5 de junho de 2026

Cresce rejeição a Temer no Ibope e maioria já acha que ele faz governo pior do que Dilma

Foto:Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Jornal GGN – Pesquisa Ibope, encomendada pela CNI (Confederação Nacional das Indústrias) foi publicada nesta sexta (31), relevando que a popularidade de Michel Temer está na casa dos 10%. Este é o índice de pessoas que avaliam o governo do peemedebista como “bom” ou “ótimo”.
 
Segundo o estudo, 31% responderam que acham o governo “regular” e 55% acreditam que Temer faz uma “ruim ou péssima” gestão. Apenas 4% não souberam avaliar.
 
O Ibope perguntou pediu que os entrevistados fizessem um paralelo com o governo Dilma Rousseff. Nesse contexto, 41% disseram que Temer é pior do que Dilma; 18% consideraram melhor e 38%, igual. Só 3% não responderam.
 
O levantamento do Ibope foi realizado entre 16 e 19 de março e ouviu 2 mil pessoas em 126 cidades, com margem de erro de 2 pontos. A expectativa era de ela fosse divulgada na próxima semana, quando provavelmente começa o julgamento no Trubunal Superior Eleitoral da ação que pode cassar o mandato de Temer.
 
Ontem, o jornalista José Roberto Toleto (Estadão) disse que se isso acontecesse, seria uma “infeliz coincidência”. Ele mencionou o Ibope ao anunciar os resultados da pesquisa Ipsos, na qual Temer bateu recorde de rejeição: subiu de 59% para 62% a taxa de pessoas insatisfeitas com o governo. Outros 90% ainda disseram que o Brasil está no rumo errado. Leia mais.
 
No último Ibope encomendado pela CNI, Temer aparecia com 46% de avaliação negativa, 35% regular e 13% boa. À época, 6% não quiseram responder a pesquisa.
 
A atual sondagem aponta que 73% rejeitam o modo de governar de Temer, contra 20% qe aprovam e 7% que não responderam. Em dezembro de 2016,  26% aprovavam; 64% desaprovavam; e 10% não souberam ou não responderam.
 
O instituto ainda aferiu a percepção do entrevistado sobre o noticiário e apontou que a Reforma da Precidência é o assunto mais lembrado (26%), seguido por Lava Jato (9%), corrupção (5%), manifestações pelo Brasil (4%) e paralisações e greves (3%). 
 
Para 12%, a mídia fez uma cobertura positiva de Temer; para 21%, foi neutra e 54% disseram que o conteúdo foi desfavorável.
 
 

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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7 Comentários
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  1. CarloB

    31 de março de 2017 4:05 pm

    E pra entender melhor a dimensão dessa rejeição

    temos que considerar que o FORA TEMER tem o apoio maciço da grande mídia enquanto a Dilma era massacrada quase todo dia.

  2. CarloB

    31 de março de 2017 4:05 pm

    E pra entender melhor a dimensão dessa rejeição

    temos que considerar que o FORA TEMER tem o apoio maciço da grande mídia enquanto a Dilma era massacrada quase todo dia.

    1. rosenvald flavio barbosa

      31 de março de 2017 5:13 pm

      faltou um não…………….

      o FORA TEMER não tem o apoio maciço da grande mídia……………..

      1. CarloB

        31 de março de 2017 7:49 pm

        Desculpa , eu que errei.

        É que pra mim o nome dele não é mais ‘Temer’. É ‘FORATEMER’. rsrs

  3. Antonio C.

    31 de março de 2017 4:23 pm

    Claro que é péssimo.

    Ele não tem política econômica que não seja entreguismo e privatismo. Os fins não são públicos, são privados.

    O pior é que vc tem que deduzir isso pelo modo como ele governa, pelas ações. Nem espere planejamento nem declarações públicas, é um asco.

    O papel do Meirelles é fazer terrorismo com planilha-bomba e atemorizar a população, obrigando-a a aceitar suas “reformas”.

    A imprensa tende a minimizar o papel do golpe, dizendo que a responsabilidade é meio Dilma, meio Temer. Ou seja, mesmo fora do governo, a culpa é do PT.

    Temer é um político velhaco, ele não tem princípios políticos, ele segue a onda, verifica quais são as forças políticas e econômicas, ora favorece aqui, ora acolá, acossa quem ele considera que não vai dar trabalho, desconversa quando tem protesto e resistência.

    E nem dá pra considerar que o descontentamento é geral e do mesmo modo. Um empresário ansioso por terceirização pode estar insatisfeito com Temer pela demora em implementar a reforma trabalhista (que cria insegurança jurídica aos trabalhadores), e um trabalhador pode estar insatisfeito pois estava trabalhando em um frigorífico que deu férias coletivas por causa da Operação Pateta da Federal.

    A cretinice endêmica do empresariado brasileiro… representado pela CNI e pela Fiesp… bom, a não ser que seja completamente desinformado, acha que essa sanha privatista do Temer trará benefícios? Ahahahah, uma plataforma inteira vinda de Cingapura. Nada de aço e de parafuso nacional. Governo abana com a terceirização mas a carteira de clientes do empresariado mingua.

    As defesas do ego fazem tanto estrago quanto uma má ou nenhuma política econômica.

     

  4. Marly

    31 de março de 2017 4:57 pm

    O Brasil é do povo brasileiro!

    [video:https://youtu.be/cpcDSkVBfSM%5D

  5. Schell

    31 de março de 2017 6:26 pm

    negativas neutralidades

    5%INteressante: a) nas avaliações do Lula e da Dilma, o regular entrava na caixinha da apreciação negativa; b) nas avaliações do FHC e sua curriola estadual (aéticos, alkministas, richas et catervas), ficava “drento” da neutralidade, como agora em relação ao temerista-GOLPISTA.

    Não fosse assim, teríamos o temerista-GOLPISTA com 86% de apreciações NEGATIVAS.

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