4 de junho de 2026

Vou-me embora pra Pasárgada!

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do The Telegraph 

A Singela e Encantadora Comunidade Mineira de Noiva do Cordeiro

Donna Bowater e Matt Roper

O que parece um conto da mitologia grega sobre belas mulheres que estão à procura de amor, é a realidade em Noiva do Cordeiro, uma pequena cidade rural escondida entre as colinas, localizada no interior de Minas Gerais.

Na pitoresca comunidade, que reúne 600 mulheres, os homens são escassos ou trabalham em locais distantes,  elas arcam, sozinhas, com todos os encargos da vida cotidiana.

A situação inusitada tem levado algumas das mulheres, conhecidas em todo o Brasil pela beleza, colocarem apelos  direcionados para homens solteiros.

No entanto, algumas mulheres de Noiva do Cordeiro temem que um eventual afluxo de homens possa destruir o seu peculiar projeto de vida.

“Aqui, os únicos homens com quem as meninas se encontram são casados ​​ou são aparentados; todo mundo é primo”, disse Nelma Fernandes, 23 anos.

“Eu não beijo um homem há muito tempo. Nós todas temos o sonho de apaixonarmos e casarmos, mas nós gostamos de viver aqui e não queremos ter que sair da cidade para encontrar um marido.”

“Gostaríamos de conhecer homens que queiram deixar as suas próprias vidas e vir fazer parte da nossa comunidade, mas, em primeiro lugar, eles precisam concordar em fazer o que nós determinarmos e viver de acordo com as nossas regras.”

A comunidade de Noiva do Cordeiro adquiriu uma reputação de força feminina depois que a sua fundadora, Maria Senhorinha de Lima, instalou-se na cidade após ser marcada com uma adúltera e exilada da sua própria igreja e da sua casa em 1891, por ter abandonado o homem com quem ela tinha sido forçada a se casar.

Uma das suas netas, Delina Fernandes Pereira, ainda vive no vale que fica a 100 km de Belo Horizonte. Delina, que causou polêmica ao se casar com um pastor, quando estava com apenas 16 anos, disse que ainda sofria o preconceito relativo ao seu passado que era percebido como vergonhoso na cidade.

As mulheres arcam com a maior parte da responsabilidade na comunidade. Isso significa que as poderosas comandam a comunidade rural em todos os aspectos da vida; desde o manejo da agricultura, o planejamento urbano e até mesmo a definição da orientação religiosa.

Rosalee Fernandes, 49, disse: “Nós temos Deus em nossos corações, mas não acho que temos que ir a igreja, casar na frente do padre ou batizar os nossos filhos, porque estas são regras feitas por homens.”

Elida Dayse, que organiza visitas à área, disse: “As mulheres são a maioria da população, mas é apenas em parte, porque os homens saem durante a semana para trabalhar na cidade”.

Rosalee acrescentou: “Há muitas coisas que as mulheres fazem melhor que os homens. A nossa cidade é mais bonita, mais organizada e muito mais harmoniosa do que as cidades onde os homens estão no comando”.

“Quando surgem problemas ou conflitos, nós resolvemos tudo sob o ponto de vista de uma mulher, tentando encontrar o consenso em vez do conflito.”

“Nós compartilhamos tudo, até mesmo a terra que trabalhamos. Ninguém compete com ninguém aqui. São todos por um e um por todos.”

“A cidade inteira se reuniu recentemente para ajudar a comprar uma enorme TV widescreen para o nosso Centro Comunitário para que possamos assistir às novelas juntos e sempre sobra tempo para as fofocas, experimentar as roupas e fazer os cabelos e unhas umas das outras.”

A maioria das mulheres de Noiva do Cordeiro têm entre 20 e 35 anos.

Darci Piedade, de Noiva do Cordeiro, curte ‘O Milionário’ que foi gravada pelos Incríveis em 1966.

As fotografias foram publicadas nas páginas da Internet das moças de Noiva do Cordeiro

Lourdes Nassif

Redatora-chefe no GGN

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17 Comentários
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  1. Toinu Já

    29 de agosto de 2014 1:48 pm

    E o paraíso existe!

