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domingo, janeiro 19, 2020
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    Início Crônica

    Crônica

    De Jânio a Jango, dos bilhetinhos reformistas às reformas impedidas, por Rui Daher

    Pretendo, a exemplo do que faz Harmônica com meus inimigos, continuar esquartejando a História do Brasil

    Notícias do Futuro, por Alexandre Sartori Barbosa

    Eu me comunico diariamente com pessoas na Terra de 2025, mas agora surgiu esta oportunidade de também mandar textos ao passado

    Tempos de Jânio Quadros, parte 1. Por Rui Daher

    A ele me remeteram os tuítes de Jair Bolsonaro, o Regente Insano Primeiro (RIP). Inexistentes em priscas eras, Jânio Quadros usava “bilhetinhos”.

    Soledad Barrett em sua última hora, por Urariano Mota

    “Soledad estava com os olhos muito abertos, com expressão muito grande de terror”, assim registrou esse instantâneo a advogada Mércia Albuquerque.

    Brasil: um zero à esquerda?, por Izaías Almada

    E assim caminhamos numa marcha, que me arriscaria a chamar de fúnebre, desde 2016.

    Pela volta de Jesus e Sócrates na terceira década do terceiro milênio!, por Sr....

    Sócrates e Jesus foram ambos condenados à morte por se oporem aos interesses e paixões humanas que se contrapõem ao amor desinteressado pela verdade (Sócrates) e ao amor desinteressado pelo próximo (Jesus).

    Quanto dói ser jornalista de cercadinho, por Rui Daher

    Como carneirinhos e ovelhinhas, mantêm-se confinados no cercadinho, Genis, levando e ouvindo bostas de piores fedores.

    João Cabral, a poesia que serve à verdade, por Urariano Mota

    “Tanto o poeta quanto o prosador são responsáveis diante da humanidade pelo que eles dizem. Portanto, um sujeito que nasceu com aptidão para usar as palavras, a primeira obrigação dele é dizer a verdade”. 

    O conto infantil segundo Bolsonaro, por Urariano Mota

    Em resumo: essa é uma historinha não dá nem para repetir, porque acende umas ideias estranhas na gente.

    O joguinho do faz de conta, por Izaías Almada

    A impressão que se tem, às vezes, quando tratamos da atividade política no Brasil, aquela que expressa ou escancara os mais variados interesses de grupos, grupelhos e até alguma bandidagem, é que – de fato – passamos recibo como sendo o nosso um país de energúmenos.

    A fantasia sendo apenas o disfarce perfeito para cada manchete de jornal, por Maíra...

    Talvez, ficção e realidade não se separem e dividam o mesmo tempo exatamente com igual necessidade de estar presente.

    Bom 2020, por Valter Hugo Mãe

    Costumava ficar melancólico com o fim do ano. Sentia como se perdesse da mão alguém. Passava o tempo igual a perder pessoas, companhia, as coisas acumuladas. Mudei.

    Quero a minha pátria de volta, por Luis Nassif

    Terminou o que poderia ter sido o pior ano da vida do país. Provavelmente outros piores virão. Meses atrás me convidaram para entrar em um...

    Cenário para livros, por Daniel Gorte-Dalmoro

    E lá está a casa deles sendo morada dos protagonistas, ao mesmo tempo isolada como é e, num passe de mágica, no meio de um vilarejo, como o livro exige.

    De novo, Feliz Ano Novo?, por Izaías Almada

    Como desejar feliz ano novo a cidadãs e cidadãos governados por Dória, Witzel e o incomparável Jair?

    A Extinção da Cura (Justiça da Escrita), por Eliseu Raphael Venturi

    Há algo que nos leva às decisões que contrariam esta intuição e que terminam ou em uma dolorosa confirmação, ou que surpreendem pela possibilidade de novos prazeres

    Ser funcionário público não é para qualquer um, por Régis Mubarak

    Nos anos vindouros: as rugas redesenham a face, os cabelos ficam ralos, os salários achatam, as responsabilidades aumentam, a população cobra tudo de você e com razão.

    Deus é uma mulher negra e isso muda tudo, por Marques Casara

    Diante do retumbante fracasso protagonizado pelos machos de plantão, talvez seja a hora de um Deus mulher nos ajudar, espiritualmente, a tomar conta das coisas

    Crônica de um Natal que ainda vai voltar, por Luis Nassif

    Passada a grande noite do pesadelo, em um ponto qualquer do futuro haverá um reencontro no Natal brasileiro. Há de cair a ficha do país

    Despautério e distinção, por Eliseu Raphael Venturi

    Neste artigo, Eliseu Raphael Venturi se debruça sobre a imagem suspendia da justiça da escrita

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