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quinta-feira, fevereiro 27, 2020
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    Crônica

    Pêga, do jeitinho que eu gosto de estar, por Mariana Nassif

    Noto seu ar sacana, testando os limites do que eu posso e você pode e aquele tanto que nem tanto mas que, tudo bem, só essa noite vai ser assim - sagrado é aquilo que nos faz voar ainda que com os pés no chão. Livre, ainda me bota pra dançar. 

    Como seria fantástico um jornal que não sabe o que acontece, por Maíra Vasconcelos

    Parece haver também no jornalismo certa transformação da palavra. Mas, reparem, nunca em sentido a buscar a beleza, isso que significa fugir do real, do cotidiano

    Clídio Nigro, o compositor mais popular do carnaval de Olinda, por Urariano Mota

    Da primeira vez em que escrevi sobre Clídio Nigro, inspirado autor de “Olinda, quero cantar”, verdadeiro hino do carnaval da cidade, eu não sabia ainda que ele era amigo de Chico Buarque.

    Keds e Leão, por Rui Daher

    Mesmos sentimentos que me trazem as folhas e telas cotidianas, a disfarçarem suas matérias para demonstrar neutralidade de araque.

    Só eu só, por Mariana Nassif

    Naquele colo perdi parâmetros, sonhos, limites e algo da pouca certeza que se pode ter aos seis. Como confiar na vida se mesmo mantendo minhas palavras (mudas) o pior dos cenários se fez?

    Crônica de uma segunda, por Roberto de Martin

    Os patrões ainda discursam, as moscas ainda insistem, as unhas pintadas das garçonetes dormem exaustas, o moço procura no lixo algo que nunca perdeu, porque nunca teve, mas procura

    Dormentes, por Lúcio Verçoza

    Sáuba sorria. Olhava para a gente como se ouvisse dormentes. Parecia sentir o sentimento do mundo. Começou um cricrilar. Eu fiquei imaginando qual seria o pensamento dos grilos

    Hieronimus Bosch e a transfiguração alegórica do mundo contemporâneo, por Sebastião Nunes

    Por Hieronimus Bosch e por centenas de alegorias semelhantes, nós, que vivemos o desespero sem saída do século XXI, te compreendemos, e te saudamos

    As empregadas domésticas que jamais irão para a Disney, por Urariano Mota

    O ministro quanto mais descontraído mais ele mesmo, burguês perigoso, bufão revelador da sua classe, da sua igualha.

    Filinto Müller e o Brasil atual, por Rui Daher

    Não conheço, pessoalmente, quem me processa (nem quero), mas sei de seu passado empresarial e de suas atividades políticas e em cargos públicos. Isto me fez ser seu crítico. Seu nome? Nada importa.

    A China para os socialistas do Brasil, por Urariano Mota

    Extraio de “A mais longa duração da juventude” um trecho que reflete a China e os socialistas brasileiros em outra luta.

    Apertem os cintos. O PNC (Princípio da Não Contradição) sumiu!, por Sr. Semana

    Com certeza não se encontra em Brasília onde foi substituído por PC (o Princípio da Contradição).

    Isso ainda não é uma fantasia, é apenas uma reflexão, por Maíra Vasconcelos

    E o que tenho é uma não voz que trafega rumo ao entendimento desmedido e à reflexão exaustiva sobre o ato de escrever.

    Um dia de cão, por Izaías Almada

    O bizarro e o brega caminham lado a lado já agora com a extensão da cidadania para cães e gatos, com direito a passaporte para viagens ao exterior.

    Odoya, Iemanjá!, por Mariana Nassif

    Então, cara pálida, se quiser celebrar a Rainha, celebre. Há inúmeros e quase infinitos motivos pelos quais, ainda e sempre, temos a agradecer.

    A caixa de música e o túnel Mapuche, por Lúcio Verçoza

    No momento exato de partir, deu corda na caixinha de música. A bailarina girava lentamente, o navio apitava no cais. Disse que o navio aportou naquela praia, porque ele tinha que a encontrar.

    Odoyá, Yemanjá!, por Patrícia Valim

    E depois de mais de um ano e meio sabático com o pós-doc, pesquisas, leituras, preceitos e resguardos: tô de volta!

    Norman Mailer X Muhammad Ali, por Urariano Mota

    Eu corria o risco de nada escrever sobre Norman Maier, se não houvesse recebido de presente a sua grande reportagem literária de nome A Luta.

    Da vaidade e dos pusilânimes, por Izaías Almada

    Que me desculpem os videntes, mas hoje tanto faz o cidadão ter nascido em Áries, Capricórnio ou Gêmeos, pois nos tornamos todos uma espécie de farinha do mesmo saco.

    A atualidade de Fernando Pessoa, por Izaías Almada

    O trabalho de Brechon, “Estranho Estrangeiro”, com seiscentas páginas impressas, transformou-se em um dicionário quase que obrigatório para quem admira os versos de Álvaro de Campos, Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Fernando Pessoa, ele mesmo. 

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