    Inté, qui já voinu!

  2. A.R.Carvalho

    29 de agosto de 2014 1:59 pm

    Espetacular.

    Espetacular.

  3. Cunha

    29 de agosto de 2014 2:45 pm

    Quando os homens forem para

    Quando os homens forem para lá é capaz de estragarem tudo. 

    1. Robson Moreno

      29 de agosto de 2014 4:23 pm

      De acordo Cunha!

      De acordo Cunha!

  4. Eduardo Pereira da Silva

    29 de agosto de 2014 2:48 pm

    Já estou fazendo as malas.

     

    Já estou fazendo as malas… hehehehe    faltou apenas dizer se tem pousada por lá ou se vou ter que levar uma barraquinha de acampamento… rs rs rs

  5. DeBarros

    29 de agosto de 2014 2:52 pm

    O Paraíso !
    Vou correndo me

    O Paraíso !

    Vou correndo me mudar pra la!

    1. Paçar Gado

      29 de agosto de 2014 2:59 pm

      Lógico!

      Se melhorar, estraga!

  6. jns

    29 de agosto de 2014 3:28 pm

    Da felicidade

    Quantas vezes a gente, em busca da ventura,
    Procede tal e qual o avozinho infeliz:
    Em vão, por toda parte, os óculos procura
    Tendo-os na ponta do nariz!

    Mário Quintana

    Fernadinha e Erika onde o povo está

    [video:http://youtu.be/qGkDyKIzRPQ width:600 height:450]

    [video:http://youtu.be/ktbGz_Q6U28 width:600 height:450]

    [video:http://youtu.be/I_4JVwE-x3s width:600 height:450]

  7. Cook

    29 de agosto de 2014 3:34 pm

    Minha mulher disse que aceita

    Minha mulher disse que aceita negociar meu passe e que se não der acordo eu posso ir com passagem só de ida…….ela é tão boazinha !!!!!……

  8. JbMartins

    29 de agosto de 2014 3:56 pm

    Verdade

    Quem disse que o paraiso não existe, vou juntar uma enchada e uma foice, estou de muda. O paraiso fica ali em pasargada.

  9. J Fernando

    29 de agosto de 2014 4:33 pm

    Não é bem assim não…
    Reportagem do G1, com moradoras da cidade, desmente algumas inverdades do texto:
    http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2014/08/cidade-de-beldades-desmente-boato-internacional-de-campanha-por-homens.html

  10. Robson Moreno

    29 de agosto de 2014 4:37 pm

    Que lugar maravilhoso! O

    Que lugar maravilhoso! O paraiso! E todas falando com aquele sotaque mineiro de derreter qualquer um!

    Falando em mineiras, lembrei-me disto:

    Sotaque mineiro: é ilegal, imoral ou engorda?

    Felipe Peixoto Braga Netto

    ”Minas não é palavra montanhosa.
    É palavra abissal. Minas é dentro
    E fundo”

    Carlos Drummond de Andrade

    Gente, simplificar é um pecado. Se a vida não fosse tão corrida, se não tivesse tanta conta para pagar, tantos processos — oh sina — para analisar, eu fundaria um partido cuja luta seria descobrir as falas de cada região do Brasil.

    Cadê os lingüistas deste país? Sinto falta de um tratado geral das sotaques brasileiros. Não há nada que me fascine mais. Como é que as montanhas, matas ou mares influem tanto, e determinam a cadência e a sonoridade das palavras?

    É um absurdo. Existem livros sobre tudo; não tem (ou não conheço) um sobre o falar ingênuo deste povo doce. Escritores, ô de casa, cadê vocês? Escrevam sobre isto, se já escreveram me mandem, que espero ansioso.

    Um simples” mas” é uma coisa no Rio Grande do Sul. É tudo menos um “mas” nordestino, por exemplo. O sotaque das mineiras deveria ser ilegal, imoral ou engordar. Porque, se tudo que é bom tem um desses horríveis efeitos colaterais, como é que o falar, sensual e lindo (das mineiras) ficou de fora?

