Agronegócio brasileiro fecha trimestre presente em mais de 100 países

Tatiane Correia
Repórter do GGN desde 2019. Graduada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo.
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Setor abriu 26 novos mercados em 2024; montante chega a 104 desde o início do terceiro mandato do presidente Lula

Foto de James Baltz na Unsplash

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) encerrou o primeiro trimestre de 2024 como o mais bem sucedido em termos de aberturas de novos mercados para o agronegócio nacional dentro da série histórica.

Em relação aos números do trimestre, apenas em 2021 se chegou perto do alcançado neste ano, quando foram totalizados 20 mercados em 9 países.

Em termos mensais, março registrou 10 novos mercados em sete países; fevereiro com sete mercados em seis países; e janeiro com nove mercados em cinco países.

Desde o início do ano, somam-se 26 novos mercados abertos em 18 países, alcançando um total de 104 desde o começo de 2023, período em que iniciou o terceiro mandato do presidente Lula e a gestão do ministro Carlos Fávaro no Mapa.

As aberturas de 2024 já contemplam todos os continentes: África – África do Sul, Botsuana, Egito, Omã e Zâmbia; Ásia – Arábia Saudita, Filipinas, Índia, Paquistão e Singapura; Europa – Grã-Bretanha e Rússia; Oceania – Austrália; e Américas – Canadá, Costa Rica, El Salvador, Estados Unidos e México.

Os registros das aberturas não contemplam apenas a venda de produtos tradicionais dos quais o Brasil já exporta, mas também engloba outros produtos agropecuários, como pescados; sementes; gelatina e colágeno; ovos; produtos de reciclagem animal; açaí em pó; café verde; e embriões e sêmens.

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Tatiane Correia

Repórter do GGN desde 2019. Graduada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo.

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