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domingo, novembro 29, 2020
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    Crônica

    O racismo fede, por Izaías Almada

    O cansaço e o desanimo são gerais. Há dois anos, pelo voto, colocaram a raposa para tomar conta do galinheiro e o esgoto da mediocridade transbordou pela tampa dos bueiros.

    O olhar canino, por Rui Daher

    Em cabo-de-guerra, sou mais um novo cachorro, ela um gato. Diz felinos terem mais a ver com escritores. Lembro de alguns. Como não o sou, continuo com os expansivos cães.

    Mirtes e Miguel em “Falas Negras”, por Urariano Mota

    Aquele crime que revela o horror da injustiça de classes no Brasil, o costume em vigor de morte aos negros entre brasileiros, encontrou a sua intérprete no documentário, no cinema, na fala da atriz Tatiana Tibúrcio.

    Consciência negra e seu dia, por Urariano Mota

    Se a nossa cultura, como toda cultura do mundo, é mestiça, a nossa em particular encontra o seu elemento plástico no negro. Por ele, dele e nele se expressa melhor o nosso rosto nacional.

    13º, por Rui Daher

    Sobraram-nos, 21 anos e ditadura e, até hoje, mais de cinquenta anos de injustiças sociais. Nosso desenvolvimento, vegetativo pois, serviu apenas às classes no topo da pirâmide.

    Por quem os sinos dobram?, por Izaías Almada

    O atual estágio do capitalismo, em sua prática de sobrevivência a qualquer custo, já não quer permitir sequer a possibilidade de que possamos discutir alternativas a essa mesma e malfadada sobrevivência.

    O buraco, uma fábula neoliberal, por Fábio de Oliveira Ribeiro

    Conversas reservadas aqui, concessões políticas acolá e alguns subornos pagos às pessoas certas e voilá, o Prefeito foi autorizado a explorar o potencial turístico do buraco.

    Virado no diabo, parte 8, por Rui Daher

    E quem vemos nas eleições municipais dominar o País? O centro-direita convencional e, ainda que incipiente, uma nova concepção progressista e de esquerda.

    Estou virado no diabo 7, continuação. Por Rui Daher

    Desde o início, o vigor do antipetismo, em São Paulo, cidade e estado, se mostrava evidente. Não é momento para discutir as causas, mas assim é.

    O monólogo do vírus, por Fábio de Oliveira Ribeiro

    Vocês humanos estão vivos e inventam vários pretextos para amar ou para matar outras pessoas. Eu também estou mais ou menos vivo, e para perpetuar minha quase existência alguns de vocês devem cessar de existir.

    A pólvora do Brasil e Stanislaw Ponte Preta, por Urariano Mota

    O mais curioso é que a vergonha nacional no poder foi antecipada há mais de 50 anos pelo gênio de Stanislaw Ponte Preta. Nosso trabalho agora é lembrar o gênio de Stanislaw nas linhas a seguir:

    João Roberto, a desfeita, por Rui Daher

    Era Fernet, só vingança. Até hoje ele não entende o motivo. Aguenta e não tira dos ouvidos sua paixão, a cantora e virtuose da viola sertaneja, Bruna Viola.

    Viva a democracia representativa!, por Izaías Almada

    Por aqui não sabemos se vamos eleger novos prefeitos e vereadores ou novos candidatos a tornozeleiras eletrônicas. Nunca se sabe, não é verdade?

    Literatura e pandemia, por Fábio de Oliveira Ribeiro

    Onde quer que estejamos, cada um de nós é a síntese de todas as viagens que fez e das que foram feitas pelos nossos antepassados.

    Estou virado no diabo 6. O telefonema, por Rui Daher

    - Liguei pro Donald e ele me confirmou que foi fraude. Não é para reconhecer. Está tomando providências para “daqui não saio, daqui ninguém me tira”. Pediu apoio. Cedi de pronto.

    A ignorância ao alcance de todos, por Izaías Almada

    Jornalistas brasileiros a viver no exterior e a se tornarem especialistas sobre a geopolítica internacional e nossa política interna, arrotando conhecimentos que só eles têm sobre chineses, russos e norte americanos...

    Biden, por Rui Daher

    É espantosa a capacidade de Tio Sam se repetir em dominação e, antes de tudo, acertar os ponteiros para seus interesses econômicos.

    Como minha mãe perdeu o BPC, comentário de Antonio Neto

    A humanidade já passou por inúmeras catástrofes, tragédias, toda sorte de desgraça, e não me consta que tenha saído de nenhuma delas um milímetro sequer mais humana do que quando entrou.

    Raimundo Francisco de Souza, o Louro Fera!, por Luciano Hortencio

    Certa vez contei ao Raimundo Francisco que havia presenciado sua prisão e ele contou-me todos os lances do assalto frustrado. Relatou como se não fora ele o personagem principal.

    Avisos de Joe Biden para Bolsonaro, por Urariano Mota

    Comentaristas políticos têm sussurrado que a estas horas, lá no Planalto, o clima é depressivo, de cinza, o que é natural para quem sempre achou que essa história de clima era marxismo de floresta.

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