Duo Foz lança ‘Amálgama’

Após serem premiados na 20ª. Edição do BDMG Instrumental, Natália Mitre e PC Guimarães apresentam primeiro single do disco Interseção dos Mundos, um projeto inédito que une o vibrafone e a guitarra

Jornal GGN – O Duo Foz, formado pela percussionista Natália Mitre e o guitarrista PC Guimarães apresentará no dia 30 de julho nas plataformas digitais, Amálgama, primeiro single do disco Interseção dos Mundos. O álbum, que une o vibrafone e a guitarra, será lançado em setembro pelo recém criado selo mineiro Grão Discos. O single chega logo após o duo ser premiado na noite de 25 de julho no 20º. BDMG Instrumental, nas categorias de composição e performance e também de Melhor Arranjo com sua versão de Drão, de Gilberto Gil.

Amálgama é a primeira composição dos artistas do duo e marca um aprofundamento ainda maior dessa longa parceria. Parte de uma ideia da Natália inspirada nas rítmicas do instrumento chamado gonguê, presente no maracatu de baque virado e na do samba de roda, mas que nessa música tem um viés minimalista. Logo na introdução o título se justifica, com um jogo que começa alternando entre o vibrafone e a guitarra,  criando uma amálgama musical: os instrumentos se somam e se misturam formando um elemento novo, sem prevalência de um sob o outro e dando margem a diferentes formas de escuta.

Natália Mitre é mestre em performance musical e graduada em Percussão pela Universidade Federal de Minas. Foi premiada “Melhor Instrumentista” do XVIII prêmio BDMG Instrumental de 2018, tendo sido a primeira mulher a receber tal prêmio. Atua na cena musical mineira desde 2010, gravou e tocou com Zé Miguel Wisnik e Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra Ouro Preto e Alceu Valença, Luísa Mitre Quinteto, Davi Fonseca Sexteto, Trio Amaranto, Coletivo ANA, Artur Andrés Ensemble, Toca de Tatu, André Mehmari e Alexandre Andrés, Trio Bola Preta entre outros.  

PC Guimarães é bacharel em Música Popular pela UFMG e estudou na New School for Jazz and Contemporary Music (Nova York). Foi premiado “Melhor arranjador” do XVII prêmio BDMG Instrumental (2017) e foi finalista do prêmio de composição com “PC Guimarães Quinteto” (2019) e com Semreceita (2017). Foi arranjador e diretor musical dos discos “Âmago” e “Tá todo mundo mal” de Octávio Cardozzo e gravou e tocou com Dibigode, Graveola, Orquestra Ouro Preto, Irene Bertachini, Pereira da Viola, Chicó do Céu, Rafael Dutra, José Luis Braga e Jhê Delacroix. 

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