10 de junho de 2026

TV GGN: Em vez de revogar, presidente da Apeoesp defende discussão sobre Ensino Médio

Ensino precisa de melhorias e ser mais atrativo, mas modelo proposto por Michel Temer está longe de ser uma alternativa.
Alunos da rede pública estadual na sala de aula da POLI – Foto: Cecíla Bastos/USP Imagens

Não há dúvidas de que a grade curricular do Ensino Médio precisa mudar. Pouco atrativo, o atual modelo influencia os índices de evasão escolar. Entre 2021 e 2021, o volume de abandono dos estudantes saltou de 2,3% para 5,6%, segundo o Censo Escolar da Educação Básica 2021, divulgado no ano passado.

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Mas segundo a presidente da Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) e deputada estadual Bebel (PT), o modelo proposto pelo então presidente Michel Temer “na canetada” está longe de representar a melhor solução para a educação brasileira.

A docente explica que o modelo proposto repartiu disciplinas e criou mais de 300 itinerários normativos. Assim, o estudante teria de cursar matérias obrigatórias, como matemática e português, e compor 40% do próprio currículo com disciplinas eletivas.

Sociologia e filosofia, tão importantes para a construção do pensamento crítico, não são disciplinas essenciais na formação dos alunos.

“Em vez de ter um conhecimento articulado, global, você continua tendo um conhecimento fragmentado e mínimo.”

Professora Bebel, presidente da Apeoesp

Construção de propostas

Além da greve nacional da educação já marcada para 26 de abril, a docente explica que a categoria almeja diálogo com alunos, professores e atores da área, a fim de criar em conjunto a melhor proposta para melhorar o Ensino Médio.

A docente ressalta ainda as Diretrizes Nacionais Curriculares do Ensino Médio, as quais descreve como avançadíssimas.

Veja a entrevista completa no programa TV GGN 20 Horas no Youtube.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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1 Comentário
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  1. Evandro Condé

    11 de abril de 2023 1:21 pm

    Que tal ir aos relatórios do MEC e var a carência de professores nas diferentes áreas Brasil afora. Seria um começo. Nem entro no m´´erito das questões salariais.

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