10 de junho de 2026

Piso Salarial Profissional do magistério público tem reajuste de 6,27%

Portaria do MEC foi publicada nesta sexta no Diário Oficial da União
Foto MEC - Divulgação

da Agência Brasil

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Piso Salarial Profissional do magistério público tem reajuste de 6,27%

por Luciano Nascimento

O Ministério da Educação (MEC) reajustou em 6,27% o Piso Salarial Profissional Nacional do magistério público da educação básica. O reajuste foi publicado hoje (31), no Diário Oficial da União (DOU). Com a medida, o valor mínimo definido pelo ministério para o exercício de 2025 é R$ 4.867,77 para a rede pública de todo o país, com jornada de 40 horas semanais.

O aumento está acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que ficou em 4,77% no acumulado de 2024. O reajuste também está acima da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou o ano passado em 4,83%.

O piso salarial é o valor mínimo que professores devem ganhar no Brasil. A legislação determina o reajusta anual do valor. De acordo com a norma, o piso é a base estabelecida para professores com formação em nível médio.

“Por determinação legal, o MEC calcula o reajuste do piso utilizando o mesmo percentual de crescimento do Valor Anual Mínimo por Aluno (VAF mínimo), publicado na terceira atualização do Fundeb. Para chegar a 6,27%, o MEC calculou a variação percentual entre o VAF mínimo publicado na terceira atualização do Fundeb de 2024 e de 2023”, explica o MEC.

As remunerações dos profissionais da educação básica são pagas por prefeituras e estados a partir de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), bem como de complementações da União.

“Como os salários dos professores são pagos pelas redes de ensino, cada estado e município precisa oficializar o valor por meio de norma própria”, informou a pasta.

Edição: Valéria Aguiar

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  1. grevista

    31 de janeiro de 2025 7:49 pm

    O governo federal não paga o piso salarial aos professores das instituições federais de ensino da carreira de ensino básico e tecnológico, para regime de trabalho de 40 horas e tendo formação em nível de graduação. Mesmo com os reajustes decorrentes do acordo de greve, imposto pelo governo com a solerte ajuda dos seus prepostos do Proifes e a traição aos seus colegas de trabalho feita pela profa. Esther.

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