Por JNS e Luciano Hortencio

Lá detrás daquele morro tem um pé de manacá.
Nós vamu casá e vamu prá lá.
Cê quer? cê quer? (bis)
Eu quero te levar, eu quero te agradar
Eu quero me casar e te levar prá lá.
Cê vai? cê vai?
Lá detrás daquele morro tem um pé de manacá.
Nós vamu casá e vamu prá lá.
Cê quer? cê quer? (bis)
Eu panho toda frô do pé de manacá
E faço uma coroa para te enfeitá
Cê quer? cê quer?
Lá detrás daquele morro tem um pé de manacá.
Nós vamu casá e vamu prá lá.
Cê quer? cê quer?
Eu panho toda frô do pé de manacá
E faço uma coroa para te enfeitá
Cê quer? cê quer?
Lá detrás daquele morro tem um pé de manacá.
Nós vamu casá e vamu prá lá.
Cê quer? cê quer? (Bis)


Comandante, a minha mãe cantava essa música brejeira e sempre me deixava intrigado pelo manacá. O que você postou como foto miniatura do seu vídeo é o manacá que eu conhecia e já tive a sorte de encontrá-lo florido em resquícos de florestas dizimadas pela cultura do eucalipto. Dei uma muda, que já está com quase dois metros de altura, para a minha cunhada e ele floresceu uma vez, “enchendo os olhos” dos parentes e amigos dela, que ficam buscando, comigo, informações sobre o manacá e como obter mudas. JNS
Enchendo não só os olhos, porém e sobretudo as narinas com seu maravilhoso perfume, caro Guru. Na casa da queridíssima amiga HILDA ODORICO DE MORAES, cujo nome está em caixa alta para que todos saibam que em Fortaleza existiu uma pessoa maravilhosa e que foi sentenciada a viver na solidão por falsos amigos ou amigos tolos pelo fato de ser suspeita de portar o mal de Hansen. Sempre falo em minha mãe, meu Comandante, porém deveria enaltecê-la muito mais. Na vizinhança, a única pessoa que não abandonou a querida Hilda foi minha mãe. Além de visitá-la quase diariamente, nos acostumou a ir visitá-la também, levando-lhe comidinhas especiais. Ainda voltarei a te falar nisso. Hoje quero relembrar e posso até sentir o cheiro dos dois pés de manacá que existiam emoldurando o portão do velho casarão de seu cunhado e benfeitor, o Dr. Alfredo Borges. Minha casa ficava a uns 50 metros de distância, porém o cheiro dos manacás invadia suavemente nosso terraço. Que saudade… Hilda, querida! Você não foi esquecida. Não cumpri a promessa de fazer uma plaquinha com seu nome e a data de seu nascimento e morte, talvez por falta de dinheiro ou por descuido imperdoável da juventude. Hoje conserto isso, minha amiga! Em Fortaleza existiu uma maravilhosa amiga, excelente costureira e chapeleira. Culta, simpática, trabalhadora e amante da natureza. Seu nome: HILDA ODORICO DE MORAES! Que Deus a tenha em sua Santa Glória!
https://www.youtube.com/watch?v=oPM_Ap6Izzc]
[video:https://www.youtube.com/watch?v=nBGbA0DMrBE
Salvador Lacerda Falcão
1 de agosto de 2015 12:14 pmManacá
Esse manacá veio perfumar a manhã ensolarada de Curitiba.
Odonir Oliveira
1 de agosto de 2015 12:50 pmA lenda do manacá (Será ?)
Numa terra bem distante onde as flores encantavam a todos, o rei pediu novas flores a seus súditos.
Em cada casa eram cultivadas com muito carinho sementes diferentes para levar à apreciação do rei.
Naquele ano em especial, ele não queria as plantas florescidas.
Pediu para cada um colocar as sementes em vasos; quando florescessem ele chamaria o ganhador.
O rei também dizia que se a flor conquistasse o coração de alguma de sua filhas, o jardineiro poderia com ela se casar.
Numas destas famílias, dois irmãos se mantinham ocupados a criar belas plantas.
Um criou uma delicada flor branca e o outro a mesma delicada flor num tom lilás bem suave.
A vontade de vencer era muita. Mas estava deixando os irmãos infelizes .
O amor fraternal falava mais alto.
Man semeou a flor branca e Acá semeou a lilás.
E em cada vaso lia-se o nome do criador da nova planta.
Durante a noite, Man resolveu mudar as semente porque acreditava que a sua seria a vencedora.
E assim, colocou a sua semente no vaso do irmão.
Ele pensou: “Meu irmão é mais velho e vai ficar muito feliz casando com a filha do rei. Eu tentarei no próximo ano.”
Uma fada vendo o acontecido se encheu de ternura e durante a noite dividiu e misturou as sementes.
.
No dia marcado todos levaram ao palácio os vasos com as sementes plantadas.
Caberia às filhas do rei aguá-las até florescerem.
E poderiam escolher casar com o dono da mais bela flor, se fosse esta a sua vontade.
E assim, na primavera todos os vasos estavam floridos.
E as princesas se encantaram com dois vasos em especial.
Eles tinham flores lilases e brancas.
Em dois vasos nasceram flores idêntticas. Flores de duas cores nascidas de uma só planta.
Cada vaso tinha o nome de quem plantou.
Numa estava escrito Man e no outro Acá.
O rei anunciou que as duas plantas iguais seriam as vencedoras e teriam um só nome.
E assim nasceu o manacá.
As filhas do rei ao conhecerem os nobres irmãos jardineiros , criadores de tão lindas flores, se apaixonaram como que por encanto.
E neste reino , reina paz e harmonia à sombra dos “manacás”.
http://portadopoetabrasileiro.blogspot.com.br/2011/04/lenda-do-manaca.html
(com correções gramaticais minhas)
lucianohortencio
1 de agosto de 2015 1:09 pmPara Odonir!
Agradecendo os excelentes comentários, absolutamente enriquecedores, ao post do Guru e do Veinho do Ceará.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=H_HEQdi3RS0%5D
Odonir Oliveira
1 de agosto de 2015 1:26 pm“Sabe por quê…”
Música da minha adolescência … e, como sabia pouco inglês, adorava ouvir essa versão com os Fevers.
Que lindeza !
No meu jardim tenho lindas azaleias, primaveras, roseiras… e … coroas de Cristo.
Mas como “entendedora de teclados”, sou boa jardineira, não sei postar aqui, tirando-as de meu computador.
