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quinta-feira, outubro 24, 2019
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    Crônica

    Os meninos de São Benedito, por Luis Nassif

    Em 40 anos, muita coisa mudou, muitas histórias se acumularam, muitos personagens surgiram, deixaram sua marca e depois desapareceram na poeira dos tempos.

    Livros que não esqueço (VIII), por Izaías Almada

    Escolhi “Os Sete Pecados Capitais”, livro de contos em que sete entre nossos melhores escritores se divertiram ao criar personagens e situações sobre os pecados bíblicos e que foram tratados sem qualquer viés de influência religiosa. 

    Mestre, no seu dia, por Urariano Mota

    O mestre Arlindo Albuquerque era um homem de estatura baixa, quase obeso, atleta dos prazeres da boa mesa, prenhe no ventre e no espírito do amor pelo conhecimento.

    Ou o Brasil acaba com Bolsonaro ou Bolsonaro acaba com o Brasil, por Sebastiao...

    “Ou o Brasil acaba com a saúva ou a saúva acaba com o Brasil”. Não deu uma nem outra, pois tanto o Brasil quanto as saúvas caíram em coma evolutivo profundo

    Da peleja do deputado da bancada da bala com os Racionais MC’s, por Rui...

    No dia fatídico, assim que ele acabou sua alocução, liguei o celular na altura máxima. Alto-falante ligado

    Literatura e Memória Política no Recife, por Urariano Mota

    Existe um fato, que já disse inclusive à filha de Soledad Barrett: existe um livro que me segue e me força a dar continuidade a ele e vai para onde eu for: é o livro “Soledad no Recife”.

    A Corte Universitária, por Jean Pierre Chauvin

    O título dado a esta pseudocrônica resvala numa contradição de termos: historicamente, membros de corte são incompatíveis com a universidade – instituição histórica e socialmente burguesa, por definição.

    Crônica de um coração que ficou frio, por Rui Daher

    Para não estar além da simples razão, basta que eu não minta para o meu coração. Como estou fazendo, aos trancos e barrancos, em tempos de tristezas e incompreensões.

    O jornal é demasiado factível, a nossa diferença é a fantasia, por Maíra Vasconcelos

    A voz literária pode virar eco no tempo. Mas nada disso é certeza alguma. A voz renasce ou também não renasce.

    Livros que não esqueço (VI), por Izaías Almada

    No Teatro de Arena, em 1963, fui ver “O Noviço”, peça de Martins Pena, autor do século XIX, chamado de o Molière brasileiro.

    Lula, cidadão do mundo!, por Urariano Mota

    Sem desistir diante do golpe fascista, Lula é cidadão de Paris. Mais reconhecimentos virão, porque ele é cidadão do mundo há muito. E do povo brasileiro também, em primeiro lugar.

    Crônica para o Dia das Secretárias, por Rui Daher

    Viviane assim começou a trabalhar comigo em uma grande indústria de fertilizantes, em 1995.

    A festa, por Lúcio Verçoza

    Chegamos quando a noite beliscava o dia. Assim como nós, vinha gente de vários lugares. Estavam aguardando mais uma turma de longe para começar.

     Chico explica, por Janderson Lacerda

    E para os tempos duros de fundamentação religiosa na política nacional, fanatismo e censura, Chico como um profeta nada messiânico explica: "Pai, afasta de mim esse cálice"

    Crônica para alucinados, por Rui Daher

    O que mais assusta, no entanto, é a sequência de alucinados, que se revelou no Brasil, depois da ascendência ao poder incumbente de um mito teratológico.

    Do tamanho de um bonde e as águas de plantio, por Rui Daher

    Uma profusão de camisetas vermelhas. CUT, MST, CTB, Lula Livre, e de vários sindicatos ligados ao setor de transportes. No banner, a expressão do evento: BEM-VINDO, WELCOME, BIENVENIDO!

    “Muita matraca, pra pouco berro”, por Rui Daher

    Witzel e comparsas alegam legítima defesa. O avô de Ágatha, retruca (eu matava): “a arma que ela gostava de usar era lápis, caderno, redação, e nota dez”.

    Soledad, a sua gravidez destruída e a ditadura, por Urariano Mota

    Em Soledad Barrett, e por ela, se cruzam feridas que são o concreto da perversidade  e desonra dos servidores da ditadura.

    Harmônica espera a Primavera, por Rui Daher

    Sua sede de vingança com matança cresce a cada dia. Tento segurá-lo, mas está difícil. Seu arsenal cresce a cada dia.

    O banquete das abelhas, por Luciano Hortencio

    Notei que quando a água da mangueira batia ao solo, vários seres voavam e voltavam ao solo. Voavam e voltavam...

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