4 de junho de 2026

Porque não me surpreende os boatos de uma provável queda do atual governo!

Nas últimas horas jornalistas bem informados começam a espalhar boatos sobre o surgimento de uma bomba que levaria a derrubada do atual governo. Para mim não me surpreende em nada, diria mais é algo francamente previsível e já falei nisto em alguns artigos que postei no meu Blog aqui no GGN, mas a editoria não achou relevante mas quem quiser ler as previsões, coloco os links a seguir (aqui, aqui, aqui e aqui), mas para quem tem preguiça vou colocar um resumo:

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1º) Uma não novidade é que o atual ocupante da presidência da república NUNCA foi o predileto nem de parte do grande capital nacional nem de longe do grande imperialismo internacional.

2º) Como solução improvisada o que ocupa a cadeira da presidência da república foi aceito desde que ele não trouxesse mais problemas do que soluções, ou seja, o gordinho que ocupa a presidência da Câmara faria o papel de primeiro ministro e o presidente de rainha da Inglaterra.

Porém nem o item primeiro nem o segundo foram realizados. Além disto podemos ver situações que se somaram à contrariedade do grande capital (nacional e estrangeiro), que não vão permitir que esperem o fim do segundo ano (a previsão que políticos bem informados deixavam transparecer) e vão ter que derrubar o governo antes do fim do primeiro ano, então vamos lá aos motivos surgidos antes do fim do primeiro anos de mandato.

3º) A grande vantagem do candidato improvisado era que ele possuía uma base política, que muitos atribuem aos milicianos, mas que na verdade era uma base de pessoas ligadas as baixas patentes das forças armadas e das polícias militares. Porém, devido a reforma da previdência dos militares que concentrou o filé mignon para o generalato e deu uma banana para as baixas patentes. Somado a isto, com a insolvência da maioria dos estados da união não haverá nenhuma polpuda recompensa para os quadros inferiores das polícias militares, havendo inclusive uma provável diminuição de benefícios em estados como o Rio Grande do Sul.

4º) A libertação de Lula, que deve ter sido referendada pelo assessor fardado do Presidente do STF, foi um sinal de que não há uma desconformidade tão grande com o ex-presidente solto.

5º) A possibilidade de um alto-golpe (um novo AI-5), não colou nem nos políticos da direita tradicional e mostrou a sua baixíssima adesão dos chamados “intervencionistas” (mais conhecidos no passado como vivandeiras de quartel).

6º) O mais determinante de tudo foi visto no fracasso do leilão do pré-sal, demonstrando que o capital internacional simplesmente não está nem com fôlego e nem com disposição de entrar numa furada de compra de ativos que num continente que está dando sinal de estar na possibilidade de uma imensa revolta em todo ele.

7º) Também não podemos retirar da lista a já bem provável crise da economia internacional que é identificada pela grande presença de empresas “zumbis” que atingem quinze a dezesseis por cento das empresas internacionais, tanto nos Estados Unidos e Canadá como na zona do Euro.

Alguém poderia perguntar por que a pressa de defenestrar o atual governo, muito simples, para não dar tempo que Lula possa participar de uma nova eleição, logo a necessidade é que esta esteja marcada no máximo até março do próximo ano.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

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