Tenho que esperar mais algumas primaveras talvez para aprender adubar esse teclado.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=WBRSBgc2htI%5D
Odonir Oliveira
1 de agosto de 2015 5:43 pm“Fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas
nas mãos que sabem ser generosas”
ESCUTE AS ROSAS…
[video:https://www.youtube.com/watch?v=5j3QjEk-6c0%5D
Odonir Oliveira
1 de agosto de 2015 7:11 pmBarbacena, MG, cidade das rosas … das flores …
Jardim do Globo- onde meus pais namoravam na década de 1930
Imagens da FESTA DAS ROSAS e DAS FLORES EM BARBACENA – anual
AnnaDutra
2 de agosto de 2015 10:02 amLindas!!!!
Querida,
acordar com a visão destas belezas é um presente!
Quem sabe no ano que vem eu vá à festa!!
Bom domingo!
Abraço rimado da Anna.
jns
1 de agosto de 2015 1:25 pmA figueira assassina
Roedores ou aves lançaram a semente da figueira branca, árvore nativa, também conhecida por figueira brava e mata-pau, na zona superior do caule do palmito indaiá.
Após a brotação, as raízes foram lançadas para buscar o solo e, neste processo, estrangula a palmeira que é protegida por leis ambientais.
[video:https://youtu.be/wbiPflukdtI width:600]
lucianohortencio
1 de agosto de 2015 2:43 pmPalmeira Triste!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=kTconsrv8Jo%5D
jns
1 de agosto de 2015 3:23 pmMazzaropi
[video:https://youtu.be/EBCKtr8O_8E%5D
Odonir Oliveira
1 de agosto de 2015 6:40 pmSedução, Adélia Prado
Sedução
A poesia me pega com sua roda dentada,
me força a escutar imóvel
o seu discurso esdrúxulo.
Me abraça detrás do muro, levanta
a saia pra eu ver, amorosa e doida.
Acontece a má coisa, eu lhe digo,
também sou filho de Deus,
me deixa desesperar.
Ela responde passando
a língua quente em meu pescoço,
fala pau pra me acalmar,
fala pedra, geometria,
se descuida e fica meiga,
aproveito pra me safar.
Eu corro ela corre mais,
eu grito ela grita mais,
sete demônios mais forte.
Me pega a ponta do pé
e vem até na cabeça,
fazendo sulcos profundos.
É de ferro a roda dentada dela.
(Bagagem, 1993)
[video:https://www.youtube.com/watch?v=kmwmqjToiIo%5D
lucianohortencio
1 de agosto de 2015 1:28 pmMais manacás!!!
AnnaDutra
1 de agosto de 2015 8:35 pmLuciano, amigo!
Elogiei o “Pé de Manacá” no Canal sem imaginar que o encontraria neste post lindíssimo.
JNS e você, juntos, me dão enorme satisfação. Em tudo, a música trazida da tua “oficina” a embalar nossa convivência. E nossa alegria por esta parceria entre dois maestros generosos e criativos.
É preciso pulso para cuidar da SSMB e vocês dois, juntos, são insuperáveis.
Obrigada pela beleza de tudo.
Abraço da amiga Anna!
jns
1 de agosto de 2015 2:29 pmA Lenda do Manacá
Man apaixonou-se pela princesa Acá.
Para conquistá-la, contratou a Dolores Duran para cantar pro Rei.
[video:https://youtu.be/6UbNU7fOBek width:600]
Man e Acá casaram e tiveram um filhinho chamado Manacá, mas a vidinha ficou insuportável porque a princesa era muito exigente.
Separaram-se e Man foi pra Hollywood para ser o ator principal dos filmes do Super Homem.
Para não pagar pensão alimentícia ele se disfarçava como Clark Kent.
Acá morreu e foi enterrada no alto do morro, sob uma árvore luxuriante que produzia flores brancas e lilases, as uas cores preferidas.
O Superman nunca morreu, porque os seus filmes rendem muito dinheiro e a indústria cinematográfica precisa faturar.
Manacá cuidou, por muitos anos, do arbusto que plantou sobre o túmulo da mãe e os seus súditos deram o seu nome àquela planta.
Em uma bela manhã de domingo, ele acordou inspirado e compôs uma canção contando que “lá detrás daquele morro tem um pé de manacá”.
O final da história não poderia ser mais feliz, pois o fonograma principesco foi enviado pra ser amoitado no enferrujado e carcomido Baú do Hortencio, matando de inveja o Nirez.
Como são cearenses abusados, eles se entendem na base da peixeirada assassina.
Fui!
Odonir Oliveira
1 de agosto de 2015 4:05 pmGostei mais dessa: Superman , o homem , a lenda
Enriquecendo em Hollywood !!!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=E44aAsFWHlo%5D
Mas… e os manacás? Hum… hum…
AnnaDutra
1 de agosto de 2015 8:49 pmJNS, querido!
Bem cedo, dei “bom dia” à Grande Pedra e àquela beleza de canção, “2 birds”. Mais um “Olá” dos que vou deixando pelo caminho – descobertos ou não – a registrarem a admiração que sinto por teu trabalho, despretensioso mas, muitas vezes, visceral.
Não imaginei me deparar mais tarde com o “Manacá da Serra”, essa bela explosão fúcsia, beleza que eu já havia admirado antes. E o dia ficou então mais bonito…
Há neste post um valioso bálsamo, enorme doçura a suavizar pensamentos e sentimentos. É a cor violácea, é a luz, é a lenda. Mas é, antes de tudo, o afeto. Há uma serenidade intrínseca que me contenta.
Enquanto digito, choro. É tudo muito bonito. Muito tocante.
Do super herói à lenda, do manacá de cheiro às flores todas, dos pavões ao seu torrão – “pura emoção” – tudo, tudo significados e significantes.
A cada linha, imagem, verso e nota musical, um sorriso, uma lágrima, uma recordação.
Dolores trazendo [a] música e “a flame to burn”. Música. Cinema. Atenção. Perfeito!
Que a Figueira cresça forte, pujante e frutifique sem estrangular a Indaiá.
Obrigada por nos trazer esta “belezura”.
Até breve!
lenita
1 de agosto de 2015 3:32 pmOdonir
adoro lendas, e esta que vc nos brindou e bela por demais, Um hino ao amor entre irmãos e entre casais. Estamos precisando muito de lendas como essa. Obrigado amiga.
Odonir Oliveira
1 de agosto de 2015 4:11 pmLenita, então senta que lá vem história
Lenita, então senta que lá vem história … novo
sab, 01/08/2015 – 12:48
Gosto da lenda da erva mate… mas não gosto das que envolvem matanças, traições, violações de direitos… porque aí já se trata de vida real…
Tamba-Taja
Na tribo Macuxi havia um índio forte e muito inteligente. Um dia ele se apaixonou por uma bela índia de sua aldeia. Casaram-se logo depois e viviam muito felizes, até que um dia a índia ficou gravemente doente e paralítica. O índio Macuxi, para não se separar de sua amada, teceu uma tipóia e amarrou a índia à sua costa, levando-a para todos os lugares em que andava.
