Sugerido por Gilson AS
Do Estadão

Em seu discurso, prosseguiu: “Obrigada pelo reconhecimento. Steve McQueen, muito obrigada por ter me colocado nesta posição. Você mudou minha vida.”
Certamente, até o longa de McQueen, Lupita era uma jovem estudante da Yale School of Drama. Quando recebeu a ligação e soube que conseguira o papel, ficou feliz. “Depois, entrei em pânico imediatamente. Fiquei muito, muito assustada.” Quando as filmagens começaram, porém, a atriz foi ganhando confiança.
Filha de um político queniano, Lupita nasceu na Cidade do México, e seu nome é um derivado de Nossa Senhora de Guadalupe. Com menos de um ano de idade, sua família voltou ao Quênia, onde a jovem viveu até os 16 anos.
“Não parecia real ate Christopher Waltz dizer meu nome. Estou muito feliz de estar acompanhado desse homem dourado”, disse Lupita Nyong’o aos jornalistas assim que saiu do palco com sua estatueta, informa Ubiratan Brasil, direto de Los Angeles.
“Não tenho que ser outra pessoa, sou quem devo ser, é o certo. Você tem de tornar possível o impossível. Sei que meu país está ao meu lado, me desejando sorte, milhares de pessoas me desejaram sorte. O fato de eu ter ganhado enquanto tanta gente não consegue realizar seus desejos em meu país, isso é uma bênção.”
Jofran Oliva
3 de março de 2014 7:58 pmAtriz jovem e linda. . .
Uma atriz jovem e linda negra. Ainda não assisti o filme, com certeza ela também é talentosa. Precisamos de mais atores negros em filmes, e em qualquer filme e não só nos que retratem escravidão e o dia a dia dos bairros dos negros.
antonio francisco
3 de março de 2014 11:02 pmJá ganhou vários prêmios e indicações
Nasceu em 1º de março de 1983, e a lista de prêmios que já ganhou é bem significativa.
http://en.wikipedia.org/wiki/Lupita_Nyong'o
Gilson AS
3 de março de 2014 11:49 pmA raça negra foi bem representada no Oscar deste ano.
Pela primeira vez um diretor negro, ganha o Oscar de melhor filme.
12 Anos de Escravidão ganhou o Oscar de melhor filme neste domingo, 2, o que faz do britânico Steve McQueen o primeiro cineasta negro a dirigir uma produção vencedora do principal prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. A entrega do troféu, que completa 86 edições em 2014, teve algumas surpresas, como o fato de Trapaça, um dos principais concorrentes, ir embora para casa sem nada. Já o concorrente Gravidade, apesar de não ter sido eleito o Melhor Filme, foi o grande destaque da noite, faturando sete prêmios.
A dupla Matthew McConaughey e Jared Leto repetiu o feito realizado no Globo de Ouro. Os colegas de elenco de Clube de Compras Dallas novamente faturaram os prêmios de Melhor Ator e Melhor Ator Coadjuvante, respectivamente, pelos papeis de pessoas lutando contra a Aids nos primórdios da existência da doença. Ambos fizeram discursos marcantes. McConaughey homenageou a família – em especial o pai, “que deve estar no céu, vendo isso” – e ainda deu uma lição de perseverança e perfeccionismo. “Quando eu tinha 15 anos, um homem me perguntou qual era o meu herói. E eu respondi: ‘sou eu, daqui a dez anos’”, disse o ator. “Quando fiz 25 anos, este mesmo homem me perguntou se eu já era o meu próprio herói. E eu disse: ‘não, serei meu herói aos 35’. O meu herói é quem eu persigo todos os dias. O meu herói sou eu sempre 10 anos para frente.” Já Leto lembrou os conflitos na Ucrânia e Venezuela e dedicou o prêmio às vítimas da doença de sua personagem, a transgênero Rayon. “É para as 36 milhões de pessoas que perderam a batalha para a Aids”. Ele também homenageou a família: “Em 1971, uma adolescente estava grávida do segundo filho. Ela tinha abandonado a escola, era mãe solteira, e ela incentivou os filhos a serem criativos, se esforçarem, e essa menina é minha mãe e ela está aqui hoje”, disse o ator durante o primeiro discurso da noite. “Meu irmão também está aqui, obrigado por compartilhar essa aventura incrível comigo que é o 30 Seconds to Mars”, completou ele, falando com o irmão Shannon.
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https://jornalggn.com.br/noticia/lupita-nyongo-a-melhor-atriz-coadjuvante-do-oscar#comments
MarcoPOA
4 de março de 2014 11:13 amFilme sofrivel!
Elenco 2 filmes que tratam o assunto escravidão e preconceito com competência:
1. Roots (serie de 1977 que fez e faz diferença)
2. Color Purple (Danny Glover e Whoopi Goldberg dão show ao som de Quincy Jones e direção de Spielberg)
A produção em questão é uma colagem de clichés chata, mal dirigida, obvia e principalmente com atores (todos) que não convencem em momento algum!