9 de junho de 2026

As músicas da Revolução Constitucionalista e do Estado Novo

Atualização- 10:30

Os links apresentaram problemas na hora de abrir, por isso adicionei alguns vídeos ao final da    postagem

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Por Franklin Martins, em seu blog

 

Samba da boa vontade

1931

Vitoriosa a revolução de 30, as autoridades deflagraram uma campanha para convencer o povo a não perder o otimismo diante das dificuldades econômicas provocadas pela crise de 29 e pela derrubada dos preços do café [leia e ouça]

O sem trabalho

1931

Outra composição sobre as dificuldades econômicas do país logo depois da Revolução de 30.[leia e ouça]

Invasão de São Paulo

1934

“Invasão de São Paulo” foi gravada em 1934, mas seguramente foi composta no primeiro semestre de 1932, quando o confronto entre São Paulo e o governo federal ainda não havia entrado no terreno militar [leia e ouça]

O passo do soldado

1932

Dois anos depois da vitória da revolução de 30, São Paulo levanta-se em armas contra Getúlio Vargas
[leia e ouça]

Hino do Partido Constitucionalista

1932

O hino foi composto e gravado em 1932. Portanto, não está se referindo ao Partido Constitucionalista, que somente seria fundado em São Paulo em 1934 e teria curta duração[leia e ouça]

Trem blindado

1933

A marcha “Trem Blindado”, lançada no carnaval de 33, por João de Barro, o Braguinha, mistura com muito bom humor a Revolução de 32 [leia e ouça]

Anistia

1933/1934

Neste samba, Ary Barroso, que tinha simpatias pelo movimento de 32, não chega a pedir com todas as letras anistia para os derrotados [leia e ouça]

Paulistinha querida

1936

A composição tirou o segundo lugar no concurso de marchas de carnaval de 1936, promovido pela prefeitura de São Paulo [leia e ouça]

Positivismo

1933

“O amor por princípio, a ordem por base e o progresso por fim” era o lema do positivismo, misto de filosofia e religião desenvolvido pelo francês Augusto Comte [leia e ouça]

Acorda, Maria Bonita

1932/1934

Não se sabe ao certo quando a música foi composta, mas deve ter sido entre 1932, quando Antônio dos Santos, o Volta Seca, entrou para o bando de Lampião [leia e ouça]

Eu vou pegá Lampião

1931

J. Thomaz, que em suas composições costumava abordar temas da atualidade, mostra como as andanças do famoso cangaceiro repercutiam no imaginário da capital da República [leia e ouça]

É Lampa, é Lampa

1937/1938

Embolada de Manezinho Araújo, gravada pouco antes da morte de Lampião, em 1938 [leia e ouça]

A minha prantaforma

1933

O cantador assume na embolada o que sempre foi a prática de muitos políticos no país: o nepotismo [leia e ouça]

Atualidades

1934

Mandi e Sorocabinha continuam fazendo a crônica política do país mesmo depois da derrota de 32 [leia e ouça]

Hino a Carlos Prestes

1936

Hino composto por Carlos Palacio, Rafael Espinoza e Armand Guerra em homenagem ao secretário-geral do Partido Comunista do Brasil, Luís Carlos Prestes [leia e ouça]

A Internacional

1871/1888

A Internacional foi composta pelo artesão parisiense Eugéne Pottier, eleito, durante a Comuna de Paris, para administrar um das zonas da cidade [leia e ouça]

Avante

1934/1935

A música e a letra do hino são de Plínio Salgado, chefe da Ação Integralista Brasileira, movimento fundado em 1932 [leia e ouça]

Galinha verde

1942/1943

Deliciosa marchinha satirizando os “galinhas verdes”, apelido dados aos militantes da Ação Integralista Brasileira [leia e ouça]

A menina presidência

1937

A marchinha brinca com os vaivéns da campanha eleitoral de 1936/37, já prevendo que seu desfecho se daria à margem dos marcos constitucionais [leia e ouça]

 

http://www.franklinmartins.com.br/som_na_caixa_cat.php?titulo=revolucao-constitucionalista-e-estado-novo

 

Nota do comentarista (Eu, IV Avatar).  Os links apresentaram problemas na hora de abrir, por isso busquei no Youtube, achei algumas das músicas acima citadas:

1- Avante, Hino Oficial da Acção Integralista Brasileira, composto em 1932. Letra e música de Plínio Salgado.

2- Hino Constittucionalista

3- O Passo do Soldado

4- Anistia

5- Positivismo

 

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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