Certo dia, porém, o índio sentiu que sua carga estava mais pesada que o normal e, qual não foi sua tristeza, quando desamarrou a tipóia e constatou que a sua esposa tão querida estava morta. O índio foi à floresta e cavou um buraco à beira de um igarapé. Enterrou-se junto com a índia, pois para ele não havia mais razão para continuar vivendo. Algumas luas se passaram.
Chegou a lua cheia e naquele mesmo local começou a brotar na terra uma graciosa planta, espécie totalmente diferente e desconhecida de todos os índios Macuxis. Era a TAMBA-TAJÁ, planta de folhas triangulares, de cor verde escura, trazendo em seu verso uma outra folha de tamanho reduzido, cujo formato se assemelha ao órgão genital feminino. A união das duas folhas simboliza o grande amor existente entre o casal da tribo Macuxi. O caboclo da Amazônia costuma cultivar esta curiosa planta, atribuindo a ela poderes místicos. Se, por exemplo, em uma determinada casa a planta crescer viçosa com folhas exuberantes, trazendo no seu verso a folha menor, é sinal que existe muito amor naquela casa. Mas se nas folhas grandes não existirem as pequeninas, não há amor naquele lar. Também se a planta apresenta mais de uma folhinha em seu verso, acredita-se então que existe infidelidade entre o casal. De qualquer modo, vale a pena cultivar em casa um pezinho de TAMBA-TAJÁ.
lucianohortencio
1 de agosto de 2015 12:24 pmObrigado, amigo Salvador!
Aí vai a DIVINA, em maravilhosa interpretação, “a capella”, da Serenata do Adeus!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=g4HfBeNGw4Y%5D
lenita
1 de agosto de 2015 3:26 pmLuciano
Esta não é somente uma música, mas um hino ao amor e à beleza ! Obrigado por encantar meu dia.
Odonir Oliveira
1 de agosto de 2015 12:38 pmOs pés de manacá: um livre e o outro acorrentado
São lindasas flores de manacá… por causa das duas cores – e que ainda variam.
Fez lembrar que há algum tempo, uns 3 anos, quando se cortava alguma árvore nas ruas de São Paulo (pelo menos lá na Pompeia e no Sumaré), a prefeitura ao fazê-lo dava aos moradores umas mudas, já crescidinhas, para serem plantadas em seu lugar, na frente das casas.
Pois acredita que uma delas , próximo do Sesc onde eu morava, foi acorrentada com cadeado a uma grade protetora e na rua, hem, por um morador. Eu passeava com minha cachorra Luna e sempre lhe mostrava “aqui está a árvore acorrentada” – para que aprendesse e jamais dela se aproximasse.
Já no outro quarteirão, outra arvorezinha crescia livre e linda, cheinha de flores. Mas numa manhã, ao passar por lá, vi que haviam quebrado galhos, acho que para tentar mudas, sei lá, e a coitada … mutilada.
Cheguei até a fotografar isso, acreditem.
Não sei que fim dei às fotos, contudo.
lucianohortencio
1 de agosto de 2015 12:49 pmAmiga Odonir!
Que esse mês de agosto seja, para ti, repleto de rosas de abril!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=xiPGU3BaS6A%5D
Odonir Oliveira
1 de agosto de 2015 12:51 pmEscrevo e ouço. Escrevo e ouço.
Ah, Dorival !!!
jns
1 de agosto de 2015 1:02 pmA Velha Gameleira
Parei o meu calhambeque e aproximei da velha árvore – uma imponente gameleira, que domina a paisagem à margem da rodovia LMG-759, no trecho de Pingo d’Água até Córrego Novo, nas Gerais -, que cresceu entre a rodovia e a propriedade do Sr. José Botelho.
[video:https://youtu.be/lMITVVzl3Hs width:600]
No curralzinho tinha uma vaca estática, que observava o Mineirinho com uma avassaladora e contagiante preguiça.
A esposa do Sr. Botelho estendia algumas roupas no varal e, quando me viu, correu para avisar o marido sobre a presença do intruso com a câmera na mão.
Ele aproximou-se, dando, antes, uma volta estratégica por trás do curral, enquanto eu registrava as imagens da gameleira extraordinária.
Conversamos e ele disse que conhece aquela gameleira desde novinho, ou seja, a partir dos sete anos de idade.
Por pouco, me atrevi a sugerir que ele fizesse uma limpeza de responsa sob a copa dela, para eliminar os pés de café, de capim colonião e a outra gameleira que está crescendo no mesmo local.
Se eu percebesse a aceitação, também iria sugerir que ele plantasse um gramado para dar uma valorizada na frondosa árvore; rara pela sua longevidade.
[video:https://youtu.be/VyHC2JnvgkQ width:600]
lucianohortencio
1 de agosto de 2015 2:54 pmDom JNS:
Não amarre o bode no pé da gameleira nem deixe o touro amarrado no pé da cajarana…
Flafleflifloflui!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=4S1bLlUhNp8%5D
jns
1 de agosto de 2015 3:12 pmTio Turquinho
[video:https://youtu.be/6E6HMaNr9ew%5D
Odonir Oliveira
1 de agosto de 2015 6:29 pmPessoal de BH, o grupoTeatro da Pedra, de São João del-Rei,
faz apresentação única e gratuita do espetáculo “A Flor de Manacá” no espaço BH Cidadania (Rua São Tomáz de Aquino, 640, Morro do Papagaio) a partir de 15h.
A Flor de Manacá
Uma história de amor nascida em solo rude, embalada por canções de Luiz Gonzaga e Gonzaguinha, e contada com humor e poesia em cima de uma lona de circo por sete atores e dois músicos. Manacá, moça nascida e criada na fazenda de seu pai Iluminato, apaixona-se por Canindé, peão honesto e trabalhador muito diferente de Gavião, seu companheiro gatuno que vai arrumar muita confusão nesse sertão. Mas essa história de amor está em risco, pois vem chegando lá da cidade, Sá Carolina, irmã do coronel, sua filha Naná, moça atrevida e atirada, e seu namorado Lulu.
A Flor de Manacá é uma adaptação livre da obra homônima da Coleção Textos de dramaturgia – Circo Teatro – Cena Minas (Organização J. Silva).
Classificação: Livre. Duração: 60 min. Uma realização da Casa do Beco.
Maria Luisa
1 de agosto de 2015 2:29 pmQuero 🙂
Luminosa manhã pra que tanta luz……….
Que delícia começar o dia com as cores, a beleza e o cheiro (na cabeça) dos manacás.