    Porque, Deus, que sotaque! Mineira devia nascer com tarja preta avisando: ouvi-la faz mal à saúde. Se uma mineira, falando mansinho, me pedir para assinar um contrato doando tudo que tenho, sou capaz de perguntar: só isso? Assino achando que ela me faz um favor.

    Eu sou suspeitíssimo. Confesso: esse sotaque me desarma. Certa vez quase propus casamento a uma menina que me ligou por engano, só pelo sotaque.

    Mas, se o sotaque desarma, as expressões são um capítulo à parte. Não vou exagerar, dizendo que a gente não se entende… Mas que é algo delicioso descobrir, aos poucos, as expressões daqui, ah isso é…

    Os mineiros têm um ódio mortal das palavras completas. Preferem, sabe-se lá por que, abandoná-las no meio do caminho (não dizem: pode parar, dizem: “pó parar”. Não dizem: onde eu estou?, dizem: “ôndôtô?”). Parece que as palavras, para os mineiros, são como aqueles chatos que pedem carona. Quando você percebe a roubada, prefere deixá-los no caminho.

    Os não-mineiros, ignorantes nas coisas de Minas, supõem, precipitada e levianamente, que os mineiros vivem — lingüisticamente falando — apenas de uais, trens e sôs. Digo-lhes que não.

    Mineiro não fala que o sujeito é competente em tal ou qual atividade. Fala que ele é bom de serviço. Pouco importa que seja um juiz, um jogador de futebol ou um ator de filme pornô. Se der no couro — metaforicamente falando, claro — ele é bom de serviço. Faz sentido…

    Mineiras não usam o famosíssimo tudo bem. Sempre que duas mineiras se encontram, uma delas há de perguntar pra outra: “cê tá boa?” Para mim, isso é pleonasmo. Perguntar para uma mineira se ela tá boa, é como perguntar a um peixe se ele sabe nadar. Desnecessário.

    Há outras. Vamos supor que você esteja tendo um caso com uma mulher casada. Um amigo seu, se for mineiro, vai chegar e dizer: — Mexe com isso não, sô (leia-se: sai dessa, é fria, etc).

    O verbo “mexer”, para os mineiros, tem os mais amplos significados. Quer dizer, por exemplo, trabalhar. Se lhe perguntarem com o que você mexe, não fique ofendido. Querem saber o seu ofício.

    Os mineiros também não gostam do verbo conseguir. Aqui ninguém consegue nada. Você não dá conta. Sôcê (se você) acha que não vai chegar a tempo, você liga e diz:

    — Aqui, não vou dar conta de chegar na hora, não, sô.

    Esse “aqui” é outro que só tem aqui. É antecedente obrigatório, sob pena de punição pública, de qualquer frase. É mais usada, no entanto, quando você quer falar e não estão lhe dando muita atenção: é uma forma de dizer, olá, me escutem, por favor. É a última instância antes de jogar um pão de queijo na cabeça do interlocutor.

    Mineiras não dizem “apaixonado por”. Dizem, sabe-se lá por que, “apaixonado com”. Soa engraçado aos ouvidos forasteiros. Ouve-se a toda hora: “Ah, eu apaixonei com ele…”. Ou: “sou doida com ele” (ele, no caso, pode ser você, um carro, um cachorro). Elas vivem apaixonadas com alguma coisa.

    Que os mineiros não acabam as palavras, todo mundo sabe. É um tal de bonitim, fechadim, e por aí vai. Já me acostumei a ouvir: “E aí, vão?”. Traduzo: “E aí, vamos?”. Não caia na besteira de esperar um “vamos” completo de uma mineira. Não ouvirá nunca.

    Na verdade, o mineiro é o baiano lingüístico. A preguiça chegou aqui e armou rede. O mineiro não pronuncia uma palavra completa nem com uma arma apontada para a cabeça.

    Eu preciso avisar à língua portuguesa que gosto muito dela, mas prefiro, com todo respeito, a mineira. Nada pessoal. Aqui certas regras não entram. São barradas pelas montanhas. Por exemplo: em Minas, se você quiser falar que precisa ir a um lugar, vai dizer:

    — Eu preciso de ir.

