19 de junho de 2026

A loucura do Real se valorizando, por André Araújo

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

A loucura do Real se valorizando, por André Araújo

DÓLAR A R$ 3,14. A causa é a entrada de dinheiro especulativo para se aproveitar das mais altas taxas de juros do planeta. Enquanto nas grandes economias os juros são de 1% ao ano, zero por cento ou negativos, aqui os juros estão 7% ao ano acima da inflação. A enxurrada de dólares não beneficia em nada a economia do País e coloca uma hipoteca sobre as reservas cambiais do Banco Central, pois essa massa de dólares a qualquer momento pode querer ir embora levando imensos lucros. Dólar que entra a 3,60 retorna a 3,15, o ganho cambial é fantástico além dos juros. Ganham os especuladores estrangeiros e brasileiros com dinheiro no exterior, ganham os bancos que fazem a intermediação do câmbio, perde a exportação industrial e agrícola e o conjunto da economia produtiva brasileira.

A rebaixa do dólar derruba com as exportações industriais e agrícolas, mas nada disso tem importância para a equipe econômica pois ajuda a “”trazer a inflação para o centro da meta”” enquanto liquida com o que resta da economia do País, aumenta o desemprego, favorece as importações e os gastos de brasileiros no exterior.

Na História econômica não há registro de economia em recessão profunda com juros altos e moeda local se valorizando.

O Brasil inventou um novo tipo de economia, a “economia destrutiva por opção”.

O maior ramo de negócios do País é hoje a arbitragem de câmbio x juros, a alegria do mercado financeiro.

Andre Motta Araujo

Advogado, foi dirigente do Sindicato Nacional da Indústria Elétrica, presidente da Emplasa-Empresa de Planejamento Urbano do Estado de S. Paulo

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

35 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. JSFMarcelo

    10 de agosto de 2016 11:25 am

    André, muita gente  que

    André, muita gente  que conheço aplaude a valorização do real, estão contentes com a queda do dólar. Não entendo de economia, vejo que para o povo o que importa é o preço dos alimentos, energia, água caiam, pelo menos não aumente mais.

    1. Francy Lisboa

      10 de agosto de 2016 12:38 pm

      pelo visto nao entende mesmo.

      pelo visto nao entende mesmo.

    2. Andre Araujo

      10 de agosto de 2016 1:35 pm

      A exportação de produtos

      A exportação de produtos manufaturados é extremamente sensivel à cotação do dolar. A margem de lucro no mercado externo é minima porque há muita competição no mundo em todas as areas. Para exportar é preciso cotar preço muito baixo, quase empatando com custos. Quando a cotação cai a exportação entra no prejuizo,  o exportador cumpre os contratos firmados porque não pode deixar de cumprir mas não batalha por novas vendas.

      Grande parte das exportações industriais são dentro de  grupos internacionais, por exemplo, a Caterpillar tem um enorme fabrica em Piracicaba que exporta para os Estados Unidos. Se a cotação do dolar caiu muito a excportação a partir do Brasil fica inviavel e a Matriz transfere essa produção para outro Pais, com isso o Brasil perde exportação e empregos.

  2. Pedro Carlos Penido Veloso dos Anjos

    10 de agosto de 2016 11:31 am

    Ou o Brasil acaba com o

    Ou o Brasil acaba com o rentismo, ou….

    1. Marcelo33

      10 de agosto de 2016 12:37 pm

      O rentismo já acabou com o

      O rentismo já acabou com o Brasil !!! Se não acabou, irá acabr !!! quem entrou, entrou para issso 1!!!

  3. peregrino

    10 de agosto de 2016 11:56 am

    economia faz-D-conta para quem tem dinheiro…

    e economia faz-A-conta para quem não tem ( sempre desfavorável ao devedor )

    e assim crescem, se distanciando cada vez mais uma da outra

    parabéns, Andre

    1. peregrino

      10 de agosto de 2016 12:03 pm

      jogue em uma calculadora financeira…

      e obtenha a melhor e mais exata das resposta: juros baixos igualam quem tem e quem não tem

  4. j.marcelo

    10 de agosto de 2016 12:00 pm

    Estava pensando justamente
    Estava pensando justamente isso AA,estamos sendo uma
    NAÇÃO AUTODESTRUTIVA,tudo isso ocorre porque está faltando
    AMOR A PÁTRIA aos protagonistas do nosso País!!
    Obs: Sei do perigo de ser um nacionalista ferrenho,mas no caso
    do Brasil é o que precisa!!