Meu caro Luciano, aqui na rua de meus pais, pela manhã e no final da tarde, sinto o cheiro de uma espécie de flor que me lembra jasmin e me recordo dos jardins intensos da Tunísia… Que delícia de odor. As vezes pego un galhinho e coloco na minha roupa, como minha avó fazia com a flor da laranjeira…..
Lindos Manacás, em sua profusão lilás-branca, tão delicados. Quisera toda casa tivesse uma árvore florida em sua porta, por onde a passagem inebriasse a todos que à casa adentrasse.
Bom dia a todos!
lucianohortencio
1 de agosto de 2015 3:01 pmBOM DIA!
Madame já foi no post que fiz em sua homenagem?
Num deixe de ir não!!!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=ICDgqXskXXI%5D
[video:https://www.youtube.com/watch?v=IIQ3XZXo74g%5D
[video:https://www.youtube.com/watch?v=Hgt5NUSBJ1o%5D
Maria Luisa
1 de agosto de 2015 3:54 pmLindezura
Acabei de descobrir! Vi meu e-mail apenas agora, Luciano… Realmente estou num vai-e-vem sem fim. Sabe o que o curumim me disse outro dia? Que quer ficar aqui mesmo, da casa da vovó não sai mais… “O Brasil é muito legal!”
Eu disse a ele que férias são sempre muito legais… Mas vai ser difícil convence-lo a voltar.
Lulu, comi um doce de caju maravilhoso :), claro que pensei em você :::)))
Agradeço todo o carinho que você, o doce JNS e a Lourdes, a Odonir, Lenita, todos enfim, trazem prá cá e nos fazem sentir tão bem.
Beijão pro cês.
Fujo do facebook, mas qualquer hora posto uma fotinho de um pedacinho das nossas férias, aqui.
jns
1 de agosto de 2015 4:32 pm–
Anna Dutra
1 de agosto de 2015 2:35 pmQueridos JNS e Luciano
Queridos JNS e Luciano!
Querida Odonir!
Tive que entrar sem meu cadastro. Estou em trabalho de atendimento no Centro Espírita e não consegui login por aqui.
Mas passei para um alô. No final da tarde volto a este jardim florido que os amigos preparam e cultivam com tanto carinho.
Beijo e Abraços da Anna.
Odonir Oliveira
1 de agosto de 2015 3:20 pmO dia ainda demoooora pra acabá ! “Quero te ver chegando …”
Se achegue quando dé, qui aqui num tem freio, nem rosca, nem breque… a roda roda sorta, só coiendo manacá e o quimais tivé pra embalá.
Tem pressa não, Annita !
[video:https://www.youtube.com/watch?v=vIbynhLSBiA%5D
Odonir Oliveira
1 de agosto de 2015 7:18 pmDe lendas … fadas …
[video:https://www.youtube.com/watch?v=jUCXo7hYd6Y%5D
AnnaDutra
1 de agosto de 2015 8:31 pmOdonir, poetisa!
Odonir, poetisa!
Do “cheiro mineiro de flor” à mutilação das árvores. Das lendas à poesia em tudo. Do manacá ao “homem que lê pensamentos”, perfeita leitura a tua. Guirlandas que você espalha por este espaço, meadas que desfia com maestria.
Que o teu jardim – aquela lindeza que eu visitei – se estenda ao redor e além, levando para o teu lar e o teu coração, as azaléias, as primaveras e as rosas, perfume e cor, além daquelas que recebeste hoje aqui dos Cavaleiros presentes!
Obrigada pela firme e valiosa amizade.
Beijos rimados da Anna.
jns
1 de agosto de 2015 4:33 pm–
Anna Dutra
2 de agosto de 2015 12:10 amLindo!
Lindo!
lucianohortencio
2 de agosto de 2015 12:17 amÀ Anna Paula!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=Q11Ub4A5_wQ%5D
[video:https://www.youtube.com/watch?v=z4l5Kbb2Ap%5D
Maria Luisa
1 de agosto de 2015 2:42 pmLá detrás daquele morro
Me fez lembrar de um poeminha que Manuel Bandeira escreveu para crianças, no lindo livro ” Trem de Ferro”:
Oô…
Foge, bicho
Foge, povo
Passa ponte
Passa poste
Passa pasto
Passa boi
Passa boiada
Passa galho
De ingazeira
Debruçada
No riacho
Que vontade
De cantar!
Jair Fonseca
1 de agosto de 2015 7:15 pmO poema musicado por Tom
O poema musicado por Tom Jobim.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=zoM6B21LQB0%5D
[video:https://www.youtube.com/watch?v=YylaXbvEGJs%5D
[video:https://www.youtube.com/watch?v=4UWWxXUab7M%5D
Almeida
1 de agosto de 2015 2:58 pmEu moro numa casinha de palha…
… ela é juncada de baunilha e manacá.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=blTEXFZeytE%5D
lucianohortencio
1 de agosto de 2015 3:25 pmE eu, na rua, na chuva, na fazenda.
ou numa casinha de sapê!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=qeXWpd7dD3Q%5D
Abração, amigo Almeida!
jns
1 de agosto de 2015 5:46 pmZona rural de Alpercata
[video:https://youtu.be/ZQcG7TuN9XM width:600]
antonio francisco
1 de agosto de 2015 11:33 pmMeu pai, tropeiro, de vez em
Meu pai, tropeiro, de vez em quando levava a tropa passando por Alpercata, que ele dizia ser um belo lugar.
Hoje deve estar mais bonita, ainda!
http://www.alpercata.mg.gov.br/Materia_especifica/6495/Historia-do-Municipio-de-Alpercata
lucianohortencio
2 de agosto de 2015 12:14 amAbração, Antonio Francisco!
Vista aérea de Alpercata
HISTÓRICO OFICIAL
A região onde se localiza Alpercata foi desbravada na segunda metade do século XVIII , com vários aldeamentos indígenas dirigidos por religiosos.
Por volta de 1926, chegaram ao lugar Manoel Florentino Lopes com sua família, e depois, Gabriel Lopes, vulgo “Gabriel Precata”, alcunha a ele atribuída por usar calçados do tipo alpercata. Foram os primeiros habitantes, considerados fundadores da Povoação.
A partir de 1941, com a fixação de acampamentos de pessoal ocupado na construção da Rodovia Rio-Bahia, atual BR-116, foi acelerado o progresso da localidade. Novas casas eram edificadas, surgindo os primeiros estabelecimentos comerciais.
Com esses novos estímulos e a atividade agropecuária, o povoado “Precata” entrou em fase definitiva de evolução.
