Jornal GGN – O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), representando o Brasil, e a Texas Tech University (Universidade de Tecnologia do Texas), representando os Estados Unido, firmaram um pacto que vai favorecer o envio de estudantes brasileiros para o exterior. A escola americana oferece mais de 150 cursos e possui 60 centros de pesquisa e institutos. O governo federal comemora a nova porta aberta para além do Ciência Sem Fronteiras.
Enviado por Assis Ribeiro
Brasil faz acordo para promover formação de estudantes nos Estados Unidos
Do Muda Mais
Dar oportunidade para que os brasileiros possam estudar no exterior não é mais uma exclusividade do Ciência Sem Fronteiras. Embora o programa já tenha dado suporte para mais de 80 mil estudantes, o governo do Brasil tem investido cada vez mais em diversas outras frentes para ampliar as possibilidades para a educação fora do país. Agora, os brasileiros interessados no campo de ciência e tecnologia terão mais uma porta aberta: o estado do Texas, nos Estados Unidos.
Os dois países assinaram um acordo para desenvolver pesquisas conjuntas e fazer intercâmbio de estudantes e pesquisadores entre si (link is external). As ações fazem parte do pacto firmado entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), representando o Brasil, e a Texas Tech University (Universidade de Tecnologia do Texas), representando os Estados Unidos. A escola americana oferece mais de 150 cursos e possui 60 centros de pesquisa e institutos.
O acordo é um dos inúmeros avanços que o Brasil tem alcançado no campo científico nos últimos tempos. Além dele, os Estados Unidos estão dispostos a firmar novas parcerias com o setor aeroespacial do Brasil, o que significa que ainda mais bolsistas brasileiros devem ser recebidos pelo programa de incentivo ao intercâmbio.
Outros países também têm demonstrado interesse em compartilhar do campo de ensino e pequisa científica do Brasil. No início deste mês, a Holanda integrou-se ao Programa de Cooperação na Formação de Recursos Humanos Qualificados, e deve fazer o caminho contrário, enviando pesquisadores, professores e tecnólogos para pesquisar, ensinar e trabalhar em universidades brasileiras.
O interesse internacional pelo Brasil no campo da ciência não é por acaso. Foi provocado quando o governo federal tomou a decisão estratégica de destinar um orçamento de R$ 9,5 bilhões para o ministério da Ciência, Tecnologia e Informação (MCTI), dos quais R$ 1,7 bilhão são repassados ao CNPq. De acordo com a revista norte-americana, Nature, especializada em ciência, o Brasil é o único país do continente a destinar mais de 1% de toda a sua economia para pesquisa e desenvolvimento.
Assis Ribeiro
17 de agosto de 2014 2:43 pmEsse é o Brasil que procura
Esse é o Brasil que procura avançar.
Matéria que você não lerá na grande mídia.
Uns querem menos estado e menos gastos. Outros:
“O interesse internacional pelo Brasil no campo da ciência não é por acaso. Foi provocado quando o governo federal tomou a decisão estratégica de destinar um orçamento de R$ 9,5 bilhões para o ministério da Ciência, Tecnologia e Informação (MCTI), dos quais R$ 1,7 bilhão são repassados ao CNPq.”
Educação é planejamento de futuro.
tROCO
18 de agosto de 2014 5:57 amE como o país só tem rábula
E como o país só tem rábula como docente para tudo isso, precisa mandar pelos menos alguns estudantes que prestam estudar fora, pois banana podre estraga o valor das boas.
Ivan de Union
17 de agosto de 2014 3:04 pmQue bom investimento! Pelo
Que bom investimento! Pelo menos assim a volta deles pro Brasil eh garantidissima!
stanilaw Calandreli II
17 de agosto de 2014 6:19 pmFonte
Assis, vc tem alguma informação sobre a fonte dessa notícia?
Sem novidade
18 de agosto de 2014 6:00 amConhecimento também vira
Conhecimento também vira lixo. Esses estão reciclando isto e vendendo o que já sabe como fazer de mais de 100 anos aos idiotas que não conseguiram aprender e nem ter vergonnha de dizer que não tem quem ensine