
Jornal GGN – Em João Pessoa, na última sexta-feira, o vice-presidente da República, Michel Temer, disse que o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff perdeu força. “O Congresso tinha mais velocidade e consistência”, afirmou em entrevista para a rádio CBN da Paraíba, onde participou de reunião com líderes locais. Em sua fala, ele também admitiu a possibilidade de retorno da CPMF.
Do Valor
“Impeachment perdeu muita força” , diz Temer
O vice-presidente Michel Temer (PMDB) disse ontem, sexta-feira, em João Pessoa, que o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) “perdeu força”.
“[O impeachment] perdeu muita força. O Congresso, há tempos atrás, tinha mais velocidade e consistência. Perdeu muito a consistência o tema.”
As declarações foram dadas à rádio CBN da Paraíba, onde Temer participou de reunião com líderes locais.
A relação de Temer com Dilma ficou bastante tensa nos últimos meses de 2015. O vice chegou a enviar carta à presidente para dizer que se sentia “decorativo” e que o governo e a petista não confiavam nele. Nos bastidores, petistas acusavam o presidente do PMDB de conspirar pelo impeachment de Dilma.
Na entrevista, Temer também admitiu a possibilidade de retomada da CPMF.
altamiro souza
1 de fevereiro de 2016 1:57 pmacho que temer tremeu tanto
acho que temer tremeu tanto na base que até admite a volta da cpmf…
no fundo, quer recobrar talvez sua dignidade tentando colar de novo
no projeto de inclusão social do governo popular, uma vez que
sua proposta superonservadora não colou…
e seu esquema golpista evaporou….
carlos afonso quintela da silva
1 de fevereiro de 2016 2:19 pmMichel Treme é apenas isto
Michel Treme é apenas isto tremerário…
Maria Luisa
1 de fevereiro de 2016 2:44 pmVai, Temer, a gente faz de conta que não viu…
E desde quando golpe travestido de impedimento tem consistência? Nem a Câmara tem consistência e moral para propor qualquer impedimento à atual presidente, muito menos o golpinho que insistem em passar de qualquer maneira tem alguma consistência.
antonio francisco
1 de fevereiro de 2016 2:46 pmTemer temeria Cunha?
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/moro-considera-culpado-antes-de-julgar
PauloBR
1 de fevereiro de 2016 3:03 pmA origem da carta
Dizem que a epígrafe da carta de Temer a Dilma, originalmente, era esta:
“Para o impeachment existe – de dentro e de fora – muita VERBA,
Mas o time do golpe não faz gol, só tem VOLANTE;
Ao que parece, o PSDB não vai conseguir quebrar a eleitoral ESCRITA,
E quanto a mim, perante o Cunha, não mando MAI NIENTE!”
Aí, como ficou longa, ele abreviou para “VERBA VOLANT, SCRIPTA MANENT”.
Se não é vero, é verossímil.
Gilson AS
1 de fevereiro de 2016 3:50 pmMas de qualquer forma,
Mas de qualquer forma, estamos trabalhando nos bastidores, amiúde, para tentar viabiliza-lo.
Não custa tentar, até porque, estou preparado para assumir.