Com o movimento de criação do Distrito foi tentada a mudança do nome “Precata” para Bom Jesus do Novo Cruzeiro. Alteraram a grafia para Alpercata, em homenagem a Gabriel “Precata”, figura de grande popularidade na região e um dos fundadores da cidade.
GENTÍLICO : Alpercatense
FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA
Distrito criado com a denominação de Alpercata (ex-povoado), pela Lei Estadual nº 336, de 27/12/1948, subordinado ao município de Governador Valadares.
Foi elevado à categoria de município com a denominação de Alpercata, pela Lei Estadual nº 2.764, de 30/12/1962, desmembrado de Governador Valadares (sede no antigo distrito de Alpercata). Constituído município oficialmente em 01/01/1963.
Em divisão territorial datada de 01/03/1963, o município é constituído do distrito Sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2008.
Fonte: IBGE
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HISTÓRIA DO MUNICÍPIO
PRIMITIVOS HABITANTES
A história dos primeiros moradores desta vasta região do Rio Doce se perde na noite dos tempos. Com a chegada do “homem branco”, na segunda metade do Século XVIII e principalmente no Século XIX esta região sofreu profundas e dolorosas transformações.
Há milhares de anos vivia nesta região uma infinidade de povos indígenas que foram aniquilados. É uma história de sangue e de morte, causados pelo homem europeu e brasileiro. Foi uma invasão armada. Foi uma invasão política, econômica, cultural e religiosa feita pelo “homem civilizado”. Em nome de falsos princípios e ideais sagrados, usados de maneira hipócrita que foram sacrificados milhares de vidas humanas.
Antes de 1800, viviam ao longo do Rio Doce, milhares de indígenas distribuídos em tribos, bandos, povos e nações a quem o “civilizado” chamado simplesmente de índios. Culturas e sistemas de vida evoluída foram imolados no altar da ganância do homem branco.
Estes milhões de silvícolas da América Latina são hoje em dia, classificados cientificamente em três principais troncos lingüísticos: Tupi-Guarani, Macro-Jê e Aruaque. Os habitantes do Sul da Bahia, Espírito Santo, São Paulo, Paraná e Santa Catarina pertenciam ao troco lingüístico Macro-Jê.
Quando nos referimos ao Vale do Rio Doce, sabemos que estamos classificando com a denominação de “Botocudos Aimorés”, dezenas e dezenas de povos indígenas. Com muito orgulho, muitos de nós fazemos parte dos inteligentes valentes e temíveis Jê, Maxacali, Kariri, Bororó, Krenak, Pojitxá, Krekmum, Bhuês e muitos outros povos.
A essa imensa gama de tribos e de povos deu-se erradamente o nome de botocudos, porque usavam “botoque” de madeira nos lábios e nas orelhas. Não estavam agrupados em famílias mas em dialetos. Eram tidos como violentos, antropófagos, implacáveis inimigos e incapazes de “civilizar-se”.
Contra eles pesou o braço da repressão do “homem civilizado”. Botocudo é pois, o nome genérico com conotações pejorativas aplicados aos índios que ocupavam nesta vasta faixa do litoral e do interior do Brasil. Hoje estão reduzidos a um punhado de remanescentes agrupados em Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina.
A DENOMINAÇÃO “ALPERCATA”
Filho bonito sempre tem pai. A palavra “Alpercata” causa estranheza. Porque este nome? É a pergunta que se ouve das pessoas que não conhecem a cidade de Alpercata.
A cidade de Alpercata recebeu este nome devido a um antigo morador da região, Senhor Gabriel Lopes, vulgo Precata, alcunha por usar este tipo de calçado. Gabriel Lopes era um caboclo idoso que morava na virada da serra, onde hoje fica a localidade do Acampamento.
Quando em 1940, com a abertura da Rodovia Rio-Bahia, os engenheiros foram ficando por aqui, construiu-se naquela localidade um acampamento, que recebeu o nome de Acampamento do Precata. Gabriel não era parente de Manoel Florentino Lopes, doador do terreno para a futura cidade de Bom Jesus de Alpercata.
Antes de 1940, a região era chamada de Córrego do Esgoto. Alguns quiseram que a cidade se chamasse Florentinópolis, em homenagem a Manoel Florentino Lopes. Outros, como o próprio Manoel Florentino queria que fosse denominada Bom Jesus do Novo Cruzeiro. Outros ainda pensaram em dar à cidade o nome de Agenópolis, em homenagem ao primeiro escrivão, Senhor Agenor Vieira de Andrade.
Com a saída das barracas do Acampamento em 1943, Manoel Florentino Lopes, doou o terreno para que fosse construída a cidade de Alpercata. Ele morava na saída para o Córrego do Bonfim, onde hoje se localiza a Cerâmica Alpercata.
Em 06 de julho de 1944, Padre João Pina do Amaral fez o primeiro casamento: Senhor José Bento da Silva e Dona Conceição Ribeiro de Souza Silva, pais do então Prefeito Gilcleber Bento de Souza.
Em 27 de setembro de 1948, foi criado o distrito de Alpercata pela Lei Nº 336, pertencendo ao Município de Governador Valadares. Em 12 setembro de 1950, era instalado o Cartório de Alpercata, sendo o primeiro escrivão o Senhor Agenor Vieira de Andrade e Arnaldo Rodrigues de Andrade o primeiro Juiz de Paz.
A emancipação do Distrito de Alpercata se deu pela Lei Nº 2.764 de 30 de dezembro de 1962. A instalação de Cidade foi em 1º de março de 1963 com a posse do Prefeito Intendente José Sales. Em 30 de agosto de 1963 tomou posse o 1º Prefeito Eleito, Senhor Arnóbio Vieira de Andrade.
A cidade goza do privilegio de estar às margens da Rodovia Rio-Bahia e a proximidade de Governador Valadares.
A cidade ficou sendo chamada até aos dias de hoje “Alpercata”.
NATUREZA
Alpercata está situada no Leste Mineiro, à margem direita do Rio Doce e à margem esquerda da BR 116 numa das regiões mais férteis do Estado. A sua natureza é estupenda e configurada com pequenas elevações entremeadas de baixadas fertilíssimas, outrora cobertas por uma densa e exuberante floresta que o machado e o fogo do “colonizador” destruiu em questão de três décadas.
No passado produzia muito milho, arroz, feijão e fumo. Hoje, o município produz em larga escala: legumes, verduras, hortaliças como: jiló, quiabo, tomate, batata doce, cenoura, pimentão, mandioca, abóbora, couve, alface, favas e etc. O quiabo é o símbolo da cidade com o seu Festival do Quiabo, evento realizado na ultima semana de maio.
A região abastece os mercados de Governador Valadares, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e grande parte do Estado da Bahia.
