Levantamento do Datafolha divulgado neste sábado (7) pela Folha de S.Paulo mostra que, em um eventual segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria 46% das intenções de voto contra 43% do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), uma diferença de três pontos dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, configurando empate técnico.
A mudança em relação à pesquisa de dezembro é significativa. Naquele levantamento, Lula aparecia com 51% e Flávio com 36%, uma vantagem de 15 pontos que, em menos de três meses, praticamente desapareceu. Em julho de 2025, a diferença era de 11 pontos.
O instituto ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 3 e 5 de março, em 137 municípios. O nível de confiança é de 95%.
Margem estreita
Contra outros possíveis adversários de direita e centro-direita, Lula mantém vantagem, mas também dentro ou no limite da margem de erro. Diante do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que confirmou candidatura à reeleição ao governo paulista, o presidente aparece com 45% contra 42%, estabilidade em relação a dezembro, quando os números eram 47% a 42%.
Já contra o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), Lula tem 45% ante 41%, praticamente o mesmo cenário registrado em dezembro (47% a 41%) e em julho (45% a 40%).
Os maiores recuos do oposicionismo aparecem nos cenários com os governadores Ronaldo Caiado (PSD-GO) e Eduardo Leite (PSD-RS). Caiado, que em dezembro marcava 41%, caiu para 36%, enquanto Leite recuou de 41% para 34% no mesmo período.
Em ambos os casos, o crescimento dos votos brancos, nulos e “nenhum”, que saltou de 11% para 16% e 18%, respectivamente, sugere rejeição crescente ao nome petista sem conversão automática ao adversário.
Plano B
O Datafolha testou também dois cenários com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), como candidato do campo governista. Os resultados indicam posição mais vulnerável do que a de Lula.
Contra Flávio Bolsonaro, Haddad aparece em desvantagem: 41% a 43%. É o único cenário em toda a pesquisa em que o candidato da oposição ultrapassa o representante do PT numericamente, ainda que dentro da margem de erro. Contra Ratinho Jr., o resultado é empate exato: 40% a 40%.
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Jicxjo
7 de março de 2026 9:06 pmCenário cristalizado desde as últimas eleições. A verdade é que quase metade da população brasileira virou zumbi, teve o cérebro moído pela mídia, pelo lavajatismo, pela pastorada e pelo zap fascista. Há pouca margem para erro; a vitória, se vier, será por margem semelhante à de 2022.
Carlos
8 de março de 2026 4:32 amInsisto num comentário que fiz anteriormente: é conviver com empates de segundo turno só expondo as canalhices e corrupção do miliciano se este for confirmado como postulante ao cargo.
Até lá:
1) Desconstruir o discurso das fascistas organizações globo, e sucia assemelhada, que tentam grudar nas hostes defensoras da democracia a origem, e manutenção, das falcatruas do dono do “banco” Master e criar a participação de algum familiar de Lula nos descontos do INSS – já tentaram colar no frei e agora no filho do Lula – escondendo a verdadeira causa-raiz destes problemas: um fenômeno da gestão Bolsonaro, que abriu as portas para todo tipo de clandestinidade onde o descontrole por parte do Poder Público foi geral, pois deixou de haver qualquer tipo de regulamentação.
Ainda sobre o Master, pode haver dúvida que o processo adotado de “remunerações acima do mercado” configura o famoso “171” onde, o grande facilitador do golpe é a cobiça das “vítimas” que, neste caso, não são tão inocentes?
2) Desconstruir o discurso de CEOs de seitas evangélicas mostrando a real crença da famiglia em algum deus que não seja o dinheiro
3) Destacar as conquistas sociais de 2023 para cá e a luta com as hordas fascistas do congresso para as quais as únicas coisas importantes são: armar milícias, doutrinar idiotas a partir do engodo de escolas civico-militares, dosemertias/anistias a golpistas e impedir que as instituições operem de forma independente ameaçando diuturnamente com impedimentos no STF dos ministros democratas.
4) Lembrar exaustivamente da fila do osso, da procura por comida em caçamba de lixo e da irresponsabilidade com a gestão bolsonarista da saúde durante a pandemia que influiu diretamente no número de mortos e, mais recente, do apoio ao tarifaço imposto por trump e que foi apoiado pela famiglia, o miliciano postulante inclusive, onde o sacrifício de nossa balança comercial, já deficitária com eua, e a perda da produção e aumento do desemprego, foram usadas como moeda para forçar liberação de um facínora hoje finalmente condenado.
Para o bem do Brasil, todo esforço para reeleição de Lula e um congresso democrático será pouco.