22 de junho de 2026

Permanece a paralisia histórica da indústria, por Luis Nassif

No período Bolsonaro, a indústria ficou em zero, houve queda de 2,56% nas indústrias extrativas e alta de 1,36% na de transformação.
Agência Brasil

Os dados da Pesquisa Mensal da Indústria (PMI) do IBGE, referentes ao mês de agosto,  mostram total falta de reação do setor.

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Para evitar oscilações pouco representativas, os dados abaixo foram calculados em cima do acumulado de 12 meses.

Em relação a julho de 2022, houve aumento de 0,11% na indústria em geral, mas queda de 3,57% nas indústrias extrativas e de 0,2% na indústria de transformação.

Em relação a agosto de 2021, houve queda de 2,64% na indústria em geral, de 8,93% nas extrativas e crescimento de 2,66% na de transformação.

No período Bolsonaro, a indústria ficou em zero, houve queda de 2,56% nas indústrias extrativas e alta de 1,36% na de transformação.

No gráfico fica mais nítido a degradação da indústria nos últimos 10 anos.

Na análise dos dados mensais, os gráficos mostram o seguinte:

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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  1. José Carvalho

    7 de outubro de 2022 3:27 pm

    O empresariado brasileiro quer sempre que outros possam encontrar soluções para todos eles. Não existe ação e nem reação por parte de quase ninguém. A indústria fica na mesma já faz tempo, encolhe, encolhe, encolhe e continua encolhendo sem procurar encontrar as próprias saídas. Não olhou para o País e não trabalhou por um mercado interno maior, que desse o impulso para oferecer melhores chances de crescimento para o conjunto econômico do Brasil. Nunca quis fazer parte de uma solução que beneficiasse ao País. Agindo com mesquinharia, arrancando migalhas de quem não tem. Na pior das hipóteses sempre restou vender seu negócio para algum interessado e assim se manter entre aquele grupo dos endinheirados. Sem a precisão de prosperar, de ser melhor amanhã do que hoje, de se enxergar e se reconhecer pertencente a um contexto. Querer crescer sem que o Brasil possa igualmente desfrutar o direito de crescer não parece razoável. O setor precisa de uma autocrítica, precisa saber quem é.

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