No Bairro de Vila Eugênio Franklin, debaixo de um pé de jequitibá em meados das décadas de 60 e 70 havia sempre uma grande feira dos produtores rurais.
Hoje, Vila Eugênio se transformou numa grande feira das regiões vizinhas. Há inúmeras granjas produzindo mais de 300.000 frangos por mês. Mas tudo isso poderá ser transformado em pastagens e chácaras para fins de semana dos abastados da vizinha cidade de Governador Valadares.
ATUAIS MORADORES
A ocupação e a colonização das riquíssimas terras de Alpercata, foram iniciadas a partir do século XX e, mais provavelmente, na década de 1920. A região era muito insalubre. Os mais antigos dizem que naquela época dava febre até nas árvores. Em 1930, uma malária violenta, causada pelas enchentes do Rio Doce e Rio Traíra matou muita gente. É justamente a partir de 1930 que os primeiros migrantes foram chegando por aqui.
Por volta de 1910, os trilhos da Estrada de Ferro Vitória Minas foram sendo esticados pelas margens do Rio Doce acima. Mas foi com a abertura da Rodovia Rio-Bahia que, praticamente nasceu a cidade de Alpercata. Em 1940 inicio-se a abertura da estrada. Para cá vieram levas e mais levas de retirotes em busca de um pedaço de terra. Na sua maioria, os migrantes vinham da Zona da Mata, sobretudo das cidades de Astolfo Dutra, Guidoval, Mercês, Rio Pomba, Rodeio, Ubá e Visconde do Rio Branco. São destas regiões as Famílias Alves Ferreiras, Martins, Pereiras, Alves Pereira, Marcolinos, Bentos, Belmiros e etc. Em menor escala vieram migrantes de outras cidades das região de Guanhães como os Lucas e os Matildes.
Inúmeras famílias descendentes de italianos se transferiram para esta região. Seus pais e avós se imigraram para a Zona da Mata e para o Espírito Santo no fim do século passado e no começo deste século. Vieram substituir a mão-de-obra escrava. Há entre nós: Amadeus, Capuci, Corbelle, Contin, Fanni, Montinni, Moretto, Nalon, Reniere, Tolomeu, Zanella, Zoócoli e Lombardi.
Em vinte anos o Município de Alpercata ficou totalmente habitado.
Fonte: Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Alpercata
jns
2 de agosto de 2015 5:19 amValeu Meu Rei!
Tenho orgulho de mencionar as minhas raízes, como teria se tivesse nascido em Washington, DC.
Alpercata continua pequena, mas é uma cidadezinha muito limpa, que conta com uma importante zona rural.
Nesta quinta-feira passei por lá, sem estacionar o carro, porque, apesar de gostar das coisas simples, lá não há algo, particularmente, cativante para o turista acidental.
Nem a igreja matriz é uma obra arquitetônica marcante, como são as igrejas de quase todas as cidades mineiras – o povo que reza, Meu Deus…
Levei o meu filho, a minha irmã e o meu irmão mais novo para visitarmos o Instituto Nosso Lar, um asilo em Alpercata, e, sem que eles soubessem, levei-os até Aimorés, na divisa com o Espirito Santo, que está há 300 km distante da minha cidade natal (são três horas de viagem a partir de Alpercata via BR-259).
Imagem panorâmica de Resplendor em Minas Gerais
Conheci de perto a Pedra Lorena, ao me dirigir ao Sítio do Marcelo, tio do meu filho, em Aimorés.
[video:https://youtu.be/EuJLCGQqFDI width:500]
No retono do do agradável Sítio do Marcelo, encravado mnas margens da represa de um braço do Rio Doce, em Aimorés, paramos para jantar em um excelente restaurante na beira da estrada.
O Bixu de Pé, em Resplendor, que é outro lugar onde morei no Vale do Rio Doce, possui uma estrutura fantástica e uma ótima comida, sem custo exagerado.
Dei uma passada rápida em Conselheiro Pena, onde também moramos, e levei a galera para conhecer uma das residências da Família Flor, do Fio Maravilha, do Mengão, time pelo qual o meu filho é fanático.
Conselheiro Pena é a cidade natal do grande Fernando Mendes, que é primo do meu amigo André Ferreira, o famoso comediante Sô Zé, que também nasceu lá.
Não deixo os perfumados abraços rimados das moças, mas aperto, você e o Tony Francis, com dois humirdes abraços remados.
As imagens são da Internet.
lenita
1 de agosto de 2015 3:39 pmLuciano
Sabe que uma das flores que mais aprecio, assim como é a preferida do meu irmão : A Hortência . E agora todas as vezes que eu vejo um pé, me lembro de você. Como aqui temos muitos pés pela cidade, vc está constantemente em minha lembrança.
Beijão na bochecha mais fofa do Blog.
Odonir Oliveira
1 de agosto de 2015 7:25 pm“Receba as flores que lhe dou …”- direto de Barbacena
lenita
1 de agosto de 2015 8:36 pmLindíssimas !
Obrigado Odonir, pois vi várias carinhas do Luciano nelas srsrsrsr.
MarcoPOA
1 de agosto de 2015 5:29 pmPerdas!
Quando a gente perde um sorriso assim…
….e a capacidade de ver beleza num pé de manacá, imediatamente deixa de enxergar o mal que pode fazer (e faz) ao proximo!
jns
1 de agosto de 2015 5:43 pmNinguém pode fugir da própria história
[video:https://youtu.be/5z1z4oJKikY width:600]
Odonir Oliveira
1 de agosto de 2015 7:37 pmVeredas …
Toda mãe vive de boa, mas cada uma cumpre sua paga prenda singular, que é a dela e dela, diversa bondade.
“Riobaldo, se lembra certo da senhora sua mãe? Me conta o jeito de bondade que era a dela…” (…) Na ação de ouvir, digo ao senhor, tive um menos gosto, na ação da pergunta. Só faço, que refugo, sempre quando outro quer direto saber o que é próprio o meu no meu, ah. Mas desci disso, o minuto, vendo que só mesmo Diadorim era que podia acertar esse tento, em sua amizade delicadeza. Ao que entendi. Assim devia de ser.Toda mãe vive de boa, mas cada uma cumpre sua paga prenda singular, que é a dela e dela, diversa bondade. E eu nunca tinha pensado nessa ordem. Para mim, minha mãe era a minha mãe, essas coisas. Agora, eu achava. A bondade especial de minha mãe tinha sido a de amor constando com a justiça, que eu menino precisava. E a de, mesmo no punir meus demaseios, querer-bem às minhas alegrias. A lembrança dela me fantasiou, fraseou – só face dum momento – feito grandeza cantável, feito entre madrugar e amanhecer (2001, p. 57).
