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sábado, setembro 26, 2020
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    Crônica

    Minhas aventuras na publicidade (IV), por Izaías Almada

    Uma dessas histórias deu-se quando filmávamos um comercial para o tempero Ajinomoto nos estúdios da produtora, que ficavam no bairro do Socorro.

    Ataque à estátua de Ariano Suassuna e a cruzada contra a cultura, por Urariano...

    O que as notícias não dizem é que esse vandalismo é sintoma de uma cruzada contra a cultura, um assalto que vem do alto, ou melhor, que vem do mais baixo valor que está na presidência. 

    Nota de falecimento do Rock Nacional?, por Janderson Lacerda

    O Rock brasileiro é uma das maiores vítimas de fake news da história, só atrás de Karl Marx e Paulo Freire.

    Eu quero, Serrano, por Rui Daher

    Zé, precisamos de você lá no Dominó Celestial no “Dominó de Botequim”. Serafa te adorava.

    As palavras “nossos semelhantes” estão bem passadas de moda, por Maíra Vasconcelos

    O espelho pode ser o dos alimentos, como também são as palavras e os livros quando se tenta uma linguagem própria.

    Comer é luxo, por Urariano Mota

    Por enquanto, o que parece crescer é uma revolta silenciosa, uma surda vingança dos excluídos no Brasil.

    Minhas aventuras pela publicidade (III), por Izaías Almada

    Lembro-me perfeitamente de uma campanha que o Paulo Dantas e eu fizemos na Movi&Art para a Fotoptica e que tinha um bordão interessante: “Fotografou? Não... Então, dançou!”

    Minhas aventuras pela publicidade (II), por Izaías Almada

    O primeiro filme da série “O sole mio” que realizei para a Gelato, criação da Mc Cann-Erickson inglesa, foi adaptado para o Brasil com o ator Rubens Brito e na voz de Murilo Alvarenga. 

    As cobaias do coronavírus, por Urariano Mota

    O fato é que o  “ninguém pode obrigar ninguém a tomar vacina”, da boca do presidente, se harmonizou como um estímulo nos grupos de antivacina. E um gado imenso, seguidor do líder no Planalto, espalha a desinformação.

    “A roubada dos grupos na internet”, por Rui Daher

    Fica-se num mandar beijos, bons dias, tardes, noites, bênçãos, e mensagens religiosas do Deus de seus dízimos e preferências.

    Minhas aventuras pela publicidade (I), por Izaías Almada

    E lá estava eu trabalhando numa das maiores produtoras de comerciais na época, a Lynxfilm, do Cesar Memolo Jr., Sady Escalante e Chick Fowle.

    Histórias de milicos e de micos do Exército por Fábio de Oliveira...

    História de como Lamarca conseguiu enganar o Exército e fugir de Eldorado SP.

    Como  chegamos a isso?, por Janderson Lacerda

    Pirâmide, criptomoeda e o ouro de tolo... Empreendedor de si mesmo e uberização do trabalho!

    Pode parecer, mas apenas quero Glauber de volta, por Rui Daher

    Marco Aurélio!!! Há 1800 anos, como hoje. Um apanágio: verbalizar como se fazia há quase dois milênios. Prova de que Darwin sempre esteve certo.

    Destemor!, por Arnobio Rocha

    Os nossos exemplos, a nossa dedicação tem que ter um propósito maior, que, sob minha ótica, é voltar a sermos solidários, pela reconstrução de sonhos

    Filmes e Imagens da cidade sob a ditadura, por Urariano Mota

    Acredito que o documento da memória, a verdade da literatura é que realiza as imagens e o filme do Recife em 1973.

    Construindo o pensamento crítico, por Izaías Almada

    Consolida-se a necessidade do pensamento crítico sobre tudo e sobre todos, a começar pela fantasia eleitoral da democracia representativa burguesa, aquela que a partir de 1789 passou a vender os conceitos de liberdade, igualdade e fraternidade.

    O olhar de meu pai, por Luis Nassif, comentário de Maria Regina Alves Mariano

    De todos os apoios que recebi por esses dias, nenhum foi mais tocante que o depoimento abaixo. Na minha próxima ida a São João...

    A burrice nacional ressuscitada, por Rui Daher

    Sim, Neymar errou em aderir ao Regente Insano Primeiro (RIP), junto a uma população enganada e amedrontada pelo antipetismo. Que os outros trabalhassem melhor contra mentiras ou (será) contra o verdadeiro instinto brasileiro?

    Celso Marconi – O Senhor do Tempo de Cinema, por Urariano Mota

    Celso Marconi formou mais de um cineasta famoso no mundo, aqui no Recife. Seria bom que eles viessem a público e contassem o que devem a nosso gênio da crítica.

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