  5. lfmrodrigues

    10 de agosto de 2016 12:20 pm

    setembro dourado

    Claro que o dolar está caindo. Cairá até ao apear definitivo. Será um setembro glorioso!

    Eu não estava aqui em 98, mas o André estava. Porque se admira? Porque se indigna? Está sem dolar para trocar por real depois?

    Já agora.. como fica a inflação quando estourar o cambio? Os juros subirão de novo?

     

    1. Francy Lisboa

      10 de agosto de 2016 12:39 pm

      Vc é esperto mesmo hein., um

      Vc é esperto mesmo hein., um típico do Brasil sil sil.

       

      1. lfmrodrigues

        10 de agosto de 2016 12:48 pm

        Deixei o comentário a respeito de inflação para que se entendesse a ironia… não foi suficiente. Incauto.

        Comentei porque o post parece ingénuo. Mas virou post.

        O Nassif já deixou cristalino há uns dias o funcionamento da gangora especulativa no brasil, feita com cambio e juros da dívida. É um circulo. Quem se beneficia deste circulo está ou pilotando ou financiando o “chamado golpe”. Se não sabe o que é um chamado golpe… pergunte ao André.

         

  6. Renato Lazzari

    10 de agosto de 2016 12:23 pm

    “O Brasil inventou um novo

    “O Brasil inventou um novo tipo de economia, a ‘economia destrutiva por opção’.”

    Desculpe mas não é novidade, caro André. É a economia que todo império impôs às suas colônias ao longo da história. Ou você crê que os substitutos de Dilma estão a serviço de outros – por exemplo, do Brasil – que não o capital estrangeiro? Se mesmo com Dilma lá essa turma já estava conseguindo infiltrar-se… só faltava era tirá-la. Bem… não se trata de Dilma apenas e pessoalmente mas de uma “turma” que tinha o poder institucional.

    Assim como a “crise de 2008” – na verdade Golpe do Capital Contra Mercados e Países (GCCMP) de 2008 – não tem outro objetivo que não reconcentrar poder econômico (“Que bobagem é essa dessa molecada de Wall Street ficando milionária?”), o que está acontecendo conosco é que estávamos ficando muito independentes, muito soberanos, muito prósperos.

    Esses chutares dos paus de barracas que o Capital promove quando se sente acuado são terríveis! Quem não se lembra da hiperinflação dos ’80, quando o Capital imaginou que ia perder seus pittbulls, os militares, quando supos que a CF de ’88 poderia recompor a Democracia?

    Pode ser – mas duvido – que seja inconsciente. Mas que não é mera coincidência… ah, isso não é mesmo.

  7. jose adailton v ribeiro

    10 de agosto de 2016 1:13 pm

    A ladeira abaixo

    Desde quando o país começou a utilizar esta invenção? Esta é a questão crucial e polêmica.

    “O Brasil inventou um novo tipo de economia, a “economia destrutiva por opção”.”

    1. André élebê

      10 de agosto de 2016 2:11 pm

        Na modalidade atual, a

        Na modalidade atual, a brincadeira começou em 1994, com a âncora cambial do Real e a elevação dos juros à estratosfera.

        Quem tem boa memória lembra do então presidente do BC, o gângster Gustavo Franco, falando que era até bom o Brasil se endividar, pois isso nos “inseria na economia mundial”. Inseria de quatro, obviamente, uma posição em que ele e os amiguinho$ adoram nos ver.

  8. Marcelo Nascimento

    10 de agosto de 2016 1:28 pm

    A inflacao no Brasil depende

    A inflacao no Brasil depende muito do cambio.

    Todo trigo eh importado.

    Materia prima para remedios sao 90% importados.

    E tantas outras coisas que aumentando o cambio aumenta a inflacao para a populacao.