“Riobaldo, a colheita é comum, mas o capinar é sozinho…”
Às vezes eu penso: seria o caso de pessoas de fé e posição se reunirem, em algum apropriado lugar, no meio dos gerais, para se viver só em altas rezas, fortíssimas, louvando a Deus e pedindo glória do perdão do mundo. Todos vinham comparecendo, lá se levantava enorme igreja, não havia mais crimes, nem ambição, e todo sofrimento se espraiava em Deus, dado logo, até à hora de cada uma morte cantar. Raciocinei isso com compadre meu Quelemém, e ele duvidou com a cabeça: – “Riobaldo, a colheita é comum, mas o capinar é sozinho…” – ciente me respondeu (2001, p. 74).
GRANDE SERTÃO: VEREDAS, Guimarães Rosa, 2001
AnnaDutra
1 de agosto de 2015 11:20 pmPropícia Estação
[video:https://www.youtube.com/watch?v=mAS9a7H2T78%5D
jns
2 de agosto de 2015 9:13 amMINHA GENTE
“Tira a barca da barreira,
deixa Maria passar:
Maria é feiticeira,
ela passa sem molhar.”
(Cantiga de treinar papagaios)
Quando vim, nessa viagem, ficar uns tempos na fazenda do meu tio Emilio, não era a primeira vez. Já sabia que das moitas de beira de estrada…
*
Cavalgamos. Subimos. Subir mais. Agora, um lançante contínuo, serra avante em lombo longo, escalando o espigão. E, pronto, o mundo ficou ainda mais claro: a subida tinha terminado, e estávamos em notáveis altitudes.
Estalava em redor de nós uma brisa fria, sem direção e muito barulhenta, mas que era uma delícia deixar vir aos pulmões.
E a vista se dilatara: léguas e léguas batidas, de todos os lado colinas redondas, circinadas, contornadas por fitas de caminho e serpentinas de trilhas de gado; convales tufados de mato musgoso; cotilédones de outeiros verde-crisoberilo; casas de arraiais igrejinhas branquejando; desbarrancados vermelhos; restingas de córregos; píncaros azuis, marcando no horizonte uma rosa-dos-ventos, e mais pedreiras, tabuleiros, canhões, canhadas, tremembés e itambés, chãs e rechãs.
Ali, até uma criança, só de olhar ficava sabendo que a Terra é redonda. E eu, que gosto de entusiasmar-me, proclamei:
— Minas Gerais… Minas principia de dentro para fora e do céu para o chão…
Santana ouviu, e corrigiu:
— Por que você não diz: o Brasil?
E era mesmo. Concordei.
*
Sagarana
GUIMARÃES ROSA
lucianohortencio
1 de agosto de 2015 5:57 pmAo MarcoPOA
Com o abração do luciano!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=65-2FTvoIAc%5D
jns
1 de agosto de 2015 5:33 pmPerfume do passado
Cultive o manacá-de-cheiro e atraia borboletas à varanda e ao jardim
Simone Sayegh
Do UOL, em São Paulo
19/10/2012
O manacá de cheiro era presença certa nos quintais das casas das vovós do início do século 20. Hoje não é tão fácil encontrar essa espécie nativa da Mata Atlântica em quintais, porque boa parte desses lotes cheios de pomares e flores deu lugar a apartamentos. “Vintage”, esses arbustos de flores brancas e roxas ou azuis podem ser cultivados em vasos.
“Porém, como seu perfume é bem forte, deve-se ter o cuidado de não plantá-lo próximo a dormitórios de crianças e de pessoas mais sensíveis”, explica o paisagista João Jadão, da Planos e Plantas.
Além de disseminar seu odor característico, o manacá é conhecido por atrair borboletas, a “borboleta do manacá” (Methona themisto), que se desenvolve exclusivamente nas folhas dessa planta. Portanto não se assuste se “brotarem” lagartas, além de flores de sua arvorezinha. Elas não fazem mal a planta, portanto, evite destruí-las.
Senhoras e senhores, o manacá
O manacá-de-cheiro (Brunfelsia uniflora) é um arbusto lenhoso da família dasSolanaceaes, da qual também fazem parte o tomate, a batata e o tabaco. Seus nomes populares mais comuns são: manacá-de-jardim, garetataca, mercúrio-vegetal e romeu-e-julieta.
Parecido com uma pequena árvore, detém copa que pode atingir de 2 a 3 metros de altura e até 2 m de diâmetro. Seus ramos são densos e suas folhas ovaladas, lisas e verde escuras. “Se podado, o arbusto toma a forma de arvoreta”, explica Jadão. É uma planta de zonas tropical e subtropical, adaptada a climas quentes. Mas tem um melhor desenvolvimento em zonas onde há grandes diferenças de temperaturas (dias quentes e noites frias).
De acordo com o paisagista Paulo Cezar Heib, as flores do manacá nascem nas extremidades de seus ramos e passam do azul violeta ao branco, durante a floração, principalmente na primavera e verão. “A beleza e o perfume conferem à planta um grande valor ornamental”, avalia.
Cultivo
No mercado é possível encontrar desde pequenas mudas com cerca de 50 cm até plantas já formadas com quase 2 m de altura. A escolha do tamanho dependerá do projeto paisagístico e do espaço disponível.
O cultivo do manacá é feito através sementes, por estaquia ou – simplesmente – pelo transplante de mudas que surgem das raízes de um exemplar maior, o que torna o manacá-de-cheiro uma espécie entouceirada.
Continua:
http://mulher.uol.com.br/casa-e-decoracao/noticias/redacao/2012/10/19/perfume-do-passado-cultive-o-manaca-de-cheiro-e-atraia-borboletas-a-varanda-e-ao-jardim.htm
Anna Dutra
2 de agosto de 2015 12:36 amA Methona
lucianohortencio
2 de agosto de 2015 12:37 amDom JNS!
Storno ou pássaro manacá?
Anna Dutra
2 de agosto de 2015 1:26 amInacreditável !!
Lindos demais Amigo Luciano!!
Extasiada com tamanha beleza.
Fico sem palavras …
Tenho mesmo muito o que aprender com vocês. Em matéria de arte e beleza, insuperáveis!! (acho que já usei este termo em um outro post mais cedo … rs. bobinha!)