    Onde os mineiros arrumaram esse “de”, aí no meio, é uma boa pergunta. Só não me perguntem. Mas que ele existe, existe. Asseguro que sim, com escritura lavrada em cartório. Deixa eu repetir, porque é importante. Aqui em Minas ninguém precisa ir a lugar nenhum. Entendam… Você não precisa ir, você “precisa de ir”. Você não precisa viajar, você “precisa de viajar”. Se você chamar sua filha para acompanhá-la ao supermercado, ela reclamará:

    — Ah, mãe, eu preciso de ir?

    No supermercado, o mineiro não faz muitas compras, ele compra um tanto de coisa. O supermercado não estará lotado, ele terá um tanto de gente. Se a fila do caixa não anda, é porque está agarrando lá na frente. Entendeu? Deus, tenho que explicar tudo. Não vou ficar procurando sinônimo, que diabo. E não digo mais nada, leitor, você está agarrando meu texto. Agarrar é agarrar, ora!

    Se, saindo do supermercado, a mineirinha vir um mendigo e ficar com pena, suspirará:

    — Ai, gente, que dó.

    É provável que a essa altura o leitor já esteja apaixonado pelas mineiras. Eu aviso que vá se apaixonar na China, que lá está sobrando gente. E não vem caçar confusão pro meu lado.

    Porque, devo dizer, mineiro não arruma briga, mineiro “caça confusão”. Se você quiser dizer que tal sujeito é arruaceiro, é melhor falar, para se fazer entendido, que ele “vive caçando confusão”.

    Para uma mineira falar do meu desempenho sexual, ou dizer que algo é muitíssimo bom (acho que dá na mesma), ela, se for jovem, vai gritar: “Ô, é sem noção”. Entendeu, leitora? É sem noção! Você não tem, leitora, idéia do tanto de bom que é. Só não esqueça, por favor, o “Ô” no começo, porque sem ele não dá para dar noção do tanto que algo é sem noção, entendeu?

    Ouço a leitora chiar:

    — Capaz…

    Vocês já ouviram esse “capaz”? É lindo. Quer dizer o quê? Sei lá, quer dizer “tá fácil que eu faça isso”, com algumas toneladas de ironia. Gente, ando um péssimo tradutor. Se você propõe a sua namorada um sexo a três (com as amigas dela), provavelmente ouvirá um “capaz…” como resposta. Se, em vingança contra a recusa, você ameaçar casar com a Gisele Bundchen, ela dirá: “ô dó dôcê”. Entendeu agora?

    Não? Deixa para lá. É parecido com o “nem…”. Já ouviu o “nem…”? Completo ele fica:

    – Ah, nem…

    O que significa? Significa, amigo leitor, que a mineira que o pronunciou não fará o que você propôs de jeito nenhum. Mas de jeito nenhum. Você diz: “Meu amor, cê anima de comer um tropeiro no Mineirão?”. Resposta: “nem…” Ainda não entendeu? Uai, nem é nem. Leitor, você é meio burrinho ou é impressão?

    A propósito, um mineiro não pergunta: “você não vai?”. A pergunta, mineiramente falando, seria: “cê não anima de ir”? Tão simples. O resto do Brasil complica tudo. É, ué, cês dão umas volta pra falar os trem…

    Certa vez pedi um exemplo e a interlocutora pensou alto:

    — Você quer que eu “dou” um exemplo…

    Eu sei, eu sei, a gramática não tolera esses abusos mineirosde conjugação. Mas que são uma gracinha, ah isso lá são.

    Ei, leitor, pára de babar. Que coisa feia. Olha o papel todo molhado. Chega, não conto mais nada. Está bem, está bem, mas se comporte.

    Falando em “ei…”. As mineiras falam assim, usando, curiosamente, o “ei” no lugar do “oi”. Você liga, e elas atendem lindamente: “eiiii!!!”, com muitos pontos de exclamação, a depender da saudade…

    Tem tantos outros… O plural, então, é um problema. Um lindo problema, mas um problema. Sou, não nego, suspeito. Minha inclinação é para perdoar, com louvor, os deslizes vocabulares das mineiras.

