10 de junho de 2026

Galípolo é eleito como um dos 100 líderes globais pela revista Time

Além do compromisso em reduzir a inflação, o presidente do Banco Central ganhou destaque por formular políticas progressistas sem ser populista

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, ganhou destaque na revista norte-americana Time como uma das personalidades com potencial para influenciar o futuro da liderança global.

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O economista integra a lista TIME100 Next. “Gabriel Galípolo me dá esperança de que uma liderança ponderada e baseada em princípios ainda esteja viva — mesmo nestes tempos turbulentos. Como presidente do Banco Central do Brasil, ele está cumprindo o compromisso da instituição de reduzir a inflação, beneficiando todos os brasileiros e especialmente os pobres, que são os mais afetados pela alta dos preços”, justificou Gita Gopinath, professor de economia na Universidade Harvard e ex-primeiro vice-diretor-gerente do FMI.

O presidente do Banco Central se destacou ainda pelas ações que reafirmaram a independência da autarquia, feito descrito como nada desprezível tendo em vista o atual cenário, em que vigoram as cobranças por reduções fiscais.

“O mundo precisa de mais bons exemplos, e Gabriel nos mostra que um formulador de políticas progressista não precisa ser populista. Ele é um trunfo incrível para o mundo da política econômica”, concluiu o professor de Harvard.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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5 Comentários
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  1. Sérgio Santos

    30 de setembro de 2025 4:05 pm

    Patrão em qual partido devo encontrar o candidato ideal?
    Resposta: o meu.
    Hummm… Tá bom!
    Como o dele não é o dos trabalhadores,…
    Essa TIME defende quem?
    Quem são seus anunciantes e assinantes?

  2. Rodrigo Carvalho

    30 de setembro de 2025 7:11 pm

    Por mais que citem o tema , com certeza os que usufruem da alta taxa de juros, bancos e afins, o Galipolo é mais um do mercado, menos mau que os outros Um entendido que realmente quisesse o melhor para o Brasil e o povo, jamais deixaria jorrar tanto dinheiro do erário público para pagamentos de juros.Maid que 10% ao ano já são juros abusivos e transferência de dinheiro público para o mercado. Galipolo para mim, um engodo. isso por ser mais um do tal perverso mercado. Não cola.

  3. Rui Ribeiro

    1 de outubro de 2025 7:38 am

    É um serviçal dos Especuladores, por isso lustram o ego desse imbecil e ele fica se achando a bala que abateu o meu Irmão Lennon

  4. AMBAR

    1 de outubro de 2025 5:58 pm

    Quanto maior a patranha maior o prestígio. Nada como ser rico e bem nascido e ter cara de rico e bem nascido para pousar sorridente e vencedor.

  5. Rui Ribeiro

    2 de outubro de 2025 2:04 pm

    O capital financeiro e seus agenciadores criam um falso dilema a fim de nos convencer que se as a taxa de juro for baixa, a inflação é alta, e se a inflação é alta, a a taxa de juros é baixa. Mas tanto a taxa de juros quanto a inflação são elevadas no Brasil. A causa da inflação é a baixa oferta e a causa da baixa oferta é a alta taxa de juros.

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