacional, com as bancas americanas, para ser mais exato.
Contudo, isso mostra um traço marcante do governo Dilma Rousseff: a incoerência, a qual parece ser reflexo de uma ululante falta de norte fixo. Por que não colocar Nelson Barbosa desde o começo, evitando pagar o preço que se paga hoje por ter tentado — sem sucesso — implementar o plano econômico de governo de Aécio Neves? Por qual razão bancar um plano que, no fim das contas, foi derrotado nas urnas justamente pela carga antissocial com que é visto pelo grosso dos eleitores? O preço pago é alto: a altíssima impopularidade de Dilma é uma carga que imobiliza completamente o seu governo, ao passo que infla megalomanias de doidos varridos — que não rasgam dinheiro, preferindo depositá-lo na Suíça… — feito um Eduardo Cunha da vida. Não se pode entender quase nada do que ocorre em Brasília. O futuro mais do que nunca parece uma enorme incógnita.
Como disse o jornalista Luis Nassif, essa escolha na pasta de fazenda é a última chance de Dilma. Após isso, com nova marcha defenestratória que muitos apostam que virá — caso a economia desenvolvimentista ora adotada não logre êxito —, Dilma não resistirá. A conferir o ano que vem e 2017. As coisas tendem a não ser nada fáceis daqui para frente.
Chegou a hora de buscar reflexão: vou ali ler aquela bíblia que o meu pai me deu (décadas atrás)! Essa parece ser uma das poucas coisas certamente sensatas a se fazer nos dias que estamos a viver.
joseneto
19 de dezembro de 2015 12:35 pmMuita calma.
O Impeachemant foi apenas delineado o rito (O supremo legalizou o golpe?) E o governo trocou Cunha por Renan. Qual sera o peso dessa troca no futuro?
Ainda aguardo a abertura para empresas internacionais tão alardeada para conter a crise.
Esse governo fala muito e faz pouco.
Erasmo Moraes Oliveira
19 de dezembro de 2015 2:13 pmSó com a Polícia .
Este ” economista ” era subordinado do Mantega , que era subordinado da Dilma , que é subordinada do ” lula ” , que é subordinado do Fórum de São Paulo , eles já mostraram do que são capazes e não teremos surpresas , a espertise deles não ajuda o Brasil .
Lucas Santos
19 de dezembro de 2015 5:36 pmMe passa o link desse Fórum
Me passa o link desse Fórum do São Paulo, eu queria partcipar. Como faz, pode qualquer um criar perfil?
Elaine2103
19 de dezembro de 2015 7:44 pmkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Boa essa.
Pedro Braz Botelho Amaral
20 de dezembro de 2015 12:10 amNelson Barbosa na fazenda
Pois é gostaria de acreditar, mas não entendo como ele vai fazer essa mágica de resolver a situação fiscal se o principal item que causa rombo no orçamento nunca é sequer mencionado, a dívida, a qual deveria ter sido auditada já há um bom tempo e no último ano consumiu perto de 45% do orçamento do governo, mas pode realmente ao menos diminuir o ritmo em que se afunda
romulus
20 de dezembro de 2015 8:07 amCPMF em setembro?
Tem um problema nesse claendario de aprovar a CPMF em junho para começar a cobrar em setembro. Nao imagino como alguem no governo pode ter um lapso desse. Na realidade a segurança juridica se traduz no direito tributario em (1) principio da anualidade e (2) noventena. O primeiro diz que um tributo criado em um ano fiscal so pode ser cobrado no ano fiscal seguinte. O segundo diz que um novo tributo so pode ser cobrado pelo menos 3 meses apos a sua criaçao.
Os principios se sobrepoe mas nao sao reduendantes. Exemplo: para haver cobrança em 2016, o imposto teria de ser instituido em 2015, nem que fosse em 31 de dezembro. Se esse fosse o caso, o imposto poderia ser cobrado a partir de abril.
Se de fato a aprovaçao vier em junho de 2016, a CPMF so passara a ser cobrada em 1 de janeiro de 2017. Esta ai mais um motivo para que nao houvesse recesso do Congresso. Calculo com erro primario dos que estao contando com a CPMF para tapar o buraco fiscal. A nao ser que tenham clara a vigencia para 2017 e queiram apenas dar um sinal ao mercado em 2016.
Cesário
26 de dezembro de 2015 11:34 amOportunidade perdida
Quando a economia brasileira estava “bombando”, as contas ajustadas, os investimentos chegando, as obras de infra estrutura começando, o povo brasileiro mais otimista, o presidente Lula, mesmo aconselhado por vários economistas recusou-se a fazer a reforma do sistema previdenciário e de aposentadoria. Perdemos a oportunidade porque ele queria se manter popular a custa da ignorância dos mais simples, que acham que dinheiro “dá”em árvores.