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Sócio foragido da TelexFree está no Brasil, diz Justiça dos EUA
Segundo autoridades dos Estados Unidos, o sócio teria fugido pelo Canadá para São Paulo
Autoridades americanas afirmam que o sócio brasileiro da TelexFree, está no Brasil. Ele é considerado foragido pela polícia local desde a última sexta-feira. Segundo o Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos, sua fuga teria começado em 15 de abril, quando a sede da companhia, em Marlborough, no estado americano de Massachusetts, foi invadida por agentes federais americanos, após uma investigação apontar evidente prática de pirâmide financeira – a TelexFree teria levantado mais de 1 bilhão de dólares de maneira fraudulenta.
Para escapar da vigilância da polícia americana, o sócio, primeiramente, dirigiu seu carro BMW com a filha, até o Canadá. Ele cruzou a fronteira dos EUA, na província de Quebec, por volta de 23 horas daquela terça-feira, 15 de abril. Dois dias depois, pai e filha teriam embarcado em um voo da Air Canada de Toronto para São Paulo. O Sócio entrou no país usando um passaporte brasileiro. Nesse mesmo dia, agentes federais executaram um mandado de busca e apreensão na casa dele, onde estava sua esposa. Ela teria dito às autoridades que o marido estava em um hotel, conforme recomendação de advogados. Na noite dessa quarta-feira, a esposa foi presa no aeroporto de Nova York tentando deixar os Estados Unidos, segundo o jornal “The Boston Globe”. Ela estava sendo procurada como uma das testemunhas dos crimes financeiros cometidos pela matriz da TelexFree nos EUA.
Na sexta-feira, 9 de maio, outro sócio da TelexFree, foi preso nos EUA acusado de fraude financeira. Se forem condenados, os executivos podem pegar até vinte anos de prisão.
Cenário – Os bens da TelexFree foram bloqueados pela Justiça de Massachussetts no mês passado e o diretor financeiro da empresa, que foi pego tentando fugir com inúmeros cheques no valor de 38 milhões de dólares destinados aos donos da TelexFree nos EUA. Segundo a procuradora Carmen M. Ortiz, que assinou parecer sobre o caso, o escopo da suposta fraude “é de tirar o fôlego”. “Esses réus planejaram um esquema que captou centenas de milhões de dólares de pessoas que trabalham duro no mundo todo.”
A filial brasileira está sob investigação desde o ano passado por prática de pirâmide no Brasil, com os bens bloqueados e impedida de funcionar por uma decisão da Justiça do Acre. Ela foi recentemente condenada pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, órgão da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon/MJ) a pagar uma multa de 5,590 milhões de reais por operar “esquema financeiro piramidal“, que é crime contra a economia popular no Brasil.
IV AVATAR
16 de maio de 2014 10:18 amCoxinhas em festa
Esse os coxinhas vão defender com unhas e dentes, extradição nem pensar, dirão
Gilberto Cruvinel
16 de maio de 2014 10:42 amNo Brasil, o grave e
No Brasil, o grave e circunspecto Excelentíssimo Sr Ministro de Estado da Justiça, José Eduardo Cardoso só foi capaz, depois de meses de alertas deste blog e da justiça do Acre se manifestar, só foi capaz de aplicar uma … multa. Prender a bandidagem que comandava a pirâmide Telexfree nem pensar. Nisso, não sabemos imitar os americanos. É preciso comprovar que era uma pirâmide dizia o Ministro, de preferência um estatuto da pirâmide lavrado em cartório.
Claro, o bandido perigosíssimo que precisa ser encarcerado na solitária e, de preferência, chicoteado, é José Dirceu.