EUA revogam medida antidumping contra aço brasileiro

Tatiane Correia
Repórter do GGN desde 2019. Graduada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo.
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Direito estava em vigor desde 1992 e afetava outros países; segundo MDIC, Brasil foi o único país a ser retirado da medida

Imagem de Dabinielson por Pixabay

A Comissão de Comércio Internacional dos Estados Unidos (USITC, na sigla em inglês) revogou o direito antidumping aplicado às importações brasileiras de tubos soldados de aço não-ligado de seção circular.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o Brasil foi o único país a ser retirado da medida, vigente desde 1992 e que afeta vários outros países.

A decisão foi tomada a partir da conclusão de que a extinção da medida não implicará dano material à indústria estadunidense, o que foi demonstrado pelo governo brasileiro ao longo do processo de revisão, por meio da atuação conjunta da Secretaria de Comércio Exterior do MDIC e do Ministério das Relações Exteriores.

Com isso, os Estados Unidos deixarão de cobrar taxas adicionais de 103,4%, na forma de alíquota ad valorem, na importação de tubos soldados de aço não-ligado originários do Brasil.

“É uma conquista importante que vai expandir mais ainda a exportação siderúrgica de tubos de aço para os Estados Unidos. Aliás, é o quarto direito antidumping retirado de 2022 para cá”, comemorou o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDCI) Geraldo Alckmin.

Apenas em 2023, o país exportou cerca de US$ 1,8 bilhão de obras de ferro fundido, ferro ou aço, dos quais US$ 332 milhões destinados aos EUA, o que representa 18% das exportações brasileiras nesse segmento.

Tatiane Correia

Repórter do GGN desde 2019. Graduada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo.

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