    1. André élebê

      10 de agosto de 2016 2:09 pm

        Pois me aponte UMA ÚNICA

        Pois me aponte UMA ÚNICA VEZ em que a valorização do Real levou ao barateamento dos remédios ou do pão.

        De mais a mais, quando o câmbio valorizado destrói nossas reservas financeiras e a moeda sofre uma MAXIdesvalorização, não adianta choramingar.

        Colega, já passamos POR TODO ESSE CENÁRIO no período 1994-2004 (de FHC até metade do primeiro governo Lula). É SÉRIO que você não entende no que isso vai dar?

        Inclusive te adianto uma coisa: a distribuição de “bondades” pelo Temer não é só para ajustar compromissos, é para a corda arrebentar mais rápido. Dá um certo trabalho queimar nossas reservas de aproximadamente US$380.000.000.000,00.

    2. francisco niterói

      10 de agosto de 2016 2:46 pm

      E o que difere do resto do mundo?
      Todos os países do mundo tem dependências do exterior.

      Ou todo mundo produz tudo de que necessita?

      O Japão produz alimentos em abundância? A união européia possui independência energética? O preço do petróleo hj tá baixo, mas já chegou a 140 dólares.

      Mas vamos ao trigo: ele é, por ex, 100 por cento do custo do pão? Não há o custo dos salários? Dos impostos daqui? Etc, etc.

      O mesmo para os remédios. É tudo somente insumos? E não podemos fazer política industrial pra resolver esses gargalos?

      Quando houve o choque energético com a seca, a inflação produzida não era conjuntural?

      O que vc propõe indiretamente é destruir a economia ao focar tão somente na inflação.

      Não seria melhor aumentar a competitividade da economia brasileira?

      Com isso teremos mais exportações, empregos aqui e tudo isso gerando impostos a serem aplicados em infraestrutura que traz como consequência um maior controle da inflação.

      mas o que se faz hj é o controle obtuso da inflação. Obtuso para o país, mas muito rentável pra elite financeira, nesse caso incluída a mídia que com isso faz esse discurso que envolve muita gente, como se vê do seu comentário.

    3. Paulo F.

      10 de agosto de 2016 6:00 pm

      Para cabeça do sec. XVIII recomenda-se Piketty.

      O problema é o baixo poder aquisitivo da população. De quanto é o salario mínimo? Em doláres?

      Mas o trabalhador é tratado à pão, água e chicote.

      E temos a elite mais predatória do planeta.

      O câmbio é usado hoje como foi na República Velha.

      Qual é a apropriação realizada pelos 1% mais ricos da população brasileira?

      A hipótese do frances Piketty resolve a equação.

       

  9. CB

    10 de agosto de 2016 1:31 pm

    O que esta lambança toda,

    O que esta lambança toda, inclusive a nova privataria e quebra das grandes empresas nacionais representa em termos das reservas cambiais, contas externas, FMI, etc?

  10. gabi_lisboa

    10 de agosto de 2016 1:53 pm

    Mas a pausa democrática que vivemos não era também para

    garantir viagem pra Disney/Miami mais barata? 

    1. Andre Araujo

      10 de agosto de 2016 3:54 pm

      Especialmente para

      Especialmente para funcionarios publicos que tiveram recente aumento de vencimentos, a unica categoria no Pais que teve aumento com garantia de emprego, ferias certinhas de 30 dias, podem ir à Disney sossegados.

      1. Marcos Carvalho Campos

        11 de agosto de 2016 2:32 am

        Só o judiciario teve aumentos

        Só o judiciario teve aumentos (reajuste acima da inflação) o resto está se ferrando. Se for a Miami irá encontrar muito Juizes brasileiros por lá , inclusive com belas mansões na praia.

  11. R. Vizin

    10 de agosto de 2016 1:59 pm

    Loucura nada, é proposital, racional e lógico

    Como escreveu Shakespeare em uma das suas obras, “essa loucura tem método”, ou seja, tem lógica. Foi exatamente para isso que deram o Golpe de Estado. Bom para os rentistas que patrocinaram o golpe, e o resto da choldra que se ferre, como sempre aconteceu na Colônia da Banânia….

