“Os altamente religiosos sao menos motivados pela compaixao que os ateus”
(tradução e barbeiragens todas minhas)
http://medicalxpress.com/news/2012-04-highly-religious-people-compassion… (Com quase 90 comentarios ate agora!. Não sobra muito espaço pros “altamente religiosos” se defenderem. Ninguem os está atacando, essa é a natureza própria deles mesmo.)
“Ame seu próximo” é ensinado de muitos pulpitos. Mas pesquisa nova da Universidade de Califórnia, Berkeley, sugere que os altamente religiosos são menos motivados por compaixão quando ajudando um estranho do que são ateistas, agnósticos, e pessoas menos religiosas.
Em três experiências os cientistas sociais descobriram que compaixão consistentemente levou os menos religiosos a serem mais generosos. Para os altamente religiosos, no entanto, compaixão nao tinha a ver, em sua maior parte, com o grau de generosidade que eles tinham em si mesmos, de acordo com as descobertas que estão publicadas no Social Psychological and Personality Science de julho.
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O resultado desafia o pre-concebido de que que atos de generosidade e caridade sao majoritariamente impulsos de empatia e compaixao, disseram os cientistas. No estudo, o vinculo entre compaixao e generosidade constatou se mais forte entre os que se indentificavam como nao-religiosos ou menos religiosos.
“Sobretudo, descobrimos que para as pessoas menos religiosas a força de sua conexão emocional a outra pessoa é critica ao ato de ajudar ou não”, diz psicologista social Robb Willer, co-autor do estudo. Os mais religiosos, por outro lado, tendem a basear sua generosidade em outros fatores como doutrina, identidade comunitária, preocupações reputacionais.
Compaixão é definida no estuco como uma emoção sentida quando as pessoas veem o sofrimento de outros que os motiva a ajudar, frequentemente a risco ou custo pessoal.
Enquanto a pesquisa examinava a conexão entre religião, compaixão, e generosidade, ela não examinava diretamente as razões que causam os altamente religiosos serem menos impulsionados pela compaixão por outros. Porem, pesquisadores alikamelam (nao pude resistir… fazem hipóteses, supõem…) que os altamente religiosos talvez sejam mais fortemente guiados por senso de obrigação moral que os não-religiosos.
“Hipoteticamos (que porcaria de verbo e tenso verbal seriam esses? Alikamelamos?) que a religião de alguma maneira afetaria nos comportamentos generosos”, disse um dos autores Laura Saslow, que conduziu a pesquisa como estudante doutoral da UC Berkeley.
Saslow, que é hoje acadêmica pos-doutoral na UC de San Francisco, disse que foi inspirada a examinar essa questão depois que um amigo altruista, não-religioso, lamentou que ele só havia doado para as vitimas do terremoto do Haiti depois de ver um vídeo emocionalmente disturbante de uma mulher sendo salva dos escombros e não por qualquer “entendimento” lógico que sua ajuda era necessaria. (*)
“Eu fiquei interessada por descobrir que a experiência dele -um ateista sendo fortemente influenciado por suas emoções a ponto de demonstrar generosidade para desconhecidos- já tinha sido replicada em três grandes pesquisas sistemáticas”, Saslow disse.
Na primeira pesquisa os cientistas analisaram dados de uma pesquisa nacional de 2004 de mais de 13000 adultos americanos. Aqueles que concordavam com sentenças como “Quando eu vejo alguem sendo explorado eu me sinto protetivo em relação a eles” tambem eram mais inclinados a demonstrarem atos random de bondade, como emprestar suas possessões ou oferecer um assento em um onibus ou trem cheio, os cientistas descobriram.
Quando olharam em quanta compaixão motivava os participantes a serem caridosos de modo a dar dinheiro ou comida para um sem-casa, os não-crentes e aqueles que atingiam baixos niveis de religiosidade ficaram muito aa frente: “Nossas constatacoes indicam que embora compaixao seja associada com os que sao a favor das socialização entre os menos religiosos e os mais religiosos, esse relacionamento eh particularmente robusto para os menos religiosos”, a pesquisa descobriu.
No segundo experimento, 101 americanos adultos assistiram um de dois curtos videos, um video neutro, ou um aflitante, que mostravam imagens de crianças afligidas pela pobreza. Depois, receberam 10 “dolares de laboratório” e foram informados pra dar qualquer quantia de dinheiro aos estranhos. Os menos religiosos aparentemente eram motivados pelos videos aflitantes a dar mais dinheiro para estranhos.
“Os videos que condiziam aa compaixao tinham um efeito enorme em sua generosidade”, disse Willer. “Mas nao modificava significantemente a generosidade dos participantes mais religiosos”.
Ao fim do experimento mais de 200 universitarios se depararam com a pergunta do grau de compaixão que sentiam àquele momento. Entao, jogaram “jogos de confiança econômica” nos quais eram dados dinheiro para distribuir -ou não- com estranhos. Em uma rodada eles foram informados que outra pessoa jogando tinha oferecido uma porção de seu dinheiro pra eles e que eles tinham carta-branca pra lhes retribuir dando dinheiro de volta, que então ja tinha dobrado de quantia.
Os que tinham notas baixas na escala religiosa, e altas na compaixão monetária, estavam mais inclinados a dividir seus ganhos com desconhecidos do que com os participantes do estudo.
“No fim das contas esse estudo sugere que embora os menos religiosos têm tendência a ser mais suspeitos nos EUA, quando são caridosos eles estão em realidade mais inclinados a ajudar seus próximos que os mais religiosos”, Willer diz.
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