Fauzi, acusado de explodir o Porta dos Fundos, é preso na Rússia

O Tribunal Distrital de Ecaterimburgo entendeu que, por estar na lista de procurados da Interpol, Fauzi deveria ser detido.

Jornal GGN – No dia 24 de dezembro de 2019 uma explosão atingiu a sede da produtora Porta dos Fundos.  Em 31 de dezembro do mesmo ano, Eduardo Fauzi foi acusado pela polícia de ter envolvimento no ataque. Só que no dia 29 de dezembro, Fauzi saiu do Brasil rumo à Rússia. O moço foi indiciado à revelia por um tribunal do Rio de Janeiro, em janeiro de 2020, e a Interpol o colocou na lista internacional de procurados.

Esta semana, Fauzi foi preso em Ecaterimburgo

Ato contínuo, a namorada do homem, Anna Cherneykina, disse às autoridades que as acusações do Brasil são difamação e de cunho político.

O Tribunal Distrital de Ecaterimburgo entendeu que, por estar na lista de procurados da Interpol, Fauzi deveria ser detido. E considerou os crimes a ele imputados particularmente graves. No entanto, a publicação do tribunal coloca entre os crimes de Fauzi homicídio qualificado, além da explosão.

Como a Interpol enviou ao tribunal material sobre as acusações que pesam sobre Fauzi, o promotor pediu uma medida preventiva imediata, na forma de detenção. Foi acatado e Fauzi foi preso por 30 dias. As partes terão prazo de três dias para apelação.

O Jornal GGN foi o primeiro a denunciar Fauzi, ao receber farto material criptografado denunciando a ação dele e do grupo Accale. A matéria, de Patrícia Faermann, listava uma série de documentos e áudios comprovando a ação de Fauzi e do grupo. A Polícia, logo depois, passou a procurar Fauzi, que acabou fugindo do Brasil. Leia o material a seguir.

As suspeitas sobre a ACCALE no ataque ao Porta dos Fundos

Com informações do Facebook do Tribunal de Escaterimburgo e do E1.

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