  12. André élebê

    10 de agosto de 2016 2:05 pm

      Esse esquema, no Brasil, é

      Esse esquema, no Brasil, é velho de pelo menos 22 anos.

      O André sabe, eu sei, muita gente sabe, mas mais gente ainda só lembra do passado a partir de ontem.

      A premissa (o item zero) é a de sempre: a inflação está “alta”, e só é possível resolver com “pancada nos juros”, isto é, juros altíssimos. Digo e repito, os índices de inflação no primeiro mundo desprezam o efeito de produtos sazonais, justamente para não se chegar à aberração que é o preço do tomate influenciar no valor de venda de automóveis. Teremos em seguida:

      1) Valorização cada vez maior do Real, destruindo nossa balança comercial (a classe média adora, vai ao exterior e depois de uns dois anos reclama porque está sem emprego, já que empresa nenhuma aguenta competir com importado barato);

      2) O déficit na balança fará nossas reservas financeiras evaporarem;

      3) A queda na arrecadação servirá de desculpa para os banqueiros no BC aumentarem os juros, sob o argumento de necessidade de “choques de confiança”, o que joga água no moinho da atração de capital especulativo e maior valorização do Real, causando novas quedas de arrecadação;

      3-A) Daí também ocorrem privatizações na bacia das almas, com resultados financeiros que mal cobrem UM OU DOIS DIAS DE ATAQUES ESPECULATIVOS;

      4) Em dado momento as contas não fecham, daí chegamos a maxidesvalorizações e “cartas de intenções” com o mau e velho FMI.

      Por fim, conseguimos o resultado esperado: desemprego em massa, queda brutal na arrecadação e no poder de compra dos salários e corte de toda e qualquer despesa que não seja com juros. É fórmula para FAZER UM PAÍS QUEBRAR.

      O que me dói é que, mesmo o filme sendo conhecido, SEMPRE aparece uma boa e ingênua alma para pregar o “sacrifício” de resultado misterioso, como se Economia funcionasse em bases religiosas, ou fica feliz da vida porque o preço do feijão caiu. Depois, quando tudo afunda, nem desconfia da relação entre os fatores.

     

  13. Andre Araujo

    10 de agosto de 2016 2:41 pm

    A politica economica de Ilan

    A politica economica de Ilan Goldjain tem nome e historia: CONTROLE DA INFLAÇÃO ATRAVÉS DO CAMBIO, foi praticada por Carlos Menem na Argentina e por Gustavo Franco no Brasil,  na decada de 980, ambas acabaram em MEGA DESASTRES que necessitaram desesperados socorros do FMI.

    Domingo Cavallo, Gustavo Franco e Ilan Goldfajn, os MAGOS dessa politica tem a mesma origem academica, cursos de pós-graduação nos Estados Unidos e todos acreditavam e continuam acreditando que estavam e estão certissimos porque suas equações matematicas comprovam o acerto.. Gustavo Franco, arrastado à força para fora da presidencia do Banco Central, continua achando que ele estava certo e o mun do estava errado e acha até hoje, Cavallo é a mesma coisa, esses

    genios  sem auto-critica são os pais dos piores desastres historicos em politica economica em todos os tempos.

    1. Andre Araujo

      10 de agosto de 2016 2:46 pm

      Decada de 1990, corrigindo.

      Decada de 1990, corrigindo.

    2. Renato Lazzari

      10 de agosto de 2016 8:29 pm

      Menos Luiza que está no Canadá II

      Não sei se está certo partir da ideia de que Goldfajn e Meirelles queiram manter nosso país fora do FMI e manterem-se pessoalmente fora do grupo dos “bons, finos e cheirosos”. Faz bem à carreira profissional e privada deles terem inserido uma economia do tamanho da nossa nessa ciranda.

      Lembremo-nos também, André, que se estamos falando de Meirelles e Goldfajn, estamos falando de um número enorme de assessores, técnicos, economistas igualmente interessados em seus currículuns muito mais do que em pátria, como é a ‘moda’ entre os do capitalismo periférico e tardio.