Jair Fonseca
1 de agosto de 2015 6:02 pmE tem o grupo de rock
E tem o grupo de rock Manacá. Essa música foi da minissérie Capitu, e a cantora Letícia é a própria, com seu jeito de “cigana oblíqua e dissimulada”, seus “olhos de ressaca”.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=0zTII37T-WI%5D
[video:https://www.youtube.com/watch?v=NKt6rEVp3kk%5D
[video:https://www.youtube.com/watch?v=QJRWCiPQgL4%5D
[video:https://www.youtube.com/watch?v=7gPKZubqfYQ%5D
jns
1 de agosto de 2015 6:04 pmPra não dizer que não falei das guerras
Exército Brasileiro retribui homenagem do Sabaton
[video:https://youtu.be/ihsE9xiUXWg width:600]
Quem vai parar toda essa loucura que tem
Consequências que nenhum homem compreende?
Nenhum homem, nenhuma nação!
[video:https://youtu.be/BawkcZdr3QI width:600]
Enquanto os homens rastejam, o general da a ordem e a matança continua
Anseio por saber qual foi o propósito disso tudo
Qual o preço de uma milha
[video:https://youtu.be/1M7sUCElJK0 width:600]
Exército Brasileiro retribui homenagem da banda sueca
Igor Soares | Exército Brasileiro | 12/05/15
A banda sueca SABATON gravou em “Heroes”, o sétimo álbum de sua carreira, a faixa “Smoking Snakes” que conta a história real de três soldados da Força Expedicionária Brasileira que após se separar do seu batalhão na Itália durante a Segunda Guerra Mundial, não se rendeu e lutou até a morte contra um contingente muito maior de soldados alemães.
[video:https://youtu.be/cAIl_HEGUD8 width:600]
Fonte: http://whiplash.net/materias/news_803/223249-sabaton.html#ixzz3gP9eT1vV
As traduções das letras das canções da banda sueca de heavy metal de alerta contra a imbecilidade humana podem ser conferidas em:
http://letras.mus.br/sabaton/1286927/traducao.html
http://letras.mus.br/sabaton/849708/traducao.html
lucianohortencio
2 de agosto de 2015 1:52 amPra não dizer que não falei das pererecas!
Aparasphenodon pomba, perereca encontrada em Shinumbú, Cataguases, na Zona da Mata mineira
Vai encarar a aparasphenodon pomba, caro Guru?
jns
2 de agosto de 2015 4:11 amAssim
Você me mata Zuiúda!
lucianohortencio
2 de agosto de 2015 12:09 amAo amigo Jair!
Codinome Beija-Flor!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=TkBvXZ4ZWLc%5D
AnnaDutra
1 de agosto de 2015 8:29 pmDUO
JNS e Luciano,
é grande minha alegria com este revival! Há algum tempo sentia falta de um post afetuoso, solar, perfumado como este. E sendo dos dois, mais feliz me deixou.
Revival da narrativa lírica, da cor, luz e musicalidade que caracterizam os posts de vocês, quando em sua melhor expressão. Aquela força que nos faz expressar nossa criatividade, tornada fluída sob as “provocações” trazidas pela imensa habilidade do Guru e do Maestro.
Não há como agradecer, mas saibam: estou muito feliz! Quem me conhece um pouquinho sabe: isto tem um enorme significado.
Beijo e Abraço da amiga Anna.
Ainda estou fora do GGN. Algo ocorreu com meu cadastro. Já pedi um novo. Até lá, postagem restrita. 🙁
Lourdes Nassif
1 de agosto de 2015 8:39 pmDesbloqueio
Anna, olá
não estou entendendo o que acontece com seu perfil. Ele está normal (para mim). Desbloqueei também o perfil novo que você fez (Anna Paula Dutra). Poderia fazer um teste?
Abs
Lourdes
AnnaDutra
1 de agosto de 2015 9:13 pmDesbloqueio
Lourdes, não recebi o email de desbloqueio do novo cadastro. O último email é de 16:30 informando que o pedido está em análise.
Tentei entrar de um outro equipamento, mas desde hj de manhã não consigo acesso por smatp, desktop, tablet e notebook (já tentei de tudo .. rs).
Por enquanto vou postando como visitante, mas agradeceria se pudessemos regularizar o mais rapido possivel.
Obrigada. Abs.
Anna.
Lourdes Nassif
1 de agosto de 2015 10:43 pmTI no horizonte
Vou mandar para o TI. Não consegui fazer nada produtivo com o perfil.
abs
Lourdes
Anna Dutra
2 de agosto de 2015 12:03 amMeu Perfil
Lourdes,
ia desligar e resolvi testar mais uma vez.
No notebook consegui acessar o perfil original, em uso nesta resposta que te envio.
Não está voltando no smarthp. mas provavelmente é problema de config. do celular.
Estranho, é como se tivesse ficado “fora do ar” por um tempo…
Mas acredito que agora eu possa voltar a usar o perfil original.
Te agradeço a atenção. Voltando a haver algum problema farei contato.
Abcs.
jns
2 de agosto de 2015 4:16 amBar da Isabel
A Bebel em rabada é uma beleza!
[video:https://youtu.be/d9J_Yd6b6yg width:600]
Anarquista Lúcida
1 de agosto de 2015 9:13 pmLuciano, faltou na letra a resposta ao estribilho…
Na versao em que eu ouvia essa música de criança, a mulher sempre respondia: Ora se quero meu amor (ou ora se vou meu amor).
lucianohortencio
2 de agosto de 2015 12:21 amAmiga Anarquista Lúcida
Eu também senti falta das duas respostas, porém na gravação original de Isaura Garcia e do próprio compositor Hervé Cordovil essas respostas não constam. As respostas são feitas pela orquestra.
Será que as respostas não foram criadas pelo povo ao longo do tempo? Elas são uma excelente pitada de tempero na composição. Não tenho disso a menor dúvida.
Agrande abraço do luciano
Anarquista Lúcida
2 de agosto de 2015 1:42 amEu era muito pequena, nao lembro com quem ouvi
Pode até ser que só a tenha ouvido cantada por alguém da família. Mas sempre ouvi com as respostas. É possível sim que elas tenham sido criadas pelo povo (como, CREIO, o adendo “Tá na cara” depois do verso “Seu caso nao é de ver para crer” em “Mora na Filosofia” de Monsueto.
Abs
jns
2 de agosto de 2015 6:07 amMestre Lulu
As aves são criação de Deus
Apenas a Jandaya Libertyna e a Jandaya Libydinoza são criação do Mineirinho Excomungado.
Himalayan Monal
Winson’s Bird of Paradise
Greater Bird of Paradise
Peacock
Formosan Magpie
Golden Pheasant
Green Jay
Kingfisher
Lady Amherst’s Pheasant
Nicobar Pigeon
Quetzal
Polish Chicken
Australia’s Rainbow Lorikeet
The African Crowned Crane of the savannahs
Rainbow Bird
Spatulatail Hummingbird
Todos os créditos para as imagens são para os craques das lentes que publicaram as suas fotos fantásticas na Internet, em sites diversos.