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domingo, agosto 25, 2019
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    Início Crônica

    Crônica

    Será o teatro uma arte política? (II), por Izaías Almada

    Irá o Brasil com o seu novo e irresponsável governo caminhar na contramão dessa utopia? A inveja, o recalque e a incompetência irão imolar mais de duzentos milhões de brasileiros?

    Celso Marconi, uma vida de cinema, por Urariano Mota

    Nas linhas que escrevo neste agosto de 2019, observo primeiro que Celso Marconi tem sido o crítico brasileiro de cinema com maior longevidade. 

    Herói, por Ricardo Salles

    Não é uma categoria que tenha existência independente: ele tem que ser visto, sentido, percebido como tal e, daí, a sua imagem de perfeição precisar ser cuidadosamente mantida. 

    Ações e Palavras, por Izaías Almada

    Sérgio Vieira de Mello costumava dizer que é preciso expor a igualdade entre as pessoas com ações, não com palavras.

    Sujeito crônico degenerativo, por Eliseu Raphael Venturi

    E digo, daqueles sujeitos comuns largados no cotidiano, perdidos nas quinas da cidade, abarrotados em transporte coletivo, munidos de café com leite ou sem

    O silêncio dos culpados, por Rui Daher

    E o silêncio dos culpados, por quê? Vocês que nele votaram ou que se abstiveram. Piores uns do que os outros? Não me atrevo a discernir, mas acuso a todos por terem causado o maior evento de destruição ocorrido no Brasil, em décadas.

    Fabrício Queiroz, o Mandrake, por Bruno Quintella

    Queiroz permanece submerso em águas turvas. Atado a fatos, algemado a extratos bancários, a torcida para que submerja, no entanto, é de apenas parte de uma plateia absorta num espetáculo estapafúrdio.

    Escrita de inverno, por Maíra Vasconcelos

    Há anos estreio neste jornal o que ainda não saiu de trás das cortinas. Não são os fantasmas que me seguram, ou talvez, sim. Existem lugares que nos permitem ver melhor.

    Para o aniversário de Joaquim Nabuco, por Urariano Mota

    Ele, que foi o primeiro diplomata brasileiro em Washington, com uma cultura, inteligência e sensibilidade que honram até hoje o nosso povo.

    A carta do Fulano!, por Luciano Hortencio

    Minha mãe Luzinha Simões, bem antes de conhecer meu pai, teve um grande amor e uma maior decepção

    Direito Penal onírico, por Fábio de Oliveira Ribeiro

    Existe uma diferença qualitativa significante entre Direito Penal onírico que me atormentou durante aquela noite e o Direito Penal que está sendo colocado em prática no Brasil desde 2016?

    Dorival Caymmi Eterno, por Urariano Mota

    Neste 16 de agosto, faz 11 anos que Dorival Caymmi partiu num tempo desses e não voltou. 

    D’Artagnan D’Ourinol Episódio 10 – Final, por Rui Daher

    Darta, você ajudou muito para condenar à prisão um grande estadista brasileiro. Seja infeliz com sua consciência suja.

    Puta, por Janderson Lacerda

    Na rua seus olhos não abandonavam a cobiça que a esta altura parecia tratar-se de uma compulsão.

    O presidente invisível, por Urariano Mota

    Veem o invisível presidente que por atos, estímulos aos assassinatos de lideranças políticas, que por declarações e chacotas incentiva a barbárie, que se adianta em medidas claras contra a cultura, a educação, o trabalho e a saúde, cresce para um Reinado de Terror? O que podemos fazer?

    Crimes do Futuro? (II), por Izaías Almada

    O futuro chegou com tal avidez que o vivemos no dia a dia sem perceber... E o passado? Bem, esse ficou para o Google, certo?

    A Vida bela, por Sergio Medeiros R.

    Outros dias vieram e das muitas vidas possíveis ficou apenas a inércia... 

    A Oficina não-entrevista o juiz de defesa de Sergio Moro, por Sergio Saraiva

    A mídia não deve seguir o ritmo da Justiça – quando os argumentos que não inocentam Sergio Moro servem para defender Lula.

    Crimes do Futuro? (I), por Izaías Almada

    A própria eleição presidencial de 2018 foi uma farsa. Tudo indica que essa farsa foi descoberta e ainda teremos grandes surpresas.

    “O bobo está nu”, por Bruno Quintella

    O rei diz não querer saber de mais nada e abre a própria fábrica de roupas virtuais. Quer produzi-las apenas entre ele e seus ministros reais. Mas o bobo mantém sua agenda de pacotes e piadas sem graça. Quer e precisa de novas medidas. 

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