  14. jose antonio santosjj

    10 de agosto de 2016 3:59 pm

    de acordo!

    Nem sempre concordo com AA, mas desta vez não há como discordar.

    Esta historia vai  acabar mal e nós já sabemos quem vai pagar a conta.

    E  nem pensem que será a ultima vez, logo logo “magicos”  retornam de suas catedras e começa tudo de novo.

  15. joel lima

    10 de agosto de 2016 4:03 pm

    Na vida, não existe graça e

    Na vida, não existe graça e nem desgraça absoluta, que atinja todos ao mesmo tempo. Se o dólar baixo destroi os sobreviventes que produzem no Brasil ( está quase virando um atestado de insanidade querer investir em qualquer coisa produtiva aqui ), é porque beneficia a elite do mercado financeiro usado para o pior dos mundos = o dinheiro que se multiplica a si mesmo, sem gerar nada, nem um parafuso. Com o estouro do real em 99, pós eleição em que FHC jurou de pé junto que o dólar não seria livre, pois afetaria o trabalhador ( lembra alguém que falou x e fez o anti-x  em uma eleição recente? rs ), o Brasil foi pruma crise que acabou com o país ( e a coisa só não foi pior porque o FMI socorreu o Brasil ). A única coisa boa foi que isso sepultou o projeto tucano de continuar no poder e possibilitou a vinda de Lula. 

  16. Eden SP

    10 de agosto de 2016 4:25 pm

    Fiesp, CNI, AEB, cadê o pessoal?

    E onde está o PESO das atuais FIESP, CNI e AEB? 

    Por onde anda os industriais e os traders pra fazer pressão? Será que eles se conformaram com a brincadeira de tomar ACC no Corporate pra investir na Asset do banco? Ou resolveram engajar a família e montar trading importadora de produtos chineses?

    1. Andre Araujo

      10 de agosto de 2016 5:35 pm

      Ninguem tem PEITO para falar,

      Ninguem tem PEITO para falar, a maioria só pensa em proteger a si e seus negocios ou pior ainda, pensa em carreira politica a partir da entidade. O sistema de representação empresarial brasileiro está caduco e não serve para a defesa dos interesses mais legitimos de seus associados, apesar de sua mega arrecadação através do imposto sindical.

  17. Pedro Mundim

    10 de agosto de 2016 5:57 pm

    Mas a outra opção é…

    Mas a outra opção para controlar a inflação é cortar os gastos públicos. E isto ninguém quer. Dilma não quis e Temer não quer.

  18. MBPP

    10 de agosto de 2016 9:22 pm

    É isso mesmo.

    Eu exporto serviços de TI. Faz uns 2 meses fechei um contrato em USD prevendo 3,5 (estava 3,6 na época). Essa semana recebi e hoje fiz o câmbio a 3,14… Além disso o Itaú me tira 6% na cotação do momento (me pagou 2,95) e me cobra R$105 de taxa por câmbio… Como é que dá para planejar algo nessa merda de pais com o câmbio variando 11% em 2 meses?

    1. Héliton

      11 de agosto de 2016 5:11 am

      Payoneer

      Use o Payoneer, eles te cobram apenas 2% na taxa de conversão pra real e depositam direto na tua conta sem taxas escondidas.

      Se a cotação estiver em 3,2, vc vai ganhar 3,2 – 2% 🙂

  19. Ze Guimarães

    11 de agosto de 2016 12:17 am

    A crise vai se agravar e continuar

    Sim, caro Araújo, a crise vai se agravar e durar muito tempo. Isto será bom, pois a insatisfação popular também irá ferver. Já agora alguns começam a estranhar a crise que não quer passar. Imagine daqui há alguns anos. E como serão os tucanos e ou Pmdbistas que estarão no poder, eles é que vão levar a culpa pelo desastre. Mas só vai levar o país a rever esta política quando afetar a elite e a classe média alta, então vai lever um bom tempo para mudarem este cenário de barateamento de dolar.

    A única coisa que posso fazer com relação a isto, é comprar um smart phone novo quando o dolar estiver bem baratinho. É claro, se eu ainda tiver emprego até lá.

Recomendados para você

Recomendados