sábado, abril 20, 2019
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    Crônica

    Uma criança brinca na cidade plúmbea de São Paulo, por Daniel Gorte-dalmoro

    O menino com coroa de princesa que brinca com a boneca, apesar de já um pouco além da idade, talvez seja um ensaio sobre a lucidez que, se insistirmos com nossa luta, lograremos encontrar

    Agora, hoje, nestas horas sombrias, por Urariano Mota

    Não importa se viveremos o suficiente até a vitória. O que importa mesmo é a nossa resistência. Nela, por nossa simples presença, já vencemos

    A nau dos profetas embalsamados (viagem ao fim do mundo), por Wilson Luiz Müller

    Estou começando a entender a lógica interna das coisas para chegar no nome da nau. Mas por que temos de instituir a língua conge por causa de balaão, ou abasalão ou dos 39 livros do rábula?

    Crônica do assassinato da memória de Paulo Freire, por Rui Daher

    Quer dizer que fomos brindados com mais um impostor? Agora no MEC, Ministério da Educação e Cultura

    A tempo e horas, crônica do milho e seu sabugo, por Rui Daher

    E no domingo, sete de abril, nome de rua ali tão pertinho, por que não teve a coragem sugerida por Rosa? Confesso: medo. Soldados armados, amados ou não

    Os argonautas da Ilha do Desterro: um causo delicioso, por Frederico Firmo

    Uma história aventurosa de uma travessia por águas infestadas de jacarés e caranguejos.

    Na noite tenebrosa e escura, Marielle encontra com quem falar, por Sebastião Nunes

    A morte de Marielle era apenas a trombeta que anunciava a entrada triunfal no Brasil dos Quatro Cavaleiros do Mal Absoluto

    Bolsonaro, Araújo e a Venezuela Ou Sobre as iniciais e o que elas revelam, por Franklin...

    E parece que eles não perceberam ainda que Venezuela se escreve com V de Vietnã. Com V de Vitória.

    Jair, Trump, Xi Jinping, quem melhor, risos, por Rui Daher

    Lembram-se do que acontecia neste país enjaulado, enquanto nas demais partes do mundo a luta era por liberação política em costumes e cultura?

    Crônica na levada da juventude futebolística transviada, por Rui Daher

    Quem quiser ser bonzinho, andar na linha, dar declarações anódinas, agradar à crônica esportiva, que o faça. Certamente, ganharão loas dos ‘intelectuais’ da ESPN ou dos seus imitadores no SPORTV.

    O poeta e seu diálogo com o tempo, por Maíra Vasconcelos

    A busca do poeta e do escritor junto ao tempo acontece em função da própria escrita

    Não que eu seja acumulador…, por Daniel Gorte-Dalmoro

    E não sou mesmo. O grande ponto é que fui educado num clima de economia de guerra - fruto da infância de privações que forjaram meus pais - e numa casa com um enorme porão, apto para acolher e acumular

    Desesperança em levada de crônica, por Rui Daher

    Não sei, uma hora da madrugada da segunda-feira, domingo acabrunhado, deveria calar-me e descansar da semana de frustrações. Não sei, como de nada nunca saberei.

    Os comunistas e a poesia, por Urariano Mota

    Mas a poesia, para os comunistas, o que é?  Penso que ela não é só um conceito estético. Eu diria, até mesmo para todo democrata, a poesia não é só estética.

    Viagem à Disneylandia, por Izaías Almada

    Percorri o parque num trenzinho, entrei em túneis, andei por um submarino, comprei o chapéu do Mickey, comi pipoca e maçã caramelizada e pude, com imensa alegria, satisfazer um desejo que me consumia por dentro.

    Construímos lugares para que pássaros deixem de voar, por Maíra Vasconcelos

    Dentro do saco pássaros não estão, sequer, ofegantes. Reparem. Uma hora, se sufocam. Quantos pássaros ainda serão colocados dentro de uma armadilha bem pensada?

    O massacre da escola em Suzano pode voltar, por Urariano Mota

    O clima, a atmosfera do Brasil continua com o veneno de ódio. Os massacres continuam na ordem do dia

    No aniversário da querida cidade, por Urariano Mota

    Uma explicação para o Dicionário Amoroso do Recife

    Uma comemoração atrasada ao Dia Internacional da Mulher, por Rui Daher

    Estamos em guerra! Repito: estamos em guerra! E as nossas armas não são mais as mesmas de 50 anos atrás

    Cabeças que sangram (é carnaval), por Daniel Gorte-Dalmoro

    Um Estado que exclui parte de sua população, tida como inimiga. As elites - políticas, judiciárias, midiáticas, econômicas - hipocritamente ignoram que uma polícia que mata é uma polícia que pede também para ser morta

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