Entenda alguns termos usados por instituições financeiras

Lourdes Nassif
Redatora-chefe no GGN
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Quanto mais cedo desmistificarmos esses termos mais segurança teremos na utilização dos serviços e produtos bancários e financeiros.

Agência Brasil

Ir ao banco, fazer um empréstimo, aplicar seu dinheiro suado, ler uma matéria de economia… motivos não faltam para que faça um esforço em entender os termos usados por instituições financeiras. A fintech sergipana iCred prega a democratização dos vocábulos bancários e explica os mais usados.

Segundo Túlio Matos, co-fundador da iCred, quanto mais cedo desmistificarmos esses termos mais segurança teremos na utilização dos serviços e produtos bancários e financeiros.

“Os serviços bancários tradicionais já estão familiarizados com a utilização de termos que nem sempre são de conhecimento geral. Mas a democratização dos significados é uma maneira de incentivar relações saudáveis entre a economia e o cidadão, fazendo com que as pessoas estejam de fato cientes de suas ações e movimentações financeiras”, afirma o especialista.

Confira o glossário bancário com 9 termos que podem gerar dúvidas:

Consignado: esse é um termo muito popular que se refere a um tipo de empréstimo em que as parcelas são descontadas diretamente na folha de pagamento. A palavra é utilizada no meio bancário como “crédito consignado” ou “empréstimo consignado”;

IOF: o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), como o próprio nome já diz, é o imposto federal sobre todas as operações, sendo as mais comuns o crédito, câmbio e seguros, podendo se estender a títulos e valores imobiliários;

 Deságio: o termo é amplamente utilizado no universo financeiro para indicar taxas e condições que podem ser aplicadas em uma transação. A palavra está diretamente relacionada a um desconto em um investimento, se for comparado ao seu valor nominal efetivo no mercado. A busca de quem investe por ativos em deságio é grande, já que o intuito é encontrar ativos baratos e com grande rentabilidade.

 Liquidez: a palavra é utilizada dentro do contexto de investimentos, e diz respeito ao tempo de resgate de uma aplicação, ou seja, em quanto tempo ela fica disponível de volta para o investidor ou a partir de quando pode ser solicitada de volta. A palavra também remete à facilidade de um ativo se transformar em dinheiro sem que haja perda do seu valor recorrente. Investimentos com liquidez diária, por exemplo, geram lucros todos os dias e podem ser resgatados a qualquer momento;

 CDI: é a sigla para Certificado de Depósito Interbancário (CDI), que são investimentos em forma de títulos emitidos pelos bancos, com prazos de rendimento curtíssimos, de até um dia útil. Ele também é considerado um dos principais índices de referência para outros investimentos de renda fixa;

Financiamento: é quando uma pessoa solicita crédito para a compra de determinado bem. O pagamento é feito por meio de parcelas mensais, diretamente à instituição credora, que repassa o valor ao vendedor;

Débito automático: é um serviço oferecido pelas instituições financeiras que possibilita ao correntista utilizar o saldo da conta para quitar, de forma automática, o pagamento de contas rotineiras, como água, luz, internet, entre outras;

Alienação fiduciária: é uma forma de garantia para pagamentos de dívidas. É considerada uma modalidade de financiamento, onde o devedor fornece algum bem valioso a quem está devendo como forma de garantia de que a dívida será paga. Vale lembrar que, neste caso, o bem passa a ser juridicamente pertencente ao credor, até que a dívida seja quitada;

 Análise de crédito: o termo faz referência a um procedimento padrão realizado por bancos e instituições financeiras antes de oferecer serviços de crédito, como empréstimos, cartões e financiamento. O objetivo é avaliar o perfil do cliente e seu histórico bancário, o que pode ser decisivo para a aceitação ou recusa do serviço.

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