domingo, junho 16, 2019
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    Crônica

    A beleza da palavra solo num dia de comemorar o amor em par, por...

    A troca de presentes fica pequena tamanha a viagem que é encontrar esse tal de amor assim, antes em mim.

    #shippou – Casal #moronaro segue unido apesar das mensagens vazadas, por Victor Saavedra

    Será que o casal mais famoso da alvorada vai conseguir superar a crise depois que as conversas indiscretas do então paladino da (in)justiça com outro vieram à tona?

    Crônica de exultação e samba, por Rui Daher

    Hoje em dia, faço força para ir-me sem saber o que será deste país. Se alguém irá transformá-lo em “festa, trabalho e pão”, não serei eu. Deixo isso pra vocês.

    Anotações para o aniversário da língua portuguesa, por Urariano Mota

    Em 10 de junho, nos países lusófonos se comemora o aniversário do português.  A razão para a festa é que nesse dia faleceu o poeta universal Luiz Vaz de Camões.

    Encontro marcado em tempos de Bolsonaro

    O cronista, editor da Editora Mondrongo e Poeta Gustavo Felicíssimo escreveu sobre o romance “A mais longa duração da juventude”.

    Continuam as desventuras dos Cavaleiros do Apocalipse, por Sebastião Nunes

    Enquanto isso, dois anjos sinistros, representando a ignorância e a estupidez, sobrevoavam não a floresta amazônica, mas os céus de Brasília

    Crônica, simplesmente uma geminiana, por Rui Daher

    Em dia 8 de junho, nasceu em mim e perdura há 70 anos uma geminiana de nome Cléo. Aguente um pouco mais de tempo este cronista em dolorida finitude

    Thomas Mann e o Brasil de hoje, por Urariano Mota

    Por toda imprensa brasileira  passou sem notícia o 6 de junho, dia do nascimento de Thomas Mann.

    Diálogo com Harmônica, capitães para salvar o Brasil, por Rui Daher

    O sangue saltou e empoçou no meio-fio. O homem ainda tentou algum movimento, não deu para mais do que alguns grunhidos e novas golfadas de sangue.

    O silêncio que fala, ainda mais, por Maíra Vasconcelos

    Dizer por favor não atire. Silenciar falar, ainda mais. Dizer por favor é necessário deixar viver, ainda mais.

    Hordas de gangsters e hunos foram às ruas valentemente. Mas, e daí?, por Rui...

    No 26 de maio, hordas de amarelo-vergonha enfrentaram bancas de jornais, a derrubar pilhas de exemplares de CartaCapital, e pisoteá-los. Fariam o mesmo se o GGN fosse impresso

    O profeta do protesto pela Educação, por Urariano Mota

    E sei que haverá gritos e palavras de ordem, das quais  a de maior sucesso é “Ai, ai, ai, ai. Bolsonaro é o Carai. Ai, ai, ai, ai, Bolsonaro é o Carai."

    Capitão reformado, aqui não! Aqui em Petrolina Lula já fez a reforma, por Rui...

    Mais feliz, ainda, chegarei lá, sabedor que Petrolina desistiu de conceder a Jair Bolsonaro o título de cidadão petrolinense. Que alívio!

    País sem Marquise, por Jean Pierre Chauvin

    De modo geral, revelam mau-gosto supremo, quase sempre a ostentar posses e propriedades: a chave que pende do bolso, o anel de rubi, o relógio dourado-radioativo, a roupa que pretende conceder fumos de fidalguia novaiorquina e garbo parisiense

     Crônica de lembrar o “Dominó de Botequim” no bairro da Aclimação, em São Paulo,...

    Nenhuma luz. Apenas ao som das caixinhas se juntava um zunido como se centenas de libélulas tivessem invadido o quarto escuro. Assusto-me e acendo a luz.

    A nova vida de Soledad Barrett foi pra Cuba, por Urariano Mota

    Do meu canto pernambucano, desejo longa vida ao espetáculo, para que ressurja no teatro de outras terras a brava Soledad Barrett

    “paixão do mundo, poema”, por Maíra Vasconcelos

    Juan Gelman – como é difícil, às vezes, reencontrar o fio de atração de uma escrita que nunca deixa de estar presente

    Uma breve explicação sobre o MST aos fariseus da ganância, por Rui Daher

    Qual a concepção de vocês, longe do mundo rural, ou perto, mas fariseus da ganância, sobre o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, o MST?

    Currículo modesto, mas variado, por Luís Felipe de Lima

    Aí passei um tempinho nos Estados Unidos e fiz um curso de informática com Steve Jobs. Em seguida, andei pela França, onde tive aulas de fotografia com Cartier-Bresson.

    O Rádio como Overdose Ideológica, por Jorge Alberto Benitz

    Um taxista e agora o motorista do Uber e Cabify, que tem outro perfil mais diversificado – encontrei até engenheiro nele –, costumam estar com o rádio ligado a todo o tempo.

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