Cresce rejeição a Temer no Ibope e maioria já acha que ele faz governo pior do que Dilma

Foto:Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Jornal GGN – Pesquisa Ibope, encomendada pela CNI (Confederação Nacional das Indústrias) foi publicada nesta sexta (31), relevando que a popularidade de Michel Temer está na casa dos 10%. Este é o índice de pessoas que avaliam o governo do peemedebista como “bom” ou “ótimo”.
 
Segundo o estudo, 31% responderam que acham o governo “regular” e 55% acreditam que Temer faz uma “ruim ou péssima” gestão. Apenas 4% não souberam avaliar.
 
O Ibope perguntou pediu que os entrevistados fizessem um paralelo com o governo Dilma Rousseff. Nesse contexto, 41% disseram que Temer é pior do que Dilma; 18% consideraram melhor e 38%, igual. Só 3% não responderam.
 
O levantamento do Ibope foi realizado entre 16 e 19 de março e ouviu 2 mil pessoas em 126 cidades, com margem de erro de 2 pontos. A expectativa era de ela fosse divulgada na próxima semana, quando provavelmente começa o julgamento no Trubunal Superior Eleitoral da ação que pode cassar o mandato de Temer.
 
Ontem, o jornalista José Roberto Toleto (Estadão) disse que se isso acontecesse, seria uma “infeliz coincidência”. Ele mencionou o Ibope ao anunciar os resultados da pesquisa Ipsos, na qual Temer bateu recorde de rejeição: subiu de 59% para 62% a taxa de pessoas insatisfeitas com o governo. Outros 90% ainda disseram que o Brasil está no rumo errado. Leia mais.
 
No último Ibope encomendado pela CNI, Temer aparecia com 46% de avaliação negativa, 35% regular e 13% boa. À época, 6% não quiseram responder a pesquisa.
 
A atual sondagem aponta que 73% rejeitam o modo de governar de Temer, contra 20% qe aprovam e 7% que não responderam. Em dezembro de 2016,  26% aprovavam; 64% desaprovavam; e 10% não souberam ou não responderam.
 
O instituto ainda aferiu a percepção do entrevistado sobre o noticiário e apontou que a Reforma da Precidência é o assunto mais lembrado (26%), seguido por Lava Jato (9%), corrupção (5%), manifestações pelo Brasil (4%) e paralisações e greves (3%). 
 
Para 12%, a mídia fez uma cobertura positiva de Temer; para 21%, foi neutra e 54% disseram que o conteúdo foi desfavorável.
 
 

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