Resultados da educação das comunidades tradicionais de Paraty

Enviado por Mariana Nassif

Dossiê sobre educação das comunidades tradicionais de Paraty

Já escrevi falando que a Vanessa Cancian, a mãe da Yuna e uma das mulheres mais incríveis e de verdade que conheço, é inspiração, né? Hoje, deixo o post que ela fez aqui sobre a educação nas comunidades tradicionais de Paraty, mais uma vitória enorme no que diz respeito ao preservar e resistir, conceito tão importante para que colhamos um amanhã cada vez mais possível, viável e próspero.

Para ter acesso ao Dossiê completo é só clicar aqui. Vale cada linha, cada movimento.

Coletivo de Educação Diferenciada lança Dossiê sobre educação das comunidades tradicionais de Paraty

 


Formação Primeiro Segmento Caiçara do FCT – Foto: Divulgação

Da Comunicação Popular FCT

Por Vanessa Cancian

Construído no início de 2018, O “Dossiê sobre a situação da educação escolar das comunidades tradicionais de Paraty” é um documento que contém a trajetória da luta pela implementação da educação diferenciada no município, a partir da publicação do Plano Municipal de Educação de Paraty (PME) pela Secretaria Municipal de Educação (SME). A criação desse documento foi feita pelo Coletivo de Apoio à Educação Diferenciada, que atua junto ao Fórum de Comunidades Tradicionais (FCT) na luta pela educação.

O FCT luta por uma política de  educação que considere as circunstâncias específicas deste território e se baseie em princípios político-pedagógicos que gerem autonomia para toda a comunidade escolar (alunos, docentes e pais). O grupo reconhece que os processos de aprendizagem de comunidades tradicionais se diferem da educação padronizada dos currículos escolares, pois trazem em sua prática os conhecimentos e  formas de transmissão próprios da comunidade, da cultura e do território em que vivem; e acredita que garantir o acesso à educação escolar para as comunidades tradicionais deve ser uma forma de valorização de suas culturas e de defesa de seus territórios.

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O Dossiê contém  um balanço de dois anos em relação à educação escolar caiçara, indígena e quilombola, mostrando os avanços conseguidos e também os desafios atuais na educação escolar das comunidades tradicionais.
 

Fotos: Comunicação Popular FCT – Eduardo Napoli
 

 

 

 

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