    Aliás, deslizes nada. Só porque aqui a língua é outra, não quer dizer que a oficial esteja com a razão. Se você, em conversa, falar:

    — Ah, fui lá comprar umas coisas…

    — Que’ s coisa? — ela retrucará.

    Acreditam? O plural dá um pulo. Sai das coisas e vai para o que.

    Ouvi de uma menina culta um “pelas metade”, no lugar de “pela metade”. E se você acusar injustamente uma mineira, ela, chorosa, confidenciará:

    — Ele pôs a culpa “ni mim”.

    A conjugação dos verbos tem lá seus mistérios, em Minas… Ontem, uma senhora docemente me consolou: “preocupa não, bobo!”. E meus ouvidos, já acostumados às ingênuas conjugações mineiras. nem se espantam. Talvez se espantassem se ouvissem um: “não se preocupe”, ou algo assim. A fórmula mineira é sintética. e diz tudo.

    Até o tchau. em Minas. é personalizado. Ninguém diz tchau pura e simplesmente. Aqui se diz: “tchau pro cê”, “tchau pro cês”. É útil deixar claro o destinatário do tchau. O tchau, minha filha, é prôcê, não é pra outra entendeu?

    Deve haver, por certo, outras expressões… A minha memória (que não ajuda muito) trouxe essas por enquanto. Estou, claro, aberto a sugestões. Como é uma pesquisa empírica, umas voluntárias ajudariam… Exigência: ser mineira. Conversando com lingüistas, fui informado: é prudente que tenham cabelos pretos, espessos e lisos, aquela pele bem branquinha… Tudo, naturalmente, em nome da ciência. Bem, eu me explico: é que, características à parte, as conformações físicas influem no timbre e som da voz, e eu não posso, em honrados assuntos mineiros, correr o risco de ser inexato, entendem?

    http://www.releituras.com/ne_fpbnetto_sotaque.asp

  11. Francisco J. Corrêa

    29 de agosto de 2014 5:56 pm

    Só vö pra lá si tivé pincumel

    Só vö pra lá si tivé pincumel e midipipoca prá peritivo. Sinão, doncovim, oncotô, proncovô? 

    Qué sabê?  Fubá  proceis.

  12. 29 de agosto de 2014 6:01 pm

    Mal sabem as meninas de

    Mal sabem as meninas de “Cordeiro”…que aqui fora a situação é até pior….  Homem sozinho, hoje em dia, como bem cantava Ataulfo Alves…….”tá bichada Zé ou tem marimbondo no pé!!! 

    1. Pisquila

      29 de agosto de 2014 6:34 pm

      Kkkkkkkk! Pegou pesado

      Kkkkkkkk! Pegou pesado menina!Quer dizer que se eu me separar da patroa, mesmo com a mercadoria “homem objeto” em falta no mercado, serei considerado pela moçada como “laranja bichada”? Logo agora que dei a mão à palmatória e vejo que o famoso perfil de “homem cafajeste” é realmente o que mais atrai a muherada? Bem, independente de qualquer coisa, informo que em breve haverá mais um cafajeste disponível no mercado… (rs…rs…rs…).

      1. 30 de agosto de 2014 12:58 am

        Pisquila, o mercado está em

        Pisquila, o mercado está em crise….todo ele e para todos os lados!!  Mercadoria escassa esse tal de homem!!  Nessa toada, só em museu !!  De jeito maneira…não disse isso….que se vc voltar para o mercado, será considerado laranja bichada mas a vida não tá fácil.  O Homem cafageste é  folclore.  Na hora do “vamo ver”, queremos é alguém pra chamar de nosso….que seja romântico na medida certa, que seja carinhoso, na medida certa, e que tenha um pouco de cafageste, na medida certa afinal, tudo que é perfeito, enjoa.  hehehehe…..

  13. altamiro souza

    29 de agosto de 2014 11:40 pm

    lá serei amigo das rainhas
    e

    lá serei amigo das rainhas

    e dormirei na cama que escolherei?

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