
A informação de que o Ministro da Justiça Sérgio Moro e o da Educação, Ricardo Veléz, assinaram um protocolo de intenções destinados a apurar indícios de corrupção no MEC e suas autarquias é o dado mais sério, até agora, sobre a implantação do estado policial.
Já havia sinais dessa ofensiva nas invasões da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Em cima de pequenas irregularidades montaram um circo, com condução coercitiva de reitores e professores, humilhação pública, levando ao suicídio o reitor da UFSC.
Veléz é reconhecidamente um centurião na luta contra o “marxismo cultural”, seja lá o que isso significa. Moro, um ex-juiz politica e ideologicamente alinhado. E as universidades são um dos últimos resquícios de pensamento independente no país.
Às invasões das duas universidades, seguiu-se uma explosão de interferências de procuradores em outras universidades, obrigando o STF a uma posição clara contra essas interferências.
Espera-se que a Procuradoria Geral da República, o STF e os setores racionais da opinião pública impeçam essa razia, que certamente pretenderá criminalizar qualquer pequena irregularidade administrativa, por razões ideológicas.
Rui Ribeiro
15 de fevereiro de 2019 11:42 amEnquanto isso, ecoa no ar a pergunta que não quer calar:
Cadê o Queiroz?
Ana Torres
15 de fevereiro de 2019 11:53 amNassif, depois da mudança do site não consigo mais dazer meu login. Tenho que abrir nova conta? Além disso, gostaria de perguntar se no item „últimos conteúdos“ você não poderia acrescentar „ver todos“, como era antes, que era super prático e facilitava muito a leitura e a busca de conteúdos. Obrigada.
Ana Torres
Maria Olimpia Junqueira Mancini Netto
15 de fevereiro de 2019 12:15 pmNem eu…
Luis Armidoro
15 de fevereiro de 2019 12:22 pmEu também não consigo, e nem criar um perfil novo
Luis Nassif
15 de fevereiro de 2019 2:54 pmOs desenvolvedores estão trabalhando nesse problema e prometendo solução para as próximas horas.
GalileoGalilei
15 de fevereiro de 2019 12:41 pmNa falta das boas e velhas estrelinhas amarelas, faço eu as minhas para o comentário da Ana: ***** (cinco!)
Acrescentaria, ainda, à sugestão feita, a inserção da quantidade de comentários de cada post nesta lista obtida por “VER TODOS” tal como existia antes. Facilita saber se houve atualizações nos comentários.
A migração do site para a nova plataforma com a consequente correção dos problemas, está se ressentindo de maior agilidade.
Ana Bednarski da Silva
15 de fevereiro de 2019 12:43 pmEu também não consigo mais far login 🙁
Luis Nassif
15 de fevereiro de 2019 2:55 pmTambém já pedimos para implementar o “últimos conteúdos”
Fábio de Oliveira Ribeiro
15 de fevereiro de 2019 12:50 pmNenhuma novidade. Como todo criminoso, o Ministro da Justiça já apresenta sinais de paranoia. No fundo esse duplo do Cabo Bruno nomeado pelo vagabundo Jair Bolsonaro não passa de um Raskólnikov tupiniquim bem vestido. Em algum momento a carreira dele será interrompida pela Justiça.
nelson
15 de fevereiro de 2019 3:52 pmbem vestido? deve comprar roupa na ducal. deve ficar bem com farda de mariner usada pelos latinos que conseguem cidadania americana e viram bucha de canhão do tio sam.
Paulo F.
15 de fevereiro de 2019 4:07 pmA Justiça não existe! É uma ficção.
Rafael, BHte
15 de fevereiro de 2019 1:29 pmsite ficou horrível se pode piorar pq melhorar né? ora
Frank
18 de fevereiro de 2019 11:46 amNão conseguia ter acesso à minha conta. Quando consegui, meu nome de usuário tinha sumido e em seu lugar, meu nome completo (não é secreto, mas quero a opção de usar nome de usuário outra vez).
Também sumiu a opção de “editar” os dados de usuário, assim como “editar postagens” já feitas. Assim, estou postando com um nome de usuário que não é o meu, nas postagens abertas.
RECADO AOS DESENVOLVEDORES:
O público do GGN não é o mesmo povo de Facebook que escreve aki, kkkkk, rs, lol, etc. Esse público costuma corrigir seus posts, nem que seja para ajustar uma concordância verbal.
Editar, apagar, descadastrar são direitos inalienáveis do usuário desse site.
Obrigada pela atenção!
Rafael, BHte
15 de fevereiro de 2019 1:31 pmo moro parece q é crente e é ‘DEls’ o q os une, pero contra nosotros e contra uma sociedade livre
Lourival Almeida de Aguiar
15 de fevereiro de 2019 2:19 pmCom o obscurantismo em implantação pelo atual governo corremos o risco de um retorno (ampliado) aos piores momentos da ditadura militar!
RESISTIR É PRECISO!
Maria da Graça Reis
15 de fevereiro de 2019 3:38 pmPassamos por momentos questionáveis e extirpar corrupção NÃO pode confundir-se com perseguir A, B ou C. NÃO CONFORMIDADES às prestações de contas, auditadas pelos órgãos competentes, devem ser aceites, analisadas e objeto de treinamento para que os profissionais façam mais e melhor com os recursos alocados. Cabe à imprensa divulgar de forma informativa e construtiva e, NÃO fazer títulos de matérias como se tratasse de CAÇA ÀS BRUXAS. Vamos construir novos e saudáveis tempos no Brasil.
Jânio Rodrigues Lopes
16 de fevereiro de 2019 9:44 amPerfeito. Um detalhe: o buraco é mais profundo. Esse estado de exceção chegou ao ápice que nem nos anos de chumbo por conta EXCLUSIVA da Globo. O ex juiz foi cooptado pelo “sistema” para garantir o domínio desta colônia pelo império dominante. Precisamos, sim, de regular a mídia. Vão dizer, é claro, que será a volta da censura. Mas é só tratá-la com os fatos históricos sem medo.
Frank
16 de fevereiro de 2019 6:47 amO sociopata quer cuspir no prato em que comeu. Depois de grassar anos em uma Universidade Federal enquanto juizava na 13ª vara fez amigos e desafetos. O primeiro em número bem menos. A imparcialidade leva-o a atacar todo o sistema federal de ensino para mostrar aos desafetos o que é bom para a tosse seca.
Já passou da hora de internar esse sujeito.
Anacleto Chavez
21 de fevereiro de 2019 7:36 pmEu acredito seriamente que necessite de uma investigação na área da educação, não estou falando talvez no quesito universidade-ensino, mas no quesito, superfaturamento de empresas pra criação de material didático, desde ensino anos iniciais até ensino superior, percebe-se a sequencia de livros educacionais redigidos por empresas que sempre tiveram escolhas no governo, e não na votação da maioria, também muitas dos equipamentos já vem com empresas de nome e sobrenome, e muito se sabe do superfaturamento das mesmas, inclusive no mundo das EAD. Mas infelizmente, não acredito que seja esse o governo que investigará isso.