D’Artagnan D’Urinol, nova série de crônicas, por Rui Daher

Mas a que serve este conluio, em tempos tão ruidosos, quando nem mesmo alguns familiares e amigos bola nos dão mais?

D’Artagnan D’Urinol, nova série de crônicas, por Rui Daher

Não fui ao histórico, mas imagino já ter publicado algumas séries nestes 5 anos de GGN. Desde as crônicas, publicadas no livro “Dominó de Botequim”, até as mais recentes peripécias do serial killer Harmônica, inspirado no filme “Era uma vez no Oeste”, do diretor italiano Sergio Leone, passando por entrevistas fictícias com candidatos a cargos políticos.

Houve, também, contribuições sérias, com análises políticas, econômicas, sociais, e muitas sobre os agronegócios, transmitidas desde minha coluna semanal em CartaCapital.

De todo esse período, lembro com saudade o tempo em que comentários eram permitidos e publicados. Lá, formei grupo de amigos e desafetos, no maior respeito sobre o direito de opinião. Respondia a todos, como consideração. Ô Zé Sérgio, onde andas? Da mesma forma, serviam-me para saber como andavam minhas ideias e escritas.

Era o que eu chamava de “Facebook Caboclo”. Se não há mais, motivos deve haver e não serei eu a contestá-los, pequeno articulista e blogueiro desta casa. Posso, no entanto, recebê-los em comentários, elogiosos ou não, em ruidaher@yahoo.com.br.

Mas a que serve este conluio, em tempos tão ruidosos, quando nem mesmo alguns familiares e amigos bola nos dão mais? Estes, os educados; os demais são os furiosos que embarcaram em nave de casco furado e, frustrados, me agridem. A eles, cago. Sem andar, porém, que não merecem meu esforço. As pernas andam fracas.

E o que este cronista, que desprezou convite para escrever em dúbia publicação impressa, trará a vocês?

“As Aventuras de D’Artagnan D’Urinol”, nascimento, peripécias e messiânica morte ao defrontar-se com a gaita e a navalha de Harmônica.

Leia também:  Com que canalhice eu vou, Noel, de puta ou santa? Por Rui Daher

Aguardem! Surgirá, quando menos esperarem, em meio às centenas de análises sobre os momentos políticos, econômicos e sociais que aqui gorjeiam.

Inté.

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1 comentário

  1. No aguardo, Rui.
    ” saudade o tempo em que comentários eram permitidos e publicados. ”
    Tenho impressão que a paciência do seu Nassif se esgotou.
    Não com nosotros, comentaristas. Mas com a censura enrustida que teimava em criminalizar judicialmente o titular do blog a cada comentário que julgavam inconveniente para eles.
    Infelizmente isso tirou o brilho do blog ao afugentar o debate. Logo aqui onde troll não se criava. Uma pena.
    Era temerosa/bolçonárica, pós golpe de 2016.

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